segunda-feira, 13 de abril de 2015

MOINHOS DAS CORUJEIRAS-ANSIÃO

Ontem foi dia de voltinha em solitário lá para os lados de Ansião e Moinhos das Corujeiras, moinhos estes que são os únicos na Europa, foi um emigrante que esteve na América que quando voltou a Portugal os construiu nos finais do século XIX.



 Os moinhos das Corujeiras (Abiul) datam do final do século XIX, fazendo parte da história industrial da localidade desde então. A sua forma, crê-se, é de influência norte americana e, talvez por isso, os únicos deste género na Europa. A história conta que um emigrante dos Estados Unidos da América regressou a Portugal e construiu dez moinhos, destes apenas restam cinco.

É muito triste que as entidades, não sei se de Abiul ou de Pombal deixaram degradar o que resta destes moinhos, só restam dois mais ou menos inteiros, porque os outros só restam as ruínas, assim acaba tudo....


Para começar a voltinha peguei na minha viatura com a bike lá dentro e fui até Ansião, mas antes parei para beber o cafézinho e comer o pastelinho de nata na Pastelaria Estrela Doce.


Cheguei a Ansião e estacionei a viatura perto do café que existe ao pé do nascente do Rio Nabão, um belo parque bom para fazer umas caminhadas.


Tudo preparado e lá fui para a voltinha, para começar  segui um pouco pela vila de Ansião, mais ou menos ao meio cortei á esquerda e subi para Casal Viegas.
Entrei num espetacular single até perto de Casais Maduros, single este que faz parte do Caminho de Santiago, por entre muros uma maravilha mesmo á maneira.


Passado os Casais Maduros mais do mesmo, singles e mais singles até perto da Barreira e Casal Mouco, a voltinha estava a começar bem, trilhos do melhor, o tempo ameno, o solinho a dar uns bonitos raios, mesmo bom.

Segui depois para Vidoal e Bairrada, alternando por caminhos e mais uns belos singles, cheguei ao Rebolo e parei em cima da ponte por onde passa o Rio Nabão.



Aqui veio-me á memória a 1ª Maratona de Abiul no ano de 2006, já lá vão uns aninhos, ainda me lembrei de alguns sítios por onde passei.


Parei para tirar uma foto e reparei num single que descia mesmo ao lado da ponte e seguia ao lado do Rio Nabão, alterei o trajecto que levava no GPS e segui pelo single, foi ter um pouco mais á frente ao mesmo que levava desenhado, deu para curtir um pouco.


Continuei ao lado do Rio um bom bocado, o Rio Nabão está mesmo seco, nem pinga de água, á conversa com o dono do bar na nascente do rio, comentei com ele e disse-me que o rio vai seco por cima mas corre no subterrâneo até ao Agroal, uma coisa pouco comum, mas engraçada.
Mais umas pedaladas e passei ao pé de Gesteiras de Baixo, Portela do Fojo e cheguei á Aldeia do Rio, aqui estive á conversa com uma senhora que estava a varrer o terraço, perguntei se faltava muito para os moinhos e ela disse que era só subir mais um pouco.

Despedi-me da senhora e toca a subir até aos Moinhos das Corujeiras, no meio da subida já dava para ver os moinhos lá no alto, cheguei ao pé deles e parei para ver os belos moinhos e tb as belas paisagens que se tem lá do alto.


Deparei-me com 3 moinhos um deles já no chão e dois mais dias menos dias tb vão cair se ninguém os recuperar, uma pena.


Por ali me entre-ti a tirar umas fotos para mais tarde recordar, ali do alto dá para ver umas belas paisagens, é um sossego ali á volta.



Fotos tiradas e segui, passei ao lado da aldeia das Corujeiras e desci para um vale, subi para a Abelheira passei ao lado do Gaiteiro e entrei em mais um bom par de singles até aos Zambujais.


Segui para Costas das Casinhas, Mogadouro de Cima, continuei novamente ao lado do Rio Nabão e cheguei ao Marquinho.
Para terminar passei Escampado da Lagoa, Escampado de São Miguel e cheguei a Ansião por um brutal single a descer que foi um espectáculo.


Entrei e Ansião e segui pelo parque, é de louvar que neste parque já existem bikes para quem quiser alugar e dar umas pedaladas por ali, uma mais valia.


