Mais uma sexta com pedaladas até mais tarde.
Hoje éramos dois, eu e o Mário Manso, seguimos pelo jardim e fomos ter ás piscinas e passamos a Ribeira da Sertã para o outro lado pela Ponte dos Namorados e novamente para o outro num açude, subimos uma quelha e fomos ter perto da Câmara Municipal e continuamos até aos Bombeiros onde entramos na terra e fomos indo até ao Casalinho de São Facundo.
Lá seguimos por um caminho que não conhecíamos e o que aconteceu foi que tivemos que voltar para trás e fomos por outro nosso conhecido que era uma valente subida até ao Val Porco, aqui decidimos descer por um caminho que já á algum tempo que não passávamos e sabíamos que depois de passar a ribeira tínhamos uma subida daquelas mesmo boa, de fazer suar a camisola.
Lá fomos nas calmas subindo até que chegamos á Cruz Fundeira e mais á frente Morelho, ai cortamos á esquerda e passamos a Ribeira da Vinha, subimos para a Serra do Pinheiro e Serra de São Domingos e mais um bocadinho chegamos ao Picoto, como ainda tínhamos subido pouco ainda fomos até ao deposito de água da Herdade.
Chegamos ao deposito de água e decidimos que já chegava de subida para hoje e agora era descer até á Herdade onde paramos no café para beber uma bebida fresca que a malta ia cheia de calor.
Sentamo-nos na esplanada e ali estivemos um pouco na conversa com um pessoal que por ali se encontrava, com o tempo a passar era hora de nos fazermos ao caminho e seguimos com as nossas pedaladas e fomos passando Passaria, Val das Uchas, Venestal, Casal D´ordem onde descemos até perto do Salgueiral e logo a seguir Carnapete.
Entramos na Zona Industrial e descemos até São João do Couto e Fonte Branca e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha, fomos até ao ponto de partida onde chegamos satisfeitos com mais uma voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 22 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
DEPOIS DO TRABALHO
Mais uma voltinha depois do trabalho.
Sai da Sertã pelo lado das escolas e desci passando ao lado do Pego da Adelina e mais um pouco cheguei ao Pego do Mouro, um açude da Ribeira da Sertã.
Passei para o outro lado sem dificuldade que com a falta de chuva este ano as ribeiras estão mesmo secas, e chuva nem sinal dela, já cá faz muita falta.
Lá continuei e comecei a subir até perto da antiga pista de autocros da Aldeia da Ribeira, e mais umas pedaladas cheguei á Aldeia Fundeira da Ribeira e logo de seguida Aldeia Cimeira da Ribeira, parei ao pé do açude e de um lagar antigo para tirar uma foto e mesmo ali ao meu lado vi um single, pensei logo, tenho de ir ver onde vai dar.
Lá fui indo umas vezes a pedalar outras a pé, entretanto entrei numa levada onde antigamente passava água para por o lagar a trabalhar, um pouco mais á frente já não dava para passar é que estava tudo cheio de silvas, é pena porque aquilo bem limpo era espetacular.
Mais umas pedaladas e passei a aldeia dos Lameiros onde segui por uma boa subida até á estrada que vai da Sertã para Oleiros, e passei para o lado do Val Porco, andei por ali um pouco e passei o Casal da Estrada e Casalinho de São Facundo, desci até á Foz da Valada subi até á Zona Industrial e desci novamente para a Ponte das Vinhas, entrei na Sertã pelo lado do Mercado.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai da Sertã pelo lado das escolas e desci passando ao lado do Pego da Adelina e mais um pouco cheguei ao Pego do Mouro, um açude da Ribeira da Sertã.
Passei para o outro lado sem dificuldade que com a falta de chuva este ano as ribeiras estão mesmo secas, e chuva nem sinal dela, já cá faz muita falta.
Lá continuei e comecei a subir até perto da antiga pista de autocros da Aldeia da Ribeira, e mais umas pedaladas cheguei á Aldeia Fundeira da Ribeira e logo de seguida Aldeia Cimeira da Ribeira, parei ao pé do açude e de um lagar antigo para tirar uma foto e mesmo ali ao meu lado vi um single, pensei logo, tenho de ir ver onde vai dar.
Lá fui indo umas vezes a pedalar outras a pé, entretanto entrei numa levada onde antigamente passava água para por o lagar a trabalhar, um pouco mais á frente já não dava para passar é que estava tudo cheio de silvas, é pena porque aquilo bem limpo era espetacular.
