Mais um domingo e mais uma voltinha com a fininha, desta vez fui dar uma vista de olhos lá para os lados do Monte do Colcurinho.
Tinha planeado começar a voltinha na Vila da Pampilhosa da Serra, começava a subir e acabar a descer, era para não doer tanto.
Cedinho me levantei fui bater na porta da Pastelaria Estrela Doce que ainda estava fechada mas para clientes habituais faz-se uma favorzinho, café e pastelinho de nata na barriga segui na minha viatura até á Pampilhosa da Serra.
Encostei a carrinha no parque á entrada da vila, preparei as coisinhas e lá me fiz a mais uma voltinha.
Para abrir o apetite foi logo a subir pela Nacional 112, com o tempo fresquinho logo pela manhã fui indo sem grandes pressas porque tinha o dia por minha conta e ainda tinha uns kms e umas boas subidas pela frente.
Por umas belas curvinhas lá fui subindo até Sancha Moura, Brejas do Gavião, Sobral do Gavião, Selada da Cova e Portela do Armadouro a terra do conhecido Toni Carreira.
Já safo da primeira subida segui para a bela Barragem de Santa Luzia, que bela albufeira, uma bonita panorâmica.
Tirada a foto para mais tarde recordar continuei para Casal da Lapa, depois do Casal da Lapa mais um pouco de subida para a Portela de Unhais.
Da Portela de Unhais até Unhais o Velho é uma boa descida e a boa velocidade depressa lá cheguei, a descer é bem mais rápido.
Passei Unhais o Velho e uma pouco mais á frente segui pela direita e toca a subir mais uma vez, lá fui indo nas calmas pela encosta fora.
Lá no cimo era hora de descansar e de usufruir de mais umas belas paisagens, depois de umas fotos segui e agora mais a rolar e a descer cheguei á Covanca.
Passei a Covanca e desci mais uma pouco para o Celadinho, aqui passa o Rio Ceira neste bonito vale, com umas belas curvas e umas belas quedas de água.
Sem grandes dificuldades depressa cheguei á aldeia da Fornea, desta aldeia não tenho boas recordações, ficou-me bem na memória quando aqui passei no GR 22 já á uns bons anos e sabia o que me esperava, uma subida daquelas bem boas.
Enchi os pulmões e lá fui indo subida fora até ao alto, cheguei ao alto e mais uma subida feita, mais uma que ficou para trás.
Desci um pouco até ao alto do Pião e continuei por uma estradinha sempre á meia encosta com uma brutal paisagem das aldeias no vales da bonita Serra do Açor.
Uns kms mais á frente encontrei uma placa que dizia Monte do Colcurinho e Nossa Senhora das Necessidades e era mesmo para aqui que tinha de ir, mesmo no cruzamento estava uma fonte com água fresquinha, atestei o bidon e lá fui ganhar altitude.
Uma estradinha que no inicio não estava grande coisa o alcatrão meio estragado mas umas curvas mais á frente entrei em alcatrão bom, um piso espetacular.
Lá fui indo até uma curva mais inclinada com uma pendente bem engraçada, aqui tive que serrar os dentes e fincar os pés nos pedais com garra, não foi fácil mas consegui fazer aquele bocadinho mais complicado.
Mais umas curvinhas e mais umas pedaladas cheguei ao Monte do Colcurinho, quando cheguei deparei-me com uma brutal panorâmica ali ao redor, as fotos não dizem nem um terço do que os olhos conseguem alcançar.
Ali estive um bom bocado a regalar as vistas com as paisagens, o bonita Serra da Estrela com alguma neve e muitas serras ali ao redor, um espectáculo.
Com as horas a passar tinha que seguir caminho, ainda tinha que galgar algumas serras até chegar ao carro.
Agora a descer lá fui com cuidado é que a descida era manhosa, cheguei á estrada nacional e fiz o trajecto agora inverso até ao Alto do Pião e a sua bela fonte com um pião desenhado na parede da fonte.
Tirei umas fotos e segui até perto da Relva Velha onde se vê a bela Mata da Margaraça vista lá do alto.
