quinta-feira, 19 de maio de 2016

PIÃO-VENESTAL

Mais uma voltinha logo cedinho, os dias estão mesmo convidativos para o meu desporto favorito, umas belas pedaladas matinais sabem sempre bem.


Sai de casa e desci até á Sertã, segui pela Rua do Castelo e fui até aos Bombeiros, na Rotunda do Rompe Terra cortei á direita e segui pela estrada antiga que vai para Oleiros.


Com o sol já a espreitar lá atrás da serra fui passando Casalinho de São Fagundo, Casal da Estrada, Maxial da Estrada e Cruz do Fundão.


Aqui segui em frente na estrada que vai até ao Alto da Cava, na aldeia da Sardinheira cortei á esquerda fui até ao Pião e Mendinho, por aqui há umas belas subidas, são boas para aquecer..


No alto do Mendinho continuei por uma estradinha bem estreitinha no meio de um pinhal que mais parece uma ciclovia e que vai ter á Macieira.

Desci um pouco até á aldeia da Macieira, ainda não se via ninguém estava tudo a lavar a cara, ou a tomar o pequeno almoço.

Passei umas ruelas da Macieira e continuei pelo Fundo do Ribeiro, Ribeira de Cilha, Marinha de Vale Carvalho e Amioso.


Aqui tinha mais uma boa subida, mas com calma tudo se faz, passei o Rogado e cheguei ao Alto do Amioso, ali tem-se uma bela panorâmica da Serra dos Alvelos.


Agora pela frente tinha uma bela descida até São Domingos, lá segui a boa velocidade até á Igreja, cortei depois á direita passei pelo Picoto e cheguei á Herdade.



Como ainda tinha tempo decidi alongar um pouco a voltinha, antes da Passaria cortei á direita e fui até ao Venestal.


Aqui entrei na Nacional 2 e passei Póvoa da Ribeira Cerdeira, Vale Cortiço, Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila e continuei a voltinha pelo Montinho, mais umas pedaladas e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




terça-feira, 17 de maio de 2016

CHAVEIRA-CARDIGOS

Hoje o dia acordou nublado, mas com uma temperatura bem agradável, assim aproveitei e fui dar mais um giro na minha fininha.


Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, segui em frente e fui passando Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.


Nas baixas estava nevoeiro por isso decidi subir um pouco para ver bem as paisagens, passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna e fui até ao Carvalhal.



Um pouco mais á frente cortei á direita em direção das Cimadas Cimeiras, nos sítios mais altos até se tinha uma bela paisagem, parecia um mar de nuvens, mesmo á maneira.


No alto das Cimadas Cimeiras continuei pelos Vales, Chaveira e cheguei a Cardigos, ainda não se via ninguém na rua, só o padeiro..



Cardigos fica no alto por isso tinha uma bela descida pela frente, umas belas curvinhas para sair de Cardigos e de seguida uma bela reta.
Sempre em altas passei o Azinhal, passei o cruzamento que vai para o Vale da Urra e desci até á Ribeira da Isna.


Aqui era a subir outra vez, nas calmas lá fui até ás Cortes, safo de mais uma subida continuei e desci até á Ribeira da Tamolha.


Continuei até ao Vale da Cortiçada e Junceira, como ainda tinha tempo segui em frente, desci pela estrada velha e entrei na Sertã pela Venda da Pedra.



Passei a vila, e para terminar subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.

Sabe mesmo bem uma voltinha para começar bem o dia, e mais uma vez uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



domingo, 15 de maio de 2016

UMA VOLTINHA PELA BARRAGEM DE CASTELO DE BODE

Hoje na excelente companhia do Zé Almeida fui ver se a Barragem de Castelo de Bode tinha muita água.



Sai de casa e fui ter com o Zé ao pé da Pastelaria Estrela Doce, bebi um cafézinho e entretanto o Zé chegou, com tudo preparado lá fomos para mais umas pedaladas.


Saímos da Sertã pela Venda da Pedra, fomos subindo nas calmas até á Junceira, aqui cortamos á direita e entramos na Nacional 2, passamos Cumeada, Chão da Telha e Barragem da Ribeira da Isna.


Até aqui a coisa é fácil o pior vem depois da ponte, sempre descontraídos lá fomos indo, passamos Fundada, Milriça e Vila de Rei.


A partir daqui a coisa fica mais rolante, passamos Vila de Rei e um pouco mais á frente cortamos á esquerda para seguirmos pela Nacional 2 antiga.