Mais umas pedaladas e passei a aldeia dos Lameiros onde segui por uma boa subida até á estrada que vai da Sertã para Oleiros, e passei para o lado do Val Porco, andei por ali um pouco e passei o Casal da Estrada e Casalinho de São Facundo, desci até á Foz da Valada subi até á Zona Industrial e desci novamente para a Ponte das Vinhas, entrei na Sertã pelo lado do Mercado.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
SERTÃ-FÁTIMA-BATALHA-PRAIA DA VIERA
Mais um domingo com umas pedaladas até á praia.
Sai de casa um pouco antes das 7 h e fiz-me ao caminho, desci até á Sertã onde era para beber um cafézinho mas a pastelaria ainda estava fechada tinha que o ir beber noutra terra hehehehehe.
Sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e Fonte Branca e fui indo e passando Faleiros, Fonte da Mata, Alto Ventoso e Cernache do Bonjardim onde parei para beber o cafézinho e comer um pastelinho de nata.
Com a cafeina tomada era hora de dar ao pedal que ainda faltavam alguns km, sai de Cernache e fui passando Roda, Casal Madalena, Portela das Oliveiras onde apanhei uma boa descida até á Ponte do Val da Ursa.
Agora vinha a primeira subida do dia e fui passando Val Serrão, Peralfaia, Junqueira, Vales, Besteiras, Casalinho, Águas Belas e passei ao lado de Ferreira do Zêzere, continuei por Lamaceiros, Água Todo o Ano, Regueiras, Portela da Nexebra, Alviobeira, Pintado, Calçadas e Tomar onde passei pelo meio da cidade e parei para tirar umas fotos.
Depois segui e apanhei uma subida até ao Casal das Sortes e num sobe e desce fui passando Carregueiros, Alburitel, Ourem e mais á frente na Atouguia decidi subir por uma subida que seria nova para mim, das outras vezes que fui a Fátima tinha subido pela conhecida subida do boi preto mas desta vez fui por outro lado que tb tem a sua dificuldade, mas nas calmas tudo se faz.
Quando cheguei ao alto estava em Fátima dei ali uma volta á rotunda dos pastorinhos e segui em direção da Batalha, e fui passando Covão da Carvalha, Vale da Seta e mais á frente no Casal da Pedreira reconheci alguns trilhos por onde já tinha passado em dois passeios de btt ali por aqueles lados.
Lá fui seguindo e agora a boa velocidade até chegar ao Reguengo do Fetal e logo de seguida uma subida até ao Perulhal e Casal da Quinta onde já se avistava a Batalha onde parei para comer alguma coisa que a barriga já vinha a dar sinal, parei num café e comi uma sandocha de presunto e um suminho que caiu que nem ginjas.
Com a barriga mais composta era hora de seguir caminho e subi até á Jardoeira e fui seguindo e passando Casal dos Ledos, Casal do Aqueiro, Maceirinha, Martingança, Moita e Marinha Grande onde segui depois em direção da São Pedro de Moel.
Quando cheguei a São Pedro de Moel parei para ver o mar mas estava tudo nublado e estava fresquinho, não havia muita gente na praia, com o tempo a passar lá segui e agora era tudo mais plano sem subidas.
Segui pela ciclovia nas imensas retas até que cheguei á praia da Vieira de Leiria onde tinha a família á espera para almoçar num valente picnic no meio do pinhal.
Depois do almoço demos uma volta pela praia e regressamos a casa que o tempo não estava bom para os banhos, estava fresquinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa um pouco antes das 7 h e fiz-me ao caminho, desci até á Sertã onde era para beber um cafézinho mas a pastelaria ainda estava fechada tinha que o ir beber noutra terra hehehehehe.
Sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e Fonte Branca e fui indo e passando Faleiros, Fonte da Mata, Alto Ventoso e Cernache do Bonjardim onde parei para beber o cafézinho e comer um pastelinho de nata.
Com a cafeina tomada era hora de dar ao pedal que ainda faltavam alguns km, sai de Cernache e fui passando Roda, Casal Madalena, Portela das Oliveiras onde apanhei uma boa descida até á Ponte do Val da Ursa.
Agora vinha a primeira subida do dia e fui passando Val Serrão, Peralfaia, Junqueira, Vales, Besteiras, Casalinho, Águas Belas e passei ao lado de Ferreira do Zêzere, continuei por Lamaceiros, Água Todo o Ano, Regueiras, Portela da Nexebra, Alviobeira, Pintado, Calçadas e Tomar onde passei pelo meio da cidade e parei para tirar umas fotos.