Continuei e mais umas pedaladas desci para a aldeia da Castanheira e Porto da Balsa, aqui tive que saltar uns montes de terra de uma enxurrada do Rio Ceira.
Passada a dificuldade continuei e mais uma vez a subir passei a Barragem do Alto Ceira e cheguei á Covanca, continuei a subir e já no alto era descer até perto de Unhais o Velho.
Ao fundo cortei á direita para a Malhada do Rei, Vidual de Cima e Vidual de Baixo sempre com a Barragem de Santa Luzia a fazer-me companhia.
Parei para tirar uma foto ao paredão da barragem e continuei para o Cabril, Sobral Valado e para terminar cheguei á Pampilhosa da Serra de onde tinha saído á umas horas a trás.
Cheguei com uma bela voltinha de fininha e um belo amasso no cortiço, foi uma voltinha durinha mas espetacular, por boas estradinhas, vistas espetaculares do melhor que se pode ter, arrumei a bike e foi até ao café Bar`il para comer alguma coisa é que a barriga estava um pouco vazia.
Uma bela sandocha e uma bjeca fresquinha caíram que nem ginjas, com a barriga mais composta regressei á Sertã depois de mais uma voltinha de fininha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 9 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
CIMO DA RIBEIRA-NOGUEIRINHA
Não consigo ficar na cama e ver o sol entrar pela janela dentro, tenho que me levantar e pegar na fininha e ir ver o nascer do sol de outra maneira, ver nascer o sol lá detrás da serra é bem mais engraçado.
Por isso hoje lá fui dar mais umas pedaladas para ver o sol nascer, sai de casa e fui até á Sertã, subi para São João do Couto, Zona Industrial e Alto da Carreira.
Cortei á direita e segui direção da Codiceira, Casal Maio, Malpica, Passaria, Herdade e Cimo da Ribeira, uma aldeia metida num vale na encosta da Serra do Viseu.
A estradinha é que está um pouco estragada mas dá para pedalar por lá com a fininha tem é que se fugir dos buracos.
Passado o Cimo da Ribeira continuei para Vale de Mó, Verdelhos e no Casal da Escusa segui á esquerda para a Selada, Outeiro da Selada, Vale do Mogão, Nogueirinha, Mourisco, Arnoia, Castelo, Morlinho e Estradinha.
Virei á esquerda e continuei para Casal do Porto, Porto da Cruz, Tojal, Cabeçudo, Santo Estevão, Granja e Vale Cortiço.
Entrei na Nacional 2 e sempre a rolar lá fui passando Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e Sertã.
Passei a vila subi ao Montinho e cheguei á Mougueira com mais umas belas pedaladas para ver o nascer do sol.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Por isso hoje lá fui dar mais umas pedaladas para ver o sol nascer, sai de casa e fui até á Sertã, subi para São João do Couto, Zona Industrial e Alto da Carreira.
Cortei á direita e segui direção da Codiceira, Casal Maio, Malpica, Passaria, Herdade e Cimo da Ribeira, uma aldeia metida num vale na encosta da Serra do Viseu.
A estradinha é que está um pouco estragada mas dá para pedalar por lá com a fininha tem é que se fugir dos buracos.
Passado o Cimo da Ribeira continuei para Vale de Mó, Verdelhos e no Casal da Escusa segui á esquerda para a Selada, Outeiro da Selada, Vale do Mogão, Nogueirinha, Mourisco, Arnoia, Castelo, Morlinho e Estradinha.
Virei á esquerda e continuei para Casal do Porto, Porto da Cruz, Tojal, Cabeçudo, Santo Estevão, Granja e Vale Cortiço.
Entrei na Nacional 2 e sempre a rolar lá fui passando Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e Sertã.
Passei a vila subi ao Montinho e cheguei á Mougueira com mais umas belas pedaladas para ver o nascer do sol.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
terça-feira, 3 de março de 2015
MARTIM MOINHO-RIBEIRA DE CILHA
Aqui pela zona á muitas aldeias perdidas pelos montes e vales, aldeias com meia dúzia de moradores algumas nem isso, hoje foi dia de ir espreitar mais algumas por onde não tinha pedalado de fininha.
