sexta-feira, 19 de agosto de 2016

MAXIAL DA ESTRADA-MACIEIRA

Hoje lá fui para mais uma voltinha bem cedinho, com os dias já mais pequenos as voltinhas são mais curtas mas mesmo assim sabe bem dar umas pedaladas logo pela fresca.


Sai de casa e desci até á Sertã, subi a Rua do Castelo passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros, na Rotunda do Rompe Terra cortei á direita para a estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros.



O sol já espreitava mas estava fresquinho, continuei e segui pelo Casalinho de São Fagundo, Barracão, Maxial da Estrada e Cruz do Fundão.



Aqui cortei á esquerda e segui até ao Cimo do Ribeiro, para aqui chegar tem-se uma boa subida, daquelas que dá para aquecer.


Depois do Cimo do Ribeiro, mais do mesmo, a subida continua até á entrada da Macieira, aqui cortei á esquerda e desci até ao Fundo da Ribeira.



Passei ao lado das Comarcieiras fui até á Marinha do Vale Carvalho e Amioso, á entrada da aldeia cortei á direita e subi pelo empedrado para abanar o esqueleto.

Sempre com uma ligeira subida lá fui pedalando, passado o Amioso continuei a subida até ao alto do Amioso, aqui a coisa ficou melhor, tinha uma boa descida pela frente...


A boa velocidade passei São Domingos, Aldeia Velha, Cruz Fundeira e Foz da Valada, subi ligeiramente e entrei na Sertã.


Desci a Rua do Vale e passei a vila já mais movimentada, para terminar subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de umas belas pedaladas pela fresca.


E assim foi mais uma voltinha para terminar a semana e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




terça-feira, 16 de agosto de 2016

CAPELA SANTA MARIA MADALENA-CASALINHO

Depois de um fim de semana longo e sem pedaladas hoje tinha que ir ver se ainda conseguia equilibrar-me em cima da fininha, a coisa  até que nem correu mal...

Sai de casa e desci até á Sertã, hoje o dia acordou nublado e um pouco fresco, sai da vila pela Rotunda da Eirinha, subi até ao Boeiro e Olival.



Segui depois pelo Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.



Aqui já encontrei mais movimento, segui pelas piscinas e fui ter á Roda, cortei á direita e lá fui até ao Alto de São Macário tb conhecido Santa Maria Madalena.


Subir lá ao alto ao pé da Igreja dá para aquecer, mas as paisagens são espetaculares, hoje tive azar estava muito nevoeiro, mesmo assim é sempre bonito aquele local.


Depois de umas fotos desci e fui ter ao Casal da Madalena, segui novamente até Cernache e passei a grande reta até ao Alto Ventoso e Porto da Cruz.

Aqui entrei na variante até ao Vale Cortiço, cortei á direita para o Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.

Passada a Vila subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha de fininha.


E assim foram mais umas belas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




sexta-feira, 12 de agosto de 2016

BRAÇOS-SARZEDINHA

Mais umas pedaladas para abrir a pestana, ver nascer o sol e ao mesmo tempo fazer o que gosto mais é uma maravilha.


Sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, segui em frente e passei pelo Moinho do Cabo e Vale do Pereiro, aqui cortei á esquerda e subi até ao Pereiro.



Com uma ligeira subida lá fui pedalando e espreitando o sol que vinha a nascer lá detrás da Serra das Corgas, passei pelo Vale da Junça e cheguei ao Alto das Fontainhas.



Aqui cortei á direita e por uma bela descida depressa cheguei ao Sipote, passei a aldeia continuei a descer até á aldeia dos Braços e Praia Fluvial do Malhadal.


Fui dar uma espreitadela ao espelho de água, não encontrei ninguém a tomar banho, ainda era cedo a água ainda estava fresquinha.


Depois de umas fotos segui pela bela subida até ao Malhadal, curta mas das boas, já no alto segui em direção da Sarzedinha.
Na Sarzedinha cortei á direita para as Eiras, Ribeira de Eiras, Cabeço do Moinho e Aldeia Ruiva, mais uma bela praia fluvial aqui da zona.


Aqui cortei á esquerda e fui até á Maljoga, entrei depois na estrada antiga que liga a Sertã a Proença e nas calmas lá fui indo sempre descontraído.


Passei pelo Moinho Branco, Moinho do Cabo,Vale do Pereiro, Portela dos Bezerrins e desci até á Mougueira onde cheguei depois de mais umas belas pedaladas ao raiar do dia.


E foi assim para terminar bem a semana uma bela voltinha sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




terça-feira, 9 de agosto de 2016

ROLÃ-MALPICA

Mais um dia com voltinha matinal, os dias já estão mais curtos mas mesmo assim tem que se dar ao pedal, nada de preguiça....

Sai de casa e fui até á Portela onde cortei á direita para o Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Bela Vista e Cumeada.


O sol já espreitava lá atrás da serra mas o fumo dos incêndios escondia-o um pouco, esses malditos incêndios, enquanto não apertarem esses malucos que põem o fogo como deve de ser este flagelo nunca mais acaba.



Passada a Cumeada segui pelo Castanheiro Grande, Valongo e Mós, aqui segui á direita para a Rolã e desci até á Ponte das Cabras.

A descida é rápida, é pena as subidas não serem assim eheheheh, as subidas são boas é para ver as paisagens, tem-se tempo para tudo..