Depois segui e apanhei uma subida até ao Casal das Sortes e num sobe e desce fui passando Carregueiros, Alburitel, Ourem e mais á frente na Atouguia decidi subir por uma subida que seria nova para mim, das outras vezes que fui a Fátima tinha subido pela conhecida subida do boi preto mas desta vez fui por outro lado que tb tem a sua dificuldade, mas nas calmas tudo se faz.
Quando cheguei ao alto estava em Fátima dei ali uma volta á rotunda dos pastorinhos e segui em direção da Batalha, e fui passando Covão da Carvalha, Vale da Seta e mais á frente no Casal da Pedreira reconheci alguns trilhos por onde já tinha passado em dois passeios de btt ali por aqueles lados.
Lá fui seguindo e agora a boa velocidade até chegar ao Reguengo do Fetal e logo de seguida uma subida até ao Perulhal e Casal da Quinta onde já se avistava a Batalha onde parei para comer alguma coisa que a barriga já vinha a dar sinal, parei num café e comi uma sandocha de presunto e um suminho que caiu que nem ginjas.
Com a barriga mais composta era hora de seguir caminho e subi até á Jardoeira e fui seguindo e passando Casal dos Ledos, Casal do Aqueiro, Maceirinha, Martingança, Moita e Marinha Grande onde segui depois em direção da São Pedro de Moel.
Quando cheguei a São Pedro de Moel parei para ver o mar mas estava tudo nublado e estava fresquinho, não havia muita gente na praia, com o tempo a passar lá segui e agora era tudo mais plano sem subidas.
Segui pela ciclovia nas imensas retas até que cheguei á praia da Vieira de Leiria onde tinha a família á espera para almoçar num valente picnic no meio do pinhal.
Depois do almoço demos uma volta pela praia e regressamos a casa que o tempo não estava bom para os banhos, estava fresquinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 15 de setembro de 2012
SEXTA FEIRA E MAIS UMA VOLTINHA
Como é habito ás sextas é dia de pedalar pela noite dentro, e para hoje foram 4 os viciados dos pedais, eu o Mário Manso o Filipe e o Alexandre um colega que vem cá de vez em quando e junta-se ao pessoal para dar umas pedaladas.
Saímos da Sertã pelo São João do Couto e seguimos para a Pordessoura onde seguimos por terra até á Zona Industrial e mais um single chegamos ao Alto da Carreira, aqui seguimos um pouco por alcatrão até á Aveleira, seguimos por uns singles até á Barcoila e logo de seguida Carpinteiro.
Seguimos até que chegamos á Granja, descemos por um single passamos um ribeiro e pelo meio de uma horta até á Póvoa da Ribeira Cerdeira, lá fomos pedalando e andamos ali pelo monte até ao Castelo onde apanhamos o alcatrão porque o Filipe tinha dado um jeito no joelho e vinha com um pouco de dores e decidimos fazer alcatrão.
Lá seguimos e passamos Morlinho, Estradinha e em Milheirós paramos no café para beber alguma coisa, depois de mais frescos seguimos até Cernache do Bonjardim, Paparia, Val Matias Afonso e Nesperal onde dei a ideia de ir até á Ponte das Cabras mas não tinham muita vontade mas depois de insistir um pouco lá fomos, o Filipe como lhe estava a doer o joelho decidiu ir direto á Sertã mas o resto da malta DURA foi suar um pouco.
Descemos a boa velocidade até á ponte mas o pior estava para vir, era a subida até á Rolã mas nas calmas lá fomos ganhando terreno, ao chegar ao cimo seguimos e passamos Valongo, Casal dos Gafos, Castanheiro Grande, Cumeada, Junceira e entramos na Sertã pela Venda da Pedra, passamos pela Ponte Romana seguimos pela Carvalha e chegamos ao ponto de partida.
Despedimo-nos do Alexandre e fomos até casa satisfeitos com mais esta voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Saímos da Sertã pelo São João do Couto e seguimos para a Pordessoura onde seguimos por terra até á Zona Industrial e mais um single chegamos ao Alto da Carreira, aqui seguimos um pouco por alcatrão até á Aveleira, seguimos por uns singles até á Barcoila e logo de seguida Carpinteiro.