Sai de casa desci até á Sertã, no meio da Vila cortei á direita subi a rua do Castelo, passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros.
Continuei pela estrada antiga que vai para Oleiros e passei Casalinho de São Fagundo, Casal da Estrada, Maxial e Cruz do Fundão.
Com o principio de dia mesmo bom para umas pedaladas e com uma temperatura ideal sabe mesmo bem uma voltinha, lá segui pela esquerda até á Ribeirinha, depois era subir até ao Cimo do Ribeiro.
Nas calmas lá fui ganhando altitude, o sol já raiava lá detrás da serra e frio nem nada é que a subida deu bem para aquecer, já safo da subida cortei á esquerda e fui por uma estradinha onde nunca tinha pedalado de fininha, fui ter ao Martim Moinho, Fontanheiras e Ribeira de Cilha.
Esta estradinha é manhosa tem muito sobe e desce é boa para dar cabo do cabedal, depois da Ribeira de Cilha mais uma subida até á Cormacieira e mais um pouco cheguei á Marinha de Vale Carvalho.
Aqui já era mais a rolar até ao Amioso, passei o Amioso e mais uma subida até ao Alto do Amioso, UFAAAA já chega de subir por hoje, agora era descer a boa velocidade, passei São Domingos, Aldeia Nova de São Domingos, Cruz Fundeira, Azinhaga da Valada e Sertã.
Passei a vila já com a azafama do pessoal a ir trabalhar, e com uma ultima subida cheguei á Mougueira com mais umas belas pedaladas para começar bem o dia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa desci até á Sertã, no meio da Vila cortei á direita subi a rua do Castelo, passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros.
Continuei pela estrada antiga que vai para Oleiros e passei Casalinho de São Fagundo, Casal da Estrada, Maxial e Cruz do Fundão.
Com o principio de dia mesmo bom para umas pedaladas e com uma temperatura ideal sabe mesmo bem uma voltinha, lá segui pela esquerda até á Ribeirinha, depois era subir até ao Cimo do Ribeiro.
Nas calmas lá fui ganhando altitude, o sol já raiava lá detrás da serra e frio nem nada é que a subida deu bem para aquecer, já safo da subida cortei á esquerda e fui por uma estradinha onde nunca tinha pedalado de fininha, fui ter ao Martim Moinho, Fontanheiras e Ribeira de Cilha.
Esta estradinha é manhosa tem muito sobe e desce é boa para dar cabo do cabedal, depois da Ribeira de Cilha mais uma subida até á Cormacieira e mais um pouco cheguei á Marinha de Vale Carvalho.
Aqui já era mais a rolar até ao Amioso, passei o Amioso e mais uma subida até ao Alto do Amioso, UFAAAA já chega de subir por hoje, agora era descer a boa velocidade, passei São Domingos, Aldeia Nova de São Domingos, Cruz Fundeira, Azinhaga da Valada e Sertã.
Passei a vila já com a azafama do pessoal a ir trabalhar, e com uma ultima subida cheguei á Mougueira com mais umas belas pedaladas para começar bem o dia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 2 de março de 2015
SERRA DO BANDO DO CODES E SERRA DO BANDO DOS SANTOS
Ontem domingo foi dia de uma voltinha de roda grossa lá para os lados das Serras dos Bandos, perto da terra dos meus pais.
Como tinha que os ir buscar para almoçar em minha casa aproveitei levei a bike na carrinha e fui lá dar umas pedaladas, para depois da voltinha regressar com eles para o almoço, matei dois coelhos com uma cajadada só.
Sai de casa ainda cedinho, desci até á Pastelaria Estrela doce para o cafézinho e pastelinho de nata, é bem fixe sair cedo e ter um sitio para beber café, encontro lá muita malta que vem a sair da discoteca e vem ali acabar de atestar o deposito de álcool eheheheheheheh.
Café tomado lá fui até á Amêndoa, estacionei a viatura, preparei a bike e o material necessário caso ouve-se alguma avaria e lá fui para a terra.
