Mais uma ficha e mais uma voltinha, hoje para aproveitar o tempo mais ou menos bom lá fui dar mais umas pedaladas logo pela manhã.
Sai de casa e parecia que vinha lá chuva mas mesmo assim arrisquei, é que não gosto de me molhar ehehehe, subi até á Portela dos Bezerrins e continuei pelo Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga da Sertã.
Passei a ponte por cima da Ribeira da Isna cortei á direita e subi até á Maljoga de Proença, é engraçado que existem duas aldeias com o mesmo nome, uma no Concelho da Sertã outra no Concelho de Proença-a-Nova, uma de cada lado da Ribeira da Isna.
Passada a Maljoga de Proença continuei por uma estradinha bem fixe até á aldeia do Rafael, tornei a passar por cima da Ribeira da Isna e segui para os Pisões, aqui era subir até aos Vales da Longra, já no alto continuei para o Marmeleiro.
Passei o Marmeleiro e desci para a Ribeira da Tamolha, depois da Ribeira mais uma subida até ao Vale da Cortiçada, com os primeiros raios de sol a baterem nas costas lá fui indo, passei o Vale da Cortiçada e Junceira, aqui foi só descer até á Mougueira onde cheguei com mais umas pedaladas logo cedinho.
Os senhores do tempo deram chuva mas desta vez não acertaram, e assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
ROTA DO LEITÃO 2015
A convite do amigo Pedro Tavares lá fui eu mais um ano a mais uma Rota do Leitão lá para os lados do Vale Clérigo, não muito longe de Proença-a-Nova.
Sai de casa fui até á Sertã para beber um cafézinho, desta vez parei no café da Feira da Comida, cafézinho tomado e lá fui até ao Vale Clérigo onde tinha incio da Rota do Leitão.
Como tem sido todos os anos fui o primeiro a chegar, entretanto lá chegou o Pedro Tavares, o mentor do passeio, mais um pouco e foi chegando o resto da malta dos mais variados cantinhos aqui da região.
Já com a malta reunida fomos bebemos um café no café Alves, para depois irmos levar as viaturas ao pé das Piscinas da Pedra do Altar onde eram os banhos no final da voltinha.
Viaturas arrumadas tratamos das bikes e restante material e regressamos ao Café Alves onde era o ponto de partida.
Todo o pessoal reunido e lá fomos para mais uma Rota do Leitão, saímos do Vale Clérigo um pouco por alcatrão para aquecer, uns metros á frente seguimos á direita e fomos até ao Espinho Grande, sempre em grande galhofa lá fomos pedalando.
Mais umas pedaladas e chegamos ás Giesteiras, o dia estava mesmo bom para umas pedaladas, um pouco fresquinho mas com o solinho a dar uma alegria, estava mesmo á maneira.
Fomos passando alguns singles onde a malta se divertia um pouco e algumas pontes por cimas das ribeiras mais escondidas por esses vales.
Passada as Giesteiras continuamos para os Sesmos e Sobreira Formosa, aqui seguimos um pouco por alcatrão até á Casa Nova.
Depois da Casa Nova cortamos á direita e por uma bela descida chegamos á Praia Fluvial da Froia.
Passamos para a outra margem da Ribeira da Froia e por uma belo caminho sempre ao lado da ribeira chegamos á aldeia da Pedreira, uma aldeia abandonada.
Ali fizemos uma paragem para um belo reforço que a organização tinha preparado, um belo presunto cortado na hora uma bela pinga e para terminar uma docinha Jeropiga, foi mesmo á maneira...
Com o tempo a passar tínhamos que seguir que o leitão estava a sair do forno e não podia arrefecer.
Saímos da aldeia por uma bela subida até perto da Casa Nova, continuamos depois por uns singles até á Sobreira Formosa, paramos ao pé da Igreja para reunir a malta toda.
Grupo completo e seguimos para o resto da voltinha, passamos Pereiro e paramos na bela aldeia de Xisto da Figueira, com as suas casinhas todas arranjadinhas e as ruelas muito bonitas.
No formo comunitário estava lá um senhor a fazer um assado que com o cheiro que aquela coisa deitava só apetecia era roubar o tabuleiro ao homem e devorar o belo assado eheheheheh.
Demos a volta pelas ruelas e saímos da aldeia por um single, continuamos para as Moitas e Espinho Pequeno.
Para terminar seguimos por alcatrão até ás viaturas perto das Piscinas onde eram os banhos.
