sexta-feira, 8 de abril de 2016

FOUTO-CASALINHO

Mais um dia a acordar bem cedinho para ir ver o nascer do sol, é uma maravilha ver o sol a espreitar lá atrás da serra.

Sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, segui á direita e passei Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e Bela Vista.


Entrei depois na Nacional 2 e passei ao lado da Cumeada, desci até ao Chão da Forca e cheguei á Barragem da Ribeira da Isna.


Aqui é paragem obrigatória para ver a queda de água, tirei umas fotos e continuei, tinha pela frente a subida até perto da Fundada.



Lá fui pedalando nas calmas e ouvindo os passarinhos que estavam a acordar, antes da Fundada cortei á direita para Relva do Boi e Fouto.


O sol já lá vinha a espreitar atrás da serra, é uma maravilha ver o sol nascer, mas para isso tem que se levantar cedinho, nada de preguiça.

Continuei a voltinha pela Lagoa Cimeira, Lagoa Fundeira e Vilar do Ruivo, aqui por esta estradinha só se ouve as ribeiras e os passarinhos, só passaram por mim um ou dois carros, é mesmo uma maravilha.


Passado o Vilar do Ruivo desci para passar novamente a Ribeira da Isna, desta vez na Ponte da Atalaia.

Depois da ponte mais uma subida, lá fui indo até á Atalaia, já no alto cortei á direita e fui passando pelo Casalinho, Rolã, Mós, Valongo, Castanheiro Grande e Cumeada.


Para terminar a voltinha segui até á Junceira e desci pela variante, com a ultima subida cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha pela fresca.


Que bem que sabe umas pedaladas para começar bem o dia, á quem me chame de doido mas acho que um doido com juízo...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



quinta-feira, 7 de abril de 2016

MORLINHO-ADEGAS DA SELADA

Mais uma ficha e mais uma voltinha, hoje acordei cedinho e lá fui dar mais umas pedaladas pela fresquinha.


Os dias já começam a clarear mais cedo e já dá para alongar mais as voltinhas, a primavera anda um pouco envergonhada, para estes dias dão tempo bom mas para o fim de semana já vem ai umas pingas, por isso tem que se aproveitar o solinho.


Sai de casa e desci até á Sertã, segui até á Rotunda da Eirinha e subi até ao Alto do Boeiro, continuei pelo Olival, Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo e Nesperal.



Aqui com o terreno mais rolante lá continuei pelo Vale Matias Afonso, Paparia e cheguei a Cernache do Bonjardim, aqui já se via algum movimento.


Segui depois até á Rotunda e segui á esquerda para Milheirós, um pouco mais á frente cortei á direita para a Estradinha, Casal da Cruz, Morlinho, Castelo e Almas da Arnoia.


Passada a rotunda cortei á esquerda para o Mourisco, Adegas da Selada e Casal da Escusa, segui um pouco pela Nacional 2 até á Povoa da Ribeira Cerdeira e Vale Cortiço.

Aqui como ainda tinha tempo segui pela estrada nova até ao Porto da Cruz, segui depois pela Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila já com mais movimento, subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


segunda-feira, 4 de abril de 2016

VALE DA RIBEIRA DO SINHEL

Ontem foi mais um dia com uma bela voltinha, desta vez na minha roda grossa.
Como os senhores do tempo davam umas pinguinhas decidi ir passar a minha grossa lá para os lados de Alvares no bonito Vale da Ribeira do Sinhel.

Sai de casa na minha viatura fui até Alvares e estacionei ao pé do Monumento ao Resineiro, preparei as coisinhas e lá segui para a voltinha.


O dia estava meio farrusco e com algumas pinguinhas, mas nada que me mete-se medo, chuva civil não molha ciclista.



Dei inicio ás pedaladas e segui por algumas ruas de Alvares até á Praia Fluvial, passei a ponte romana que passa por cima da Ribeira do Sinhel e subi um pouco pelo alcatrão até á estrada nacional.


Lá fui pedalando sempre descontraído até ao Amioso do Senhor, ali andei um pouco por uns belos singles ao lado de umas hortas.


Passei depois a aldeia e continuei até ao Amioso Cimeiro, continuei por uma ligeira subida serra a cima.
Um pouco mais á frente encontrei uma casa reconstruida no meio da mata, deve de ser de algum inglês, aqueles que gostam de sossego, e a chaminé botava fumo de certeza que mora lá gente.