Entrei logo na terra e desci até á Fonte da Amêndoa, aqui espreitei e descobri logo um single que fui logo experimentar, foi bem engraçado logo para começar, depois continuei sempre ao lado da Ribeira da Amêndoa.
Um pouco mais á frente encontrei uma placa de indicava Buraca Moira, ainda fui dar uma espreitadela mas como não tinha muito tempo não segui até lá, tenho de lá voltar para averiguar bem a coisa.
Continuei e sempre ao lado da Ribeira cheguei ao Chão de Lopes Pequeno, passei a ribeira para a outra margem e subi até ao Chão de Lopes Grande, atravessei o alcatrão para a primeira dolorosa do dia, uma bela subida até ao cimo da Serra do Bando do Codes.
Com o peito cheio de ar lá fui subida acima, com o terreno muito mau com muita pedra solta ouve alguns sítios que tive que fazer pedestre, aqui deu para estragar a média, GAITA!!!!!!
Quando mais ia subindo mais perto ouvia as ventoinhas era sinal que o cimo estava mais perto, mas depois do esforço veio a recompensa, uma espetacular paisagem lá do alto, com os vales cheios de nevoeiro era uma espectáculo..
Recuperado o fôlego continuei e sempre pelo cume da serra lá fui passando as muitas ventoinhas lá pela serra fora, mais á frente vinha o melhor uma boa descida por um estradão até ao Casal Fundeiro.
Aquilo a descer é que foi rápido, passei o Casal Fundeiro e cheguei ao Castelo, uma aldeia que tem dois café mas ainda estavam fechados, tive que continuar sem beber nada, só águinha que levava na mochila eheheeheheh.
Passado o Castelo subi a outra parte da Serras dos Bandos, mais uma bela subida daquelas bem boas, fui subindo por uma vale nas calmas.
Mais á frente encontrei uma aldeia meio abandonada na outra encosta, a aldeia da Corga com muitas casas todas em ruínas e uma ou duas recuperadas, antigamente aqueles vales eram todos cultivados hoje está tudo cheio de mato e silvas.
Mais um pouco de subida daquelas boas e cheguei ao Posto de Vigia dos Bando dos Santos, mais umas pedaladas e cheguei ao espetacular Miradouro da Serra do Bando dos Santos.
Um sitio espetacular com umas vistas brutais, ali estive um bom bocado a regalar as retinas com as espetaculares paisagens.
Quanto mais ando de bicicleta mais gosto de o fazer, e pedalar por sítios como estes é um enorme prazer, suar nas subidas e ter paisagens destas é uma maravilha.
Depois das fotos lá segui e numa rápida descida cheguei a mais um oásis no meio do nada, o parque de Merendas do Brejo tb conhecido pela Mina do Ti Guilherme, um cantinho muito fixe.
Dei uma voltinha ao belo parque e enchi o bidom da boa água da mina, um belo nascente na encosta da Serra do Bando dos Santos.
Ainda um pouco alto era hora de descer e lá fui ter a mais uma aldeia abandonada, a aldeia da Lage, aqui está tudo em ruínas, gostava de ver á uns anos a trás aquelas casas cheias de gente de volta das terras na labuta da agricultura, agora está tudo abandonado e uma tristeza ver aquilo assim.
Tirada umas fotos e segui para a Maxieira, passei a aldeia e continuei por uma estradão á meia encosta na Serra da Amêndoa até ao alto do Pé da Serra.
Passei para a outra encosta da serra e sem grandes dificuldades cheguei á Amêndoa de onde tinha partido á umas horas a trás para esta voltinha.
Foi uma voltinha espetacular algo dura como a gente gosta, bonitas paisagens sítios bonitos e o tempo a ajudar, cada vez gosto mais de pedalar.
E assim fi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Como tinha que os ir buscar para almoçar em minha casa aproveitei levei a bike na carrinha e fui lá dar umas pedaladas, para depois da voltinha regressar com eles para o almoço, matei dois coelhos com uma cajadada só.