Chegamos arrumamos as bikes e fomos até ao banho, o Silvério ainda foi dar um mergulho na piscina mas acho que a água estava fria é que ele saiu rápido de lá eheheheeheh.
Banhinho tomado e lá fomos ver do almoço, todos á Adega Alves para o belo e farto repasto, para começar um belo queijinho fresco e umas quantas chouriças e farinheiras assadas para abrir o apetite.
Depois fomos sentar, e aqui é que foi o pior um grande acumulado de leitão, batatas assadas umas belas migas e um excelente arroz de miúdos, tive que parar umas poucas de vezes que não aguentava com tanto acumulado..
Para terminar umas quantas calorias da bela tigelada e do doce serradura, e para terminar um cafézinho, só vos digo que foi uma dureza, depois de isto tudo tinha que ir a uma sessão de massagem para recuperar tanto acumulado eheheheh.
Foi um dia do melhor que pode haver, bons amigos e boa comida, foi um dia bem passado e para o ano lá estaremos de novo, obrigado ao Pedro Tavares pelo convite.
Com isto tudo a malta lá foi regressado a casa satisfeita e com o dever comprido, despedidas feitas e regressei a casa para uma tarde de descanso merecido depois de tanto esforço.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa fui até á Sertã para beber um cafézinho, desta vez parei no café da Feira da Comida, cafézinho tomado e lá fui até ao Vale Clérigo onde tinha incio da Rota do Leitão.
Como tem sido todos os anos fui o primeiro a chegar, entretanto lá chegou o Pedro Tavares, o mentor do passeio, mais um pouco e foi chegando o resto da malta dos mais variados cantinhos aqui da região.
Já com a malta reunida fomos bebemos um café no café Alves, para depois irmos levar as viaturas ao pé das Piscinas da Pedra do Altar onde eram os banhos no final da voltinha.
Viaturas arrumadas tratamos das bikes e restante material e regressamos ao Café Alves onde era o ponto de partida.
Todo o pessoal reunido e lá fomos para mais uma Rota do Leitão, saímos do Vale Clérigo um pouco por alcatrão para aquecer, uns metros á frente seguimos á direita e fomos até ao Espinho Grande, sempre em grande galhofa lá fomos pedalando.
Mais umas pedaladas e chegamos ás Giesteiras, o dia estava mesmo bom para umas pedaladas, um pouco fresquinho mas com o solinho a dar uma alegria, estava mesmo á maneira.
Fomos passando alguns singles onde a malta se divertia um pouco e algumas pontes por cimas das ribeiras mais escondidas por esses vales.
Passada as Giesteiras continuamos para os Sesmos e Sobreira Formosa, aqui seguimos um pouco por alcatrão até á Casa Nova.
Depois da Casa Nova cortamos á direita e por uma bela descida chegamos á Praia Fluvial da Froia.
Passamos para a outra margem da Ribeira da Froia e por uma belo caminho sempre ao lado da ribeira chegamos á aldeia da Pedreira, uma aldeia abandonada.
Ali fizemos uma paragem para um belo reforço que a organização tinha preparado, um belo presunto cortado na hora uma bela pinga e para terminar uma docinha Jeropiga, foi mesmo á maneira...
Com o tempo a passar tínhamos que seguir que o leitão estava a sair do forno e não podia arrefecer.
Saímos da aldeia por uma bela subida até perto da Casa Nova, continuamos depois por uns singles até á Sobreira Formosa, paramos ao pé da Igreja para reunir a malta toda.
Grupo completo e seguimos para o resto da voltinha, passamos Pereiro e paramos na bela aldeia de Xisto da Figueira, com as suas casinhas todas arranjadinhas e as ruelas muito bonitas.
No formo comunitário estava lá um senhor a fazer um assado que com o cheiro que aquela coisa deitava só apetecia era roubar o tabuleiro ao homem e devorar o belo assado eheheheheh.
Demos a volta pelas ruelas e saímos da aldeia por um single, continuamos para as Moitas e Espinho Pequeno.
Para terminar seguimos por alcatrão até ás viaturas perto das Piscinas onde eram os banhos.
Banhinho tomado e lá fomos ver do almoço, todos á Adega Alves para o belo e farto repasto, para começar um belo queijinho fresco e umas quantas chouriças e farinheiras assadas para abrir o apetite.
Depois fomos sentar, e aqui é que foi o pior um grande acumulado de leitão, batatas assadas umas belas migas e um excelente arroz de miúdos, tive que parar umas poucas de vezes que não aguentava com tanto acumulado..