Uma estradinha mais sossegada, sem transito, uma maravilha, passamos pelo Pisão Cimeiro, Ponte do Codes, Brêscovo, São Domingos e Carvalhal.

Depois do Carvalhal continuamos em direção de Martinchel, uma bela estradinha muito rolante, depressa chegamos a Martinchel, paramos no café a Prensa para comer alguma coisa.

Ali estivemos um bocadinho entretidos a comer a beber e na conversa, mas ainda tínhamos alguns km pela frente por isso toca a seguir caminho.


Seguimos e fomos parar em cima da Barragem de Castelo de Bode, encontramos um belo espelho de água, e ainda uma bonita descarga nas duas bocas, um espetáculo.
Ali estivemos a ver e a tirar umas fotos, depois das fotos lá seguimos viagem, passamos pelo Bairro, Ervideiras e Quinta do Falcão.

Aqui cortamos á direita e passamos Marianaia, Vale Bom e chegamos á bela cidade de Tomar.


Passamos a cidade e fomos ver as novidades á loja de bikes da Dropzone, até lá vimos umas bikes fixes, com mais de metade da voltinha feita era hora de seguir até á Sertã.

Saímos de Tomar passamos pelo Alvito, Calçadas, Venda Nova, Vale da Trave, Vale Gamito e Pintado, um pouco mais á frente cortamos á esquerda com direção de Alviobeira.


Pela estrada antiga mais sossegada lá seguimos pela Manobra, Portela da Nexebra, Água Todo o Ano e Lamaceiros.


Passamos ao lado de Ferreira do Zêzere e continuamos pela Venda da Serra, Águas Belas, Bela Vista, Besteiras, Vales, Junqueira e Peralfaia.


Aqui paramos para atestar os bidons com água fresca, atestados com água fresca descemos mais um pouco até ao Vale Serrão e Ponte do Vale da Ursa.


Aqui tínhamos a ultima dificuldade do dia, a bela subida até ao Casal da Madalena, sempre descontraídos lá fomos subindo.


Uma subida não muito inclinada mas um pouco longa, passamos Portela da Oliveira e Casal da Madalena, subida esfolada passamos Roda e chegamos a Cernache do Bonjardim.
Agora era quase sempre descer até á Sertã, passamos Alto Ventoso, Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Fomos até á Pastelaria Estrela Doce encostamos as bikes e fomos beber uma bebida fresquinha, o dia estava mesmo á maneira para andar de bike, uma bela manhã de primavera.


Mais fresco despedi-me do Zé Almeida e subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais uma bela voltinha na companhia do Zé Almeida.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



sexta-feira, 13 de maio de 2016

QUEDA DE ÁGUA DA BARRAGEM DA BOUÇÃ

Hoje para meter medo á chuva foi dar uma voltinha, a porcaria da chuva não dá tréguas temos que lhe meter medo para ver se se vai embora.


Sai de casa e desci até á Sertã, o tempo estava meio farrusco e a chuva parece que vinha lá, que se lixe, e lá fui ver a bonita queda de água da barragem da Bouçã.


Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha e Fonte Branca, com uma pinga aqui outra ali lá fui indo, mais á frente cortei á esquerda e segui pela estrada antiga até ao Vale Martinho.



Passei o Vale Martinho e segui pelos Faleiros, Fonte da Mata e Porto da Cruz, aqui cortei á direita e segui para o Casal do Porto e Estradinha.


A chuva estava a porta-se bem, era só umas pingas para meter medo, Passada a Estradinha cortei á direita e passei pelo Moinho de Vento e Carvalhos, e sempre a boa velocidade depressa cheguei á Barragem da Bouçã.



Parei em cima da ponte e ali estive um pouco a ver a bonita queda de água no paredão da Barragem, uma bela panorâmica aquela cascata.

Tirei umas fotos e voltei pelo mesmo trajeto, agora era uma boa subida até aos Carvalhos, lá fui pedalando nas calmas subida fora.


Já no alto e safo da subida passei os Carvalhos, Moinho de Vento, Milheirós e cheguei a Cernache do Bonjardim, segui pela recta e no Porto da Cruz entrei na variante nova até ao Vale Cortiço.



No Vale Cortiço cortei á direita e segui pela Nacional 2, lá fui passando pelo Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.



Passei a vila e pela ultima subida cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas, a chuva deu umas tréguas foram só umas pingas para meter medo, nada de mais.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.