Passei ao lado da casa e desci até a umas hortas já abandonadas, subi por uma encosta e fui ter a umas casas, devia de ser uma pequena aldeia agora já em ruínas, antigamente bem povoada.

Continuei por mais uma bela subida serra a cima, mais um pouco e segui por um caminho á meia encosta com uma bela paisagem.


As subidas têm sempre a sua recompensa, o tempo estava agradável, a chuva tinha dado umas tréguas, não se podia pedir mais para umas excelentes pedaladas.

Um pouco mais á frente segui por uma bela descida até á aldeia da Roda Cimeira, cheguei á pequena praia fluvial ali num bonito cantinho da Ribeira do Sinhel.
Dei uma voltinha e depois fui ver uns singles que tinha visto lá do alto, mas não tive sorte era só de serventia a umas hortas.

Andei a ver as ruelas da aldeia e subi até á antiga escola, desci depois por um single e fui ter a uma pequena ponte antiga.


Andei a tirar uma fotos á ribeira e a umas bonitas quedas de água, depois das fotos continuei por um single até á aldeia da Roda Fundeira.


Passei no meio da aldeia da Roda Fundeira e vi umas belas casinhas em pedra todas recuperadas, uma maravilha.


Com mais umas belas fotos tiradas continuei e fui até á Relva da Mó, mais uma aldeia perdida no vale, aqui encontrei algumas casas que arderam há alguns anos atrás.


Passada a aldeia da Relva da Mó segui a voltinha e fui ter a um pequenina aldeia reconstruida chamada de Madeiros Pequenos, com duas ou três casinhas recuperadas, um belo cantinho.

A voltinha estava a ser bem fixe, uns belos cantinhos e umas paisagens mesmo á maneira, é disto que eu gosto.


Continuando a volta fui até ao Amiosinho sempre com a companhia da Ribeira do Sinhel a correr por cima das pedras com umas bonitas quedas de água e o verdinho a dar uma bela panorâmica.


Passado o Amiosinho segui e entrei em Alvares pela antiga Fábrica de Lanifícios, passei novamente ao lado da Praia fluvial onde parei para tirar mais umas fotos.


Depois das fotos fui até ao café do amigo Zeca para comer e beber alguma coisa, cheguei lá e ele estava de volta do grelhador a assar uns frangos.
Era para comer uma sandes mas fiquei-me por uns belos pedaços de frango assado, acompanhados de uma bjeca, ui ui soube mesmo bem...


Já com a barriga composta despedi-me do Zeca e fui até á minha viatura, arrumei a bike e o resto do material e regressei a casa satisfeito depois de mais uma bela voltinha.
Mais uma voltinha por uns belos cantinhos e umas belas paisagens por um bonito vale com algumas aldeias quase abandonadas.


E assim  foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


sexta-feira, 1 de abril de 2016

PEREIRO-CASTANHEIRO TRNCHO

Depois de uns dias de pausa hoje foi dia de voltar ás consultas de terapia, já tinha saudades de ir a uma consulta de terapia com a minha fininha.



Sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, com o dia já a clarear segui em frente e fui até ao Moinho do Cabo e Vale do Pereiro.


No Vale do Pereiro cortei á esquerda e passei Pereiro, Vale da Junça e Fontainhas, até aqui tinha sido sempre a subir, soube bem para aquecer porque o dia acordou bem fresquinho.


Depois das subidas á sempre uma descida, aqui segui á esquerda e sempre a boa velocidade cheguei ao Pisão, parei em cima da ponte que passa por cima da Ribeira da Tamolha e tirei uma foto.


Foto tirada e continuei com a voltinha, subi até á Várzea dos Cavaleiros e passei no empedrado para estremecer um pouco, passei depois pela Aldeia Velha e Póvoa.


Um pouco mais á frente cortei á direita para a Ramalhosa, subi depois um pouco e fui até ao Castanheiro Troncho.

Parei no cimo da aldeia para tirar uma foto, depois da foto segui por uma estradinha alcatroada á pouco tempo que vai dar á Pedreneira.


Foi a primeira vez que ali passei de fininha, passei a Pedreneira e continuei pelo Farpado, Mosteiro Cimeiro, Senhora dos Remédios e entrei na Sertã.


Passei a vila e subi até ao Montinho, e com mais umas pedaladas cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.