domingo, 14 de maio de 2017

POR AI PELO MEIO DA NATUREZA

Hoje foi dia de roda grossa, andei por ai por alguns trilhos onde já não pedalava á muito tempo, de vez em quando sabe bem estas voltinhas para recordar alguns cantinhos..


Sai de casa e a chuva parece que ia dar para molhar o fatinho, mesmo assim lá segui até á Pastelaria Estrela Doce para o habitual café acompanhado do pastelinho de nata...

Já saciado segui, mas não sabia bem para onde ir, lá ia andando e  logo se via, segui até á Ponte das Portelinhas e subi até á Zona Industrial, aqui parecia que a chuva tinha ido embora...


Continuei por Carnapete, Codiceirinha e Malpica, lá fui passando trilhos bem molhados e com alguma lama, era para fazer um tratamento á pele  eheheheheehe..


Passei Malpica e andei por alguns singles pela Passaria e Herdade, belas recordações, ia vendo alguns caminhos novos que tb deu para umas descobertas...
Fiz uma paragem na Herdade para beber alguma coisa, ali me entre-ti uma pouco na conversa com pessoal conhecido, bebida tomada era hora de regressar aos trilhos..


Sai da Herdade e subi um pouco até ao Alto onde está o Depósito da Água que abastece a aldeia, uma subida curta mas das boas, deu bem para aquecer...


No alto segui passei o alcatrão e entrei num single até perto do Vale da Mó, já não passava lá á muito tempo e já tem muito mato e muita erva, já deu para arranhar as pernas..


O tempo estava a ficar bom, a chuva estava com vergonha e o sol já queira espreitar por entre as nuvens, uma manhã mesmo á maneira para dar ao pedal..


Segui depois para os Verdelhos, Santo Abril e Sesmo, mais uma vez andei por uns belos singles ali pelo maio da aldeia, bem fixe..
Continuei e fui até Aldeia das Mulheres e Golarã, aqui fiz uma paragem para cumprimentar gente conhecida, encontro muita gente conhecida por essas aldeia...


Despedi-me e segui por um belo caminho até ao Seixo, perto da aldeia do Seixo vi um caminho pouco batido, lá fui ver onde dava, e para meu azar não tinha saída mas não voltei a trás segui pelo meio do mato até que encontrei uma saída...


Lá me safei e entrei num caminho em direção do Castelinho e Castelo, andei por ali um pouco a vasculhar os cantinhos e segui depois para Morlinho, Casal Novo, Ameixoeira e Povoa da Ribeira Cerdeira.


A barriga já estava a ficar vazia, tinha que lhe dar alguma coisa, segui então até ao Vale Cortiço, parei no café e ali comi um bolinho acompanhado de uma bebida.


Com a barriga mais composta segui com a voltinha, passei pelo Carpinteiro, Bailão, Cabeçudo, Santo Estevão, passei depois ao lado do Tojal, Casal Corvo e fui ter ao Alto Ventoso..

Passei a estrada que liga a Sertã a Cernache e fui até á Serrada Nova e Nesperal, ali encontrei mais uns caminhos novos e limpinhos, tinham andado a cortar o mato, bem fixes..

Segui depois para a Moita, Robalo, Calvos, Giesteira e entrei no bonito caminho da Ribeira do Xico, um caminho sempre ao lado da Ribeira da Sertã.


Num sobe e desce lá fui até ao Alto do Boeiro, desci um pouco e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha, fui fazer mais uma paragem no Café do Jardim da Carvalha.


Uma voltinha bem fixe, sem chuva e com uma boa temperatura, uma maravilha, ali encontrei a minha família que por ali andava a passear a aproveitar o bem tempo...


Coma hora do almoço a chegar lá segui para o resto da voltinha, tinha a ultima subida até á Mougueira, lá segui e mais umas pedaladas cheguei a casa depois de uma excelente voltinha num domingo de manhã..

Soube mesmo bem esta voltinha na roda grossa, pedalar por caminhos para matar saudades e tive sorte que chuva nem vela, consegui chegar a casa com o fatinho enxuto...


