domingo, 16 de setembro de 2018

VOLTINHA MAIS ROLANTE

Hoje na companhia do Eduardo e do David fui dar umas pedaladas lá para os lados do Alto Alentejo, foi para desenjoar um pouco as subidas aqui da zona...


Fomos de carro até Alferrarede onde íamos começar a nossa voltinha, saímos bem cedinho da Sertã até ao ponto de partida, estacionamos a viatura, preparamos as coisinhas e bora que se faz tarde...

Ainda meio lusco fusco fomos até Barreiras do Tejo, passamos por cima do belo Rio Tejo e já na outra margem continuamos pelo Rossio ao Sul do Tejo, Arrifana, Salvadorinho e Bemposta..



No meio da Bemposta cortamos á direita, por uma estradinha bem sossegada passamos Chaminé, Água Travessa,  Estação, Foz, Tojeiras Baixo, Folgas e Gorjão...


Belas estradinhas estas, sem carros, sem subidas, uma maravilha, mas quem diz que o Alentejo é plano está bem enganado, tb tem as suas subidas, que depois de uns km sempre a rolar tb custam um bocadinho..


Sempre descontraídos lá seguimos por Martingil, Marmeleiro, Caneira, Talasnas, Perna da Curva, Junco e Parreira, aqui fizemos uma paragem no Café Parreira para comer alguma coisa...

Acumular algumas calorias para a voltinha, andar de bicicleta não é só pedalar, existem muitas coisas que temos que fazer para pedalar, e comer é uma dessas...


Barriguinha mais composta seguimos com a voltinha, depois de Parreira e Salvador seguimos á direita em direção de Caniceira, Vale de Cavalos, Chamusca e Ponte da Chamusca...


A comida em Parreira não tinha sido grande coisa, nada melhor que fazer outra paragem para comer uma bela sandoxa e beber uma cervejinha fresca...

Assim sim, a coisa está melhor, calorias repostas para o resto da viagem, comer e beber nunca fez mal a ninguém, vamos lá que temos o almoço á espera...



Sempre com o Rio Tejo a fazer-nos companhia passamos Ariolas, Pinheiro Grande, Godinhos, Carregueira, Arrepiado e Constância Sul...



Aqui o cheiro era um pouco esquisito por causa da fábrica de pasta de papel, não sei como é que as pessoas ali conseguem viver, já devem estar habituadas, mas o cheiro é muito mau....
Continuamos por mais umas retas até Couto das Areias e á entrada da Área Militar de Santa Margarida, a malta já ia farta de retas, ainda bem que vinham ai umas curvinhas para desenjoar...

Continuamos pelo Tramagal e umas saborosas curvinhas depois chegamos ao Rossio ao Sul do Tejo, tínhamos passado ali umas horas antes, ainda era lusco fusco, mas agora já fazia calor...



Quase a terminar a voltinha passamos novamente por cima do Rio Tejo, passamos Barreiras do Tejo e chegamos a Alferarede, o fim da nossa voltinha..


Antes de arrumas as bikes fomos beber uma coisa fresca, o calor já vinha a apertar, ainda bem que começamos a voltinha bem cedinho, bom para não apanhar muito calor...


Mais frescos fomos até á viatura, arrumamos as bikes e o resto das coisinhas, regressamos á Sertã satisfeitos com mais uma bela voltinha desta vez pelo Alto Alentejo...

E assim foram mais umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...



sábado, 15 de setembro de 2018

SENHORA DA CONFIANÇA

Sábado tb é dia de pedaladas, nada melhor que começar o fim de semana a dar ao pedal, mais uma vez tive a companhia do Eduardo, fomos ver as paisagens lá no alto da Senhora da Confiança..


Sai de casa desci até á Sertã, o Eduardo já estava á minha espera, assim demos inicio á voltinha, saímos da Sertã logo a subir até São João do Couto, Zona Industrial e Alto da Carreira..


Deu para aquecer esta subidinha, no alto seguimos pela Aveleira, Tapada, Casalinho, Vale Cortiço, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Casal da Escusa e Ramalhos, é uma boa terapia para aliviar o stress do dia á dia..

Passamos os Ramalhos e continuamos pela Amieira, Vale da Froca, Painho e entramos em Pedrogão Pequeno, decidimos ir ver as paisagens lá no Alto da Senhora da Confiança..


No alto é onde se tem as melhores vistas, e lá do alto tem-se uma bela panorâmica da Barragem do Cabril, que bela vista logo bem cedinho..


Ali nos entretemos um bocadinho a desfrutar aquela maravilha, tiradas as fotos seguimos viagem, fizemos o mesmo trajeto no regresso á Sertã..


Um pouco depois do Vale da Froca encontramos o David que vinha ao nosso encontro, com o grupo maior regressamos por ai fora sempre descontraídos..



Na Zona Industrial fizemos uma paragem no Bar da Roliser para beber um cafézinho, mais dois de
conversa enquanto bebíamos o café, sem pressas e sem stress...


Depois do café tomado seguimos e entramos na Sertã, deixei o Eduardo e o David e para terminar subi até á Mougueira, foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

MALHADAL

Pela fresca é que sabe bem, mais uma voltinha que soube que nem ginjas, na companhia do Eduardo fomos pedalar por umas belas estradinhas aqui da Zona do Pinhal..


Sai de de casa e fui ao encontro do Eduardo que vinha da Sertã, juntei-me a ele e subimos até á Portela dos Bezerrins, seguimos depois pelo Moinho do Cabo, Vale do Pereiro e Moinho Branco..



Mais á frente na Maljoga seguimos á esquerda e sempre descontraídos passamos pela Isna de São Carlos, Moinho de Vento, Ribeira de Eiras, Eiras e Sarzedinha..



