quinta-feira, 25 de agosto de 2016

VEGÃO-VALES DA LONGRA

Depois de uns dias de folga, hoje foi dia de mais umas pedaladas logo cedinho, quando sai de casa ainda o sol não tinha nascido, e velo nascer lá atrás da serra é uma maravilha.


Sai de casa e subi até á Portela, segui em frente até ao Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.


Depois de passar a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna cortei á direita, passei ao lado da Maljoga de Proença e lá fui subindo até ao Vergão.


Uma subida ligeira com umas belas paisagens, sabe mesmo bem apanhar o fresquinho da manhã, ver umas belas paisagens e respirar o ar puro.



Entrei no Vergão e cortei á direita em direção da aldeia do Rafael, sempre a descer lá cheguei num estante, passei novamente por cima da Ribeira da Isna e fui ter aos Pisões.


Aqui tinha uma bela subida até aos Vales da Longra, uma subida curta mas grossa, nas calmas lá fui até ao alto, passei os Vales da Longra e continuei para o Marmeleiro.

Passei pelo meio do Marmeleiro e segui até ás Cortes, cortei á direita e desci até á Ribeira da Tamolha, passei a ponte e subi até ao Vale da Cortiçada.


Um pouco antes de chegar á Junceira encontrei o Marco Dias acompanhado de outro colega do pedal, eles já vinham da bela subida da Bela Vista, coragem logo cedinho...


Ali me entre-ti um pouco na conversa e a combinar a voltinha para o próximo domingo de manhã, com o tempo a passar tinha que seguir viagem, despedi-me deles e segui pela estrada velha.


Desci um pouco e entrei na Sertã pela Venda da Pedra, passei a vila e subi até á Mougueira pelo lado do Montinho, cheguei a casa depois de mais umas belas pedaladas logo pela fresca..
E assim foi mais uma bela voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

COLCURINHO-PIODÃO

Ontem foi dia de uma voltinha lá para os lados do Alto do Colcurinho e de Piodão, uma aldeia bem bonita metida no vale da Serra do Açor.


Para esta voltinha foi eu o Zé Almeida o Marco Dias e o Hugo Lopes, ia ser uma volta bem puxadinha por isso íamos dar a partida em Alvares para terminar com uma bela descida.

Sai de casa e apanhei o Zé e o Hugo ao pé da Pastelaria Estrela Doce, fomos até perto dos Verdelhos para apanhar o Marco e seguimos até Alvares.


Arrumamos as viaturas, preparamos as coisinhas e lá fomos dar ao pedal, ainda era cedo e estava fresquinho, mas o dia ia aquecer.


Para começar era logo a subir, foi logo para aquecer, passamos pelo Caniçal e Chão de Alvares, a subida era bem longa e lá fomos nas calmas até á Portela do Vento.


Aqui cortamos á direita e entramos na Nacional 112, e mais do mesmo sempre a subir mas com uma espetacular paisagem, belas paisagens era a ementa do dia.

Chegamos ao alto da Serra da Pampilhosa e seguimos á esquerda, já safos de uma bela subida era hora de descer, até perto do Colmeal.


A boa velocidade lá fomos, passamos Carvalhal do Sapo e depressa chegamos á Praia Fluvial do Colmeal, paramos em cima da ponte para ver o belo Rio Ceira.


Depois de umas fotos toca a subir outra vez, um pouco antes de chegar ao Colmeal cortamos á direita, e por uma estrada estreitinha lá fomos subindo novamente.

Esta subida era das boas e bem longa, era para ir nas calmas nada de pressas, passamos pela aldeia do Açor e da aldeia da Ádela duas aldeias perdidas nas encostas da Serra da Aveleira.


Mais umas pedaladas e chegamos ao Alto do Ceira, aqui fizemos uma paragem para comer alguma coisa que levávamos nos bolsos, o dia ia ser longo por isso tínhamos que atestar o depósito.



Já mais compostos seguimos viagem, seguimos e entramos numa estrada sempre pela encosta da Serra do Açor, uma estradinha com umas paisagens para regalar as vistas, uma maravilha.

Agora mais rolante lá seguimos até á Fonte do Pião, era para atestarmos os bidons mas a bica não deitava água, tivemos que seguir.


Fomos pedalando, passamos o cruzamento de Piodão e uns km mais á frente tínhamos um belo desafio, a subida até ao Monte do Colcurinho.


