domingo, 8 de maio de 2016

VOLTINHA BEM MOLHADA

Hoje quando acordei fui dar uma espreitadela na janela e chovia um pouco, pensei só tenho duas hipóteses ou volto para a cama ou vou apanhar uma molha.


Optei pela segunda hipótese e fui apanhar uma bela molha, quando sai de casa nem sabia bem para onde ir, ia andando e logo se via onde ia dar.


Sai da Mougueira e subi um pouco até perto da Portela, cortei á direita passei ao lado da Quinta da Carraça e fui até ao Salomão.

Aqui decidi ir passar a ribeira e subir até ao Vale Godinho, lá fui descida fora até perto da Ribeira da Tamolha.


Com o que tem chovido as ribeiras levam bastante água, olhei para a ribeira e fiquei a falar sozinho, se entrar na ribeira vou na corrente é melhor voltar para trás.



E foi no que fiz, tinha feito uma bela descida era hora de fazer uma bela subida, lá fui subida fora até ao Carrascal.
Já no Carrascal continuei pelo Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e Vaquinhas Fundeiras, o tempo estava meio incerto, umas vezes chovia outras ficava bom, não sei o que é que o São Pedro anda a fazer....


Depois de Vaquinhas Fundeiras fui passar a ribeira na ponte que vai dar ao Vale Godinho, parei em cima da ponte e tirei umas fotos.


Depois das fotos continuei até ao Vale Godinho, subi mais um pouco e cheguei ao Marmeleiro, não se via ninguém na rua estava tudo com medo da chuva.


Sai do Marmeleiro passei ao lado do Lagar fui até á Catraia e Cortes, aqui no alto decidi ir ver a queda de água por baixo da Ponte da Cova do Moinho.



Lá segui por uma boa descida outra vez até á Ribeira da Tamolha, ao avistar a ponte e a bela queda de água parei para tirar umas fotos.

É mesmo bonita aquela ponte com a queda de água no meio do velhinho arco, um espetáculo.
Depois de umas belas fotos segui para a outra margem e subi até perto da Cumeada, mais uma bela subida para aquecer.


Outra vez no alto desci até á Ribeira da Tamolha, desta vez para ir pelo belo single na antiga levada do lagar já em ruínas.


Depressa cheguei ao single, mais uma vez deu bem para ver a bela quantidade de água que a ribeira leva, em certos sítios até mete medo.

Segui pelo single já com muita erva, ás vezes já nem dá para ver bem onde é o trilho, lá fui indo algumas vezes a penantes trilho fora.


Cheguei ao açude, aqui tive que ir pelo meio da encosta é que não dava para ir na levada, ela vai com muita água.


Mais á frente desci e entrei na levada, com a ribeira cheia de água e o campo todo verdinho este trilho é uma maravilha.

Passei depois ao lado do velho moinho ainda em bom estado, é pena não estar recuperado, gasta-se dinheiro em coisas que não vale a pena, mas aqui era bem empregue.


Mais umas pedaladas e cheguei ao velho lagar já em ruínas, tirei mais umas fotos e era hora de subir.


O tempo estava a meu favor, um pouco de chuva mas não estava frio, até sabia bem as pedaladas, até gosto de andar a chover, não se pode é parar muitas vezes para não arrefecer.



Mais uma subida e lá segui até á Bernardia, passei a Nacional 2 e continuei para Rebaixia dos Faustinos, Casal de Santana e Cumeada.



Com o fatinho bem encharcado decidi regressar a casa, fui até ao alto da Junceira e desci pela variante nova, para terminar subi um pouco até á Mougueira.


Cheguei bem molhadinho mas satisfeito com a voltinha na minha grossa, uma manhã com alguma chuva mas com uma bela temperatura para umas pedaladas.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



terça-feira, 3 de maio de 2016

CRUZ DAS RELVAS-FEITEIRA

Hoje fui dar a volta lá para os lados da Perna do Galego, uma aldeia lá bem no alto da Serra dos Alvelos.


Sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, segui em frente para o Moinho do Cabo e Vale do Pereiro, cortei á esquerda e lá fui indo sempre a subir por uns bons km.



O sol já começava a espreitar lá atrás da serra e estava uma temperatura bem agradável, passei depois pelo Pereiro, Vale da Junça, Fontainhas e Perna do Galego.
Já na Perna do Galego e quase no alto, parei para ver as belas paisagens, tirei uma foto e fui para mais um pouco de subida até á Cruz das Relvas.