Parei em cima da ponte para tirar umas fotos, fotos tiradas e toca a subir, uma boa subida até á Galeguia, já no alto segui pelo Vale Junqueiro, Felgaria, Nesperal, Alto Ventoso e Vale da Lata.
Entrei depois na variante até ao Vale Cortiço e Malpica, parei na fonte para beber água fresquinha e segui pelo Casal Maio, Codiceira, Cruz Fundeira, Foz e entrei na Sertã.



Passei ao lado da Câmara Municipal e desci a Rua do Vale, continuei depois pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas bem cedinho.


Sabe bem estas voltinha para começar bem o dia, é bom para carregar as baterias para o dia que se tem pela frente.
E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

DORNES-LAGO AZUL

Ontem foi dia de voltinha na fininha, o Rui Tapadas e a Sandra fizeram-me o convite para ir com eles dar umas pedaladas lá para os lados do Lago Azul.

Como tinha combinado com o Marco Dias e com o Zé Almeida, juntamo-nos todos e lá fomos num belo pelotão todos descontraídos dar umas pedaladas..


Combinei com o Rui e com o resto da malta bebermos um cafézinho na Pastelaria Doce Mil em Cernache do Bonjardim, bem cedo sai de casa e lá fui ter com o resto do pessoal.


Depois do cafézinho lá seguimos para a bela da voltinha, saímos de Cernache e para começar passamos pela Roda, Casal da Madalena, Portela das Oliveiras e sempre a boa velocidade depressa chegamos á Ponte do Vale da Ursa.



Passamos a ponte e subimos um pouco até ao Vale da Ursa, ao pé do Café do Boguinhas cortamos á direita para Casal Ascenso Antunes e mais umas pedaladas chegamos á bela península de Dornes.


Passado Dornes um pouco mais á frente cortamos á esquerda, começamos por uma boa subida e passamos pelo Salão, Castelo, Courelas e Besteiras.
Já no alto seguimos á direita e lá fomos pela Bela Vista, Águas Belas, Venda da Serra, Congeitaria e Ferreira do Zêzere.


Aqui era para fazer-mos uma paragem mas ainda era cedo, passamos a vila e descemos até ao Chão da Serra onde cortamos á direita para o Lago Azul.



Lá seguimos pelo Bichardo e mais um pouco chegamos ao belo Lago Azul, um belo local ali nas margens da Barragem de Castelo de Bode, um sitio bem bonito para visitar.


Chegamos ao pé do Bar e demos com o nariz na porta, o bar só abria ás 10 horas, ainda era cedo e não íamos ficar ali á espera que abri-se.



Subimos um pouco até ao Aeródromo de Ferreira do Zêzere, paramos para nos depedir-mos do Rui e da Sandra, eles iam fazer o mesmo trajeto de regresso a Cernache, eu o Marco e o Zé seguíamos outro caminho.

Perguntei a uma senhora se a estrada ali ao lado era sempre alcatrão até á Capela de São Pedro de Castro, ao que ela disse que sim, e assim depois das despedidas lá seguimos viagem.

O Rui e a Sandra lá seguiram para Ferreira e nós fomos até á aldeia do Maxial, quando demos por ela acabou-se o alcatrão, fartei-me de rogar pragas á senhora que nos tinha dado as indicações.



Depois de uma pequena reunião decidimos segui pelo estradão, mais uma pequena aventura fora de estrada, tivemos que descer um pouco com a bike á mão.


Já  em outro estradão lá nos montamos nas fininhas e fomos até perto da Capela de São Pedro de Castro, seguimos depois pela esquerda e mais um pouco chegamos ao alcatrão, foram 2,5 km de terra batida, até que correu bem.



Já de novo em alcatrão descemos até á Ponte da Zaboeira, passada a ponte a subida era longa, lá fomos indo pelo Braçal, Vale Velido, Estevais, Azenha de Cima e chegamos a Vila de Rei.



Fomos para na Pastelaria Império para comer alguma coisa, ali nos entretemos a trincar um belo bolinho e a beber uma bebida fresca é que o calor já apertava.


Depois de mais satisfeitos lá seguimos, na rotunda mais á frente eu e o Marco despedimo-nos do Zé Almeida que ia até ao Penedo Furado ter com a família.

Despedidas feitas eu e o Marco cortamos á esquerda e fomos para na Fonte da Milriça onde íamos encher os bidons com água fresquinha.


Bidons atestados lá seguimos até á aldeia da Milriça, um ligeira subida e tinha-mos pela frente a bela descida até á Barragem da Ribeira da Isna.


A boa velocidade depressa lá chegamos, passamos a ponte e era hora de subir, seguimos sempre descontraídos pelo Chão da Telha, Cumeada e Junceira.


Aqui cortamos á esquerda e fomos pelo Alcoutim, Castelo Velho, Chão da Forca e entramos na Sertã pela Venda da Pedra.


Fomos direitinhos ao Bar da Carvalha beber alguma coisa fresca, estava uma brasa do caneco tínhamos que refrescar o motor.

Enquanto bebíamos a bebida fresquinha demos dois dedos de conversa e combinava-mos novas voltinhas de fininha.

Com a hora do almoço a chegar despedi-me do Marco e cada um seguiu para o resto da voltinha, eu para terminar subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais uma bela voltinha com uma espetacular companhia.



E assim foi mais umas belas pedaladas sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.