domingo, 18 de setembro de 2016

TRILHO DO FORNO DA CAL-AGROAL

Hoje foi dia de uma voltinha de BTT, já há alguns meses que não pedalava na roda grossa, nos primeiros km andei a apanhar papéis, parece que era a primeira vez que andava nos trilhos.

Isto de andar na fininha não é igual a roda grossa, a técnica é outra, mas depois de uns km a coisa lá se compôs, lá me meti na linha e depois a coisa até correu bem.


Para esta voltinha tive a companhia do Alexandre, mais uma vez ele veio passar o fim de semana á terra e carregou a bike para dar-mos umas pedaladas, tinha planeado ir ver uns trilhos lá para os lados do Agroal.



Saímos da Sertã depois de beber um cafézinho na Pastelaria Estrela Doce e seguimos na minha viatura até ás Besteiras onde íamos começar a voltinha.



Chegamos lá arrumamos a carrinha preparamos as coisinhas e seguimos para a voltinha, seguimos um pouco por alcatrão, mais á frente cortamos á esquerda e entramos na terra em direção de Porto da Romã.



Foi logo uma boa descida para começar, mas cuidado que o caminho estava cheio de ramos dos eucaliptos que tinham andado a cortar, limpar os caminho é que nada, quem quiser que se desenrasque.....
Passamos Porto Romã e fomos até Menexas onde passamos por baixo da A13, passamos ao lado de Fonte da Figueira fomos ter a Telhadas e Fonte do Tojal.

Até aqui tinha sido uma ligeira subida, nada de muito difícil, seguimos e descemos até ao Pereiro, passamos ao lado da Igreja e seguimos até Ave Casta, aqui alguns trilhos já eram meus conhecidos, já por aqui tinha andado na minha grossa.


Passada Ave Casta seguimos um pouco por um estradão, um pouco mais á frente cortamos á esquerda e seguimos por um single já meio tapado de ervas e mato, deu bem para arranhar as pernas.


Passado o single e já com uns belos arranhões seguimos para Travessa, cortamos á direita e para mais um belo single até perto de Cumes e Chãos.


Depois da aldeia de Chãos entramos num caminho até perto do Outeiro do Milho, chegamos ao alcatrão e o GPS mandava-nos em frente mas só víamos um ribeira.



Disse o Alexandre, deves ser doido, não estou a ver nenhum caminho, disse eu, se o GPS manda temos que ir, e lá descemos até ao leito seco da Ribeira dos Chãos.
Seguimos um pouco por cima dos calhaus, mais á frente demos de caras com um espetacular single, o Single do Forno da Cal.



Sempre ao lado da ribeira lá fomos durante uns 2 km sempre em single praticamente todo ciclável, um espetáculo, é pena a ribeira estar seca, com chuva deve de ser uma maravilha.



No final do single subimos um pouco até ao Vale das Colmeias, entramos num caminho e descemos até ao Agroal, fomos até á bonita Praia Fluvial, encostamos as bikes e fomos beber e comer alguma coisa.


Depois da barriguinha cheia tiramos umas fotos, demos um mirada na praia fluvial e seguimos para o resto da voltinha.


Para começar a segunda parte da voltinha fizemos o mesmo trajeto até ao Vale das Colmeias, uma subida das boas e com muita pedra solta, deu bem para suar.


Já safos da subida passamos o Vale das Colmeias, Enxofreira, Fetal de Cima, Vale do Poço e Vales, aqui seguimos um pouco por alcatrão até Pinheiros e Jampestres.

Um pouco mais á frente cortamos á esquerda e fomos até Portela de Vila Verde, seguimos por umas ruelas e por uma valente subida, foi bem durinha, esta molhou a camisola..

Já no alto e safos de mais uma subida descemos para Panascal, Outeiro dos Pereiros, Pias e Ponte do Tabuado.



Já perto do final da voltinha tínhamos a ultima subida do dia, esta em alcatrão mas das boas, lá seguimos nas calmas até ao alto, mais umas pedaladas chegamos ao carro.


