Dia 30 deste mês vou juntar um grupo de amigos para umas pedaladas, no meio da voltinha vamos comer alguma coisa na Praia Fluvial de Cardigos.
Um Oásis escondido no meio do nada, uma bela praia fluvial com água bem limpinha, tb vamos ter direito a uns belos mergulhos, vai haver mergulhos para todos os gostos.
Ontem lá fui eu na companhia do Alexandre ver os trilhos para ver se estava tudo em ordem, não quero que a malta se pique com os tojos e com as silvas, não podem riscar os cromados..
Sai de casa na minha carripana e fui até á Pastelaria Estrela Doce, local onde tinha combinado com o Alexandre, bebi o café e provei um pastelinho de nata enquanto esperava, entretanto chegou o Alexandre, carregamos a bike dele na minha carrinha e fomos até á Relva.
Chegamos á Relva encostamos a carrinha a uma sombra, preparamos as bikes e lá fomos dar ao pedal.
Saímos da aldeia da Relva por umas ruelas estreitinhas, fomos em direção de Casal Formoso, Borreiros e Fundo da Lameira.
Descemos para a Ribeira do Bostelim onde ainda existe uns restos de uma ponte bem antiga, ao passar a ribeira era hora de subir até perto de São João do Peso.
Uma subida ligeira sem grande dificuldade, lá chegamos á estrada que liga a Sertã a Cardigos, mais umas pedaladas e entramos em São João do Peso.
Passamos a aldeia e andamos por umas ruelas bem catitas e uns singles que foram descobertos na hora, continuamos para Algar, um lugar com meia duzia de casas.
Mais umas pedaladas e chegamos ás Casas da Ribeira, andamos por ali a ver uns singles já meus conhecidos mas já está tudo fechado com silvas e muito mato, é uma pena..
Depois de andar ali um pouco ás aranhas seguimos e sem grande dificuldade chegamos á bela Praia Fluvial de Cardigos, eram por volta de 9 h 30 e já havia muita gente com a mantinha estendida e o farnel para passar ali o dia.
Ali nos entretemos um pouco a ver o belo espaço e á conversa com gente conhecida até á abertura do bar, está ali um belo cantinho para passar o dia, vem gente de todo o lado, é um sitio bem agradável.
Depois da espera lá chegaram as meninas do bar, comemos um bolinho e bebemos um cola fresquinha, o calor já fazia mossa tínhamos que lhe fazer frente.
Já mais satisfeitos seguimos por um caminho ao lado da Ribeira do Vergancinho até á Corujeira numa subida ligeira, nada mau.
Na Corujeira descemos para a Ribeira do Bostelim perto das Casas da Ribeira, passamos a ponte e mais uma vez seguimos ao lado da Ribeira do Bostelim, uma passagem bem bonita.
No inverno é mais complicado tem que se passar a ribeira umas poucas de vezes, já lá passei com a ribeira com uma boa dose de água e dá bem para molhar o pézinho.
Sempre a rolar depressa chegamos novamente á estrada que liga a Sertã a Cardigos, passamos ao lado das Várzeas e fomos até á Salavisa.
Mais á frente andamos na Portela dos Curral na Aldeia dos Couços e Couço a ver uns singles meus conhecidos mas mais uma vez sem sorte, tudo fechado e cheio de mato, eram umas antigas passagens para as hortas mas agora já não tratam das hortas e fechou tudo com mato.
Tivemos que andar a saltar uns regatos e andamos por umas hortas a arranjar saída dali para fora.
Depois de umas boas arranhadelas seguimos passamos ao lado da Boafarinha e fomos pedalar pela encosta da Serra da Milriça.
Num sobe e desce lá fomos pedalando até perto dos Casais de Cima aqui seguimos por alcatrão até á Relva onde chegamos depois de mais umas pedaladas de roda grossa.
Com um calor desgraçado arrumamos as bikes na carrinha e fomos até ao Bar do Eléctrico para beber uma bjeca fresquinha, estava mesmo a fazer falta para arrefecer o motor.
Mais frescos regressamos á Sertã, deixei o Alexandre na Pastelaria Estrela Doce e regressei a casa satisfeito com mais uma bela voltinha com boa companhia.
Foi uma semana repleta de voltinhas na companhia do Alexandre que hoje regressa a casa depois de uns dias de férias aqui na zona do pinhal, obrigado companheiro..
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
FEITEIRA-TROVISCAINHO
Para terminar a semana nada como uma voltinha de fininha por essas belas estradinhas aqui da região, e hoje mais uma vez com a companhia do Alexandre.
Sai de casa e fui ao encontro do Alexandre lá no Alto do Sorvel, subi até á Portela dos Bezerrins, aqui cortei á esquerda para Poiares, Póvoa, Aldeia Velha, Várzea dos Cavaleiros e mais um pouco cheguei ao Alto do Sorvel.