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...




domingo, 7 de maio de 2017

CONSTÂNCIA-ABRANTES

Hoje a voltinha foi por outras bandas, como tinha que ir buscar os meus pais para virem almoçar a minha casa decidi levar a fininha e ir dar uma voltinha lá para os lados do Rio Zêzere e do Rio Tejo..


Sai de casa bem cedinho com a bike dentro do carro e fui até á Amêndoa, estacionei a viatura, preparei as coisinhas e lá fui para mais umas pedaladas...


Sai da Amêndoa e fui em direção da Fonte Boa, entrei um pouco na na Variante da Nacional 2 e cortei á direita para seguir a Nacional 2 original.



Muita gente que faz a Nacional 2 tanto de bike como de mota não passa por ali segue a variante até Abrantes, mas só vos digo uma coisa não sabem o que perdem, é uma espetáculo....

Lá fui pelo Pisão Cimeiro, Casais da Pereira e fiz uma paragem no Miradouro do Penedo Furado, ali tirei umas fotos e vi as belas paisagens.
Segui depois até á Ponte do Codes, passei a ponte que passa por cima da Ribeira de Codes e por uma ligeira subida lá passei Portela Selada, Brêscovo, Salgueira, São Domingos e Carvalhal.


Aqui já fazia falta um cafézinho mas nada de cafés abertos, segui e fui parar no Café das Bombas um pouco mais á frente, ali bebi café descansado, era o único sitio que estava a aberto...


Caféina tomada segui viagem, fui até Martinchel, um pouco mais á frete segui á esquerda para Alagoa e Casal do Rei, desci um pouco e fui ter ao bonito Rio Zêzere.


Segui por uma bela estradinha sempre ao lado do Rio e fui ter a Constância, Passei a ponte para a outra margem e cortei á esquerda em direção de Praia do Ribatejo..


Desci um pouco e fui ter á ponte que passa por cima do Rio Tejo, uma ponte mista, passam carros e ao lado passa o Comboio, quando ia a passar tb era hora do comboio passar, aquilo até teme..eheheheh
Passei para o outro lado e fui até Constância Sul, de seguida entrei na Nacional 118 e sempre com o Rio Tejo na paisagem passei santa Margarida, Tramagal e cheguei ao Rossio ao Sul do Tejo...


Tornei a passar o Rio Tejo para a outra margem e segui até Alferrarede, fiz uma paragem na Pastelaria Pereira para comer alguma coisa, já estava a fazer falta alguma coisa mais consistente...


Barriguinha mais composta lá fui de volta á estrada, subi um pouco pela variante da Nacional 2 e mais á frente segui á direita por uma estradinha mais sossegada até Entrevinhas e Valongo.

Agora era hora de subir, lá fui até aos Panascos, Monte Cimeiro e Chão de Codes, era para fazer mais uma paragem mas o café estava fechado, fui parar na fonte m pouco mais á frente para encher o bidon..


Água fresquinha vinda da Serra dos Bandos, com o calor a apertar soube mesmo bem, vamos ver se o tempo bom é para durar...

Mais fresco segui até Chão de Lopes, Pontão Laranjeiro, Cimo do Vale, Vale de Vacas e mais umas pedaladas cheguei á Amêndoa.

Ali encontrei gente conhecida que tb tinha ido dar umas voltinha de roda grossa, ali me entre-ti um pouco na conversa e a beber uma bjeca fresquinha.


Com o tempo a passar tinha que seguir, despedidas feitas e fui até á minha viatura, carreguei a bike e fui até a casa dos meus pais, seguimos até á Sertã e ali tivemos um excelente almoço em família...

E assim foi mais uma bela voltinha na minha fininha sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...




quarta-feira, 3 de maio de 2017

CRUZ DAS RELVAS-TROVISCAL

Mais uma ficha e mais uma voltinha, tem que se aproveitar enquanto não chove, os senhores dão chuva para os próximos dias e assim aproveitei para mais umas pedaladas pela fresca.


Sai de casa e tinha planeado ir á Serra dos Alvelos, uma subidinha boa para aquecer logo cedinho, lá segui até á Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo e Vale do Pereiro..