Para terminar umas quantas calorias da bela tigelada e do doce serradura, e para terminar um cafézinho, só vos digo que foi uma dureza, depois de isto tudo tinha que ir a uma sessão de massagem para recuperar tanto acumulado eheheheh.
Foi um dia do melhor que pode haver, bons amigos e boa comida, foi um dia bem passado e para o ano lá estaremos de novo, obrigado ao Pedro Tavares pelo convite.
Com isto tudo a malta lá foi regressado a casa satisfeita e com o dever comprido, despedidas feitas e regressei a casa para uma tarde de descanso merecido depois de tanto esforço.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
VILAR DA CARGA-RIBEIRA DA FERREIRA
Hoje foi dia de mais umas pedaladas matinais, não tenho pedalado por um motivo ou por outro, ou está a chover ou não tenho tido oportunidade, mas sempre que posso lá vou esticar as pernas.
Hoje os senhores do tempo davam muito frio mas mesmo assim lá me levantei cedo e fui dar uma voltinha, para hoje escolhi umas subidas para aquecer.
Sai de casa e desci até á Sertã, subi a Rua do Castelo passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros, continuei para o Casalinho de São Fagundo, Casal da Estrada e mais á frente segui pela esquerda para o Vilar da Carga.
Desci a boa velocidade até á ponte e toca a subir até ao Vilar, aqui foi logo para aquecer, uma subida curta mas das boas, já no Vilar segui para o Fojo, aqui tinha mais uma valente subida até ao Amioso.
Estava algum gelo e frio mas com a subida nem se notava a subida deu bem para aquecer, no Amioso parei ao pé da Igreja para uma foto.
Foto tirada e continuei, mais uma vez e para não variar mais uma bela subida, mais uma subida esfolada e parei para ver o nascer do sol, isto de levantar cedo e ir pedalar tem a sua recompensa.
Já safo das subidas era hora de descer, com este tempo sabe melhor subir que descer, nas descidas sente-se mais o frio, lá fui até a São Domingos, cortei á esquerda e passei Serra do Pinheiro, Ribeira da Ferreira, Codiceira, Codiceirinha, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã.
Passei a vila já com o habitual corrupio do pessoal a ir para o trabalho, e para terminar subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma boa voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Hoje os senhores do tempo davam muito frio mas mesmo assim lá me levantei cedo e fui dar uma voltinha, para hoje escolhi umas subidas para aquecer.
Sai de casa e desci até á Sertã, subi a Rua do Castelo passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros, continuei para o Casalinho de São Fagundo, Casal da Estrada e mais á frente segui pela esquerda para o Vilar da Carga.
Desci a boa velocidade até á ponte e toca a subir até ao Vilar, aqui foi logo para aquecer, uma subida curta mas das boas, já no Vilar segui para o Fojo, aqui tinha mais uma valente subida até ao Amioso.
Estava algum gelo e frio mas com a subida nem se notava a subida deu bem para aquecer, no Amioso parei ao pé da Igreja para uma foto.
Foto tirada e continuei, mais uma vez e para não variar mais uma bela subida, mais uma subida esfolada e parei para ver o nascer do sol, isto de levantar cedo e ir pedalar tem a sua recompensa.
Já safo das subidas era hora de descer, com este tempo sabe melhor subir que descer, nas descidas sente-se mais o frio, lá fui até a São Domingos, cortei á esquerda e passei Serra do Pinheiro, Ribeira da Ferreira, Codiceira, Codiceirinha, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã.
Passei a vila já com o habitual corrupio do pessoal a ir para o trabalho, e para terminar subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma boa voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
FONTE FRIA-CASALINHO
Como os senhores do tempo dão chuva para amanhã hoje tive que aproveitar e dar mais uma voltinha é que não gosto muito de me molhar, e mesmo estando fresco sabe bem umas pedaladas para começar bem o dia.
Sai de casa e lá fui até á Sertã ainda sem grandes confusões de viaturas, subi até São João do Couto, Zona Industrial e Alto da Carreira.
Com a subida já passada continuei e lá fui seguindo por Aveleira, Tapada, Casalinho, Val Cortiço, Povoa da Ribeira Serdeira e Almas da Arnoira.
Aqui cortei á direita para Santa Rita, Seixo e Mosteiro da Senhora das Preces, nesta aldeia existe uma capelinha toda bonita, bem arranjadinha onde se faz uma grande romaria.