Continuei pelo parque passei a Ponte da Cal e cheguei ao ponto de onde tinha dado inicio á minha voltinha.


Uma voltinha daquelas boas por tilhos de pedra como gosto, uma barrigada de singles por entre muros daqueles que a gente gosta e com vistas espetaculares.




Para terminar fui até á pastelaria do Nabão para comer alguma coisa antes de regressar a casa.







E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



sexta-feira, 10 de abril de 2015

COVA DO MOINHO-BERNARDIA

Mais uma vez foi pedalar para acordar, o tempo tem estado de chuva, se é que se pode dizer chuva, são umas pinguinhas, uma chuva só para acalmar o pó dos pinheiros.

Hoje fui novamente de roda grossa, fui dar uma voltinha por sítios que já não passava lá já há uns tempos, deu para matar saudades de alguns trilhos por onde passou o belo Raid XL, belos tempos.

Sai de casa e logo para aquecer subi para o Outeiro das Colheres, uma bela subida para começar, depois da subida continuei e fui até ás Vaquinhas Fundeiras.



Mais uma aldeia com os dias contados, muitas casas abandonadas muitas já em ruínas, tb se vêm umas recuperadas de gente de fora que vem passar o fim de semana e as férias onde encontram mais sossego.


Continuei e passei a estrada que liga a Sertã ao Marmeleiro, desci até á Ponte da Tamolha cortei á direita e fui ter á Cova do Moinho, um sitio espetacular com a bela Ponte Romana, não me canso de ali passar é sempre uma grande satisfação ver aquele cantinho.


Passei a ponte e mais uma subida até perto da Cumeada, continuei para a Bernardia e Rebaixia dos Faustinos onde andei a ver uns antigos singles por onde passou o Raid XL, está tudo tapado, cheios de mato e silvas, uma pena..
Mais á frente passei Rebaixia dos Tomés e Casal do Calvo, segui e andei por uns cantinhos onde nunca tinha passado, uns carreirinhos que dão serventia a umas hortas, bem fixes.


Continuei para a Cardiga Cimeira e Albergaria, segui até á Junceira e fui por mais uns caminhos que não passava lá há muito tempo.


Cheguei ao Cruzamento da Junceira e continuei para a Bela Vista, novamente Outeiro das Colheres e desci para a Mougueira onde cheguei com mais umas pedaladas por cantinhos aqui no quintal.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



terça-feira, 7 de abril de 2015

POMBAS-SINGLE DA RIBEIRA DA SERTÃ

Hoje acordei cedo para ir mais uma vez dar uma voltinha logo pela fresca, depois da sexta feira ir dar uma volta mais longa ainda não tinha pedalado.



Era para ir de fininha mas quando cheguei ao pé das bikes ouvi um barulho esquisito, era a grossa a choramingar, pronto grossa hoje levo-te a dar uma voltinha, e lá preparei as coisas e lá fui.


Sai de casa subi para o Farpado, passei ao lado do Casal Fidalgo segui para a Ervideira e fui ter ás Pombas.


Passei a aldeia e desci para a Ribeira da Sertã, aqui segui pela esquerda e fui pelo percurso pedestre que vem da Praia Fluvial do Troviscal até á Sertã.



Fui pedalando sempre com a Ribeira da Sertã a fazer-me companhia, passei Torneiras e logo a seguir as Lameiros, aqui segui por uma antiga levada de água até perto da Aldeia da Ribeira Cimeira.
Continuei para Aldeia da Ribeira Fundeira e passada a aldeia fui novamente ao lado da Ribeira da Sertã por um single espetacular.

É pena a mentalidade de muitas pessoas ser muito mesquinha, este single foi limpo á algum tempo para ser um PR, conheço este single muito antes de ser PR e estava tudo cheio de mato e silvas agora que foi limpo houve uma pessoa foi lá cavar e plantar uns eucaliptos, mentalidade de porcaria.

Tb tenho muita pena que o responsável por estes trilhos, não sei se é o Município da Sertã se é outra identidade, fizeram o trajeto e depois mandaram lixar o resto, não fazem nenhuma manutenção está tudo abandonado, ao menos iam lá de vez em quando para fazer uma limpeza, é pena não darem valor ao que têm.