Aqui já estava safo do pior, parei e tirei uma fotos ás alminhas e segui por uma bela estradinha sempre pelo meio da floresta até perto dos Vilões.


Cortei depois á esquerda e cheguei á entrada do Carvalhal, segui novamente á esquerda e fui até á Feiteira e Figueiredo.

A manhã estava mesmo á maneira para umas pedaladas, estava a saber mesmo bem, o cheirinho da natureza é uma maravilha.



Já no Figueiredo segui em frente e fui até ao alto do Sorvel, continuei pela estradinha sempre á meia encosta com uma vista espetacular das muitas serras ali á volta.


Com o terreno mais favorável fui até á Várzea dos Cavaleiros e passei no empedrado para estremecer um pouco.


Para terminar a voltinha continuei pela Aldeia Velha, Póvoa, Poiares, Ramalhosa, Portela dos Bezerrins e cheguei á Mougueira.
Mais uma voltinha logo cedinho com boas subidas com umas paisagens do melhor e sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




domingo, 1 de maio de 2016

COMEÇAR CEDO PARA ACABAR CEDO

Hoje foi dia de voltinha na fininha, tinha almoço de família em casa e tinha que ir buscar os maus pais, por isso aproveitei e dava uma voltinha lá por aquelas bandas.

Sai de casa bem cedo, carreguei a fininha e fui até á Amêndoa, estacionei a viatura preparei a bike e lá fui dar umas pedaladas.

Por volta das 6 h 45 já estava a pedalar, sai da Amêndoa e fui passando Vale de Vacas, Cimo do Vale, Portela das Lameiras, Chão de Lopes e Chão de Codes.


O dia estava muito ventoso mas com uma temperatura bem agradável, bem vinda primavera, já tinha saudades de um tempinho assim.


Passado Chão de Codes continuei pelo Monte Cimeiro, Panascos, Valongo, Venda Nova e fui até ás Bombas de Gasolina do Sardoal.


Parei para beber um cafézinho e comer alguma coisa, olhei para a vitrine e vi umas belas Tijeladas bem avantajadas.
Pedi uma mas era tão grande que no meio tive que fazer uma pausa para descansar e para a acabar com ela...eheheheeh.


Depois de ter atestado o depósito segui a voltinha, entrei na Nacional 2 e fui até Olho de Boi e Alferrarede.



Mais á frente cortei á esquerda, passei ao fundo de Abrantes e pela ponte por cima do Rio Tejo para o Rossio ao Sul do Tejo.


Parei em cima da ponte para tirar umas fotos, depois da ponte um pouco mais á frente cortei á esquerda e lá fui indo pelos Coalhos, Pego, Casal Cortido, Concavada, Alvega e Casa Branca.



Segui á esquerda pelo meio da aldeia, fui apanhar a estrada que vai até á Barragem da Ortiga tb conhecida pela Barragem de Belver, nem sei bem como lhe chamar.

Tirei umas fotos e segui a voltinha, passei ao lado da Praia Fluvial da Ortiga e por uma estradinha ali ao lado segui por uma valente subida até á Torre Fundeira.
Esta deu para aquecer, curta mas grossa, segui pela Torre Fundeira e Torre Cimeira, aqui em vez de seguir para Belver cortei á esquerda por uma estradinha até apanhar a estrada que vai para Mação.


Aqui o vento já não fazia tanta mossa, o pinhal já resguardava mais, por uma bela estrada com muitas curvinhas cheguei a Mação, fui até ao Café Central para comer e beber alguma coisa.


Mais calorias para gastar até ao final e mais satisfeito continuei, sai da Vila de Mação e entrei na grande reta de São Miguel.

Depois da recta e já no Pereiro cortei á direita para Castelo e Aldeia de Eiras, aqui parei para atestar o bindon com água fresca.




Um pouco mais á frente fiz o mesmo trajeto agora em sentido inverso pela Portela das Lameiras, Cimo do Vale, Vale de Vacas e Amêndoa.


Fui até ao café no largo da igreja para beber alguma coisa, já satisfeito fui até á minha viatura.
Arrumei a bike e fui á minha vidinha, foi uma bela voltinha com algum vento numa manhã bem fixe para umas pedaladas.
Mais uma bela volta bem cedo, que o dia começa cedo e tem que se aproveitar, nada de preguiça.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.