Maravilha estas estradinhas, carros nem velos, só ar puro, o único problema foi o Eduardo que atropelou uma coruja, ainda era de noite e ela atrapalhou-se com as luzes, apanhou um belo cagaço.
Na Sarzedinha seguimos á esquerda e subimos um pouco até ao Malhadal, passamos a aldeia ainda deserta, passamos ao lado da Igreja e toca a descer até á Praia Fluvial..


Foi sempre a bombar por ali abaixo, passamos a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna e demos uma espreitadela no bonito espelho de água e toca a subir mais um bocadinho..



Nas calmas lá fomos até á Ermida, no alto seguimos á esquerda em direção do Sipote, depois do Sipote e com mais um bocadinho de subida chegamos ao Alto das Fontainhas...


Já safos das subidas era hora de descer, sempre a boa velocidade passamos pelos Pisões e fizemos uma paragem na Várzea dos Cavaleiros para beber um cafézinho...


Mais um pouco de cafeina para dar genica, café tomado continuamos pela Aldeia Velha, Povoa da Várzea, Poiares, Ramalhosa, Portela dos Bezzerrins e Mougueira..


Eu fiquei por casa e o Eduardo segui até á Sertã, foi mais uma voltinha espetacular, acordar cedo e ir dar umas pedaladas é uma maravilha...

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...





quinta-feira, 13 de setembro de 2018

RIBEIRO DA VINHA

Hoje uma voltinha bem cedinho, ainda de noite sai de casa e desci até á Sertã onde me juntei-me ao Eduardo para mais umas pedaladas de fininha..


Saímos da Sertã pela Rotunda da Eirinha e Fonte Branca, continuamos por Vale Martinho, Faleiros, Fonte da Mata, Porto da Cruz, Vale da Lata, Alto Ventoso e Cernache do Bonjardim..



Os dias já acordam tarde, o sol anda preguiçoso, mas mesmo assim as voltinhas ainda escuro tb sabem bem, não se vêm as subidas..eheheeh


Em Cernache seguimos á direita para Milheirós e Moinho de Vento, aqui cortamos á esquerda em direção do Pampilhal e Matos do Pampilhal...


Já não passava por ali á muito tempo, agora a estrada tem um tapete novo, um espetáculo, é sempre a bombar por ali abaixo, passamos Porto do Carro e Matos do Outeiro...


Subimos até aos Carvalhos e Moinho de Vento, mais uma cortada á esquerda para a Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia e Povoa da Ribeira Cerdeira...



Uma paragem para beber café na Tasca da Aldeia, aquece o corpo e a alma, um espetáculo..


Café tomado continuamos até ao Vale Cortiço, Malpica, Casal Maio, Codiceira, Ribeira da Ferreira, Serra do Pinheiro, Ribeiro da Vinha, Foz e entramos na Sertã no cimo da vila..



Quase a terminar a voltinha descemos pela Rua do Vale, deixei o Eduardo em casa, subi até ao Montinho e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha..

E assim foi mais uma voltinha pela fresca sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..





domingo, 9 de setembro de 2018

CASAL NOVO

Depois de uns dias de folga da bike hoje foi dia de regressar ás minhas voltinhas, já tinha saudades de dar umas pedaladas, acho que a minha fininha tb tinha saudades minhas..eheheheeh


Logo cedinho preparei as coisinhas e fui até á Pastelaria Estrela Doce para o cafezinho e o belo pastelinho de nata, a voltinha ia ser curta, tinha que estar em casa cedo por motivos familiares...

Café tomado segui viagem, subi pela Rua do Castelo, passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros, na Rotunda Rompe Terra segui pela direita e entrei na antiga estrada que segue para Oleiros..


Sempre descontraído segui pelo Casalinho de São Fagundo, Barracão, Maxial da Estrada, Cruz do Fundão, Troviscal, Vale do Inferno e Troviscainho...




O dia acordou fresquinho, sabe mesmo bem estes dias mais frescos, até as pedaladas correm melhor, continuando a voltinha segui pelo Vale Figueira, Chelhinho, Mosteiro e cheguei a Oleiros...


Fiz uma paragem para beber um café no Café Boaventura, segui depois até ao Jardim onde me entre-ti a tirar umas fotos a uns belos bonecos feitos de ferro e de pedras, bem engraçados...
Fotos tiradas segui pela estrada antiga até ao Casal Novo, estrada mais sossegada e mais agradável, umas curvinhas bem castiças, sempre descontraído lá fui indo..


No alto segui em frente e continuei a subir até ao Alto do Cavalo, espetáculo de estrada, umas belas paisagens sempre em ligeira subida..


No alto e safo das subidas desci até ao Alto da Cava, um pouco antes da Madeirã tive que resolver um pequeno furo, depressa se resolveu o problema...


Continuei a descida e passei Madeirã, Bravo, Póvoa da Alegria, Vale da Galega e Pedrogão Pequeno, não cheguei a entrar em Pedrogão, segui em frente e continuei na Nacional 2..

Passei Painho, Vale da Froca, Amieira, Santo Abril e Ramalhos, aqui encontrei dois colegas tb de fininha, estavam a passar uns dias em Cernache e andavam a conhecer aqui a zona..

Sempre na conversa fui com eles até á Povoa da Ribeira Cerdeira, eles depois seguiram á direita e eu segui em frente.



Despedi-me deles e passei Vale Cortiço, Casalinho, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã, encontrei a minha mulher e a minha sogra na esplanada do Bar do Lagar...


Ainda tinha tempo e sentei-me um bocadinho ali a ver as paisagens, com as horas lá fomos ver da bucha, subi mais um pouco e cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha..



Já tinha saudades de pedalar, uma voltinha á maneira por umas belas estradinhas e umas paisagens do melhor que pode haver...
E foram assim mais umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...