Seguimos até que chegamos á Granja, descemos por um single passamos um ribeiro e pelo meio de uma horta até á Póvoa da Ribeira Cerdeira, lá fomos pedalando e andamos ali pelo monte até ao Castelo onde apanhamos o alcatrão porque o Filipe tinha dado um jeito no joelho e vinha com um pouco de dores e decidimos fazer alcatrão.
Lá seguimos e passamos Morlinho, Estradinha e em Milheirós paramos no café para beber alguma coisa, depois de mais frescos seguimos até Cernache do Bonjardim, Paparia, Val Matias Afonso e Nesperal onde dei a ideia de ir até á Ponte das Cabras mas não tinham muita vontade mas depois de insistir um pouco lá fomos, o Filipe como lhe estava a doer o joelho decidiu ir direto á Sertã mas o resto da malta DURA foi suar um pouco.
Descemos a boa velocidade até á ponte mas o pior estava para vir, era a subida até á Rolã mas nas calmas lá fomos ganhando terreno, ao chegar ao cimo seguimos e passamos Valongo, Casal dos Gafos, Castanheiro Grande, Cumeada, Junceira e entramos na Sertã pela Venda da Pedra, passamos pela Ponte Romana seguimos pela Carvalha e chegamos ao ponto de partida.
Despedimo-nos do Alexandre e fomos até casa satisfeitos com mais esta voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
UMA IDA AO PICOTO RAINHO
Este domingo foi dia de dar umas pedaladas para o lado do Picoto Rainho e com umas subidas bem boas.
Sai de casa e fui ter á Sertã, tinha combinado com o Filipe encontrar-me em casa dele, quando lá cheguei já ele estava pronto para a partida.
Lá nos fizemos ao caminho mas primeiro passamos pela pastelaria Estrela Doce para beber um cafézinho e ganhar coragem para as dificuldades que ai vinham.
Lá começamos e saímos da Sertã pelo Montinho onde apanhamos a primeira subida do dia até ao Outeiro das Colheres, ao chegarmos seguimos até ao Salomão, Bezerrins e mais um bocadinho chegamos á Valada onde passamos a Ribeira da Tamôlha que vai completamente seca.
Ao passar a Ribeira da Tamôlha tivemos que subir a Serra da Longra numa valente subida até aos moinhos, chegamos ao cimo descansamos um pouco, e agora era descer até ao Val do Pereiro onde chegamos a boa velocidade, pois que a descer é mais rápido eheheheh.
No Val do Pereiro seguimos para as Ribeiras Fundeiras e mais umas pedaladas já estávamos na Póvoa da Várzea, passamos a aldeia e como já tínhamos saudades das subidas fizemo-nos á subida até ao alto da Pederneira.
Chegamos ao alto e paramos para ver as vistas e tb para descansar um pouco, o tempo estava um pouco nublado não se conseguiu ver as belas vistas que se tem com o céu limpo.
Já com as pulsações mais baixas lá seguimos com as nossas pedaladas, agora por uma boa descida até ao Sobral e mais um pouco chegamos ao Cabeço da Várzea e logo de seguida Várzea dos Cavaleiros onde paramos no café para beber e comer alguma coisa e tb esperar pelo Mário Manso que vinha ter connosco.
Depois de temos a barriga mais composta esperamos um bocadinho e lá chegou o Mário mas como ele anda um pouco fraco vinha com a bike de roda fina e vinha só para dar uma voltinha fraca.
Depois de dois dedos de conversa lá seguimos, o Mário foi pelo Pisão para a voltinha dele e eu e o Filipe fomos pelo Bouço onde para não variar apanhamos uma subida até perto do Casal da Serra e mais á frente Beirão.
No Beirão seguimos por um caminho á meia encosta e passamos perto do Sipote e um pouco mais á frente tb passamos perto da Ermida, e a partir daqui era sempre a subir até á Perna do Galego.
Ao chegarmos á Perna do Galego telefonamos ao Mário para saber onde ele andava e ele tinha ido até ao alto do Picoto Rainho e estava a vir para baixo, como o Filipe tinha de estar cedo em casa decidiu ir com ele até á Sertã e eu ainda ganhei coragem para subir até ao alto do Picoto Rainho.
Lá enchi os pulmões e fiz-me á subida nas calmas, lá fui andando até que cheguei ao posto de vigia onde estava o Luís Salgueiro, ali estivemos um pouco á conversa, mas com as horas a passar tinha que me fazer ao caminho e lá fui, um pouco mais á frente estava uma malta dum passeio de motorizadas do Troviscainho, estavam ali num reforço, era malta conhecida e ofereçeram-me uma cervejinha fresquinha que caiu mesmo bem que o calor estava a apertar.