Aqui cortei á esquerda e lá me fiz á subida, passei Pereiro, Vale da Junça, Alto das Fontainhas e mais um pouco lá cheguei ao alto da Dona Maria, que bela vista se tem ali do alto, o sol a espreitar lá atrás da serra, uma maravilha..



Sabe mesmo bem estas pedaladas ao nascer do dia, o cantar dos passarinhos logo pela manhã, o barulho das ventoinhas eólicas carregam as baterias para o dia de trabalho que ai vem...


Já no alto mas ainda com mais um pouco de subida pela frente segui até á Perna do Galego e com mais umas pedaladas cheguei á Cruz das Relvas..

No alto parei para respirar um pouco, tirei uma foto e segui, agora era uma boa descida até ao Carvalhal, uma estradinha estreitinha com um piso espetacular, foi sempre a boa velocidade...

Passei o Carvalhal e ainda não se via ninguém, estava tudo recolhido, desci depois mais uma pouco até ao Porto do Troviscal, passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Sertã e subi até ao Troviscaínho.



No Troviscaínho segui á esquerda e entrei na estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros, passei pelo Vale do Inferno, Troviscal e Cruz do Fundão.

Aqui a coisa fica mais soft é sempre a bombar até á Sertã, com uma ligeira descida lá segui até ao Maxial, Casalino de São Fagundo, Rotunda Rompe Terra e entrei na Sertã perto dos Bombeiros..


Passei ao lado da Câmara Municipal, continuei pela Rua do Vale e passei ao lado do Jardim da Carvalha, para terminar subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha pela fresca..

Com os dias grandes sabe mesmo bem umas pedaladas ao raiar do dia, um espetáculo...

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..



segunda-feira, 1 de maio de 2017

VOLTINHA EM DIA DE FERIADO

Feriado mas mesmo assim dia de trabalho pela parte da manhã, da parte da tarde mais umas pedaladas na companhia da minha fininha...

Sai de casa e desci até ao Bar da Carvalha onde bebi café na companhia da  minha mulher e da minha irmã, depois de dois dedos de conversa e de beber cafézinho lá segui para umas breves pedaladas até ao Centro Náutico do Zêzere.


Sai da Sertã pela Venda da Pedra e lá fui nas calmas subida fora até á Junceira, no cruzamento encontrei três ciclo- turistas que andavam meio perdidos, andavam a fazer a Nacional 2 e iam pernoitar no turismo Rural no Vale da Cortiçada.

Um pouco de conversa e lá fui ensinar-lhe o caminho até ao Vale da Cortiçada, três amigos de Barcelos que terminaram aqui o terceiro dia de pedaladas, ainda têm mais três dias pela frente...


Despedidas feitas e segui a minha voltinha, fui até á Cumeada e sempre com o vento pela frente passei Castanheiro Grande, Casal dos Gafos, Valongo, Mós, Rolã, Atalaia, Tira, Lameira dos Reis e Cardal.

Desci depois mais um pouco até ao Trizio, passei pelo empedrado e entrei na bela ciclovia até ao Centro Náutico do Zêzere...

Já encontrei muita gente na esplanada, com o bom tempo já se encontra muita gente a passear ao ar livre, ali me sentei na bela esplanada e ali refresquei com uma fresquinha bjeca preta...

Com o motor mais fresco segui viagem, agora era sempre com uma ligeira subida, fiz o mesmo trajeto até á Rolã, aqui segui á esquerda e desci até á Ponte das Cabras.


Descida muito fácil, depois da ponte era subir até á Galeguia, nas calmas lá fui indo pedalando e desfrutando as belas paisagens, já no alto passei Galeguia, Felgaria e Nesperal...


Segui em frente e passei pelo Malha Pão e fui ter ao Alto Ventoso, continuei pelo Vale da Lata e Porto da Cruz, entrei depois na variante nova até ao Vale Cortiço.

Tempo maravilha para umas pedaladas, o que eu gostava mesmo era uma voltinha de um dia inteiro mas o trabalho não deixa, tenho que me contentar com as pequenas voltinhas..


No Vale Cortiço segui é direita e passei Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.

Com uma breve passagem pelo Jardim da Carvalha segui até á Mougueira onde cheguei depois de umas pedaladas neste dia de feriado..


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..