Continuando, segui e fui ter ao Pego do Mouro, aqui tive que molhar o pezinho, passei a ribeira e passei Senhora dos Remédios e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


domingo, 5 de abril de 2015

FIGUEIRA CASTELO RODRIGO-SALTO DE SALCELLE-PUERTO DE LA MOLINERA

Sexta feira Santa foi dia de ir dar umas pedaladas de fininha lá para os lados do Douro Internacional, passando por sítios de uma beleza fora de serie, a convite do meu irmão lá fui eu ele e o amigo Álvaro Lourenço.


A voltinha era um pouco longa e com algumas subidas daquelas boazinhas, um sobe e desce mas tb com algumas estradinhas ao lado do Rio Douro, Rio Côa, Rio Huebra e por uns cantinhos bem bonitos.

Assim sendo sai de casa por volta das 4h 45m da madrugada, tinha que estar em Castelo Branco antes das
6h para carregar a bike no carro do meu irmão e tomarmos rumo até Figueira Castelo Rodrigo onde íamos dar inicio á voltinha.

Cheguei a Castelo Branco e fui até á garagem do meu irmão, ainda não estava lá ninguém, mas ao fim de 5 minutos lá veio ele e a minha cunhada que tb ia, carregamos as bikes no carro dele como o resto do material, o Álvaro Lourenço ia na viatura dele na companhia da mulher, seguimos depois para mais 2 h de viagem até Figueira de Castelo Rodrigo.


Chegamos a Figueira de Castelo Rodrigo arrumamos o carro, tratamos das bikes e do resto do material que era necessário para a voltinha e lá nos fizemos á estrada.


Lá fomos, para começar não foi nada mau, era mais rolante, passamos Vilar de Amargo, Almendra, passamos tb ao lado de Castelo Melhor, Orgal e descemos para a foz do Rio Côa, é aqui que o Rio Côa desagua no Rio Douro.


A descida foi feita nas calmas com algumas paragens para registar a nossa passagem e ver as belas paisagens que as encostas do Rio Douro tem, chegamos á ponte paramos para ver o Rio Côa tiramos umas fotos e seguimos para a primeira subida do dia.

Lá fomos pedalando descontraídos e sempre na conversa até Vila Nova de Foz Côa, entramos em Foz Côa e paramos no café o Volante para beber um cafézinho, fomos até ao balcão e lá bebemos o cafézinho nas calmas, tínhamos o dia por nossa conta.


Depois do café seguimos, depois de passar Foz Côa um pouco mais á frente paramos no Miradouro da Estrada da Costa para ver a Barragem do Pocinho e as belas vinhas pelas encostas, tiramos umas fotos e seguimos a boa velocidade até á Barragem do Pocinho.

Passamos a Barragem e cortamos logo á direita por uma estradinha ao lado do Rio Douro com umas vistas magnificas, uma maravilha...

Fizemos uns bons kms sempre ao lado do Rio Douro, mais á frente seguimos por mais uma espetacular subida, a certas alturas com uma pendente bem engraçada, mas nada nos metia medo íamos ali para nos divertir e desfrutar as belas paisagens que a subir têm mais graça.


Chegamos perto de Peredo dos Castelhanos e seguimos pela esquerda para Urros, perto da aldeia tive um furo, dei umas bombadas e chegamos á aldeia de Urros, paramos perto de um café, troquei a câmara e fomos comer e beber alguma coisa.

Com a barriga mais composta continuamos a voltinha, á saída da aldeia de Urros seguimos pela esquerda e descemos até perto da Barragem das Olgas, mais uma descida feita e mais uma subida pela frente, subimos até Ligares e mais umas pedaladas descemos para a Barragem de Barca D´Alva.

Uma descida com muitas paragens para ver as belas paisagens, as fotos são bonitas mas não dizem nada, os olhos conseguem alcançar muito mais, a descida feita até á Barragem de Barca D´Alva e muitas fotos guardadas.

Continuamos pela margem norte do Rio Douro por uma estradinha ao lado do rio, uma bela estrada panorâmica, foram uns bons kms sempre na companhia do belo Rio Douro até á Barragem de Saucelle.


Chegamos á Barragem de Saucelle paramos em cima do paredão para tirar umas fotos, aqui íamos até ao pais vizinho, íamos entrar em Espanha, e tínhamos aqui a dificuldade do dia o belo Puerto de Salto de Saucelle, uma subida que tem uma bela cobra desenhada pela encosta fora.