Arrumamos as bikes o resto do material e fomos até ao Café Noite Azul refrescar-nos com uma bela cervejinha preta fresquinha.


Já mais frescos regressamos á Sertã satisfeitos com mais umas belas pedaladas por trilhos espetaculares.


Deixei o Alexandre ao pé do carro dele e fui até casa depois de uma voltinha de roda grossa numa manhã de domingo bem agradável.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



domingo, 11 de setembro de 2016

ABRANTES-MONTARGIL.PONTE DE SOR

Hoje foi dia de uma voltinha bem rolante, foi um acumulado daqueles que até mete medo, não sou adepto de voltinhas muito rolantes, gosto mais de serra e aquelas subidas bem longas para fazer suar.


Tinha prometido ao meu colega Zé Almeida uma voltinha mais a direito e assim fomos até ao Alto Alentejo, programei a volta com saída em Alferrarede, e fomos na minha viatura até lá.


Sai de casa fui apanhar o Zé Almeida e fomos até Alferrarede, encostamos a viatura ao pé da Junta de Freguesia, preparamos as bikes e o resto do material e demos inicio ás pedaladas.


Ainda meio de noite lá seguimos até á ponte que passa por cima do Rio Tejo, paramos para ver o espetacular nascer do sol, é uma maravilha pedalar e ver o sol a espreitar..


Tiradas umas fotos seguimos até ao Rossio ao Sul do Tejo, continuamos pela Arrifana, Salvadorinho, Vale de Cortiças, Caldeiro e Bemposta.


Aqui tivemos a unica dificuldade do dia, a saída da Bemposta, uma subida se assim se pode chamar, nada que nos mete-se medo.
Depois da subida e um pouco mais á frente cortamos á esquerda para Noitinhas Novas, Foros de Arão, Fazenda, Farinha Branca e Montargil.

Fomos até ao Carvalhoso, aqui já se tinha uma bela panorâmica da Albufeira da Barragem de Montargil, um belo espelho de água.


Seguimos pela Nacional 2 e sempre com a bela paisagem da Albufeira da Barragem de Montargil, lá seguimos por Montalvo, Cansado e Água Todo o Ano.


Paramos no Café o Brasileiro para comer alguma coisa, a barriga já estava a dar sinal, uma bela sandoxa e um belo sumo caíram mesmo bem, ficamos prontos para o resto da voltinha.


Barriga mais composta seguimos até ao Domingão e Ponte de Sor, entramos na cidade e um pouco mais á frente cortamos á esquerda  para as Barreiras e Salteios.


Antes de chegar á Ferraria Fundeira seguimos á esquerda para as Sete Sobreiras, Vales das Mós, Vale Açor e Bemposta.

Passada a Bemposta fizemos o mesmo trajeto até á viatura, passamos Caldeiro, Vales da Cortiças, Barreiras, Rossio, Abrantes e Alferrarede.

Foi uma bela voltinha rolante com 120 km com um acumulado de 600 mt, uma vergonha para uns atletas como nós eheheheheheheeh.


Arrumamos as bikes e regressamos a casa satisfeitos com mais umas belas pedaladas numa manhã de domingo bem agradável.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




sexta-feira, 9 de setembro de 2016

PORTO DA CRUZ-MATOS DO PAMPILHAL

Manhã fresquinha e mais umas pedaladas para começar bem o dia, já está bem fresco logo cedinho, já apetece levar uma manga comprida para estas voltinhas curtas.


Hoje sai de casa e desci até á Sertã, sai da vila pela Rotunda da Eirinha e segui em frente pela Fonte Branca, um pouco mais á frente cortei á esquerda subi pelo Vale Martinho até aos Faleiros.


Aqui a temperatura era mais agradável, passei pela Fonte da Mata e Porto da Cruz, cortei depois á direita para Porto do Carro e mais á frente Estradinha.


Mais umas pedaladas e entrei na estrada que liga Cernache a Figueiró dos Vinhos, no Moinho de Vento segui á esquerda para o Pampilhal.