Depois de beber a cervejinha lá segui e agora era o mais fácil era descer, até que cheguei ás alminhas e mais um pouco já estava no Figueiredo, onde segui por um sobe e desce até ao cruzamento que vai para Entre a Serra e foi aqui que apanhei o alcatrão até á Várzea dos Cavaleiros e fui passando Póvoa, Poiares e na Portela dos Bezerrins parei no café para beber alguma coisa fresca.
Depois de ter refrescado com uma bebida segui até casa onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e fui ter á Sertã, tinha combinado com o Filipe encontrar-me em casa dele, quando lá cheguei já ele estava pronto para a partida.
Lá nos fizemos ao caminho mas primeiro passamos pela pastelaria Estrela Doce para beber um cafézinho e ganhar coragem para as dificuldades que ai vinham.
Lá começamos e saímos da Sertã pelo Montinho onde apanhamos a primeira subida do dia até ao Outeiro das Colheres, ao chegarmos seguimos até ao Salomão, Bezerrins e mais um bocadinho chegamos á Valada onde passamos a Ribeira da Tamôlha que vai completamente seca.
Ao passar a Ribeira da Tamôlha tivemos que subir a Serra da Longra numa valente subida até aos moinhos, chegamos ao cimo descansamos um pouco, e agora era descer até ao Val do Pereiro onde chegamos a boa velocidade, pois que a descer é mais rápido eheheheh.
No Val do Pereiro seguimos para as Ribeiras Fundeiras e mais umas pedaladas já estávamos na Póvoa da Várzea, passamos a aldeia e como já tínhamos saudades das subidas fizemo-nos á subida até ao alto da Pederneira.
Chegamos ao alto e paramos para ver as vistas e tb para descansar um pouco, o tempo estava um pouco nublado não se conseguiu ver as belas vistas que se tem com o céu limpo.
Já com as pulsações mais baixas lá seguimos com as nossas pedaladas, agora por uma boa descida até ao Sobral e mais um pouco chegamos ao Cabeço da Várzea e logo de seguida Várzea dos Cavaleiros onde paramos no café para beber e comer alguma coisa e tb esperar pelo Mário Manso que vinha ter connosco.
Depois de temos a barriga mais composta esperamos um bocadinho e lá chegou o Mário mas como ele anda um pouco fraco vinha com a bike de roda fina e vinha só para dar uma voltinha fraca.
Depois de dois dedos de conversa lá seguimos, o Mário foi pelo Pisão para a voltinha dele e eu e o Filipe fomos pelo Bouço onde para não variar apanhamos uma subida até perto do Casal da Serra e mais á frente Beirão.
No Beirão seguimos por um caminho á meia encosta e passamos perto do Sipote e um pouco mais á frente tb passamos perto da Ermida, e a partir daqui era sempre a subir até á Perna do Galego.
Ao chegarmos á Perna do Galego telefonamos ao Mário para saber onde ele andava e ele tinha ido até ao alto do Picoto Rainho e estava a vir para baixo, como o Filipe tinha de estar cedo em casa decidiu ir com ele até á Sertã e eu ainda ganhei coragem para subir até ao alto do Picoto Rainho.
Lá enchi os pulmões e fiz-me á subida nas calmas, lá fui andando até que cheguei ao posto de vigia onde estava o Luís Salgueiro, ali estivemos um pouco á conversa, mas com as horas a passar tinha que me fazer ao caminho e lá fui, um pouco mais á frente estava uma malta dum passeio de motorizadas do Troviscainho, estavam ali num reforço, era malta conhecida e ofereçeram-me uma cervejinha fresquinha que caiu mesmo bem que o calor estava a apertar.
Depois de beber a cervejinha lá segui e agora era o mais fácil era descer, até que cheguei ás alminhas e mais um pouco já estava no Figueiredo, onde segui por um sobe e desce até ao cruzamento que vai para Entre a Serra e foi aqui que apanhei o alcatrão até á Várzea dos Cavaleiros e fui passando Póvoa, Poiares e na Portela dos Bezerrins parei no café para beber alguma coisa fresca.
Depois de ter refrescado com uma bebida segui até casa onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 8 de setembro de 2012
SERRA DA LONGRA
Mais uma sexta feira com pedaladas pela noite dentro, e agora os dias já são pequenos já se faz de noite mais cedo.