Parei ao pé da Capela para clicar uma foto, foto tirada e segui para a Fonte Fria, um nome engraçado porque estava lá bem fresquinho eheheheeh.
Continuei a subir e passei Roda de Santa Aplonia, Estradinha, Casal do Porto, Porto da Cruz e mais á frente entrei na variante nova até ao Vale Cortiço.
Já no Val Cortiço fiz o mesmo trajeto agora em sentido inverso até á Sertã.
Entrei na Sertã pela Paragem dos Táxis, passei a vila e com a ultima subida cheguei á Mougueira com mais uma voltinha bem fresquinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e lá fui até á Sertã ainda sem grandes confusões de viaturas, subi até São João do Couto, Zona Industrial e Alto da Carreira.
Com a subida já passada continuei e lá fui seguindo por Aveleira, Tapada, Casalinho, Val Cortiço, Povoa da Ribeira Serdeira e Almas da Arnoira.
Aqui cortei á direita para Santa Rita, Seixo e Mosteiro da Senhora das Preces, nesta aldeia existe uma capelinha toda bonita, bem arranjadinha onde se faz uma grande romaria.
Parei ao pé da Capela para clicar uma foto, foto tirada e segui para a Fonte Fria, um nome engraçado porque estava lá bem fresquinho eheheheeh.
Continuei a subir e passei Roda de Santa Aplonia, Estradinha, Casal do Porto, Porto da Cruz e mais á frente entrei na variante nova até ao Vale Cortiço.
Já no Val Cortiço fiz o mesmo trajeto agora em sentido inverso até á Sertã.
Entrei na Sertã pela Paragem dos Táxis, passei a vila e com a ultima subida cheguei á Mougueira com mais uma voltinha bem fresquinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
CUMEADA-MALHA PÃO
Mais um dia com voltinha logo cedo, isto de levantar cedo e ir ver o nascer do sol em cima de uma bicicleta é uma maravilha, até o dia corre melhor depois de umas pedaladas.
Hoje lá fui ainda lusco fusco até á Portela dos Bezerrins, segui depois pela direita e fui passando Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras, Bela Vista e Cumeada.
Aqui já encontrei muito movimento do pessoal a ir trabalhar para mais longe, depois da Cumeada passei Castanheiro Grande, Casal dos Gafos, Valongo, Orgueira, aqui segui pela direita para a Rolã e desci para a Ponte das Cabras.
A descer para a ponte estava fresquinho aqui já dava para ver a camada de gelo que tinha caído durante a noite, mas depois da descida vinha a subida e esta é boa para aquecer.
Lá fui subida acima para aquecer, quando cheguei á Galeguia já não tinha frio, continuei e passei Felgaria, Lagariça e Nesperal, aqui encontrei o meu colega de pedaladas de roda fina o José Almeida ele ia para trabalhar, dois dedos de conversa e lá fomos cada um ao seu destino.
Passei o Nesperal, Malha Pão e Alto Ventoso, aqui segui pela estrada que liga Cernache á Sertã, passei Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila já com muito movimento, o pessoal acorda tarde e depois anda cheio de pressa, subi até á Mougueira e estacionei a bike, amanhã á mais....
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Hoje lá fui ainda lusco fusco até á Portela dos Bezerrins, segui depois pela direita e fui passando Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras, Bela Vista e Cumeada.
Aqui já encontrei muito movimento do pessoal a ir trabalhar para mais longe, depois da Cumeada passei Castanheiro Grande, Casal dos Gafos, Valongo, Orgueira, aqui segui pela direita para a Rolã e desci para a Ponte das Cabras.
A descer para a ponte estava fresquinho aqui já dava para ver a camada de gelo que tinha caído durante a noite, mas depois da descida vinha a subida e esta é boa para aquecer.
Lá fui subida acima para aquecer, quando cheguei á Galeguia já não tinha frio, continuei e passei Felgaria, Lagariça e Nesperal, aqui encontrei o meu colega de pedaladas de roda fina o José Almeida ele ia para trabalhar, dois dedos de conversa e lá fomos cada um ao seu destino.
Passei o Nesperal, Malha Pão e Alto Ventoso, aqui segui pela estrada que liga Cernache á Sertã, passei Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila já com muito movimento, o pessoal acorda tarde e depois anda cheio de pressa, subi até á Mougueira e estacionei a bike, amanhã á mais....
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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