E que subida tínhamos pela frente, esta era das boas e bem durinha, nas calmas lá fomos pedalando e ganhado altitude.


Chegamos ao alto era hora de recuperar o folego, esta deu para suar um pouco, demos a volta á Igreja da Nossa Senhora das Necessidades e fomos trincar mais alguma coisa.


Tiradas umas belas fotos era hora de seguir viagem, agora era a descer mas tinha que ser com cuidado, para mim esta é pior a descer que a subir.

Entramos novamente na estrada principal e voltamos um pouco atrás para descermos até á Aldeia de Piodão, mais uma bela descida, o pior era subir.

Lá seguimos a boa velocidade até Piodão, encostamos as bikes e fomos trincar alguma coisa ao Restaurante ali no largo, comi uma sopinha que soube mesmo bem, o resto da malta lá pediu o que que lhe apetecia.

Ali nos entretemos um pouco a comer e a descansar, a voltinha estava a meio era hora de seguir, para sair dali não ia ser fácil, mas tinha que ser.


Fomos encher os bidons na fonte e lá fomos subida fora, barriga cheia o sol a apertar, era dose a subida, lá fomos pedalando até ao alto.


Já safos de mais uma boa subida seguimos até ao Alto do Pião, cortamos á esquerda e mais um pouco de subida até começar a descer para a aldeia da Fórnea.


Mais uma boa descida, passamos a Fórnea e continuamos para Covanca, mais duas aldeias perdidas na Serra do Açor.


Custa pedalar por aquelas bandas mas temos a recompensa das paisagens, é uma maravilha, passada a Covanca era mais uma boa subida, nada que não estivéssemos habituados.

Já no alto era descer até perto de Unhais o Velho, cortamos á direita e seguimos para a Malhada do Rei.


Passada a Malhada do Rei seguimos em frente para o Alto do Fajão, entramos na chamada Estrada do Céu, com uma ligeiras subidas lá fomos pedalando.


Mais á frente entramos na Nacional 112, já safos das subidas e com uns bons kms de descida lá seguimos a boa velocidade.

Na Portela do Vento cortamos á esquerda, um pouco mais á frente paramos na fonte para beber um pouco de água fresca, o calor apertava bem.


Mais frescos seguimos e sempre a descer passamos Chã de Alvares, Caniçal e entramos em Alvares depois de uma boa voltinha por umas belas estradinhas e umas belas paisagens.


Arrumamos as bikes e fomos até ao Bar Fora de Horas para refrescar um pouco, mais frescos regressamos a casa com o corpinho bem amassado depois das belas subidas que apanhamos.

Deixei o Zé no Vale da Galega o Marco no Venestal e regressei a casa satisfeito com mais uma bela voltinha com uma bela companhia.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




sexta-feira, 19 de agosto de 2016

MAXIAL DA ESTRADA-MACIEIRA

Hoje lá fui para mais uma voltinha bem cedinho, com os dias já mais pequenos as voltinhas são mais curtas mas mesmo assim sabe bem dar umas pedaladas logo pela fresca.


Sai de casa e desci até á Sertã, subi a Rua do Castelo passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros, na Rotunda do Rompe Terra cortei á direita para a estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros.



O sol já espreitava mas estava fresquinho, continuei e segui pelo Casalinho de São Fagundo, Barracão, Maxial da Estrada e Cruz do Fundão.



Aqui cortei á esquerda e segui até ao Cimo do Ribeiro, para aqui chegar tem-se uma boa subida, daquelas que dá para aquecer.


Depois do Cimo do Ribeiro, mais do mesmo, a subida continua até á entrada da Macieira, aqui cortei á esquerda e desci até ao Fundo da Ribeira.



Passei ao lado das Comarcieiras fui até á Marinha do Vale Carvalho e Amioso, á entrada da aldeia cortei á direita e subi pelo empedrado para abanar o esqueleto.

Sempre com uma ligeira subida lá fui pedalando, passado o Amioso continuei a subida até ao alto do Amioso, aqui a coisa ficou melhor, tinha uma boa descida pela frente...


A boa velocidade passei São Domingos, Aldeia Velha, Cruz Fundeira e Foz da Valada, subi ligeiramente e entrei na Sertã.


Desci a Rua do Vale e passei a vila já mais movimentada, para terminar subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de umas belas pedaladas pela fresca.


E assim foi mais uma voltinha para terminar a semana e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.