Hoje fui eu e o Filipe, saímos da Sertã pela Venda da Pedra e um pouco mais á frente entramos em terra numa boa subida até á Bela Vista e logo de seguida Vaquinhas Cimeiras, descemos para Vaquinhas Fundeiras e lá fomos pedalando até que chegamos ao Val Godinho.
No Val Godinho só tínhamos uma opção que era subir, e lá fomos subindo até aos Moinhos da Serra da Longra, uns moinhos antigos recuperados no alto da serra.
Chegamos ao alto e ali tínhamos uma boa descida até ao Val do Pereiro, e mais um pouco já estávamos perto das Ribeiras Fundeiras, ai encontramos um caminho que foi limpo á pouco tempo e é uma boa subida até perto do Pereiro, descemos até ao Outeiro da Várzea onde paramos para beber água fresca da fonte no meio da aldeia.
Depois de beber água fresca seguimos e como já estava a ficar tarde seguimos pela Várzea dos Cavaleiros, Póvoa, Poiares, Portela dos Bezerrins e descemos até á Sertã onde entramos pelo Montinho com mais uma voltinha de sexta feira á noite.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Hoje fui eu e o Filipe, saímos da Sertã pela Venda da Pedra e um pouco mais á frente entramos em terra numa boa subida até á Bela Vista e logo de seguida Vaquinhas Cimeiras, descemos para Vaquinhas Fundeiras e lá fomos pedalando até que chegamos ao Val Godinho.
No Val Godinho só tínhamos uma opção que era subir, e lá fomos subindo até aos Moinhos da Serra da Longra, uns moinhos antigos recuperados no alto da serra.
Chegamos ao alto e ali tínhamos uma boa descida até ao Val do Pereiro, e mais um pouco já estávamos perto das Ribeiras Fundeiras, ai encontramos um caminho que foi limpo á pouco tempo e é uma boa subida até perto do Pereiro, descemos até ao Outeiro da Várzea onde paramos para beber água fresca da fonte no meio da aldeia.
Depois de beber água fresca seguimos e como já estava a ficar tarde seguimos pela Várzea dos Cavaleiros, Póvoa, Poiares, Portela dos Bezerrins e descemos até á Sertã onde entramos pelo Montinho com mais uma voltinha de sexta feira á noite.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
VOLTINHA DEPOIS DE UNS DIAS DE DESCANSO
Depois de uns dias parado voltei ás minhas pedaladas, foram uns dias de férias que souberam a pouco.
Sai da Sertã pelo São João do Couto e Zona Industrial continuei e passei Alto da Carreira, Aveleira e Tapada onde avistei um colega que ia tb de roda fina, mais umas pedaladas e cheguei ao pé dele, era o Mário Farinha.
Lá fomos seguindo, ele tinha combinado com outros colegas um pouco mais tarde na Sertã, entretanto passamos pelo Carpinteiro, Cabeçudo e chegamos aos Faleiros, e quando estávamos na rotunda dos Faleiros vinha o Rui outro colega de roda fina, o Mário seguiu para a Sertã e eu e o Rui fomos dar a volta por Cernache.
Lá fomos nas calmas até Cernache e descemos para Milheirós, continuamos pela Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, ao chegar perto do Casal da Escusa cortamos á direita para a Povoa da Ribeira Cerdeira e Val Cortiço, Tapada e Zona Industrial e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha, o Rui ficou em casa e eu segui ao meu destino.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai da Sertã pelo São João do Couto e Zona Industrial continuei e passei Alto da Carreira, Aveleira e Tapada onde avistei um colega que ia tb de roda fina, mais umas pedaladas e cheguei ao pé dele, era o Mário Farinha.
Lá fomos seguindo, ele tinha combinado com outros colegas um pouco mais tarde na Sertã, entretanto passamos pelo Carpinteiro, Cabeçudo e chegamos aos Faleiros, e quando estávamos na rotunda dos Faleiros vinha o Rui outro colega de roda fina, o Mário seguiu para a Sertã e eu e o Rui fomos dar a volta por Cernache.
Lá fomos nas calmas até Cernache e descemos para Milheirós, continuamos pela Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, ao chegar perto do Casal da Escusa cortamos á direita para a Povoa da Ribeira Cerdeira e Val Cortiço, Tapada e Zona Industrial e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha, o Rui ficou em casa e eu segui ao meu destino.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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