Sai de casa ainda cedinho, desci até á Pastelaria Estrela doce para o cafézinho e pastelinho de nata, é bem fixe sair cedo e ter um sitio para beber café, encontro lá muita malta que vem a sair da discoteca e vem ali acabar de atestar o deposito de álcool eheheheheheheh.
Café tomado lá fui até á Amêndoa, estacionei a viatura, preparei a bike e o material necessário caso ouve-se alguma avaria e lá fui para a terra.
Entrei logo na terra e desci até á Fonte da Amêndoa, aqui espreitei e descobri logo um single que fui logo experimentar, foi bem engraçado logo para começar, depois continuei sempre ao lado da Ribeira da Amêndoa.
Um pouco mais á frente encontrei uma placa de indicava Buraca Moira, ainda fui dar uma espreitadela mas como não tinha muito tempo não segui até lá, tenho de lá voltar para averiguar bem a coisa.
Continuei e sempre ao lado da Ribeira cheguei ao Chão de Lopes Pequeno, passei a ribeira para a outra margem e subi até ao Chão de Lopes Grande, atravessei o alcatrão para a primeira dolorosa do dia, uma bela subida até ao cimo da Serra do Bando do Codes.
Com o peito cheio de ar lá fui subida acima, com o terreno muito mau com muita pedra solta ouve alguns sítios que tive que fazer pedestre, aqui deu para estragar a média, GAITA!!!!!!
Quando mais ia subindo mais perto ouvia as ventoinhas era sinal que o cimo estava mais perto, mas depois do esforço veio a recompensa, uma espetacular paisagem lá do alto, com os vales cheios de nevoeiro era uma espectáculo..
Recuperado o fôlego continuei e sempre pelo cume da serra lá fui passando as muitas ventoinhas lá pela serra fora, mais á frente vinha o melhor uma boa descida por um estradão até ao Casal Fundeiro.
Aquilo a descer é que foi rápido, passei o Casal Fundeiro e cheguei ao Castelo, uma aldeia que tem dois café mas ainda estavam fechados, tive que continuar sem beber nada, só águinha que levava na mochila eheheeheheh.
Passado o Castelo subi a outra parte da Serras dos Bandos, mais uma bela subida daquelas bem boas, fui subindo por uma vale nas calmas.
Mais á frente encontrei uma aldeia meio abandonada na outra encosta, a aldeia da Corga com muitas casas todas em ruínas e uma ou duas recuperadas, antigamente aqueles vales eram todos cultivados hoje está tudo cheio de mato e silvas.
Mais um pouco de subida daquelas boas e cheguei ao Posto de Vigia dos Bando dos Santos, mais umas pedaladas e cheguei ao espetacular Miradouro da Serra do Bando dos Santos.
Um sitio espetacular com umas vistas brutais, ali estive um bom bocado a regalar as retinas com as espetaculares paisagens.
Quanto mais ando de bicicleta mais gosto de o fazer, e pedalar por sítios como estes é um enorme prazer, suar nas subidas e ter paisagens destas é uma maravilha.
Depois das fotos lá segui e numa rápida descida cheguei a mais um oásis no meio do nada, o parque de Merendas do Brejo tb conhecido pela Mina do Ti Guilherme, um cantinho muito fixe.
Dei uma voltinha ao belo parque e enchi o bidom da boa água da mina, um belo nascente na encosta da Serra do Bando dos Santos.
Ainda um pouco alto era hora de descer e lá fui ter a mais uma aldeia abandonada, a aldeia da Lage, aqui está tudo em ruínas, gostava de ver á uns anos a trás aquelas casas cheias de gente de volta das terras na labuta da agricultura, agora está tudo abandonado e uma tristeza ver aquilo assim.
Tirada umas fotos e segui para a Maxieira, passei a aldeia e continuei por uma estradão á meia encosta na Serra da Amêndoa até ao alto do Pé da Serra.
Passei para a outra encosta da serra e sem grandes dificuldades cheguei á Amêndoa de onde tinha partido á umas horas a trás para esta voltinha.
Foi uma voltinha espetacular algo dura como a gente gosta, bonitas paisagens sítios bonitos e o tempo a ajudar, cada vez gosto mais de pedalar.
E assim fi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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