Peito cheio de ar e lá fomos encosta acima, com umas belas curvas daquelas volta a trás, uma subida que deu um gozo do caneco subi-la, tive que parar para tirar fotos e tb para recupera o folego, os fraquinhos são assim  eheheheeh.


Chegamos ao alto e nem vos digo as bela paisagens que tínhamos lá do alto, uma coisa brutal, valeu bem as pingas de suor que caíram na subida, subir custa mas depois temos a bela da recompensa.

Áquela hora do dia o calor já fazia mossa e a água nos bidons já parecia chá, caia bem era uma caña, mais á frente já víamos casas, era a aldeia de Saucelle.


Mas antes de lá chegar cortamos á direita, e a bela caña tinha que esperar, um pouco mais á frente encontramos uma bela fonte com água bem fresquinha, veio mesmo a calhar, não havia caña mas havia água fresca, já não era mau de todo.


Atestamos os bidons e seguimos, aqui mais um ponto alto da voltinha a passagem pelo Puerto de La Molinera, uma coisa brutal, uma bela estradinha pelas encostas, descemos para uma ponte Romana e outra ponte Romana mais á frente onde passa o Rio Huebra.


Um espetáculo de paisagens, depois da ponte mais uma subida até ao bonito Mirador de Cachón de Camaces, uma bela queda de água do Rio Camaces, é pena não ter muita água mas muito bonito.


Depois de umas fotos e bem mirado o Mirador del Cachón de Camaces continuamos a subida até Hinojosa de Doero, aqui era hora de refrescar com uma bela Caña, fomos até á Cafeteria Gran Via para  saciar a cede.

Bebemos uma bela caña e um pastelinho de puré com bocadinhos de presunto, pelo menos é o que parecia, caiu mesmo bem, deu para refrescar.
Mais frescos seguimos para Fregeneda, uma vila com mais movimento, paramos para comer alguma coisa mais mastigável, encostamos as bikes e fomos até ao café El faro para comer um belo Bocadillo de Jamon e Queso, acompanhado de uma canequinha de caña, sexta feira santa não se come carne mas o pecado foi por boa causa eheheheeheh.


Sentamo-nos na esplanada e ali estivemos a degustar a bela caña e o belo Bocadillo acompanhado com uma bela  prosa entre amigos.


Com a barriga mais composta era hora de seguir para o resto da voltinha, lá pegamos nas bikes e fizemos-mos novamente á estrada, agora era descer até Barca D´Alva sempre com a companhia do rio Águeda no nosso lado esquerdo.


A descida foi feita num estantinho, paramos em cima da ponte, tiramos umas fotos e bora lá subir os últimos 20 kms, era mesmo bom para terminar.



Fomos subindo nas calmas, a subida não era muito inclinada mas os kms já eram alguns, mas nas calmas lá fomos até ao Alto da Sapinha, onde paramos no Miradouro para ver as vistas, tiradas mais umas fotos continuamos até á aldeia do Escalhão.


A partir daqui já era menos inclinado, mais á frente paramos numa fonte para beber um golinho de água fresca, atestamos os bidons e bora até Figueira Castelo Rodrigo.
Entramos em Figueira de Castelo Rodrigo com um enorme sorriso de satisfação de mais uma voltinha daquelas duras mas com um sabor especial, duras como a gente gosta.



Fomos até aos carros onde a minha cunhada e a mulher do Álvaro nos esperavam, foi encostar as bikes e recuperar um pouco, arrumamos as bikes trocamos de roupa, arrumamos o resto das coisinhas e fomos até ao Restaurante Dias para comer alguma coisa, já o tínhamos ganho depois desta voltinha.


Foi uma voltinha com uma excelente companhia do meu irmão e do Álvaro Lourenço, um GRANDE OBRIGADO, sem grandes correrias sem médias, ( só algumas cañas ) e sempre com boa disposição, pedalar qualquer uma sabe pedalar mas pedalar e desfrutar o que nos rodeia não é para todos.


Com a barriguinha cheia com um belo bifinho de vitela era hora do regresso, regressamos a Castelo Branco, troquei a bike para a minha carrinha e segui para mais uma viagem até casa.
Sair de casa ás 4h 45 e chegar a casa ás 0h 20m do outro dia e fazer uma voltinha destas com perto de 170km só para gente doida como EU... assim gosto ser doido eheheheeheheh


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.