Enquanto dava uma mirada nas belas paisagens que se tem lá do alto chegou o Alexandre que já vinha lá do fundo do Sorvel Fundeiro, já tinha feito o aquecimento.
Comprimentos feitos e lá continuamos com a voltinha, passamos o Figueiredo, Montinho, Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal e Porto do Troviscal.
Paramos em cima da ponte que passa por cima da Ribeira da Sertã, as ribeiras estão praticamente secas sem pinga de água, e chuva nem vela, está complicado..
Passada a ponte era subir até ao Troviscainho, lá fomos galgando a subida sem grandes correrias, no Troviscainho seguimos pela estrada antiga que liga Oleiros á Sertã.
Passamos Vale do Inferno, Troviscal e antes de chegar á Cruz do Fundão tive um furo, mas depressa se resolveu o maldito.
Tudo arranjado seguimos para a Cruz do Fundão, aqui o terreno é mais favorável a bom andamento, passamos Maxial da Estrada, Casal da Estrada, Casalinho de São Fagundo, Rompe Terra e entramos na Sertã.
Passamos o cimo da vila e descemos pela Rua do Vale, passamos a Sertã já com movimento, seguimos para a ultima subida para mim até á Mougueira, o Alexandre ainda tinha que ir até ao Sorvel, despedidas feitas e ele seguiu para casa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e fui ao encontro do Alexandre lá no Alto do Sorvel, subi até á Portela dos Bezerrins, aqui cortei á esquerda para Poiares, Póvoa, Aldeia Velha, Várzea dos Cavaleiros e mais um pouco cheguei ao Alto do Sorvel.
Enquanto dava uma mirada nas belas paisagens que se tem lá do alto chegou o Alexandre que já vinha lá do fundo do Sorvel Fundeiro, já tinha feito o aquecimento.
Comprimentos feitos e lá continuamos com a voltinha, passamos o Figueiredo, Montinho, Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal e Porto do Troviscal.
Paramos em cima da ponte que passa por cima da Ribeira da Sertã, as ribeiras estão praticamente secas sem pinga de água, e chuva nem vela, está complicado..
Passada a ponte era subir até ao Troviscainho, lá fomos galgando a subida sem grandes correrias, no Troviscainho seguimos pela estrada antiga que liga Oleiros á Sertã.
Passamos Vale do Inferno, Troviscal e antes de chegar á Cruz do Fundão tive um furo, mas depressa se resolveu o maldito.
Tudo arranjado seguimos para a Cruz do Fundão, aqui o terreno é mais favorável a bom andamento, passamos Maxial da Estrada, Casal da Estrada, Casalinho de São Fagundo, Rompe Terra e entramos na Sertã.
Passamos o cimo da vila e descemos pela Rua do Vale, passamos a Sertã já com movimento, seguimos para a ultima subida para mim até á Mougueira, o Alexandre ainda tinha que ir até ao Sorvel, despedidas feitas e ele seguiu para casa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
PORTO DOS FUSOS-MENDEIRA
Cada vez gosto mais das minhas voltinhas logo pela fresca, hoje mais uma vez tive a companhia do Alexandre e fomos até á Mendeira onde se tem uma bela panorâmica da Barragem de Castelo de Bode.
O Alexandre veio ter comigo á Mougueira, descemos até á Sertã ainda meio adormecida, passamos a Rotunda da Eirinha e subimos até ao Alto do Boeiro.
Continuamos pelo Olival, Cruzeiro, Lameira da Lagoa, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia, Cernache do Bonjardim e Roda, aqui cortamos á direita e passamos ao lado de São Macário, desta vez não fomos lá ao alto.
Descemos até ao Porto dos Fusos e fomos até á Mendeira, antes de chegar ao Vale da Ursa paramos para ver as belas paisagens que se tem da albufeira de Castelo de Bode, uma paisagem espetacular logo de manhã.
Paramos para ver a bela paisagem e tirar umas fotos, descemos depois até á Ponte do Vale da Ursa e entramos na subida até á Portela das Oliveiras, nas calmas e sem grandes pressas lá fomos pedalando subida fora.
Já safos da subida passamos a Portela das Oliveiras, Casal da Madalena, Roda e passamos outra vez por Cernache do Bonjardim.
Continuamos pelo Alto Ventoso, Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
No meio da Sertã vinhamos nós na desportiva e de repente passa-nos o Pedro ferrão com uma bolinha desgraçada, parecia um pró...eheheheheeh
Dois dedos de conversa e deixamos o Pedro na Sertã, subimos mais um pouco até á Mougueira, despedi-me do Alexandre e ele seguiu até ao Sorvel, eu fiquei em casa depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
O Alexandre veio ter comigo á Mougueira, descemos até á Sertã ainda meio adormecida, passamos a Rotunda da Eirinha e subimos até ao Alto do Boeiro.