Nunca tinha andado aqui na minha fininha, era uma estreia, passei o Pampilhal, Carqueijal e Portela da Lameira.

Um pouco antes dos Matos do Pampilhal segui á direita por uma bela descida e fui ter perto dos Carvalhos.
Cortei á direita e segui pela estrada que liga Cernache a Figueiró, passei pelos Carvalhos e subi mais um pouco até ao Moinho de Vento, Milheirós e cheguei a Cernache do Bonjardim.


Dei a volta á Rotunda do Nuno Alvares Pereira e segui pela grande reta até ao Alto Ventoso, Vale da Lata, Porto da Cruz, e Faleiros.


Cortei á direita para o Gravito, Lameira da Lagoa, Outeiro da Lagoa, Olival, Boeiro e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila já mais movimentada segui pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

SANTINHA-PISÃO

Depois de uns dias de férias e afastado da bike hoje regressei ás voltinhas pela fresca, e estava mesmo fresquinho e algum vento.



Fui até á Serra dos Alvelos ver se as ventoinhas estava a trabalhar bem, com o ventinho estava tudo a trabalhar sem problemas.



Sai de casa e fui até á Portela, cortei á esquerda e fui passando Ramalhosa, Poiares, Póvoa, Aldeia Velha e Várzea dos Cavaleiros, depois de passar o empedrado segui em frente.


Fui em direção do Figueiredo, passei na bela estradinha panorâmica e antes de chegar ao Figueiredo cortei á direita em direção da Santinha.


Para começar tem ali uma bela subidinha, bom para aquecer, mais umas pedaladas e cheguei á aldeia da Santinha, ainda estava tudo a descansar, não se via ninguém...

Passei a Santinha e Ribeira da Santinha, parei na pequena praia fluvial para tirar uma foto, aqui ainda tinha mais um pouco de subida até ao cruzamento da estrada que segue para Oleiros.

Já no alto e safo das subidas cortei á direta e fuim até á Perna do Galego, aqui estava vento e fresquinho, subi um pouco por uma estradinha á meia encosta com umas belas paisagens.


No alto era hora de descer mas antes tinha que fazer uma paragem para ver as belas paisagens e tirar umas fotos, é uma maravilha ver as paisagens lá do alto, custa subir mas vale bem a pena.


Fotos tirada e segui por uma bela descida até ao Alto das Fontainhas, aqui cortei á direita e continuei a descer até ao Pisão.


Passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Tamolha e fui ter á Várzea dos Cavaleiros, aqui fiz o mesmo trajeto agora em sentido inverso até á Mougueira.




Cheguei á Mougueira satisfeito com mais uma voltinha por umas belas estradinhas e umas paisagens espetaculares.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

NESPERAL-VALE DA LATA

Hoje fui ver o nascer do sol lá para os lados do Alto de São Macário, tb conhecido por Santa Maria Madalena, uma igreja lá bem no alto com umas paisagens espetaculares.


Sai de casa ainda meio lusco fusco, desci até á Sertã e segui até á Rotunda da Eirinha, continuei em direção do Alto do Boeiro e Olival.


Aqui já se via o sol a querer espreitar lá atrás da Serra dos Alvelos, é uma maravilha ver o nascer do sol, mas para isso tem que se levantar cedinho, nada de preguiça...


Passei o Olival e segui pelo Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.



Entrei em Cernache e passei ao lado das Piscinas, segui até á Roda onde cortei á direita em direção do Alto de Santa Maria Madalena.

Uma bela subidinha, curta mas grossa, com umas belas paisagens lá fui indo até á Igreja, parei para ver o sol a acordar e tirar umas fotos.
Depois de tudo bem mirado segui e fiz o mesmo trajeto até Cernache, segui depois pela grande reta e passei Alto Ventoso, Vale da Lata e Porto da Cruz.


Entrei na Variante nova até ao Vale Cortiço, cortei á direita e fui passando Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.



Passei a vila já mais movimentada subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira satisfeito com mais uma bela voltinha matinal.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.