Continuamos pelo Olival, Cruzeiro, Lameira da Lagoa, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia, Cernache do Bonjardim e Roda, aqui cortamos á direita e passamos ao lado de São Macário, desta vez não fomos lá ao alto.
Descemos até ao Porto dos Fusos e fomos até á Mendeira, antes de chegar ao Vale da Ursa paramos para ver as belas paisagens que se tem da albufeira de Castelo de Bode, uma paisagem espetacular logo de manhã.
Paramos para ver a bela paisagem e tirar umas fotos, descemos depois até á Ponte do Vale da Ursa e entramos na subida até á Portela das Oliveiras, nas calmas e sem grandes pressas lá fomos pedalando subida fora.
Já safos da subida passamos a Portela das Oliveiras, Casal da Madalena, Roda e passamos outra vez por Cernache do Bonjardim.
Continuamos pelo Alto Ventoso, Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
No meio da Sertã vinhamos nós na desportiva e de repente passa-nos o Pedro ferrão com uma bolinha desgraçada, parecia um pró...eheheheheeh
Dois dedos de conversa e deixamos o Pedro na Sertã, subimos mais um pouco até á Mougueira, despedi-me do Alexandre e ele seguiu até ao Sorvel, eu fiquei em casa depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
CIMADAS CIMEIRAS-RAFAEL
Hoje foi mais um dia de voltinha para abrir o apetite para o dia de trabalho que por ai vem, hoje tive a companhia do Alexandre que está por cá para mais uns dias de férias.
Tinha combinado com o Alexandre na Portela dos Bezerrins, pois ele vem do Sorvel e ali era o ponto de encontro, á hora marcada lá estava ele para umas pedaladas bem cedinho.
Comprimentos feitos e lá fomos dar ao pedal, passamos a Portela e continuamos pelo Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.
Passamos a ponte da Ribeira da Isna e seguimos pela estrada antiga que liga a Sertã e Porença-a-Nova, é uma subida um pouco longa, nas calmas e sempre na conversa lá fomos subindo, passamos o Carvalhal e mais á frente cortamos á direita.
Seguimos para as Cimadas Cimeiras, com o sol a espreitar lá de trás da Serra das Corgas fomos até ás Cimadas Fundeiras, Vergão e numa rápida descida chegamos á aldeia do Rafael.
O Rafael é uma aldeia com meia duzia de casinhas encostada á Ribeira da Isna, passamos a ponte para o lado do Pisão.
Passamos o Pisão e era hora de mais uma boa subida até aos Vales da Longra, uma subida curta e grossa, deu bem para aquecer.
Já safos da subida passamos Vales da Longra e Marmeleiro, cortamos á direita e descemos para a Ponte da Tamolha.
Subimos até ao Vale da Cortiçada e Junceira, descemos depois para a Venda da Pedra e entramos na Sertã, apanhamos a uma ultima subida, para mim até á Mougueira.
Aqui despedi-me do Alexandre, ele continuou até ao Sorvel e eu fiquei por aqui depois de mais uma voltinha pela fresca, ficou a promessa de mais umas voltinhas pela fresca durante as férias dele.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Tinha combinado com o Alexandre na Portela dos Bezerrins, pois ele vem do Sorvel e ali era o ponto de encontro, á hora marcada lá estava ele para umas pedaladas bem cedinho.
Comprimentos feitos e lá fomos dar ao pedal, passamos a Portela e continuamos pelo Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.
Passamos a ponte da Ribeira da Isna e seguimos pela estrada antiga que liga a Sertã e Porença-a-Nova, é uma subida um pouco longa, nas calmas e sempre na conversa lá fomos subindo, passamos o Carvalhal e mais á frente cortamos á direita.
Seguimos para as Cimadas Cimeiras, com o sol a espreitar lá de trás da Serra das Corgas fomos até ás Cimadas Fundeiras, Vergão e numa rápida descida chegamos á aldeia do Rafael.
O Rafael é uma aldeia com meia duzia de casinhas encostada á Ribeira da Isna, passamos a ponte para o lado do Pisão.
Passamos o Pisão e era hora de mais uma boa subida até aos Vales da Longra, uma subida curta e grossa, deu bem para aquecer.
Já safos da subida passamos Vales da Longra e Marmeleiro, cortamos á direita e descemos para a Ponte da Tamolha.
Subimos até ao Vale da Cortiçada e Junceira, descemos depois para a Venda da Pedra e entramos na Sertã, apanhamos a uma ultima subida, para mim até á Mougueira.
Aqui despedi-me do Alexandre, ele continuou até ao Sorvel e eu fiquei por aqui depois de mais uma voltinha pela fresca, ficou a promessa de mais umas voltinhas pela fresca durante as férias dele.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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