segunda-feira, 10 de março de 2014

SERRA DE SANTO ANTÓNIO-SERRA DOS ALVADOS-REINO DA PEDRA

Ontem a convite do meu irmão foi dia de umas pedaladas para abanar o esqueleto lá para os lados do espetacular Parque Nacional da Serra D´Aires e Candeeiros.

Sai de casa e fui até Porto de Mós onde era o ponto de encontro para esta voltinha, fui o primeiro a chegar por isso ainda tive tempo de ir até ao Castelo para dar uma mirada lá do alto, dava para ver a bonita vila de Porto de Mós na acalmia da manhã.

Depois da visita ao castelo fui até ao parque do Intermarché onde era o ponte de encontro, estacionei a viatura e entretanto lá chegou o resto da malta que vinha toda de Castelo Branco.

Juntaram-se para a volta os atletas Dario, Abílio, Pedro Roxo, Vasco Soares,Nuno Eusébio e o mentor da volta o meu irmão Antonio Cabaço e claro a minha pessoa.


Depois dos comprimentos preparamos as bikes e o resto das coisinhas e era hora de nos fazermos aos trilhos, com o tempo um pouco enublado e algo fresquinho lá demos inicio á voltinha.
Saímos do Intermarché passamos umas ruelas até ao Rio Alcaide onde entramos na terra logo numa boa subida para para a malta aquecer.

Mais umas pedaladas e chegamos ao Zambujal de Alcaria, passamos o alcatrão para o outro lado e seguimos por um belo single onde já lá tinha passado em outra volta ali por aquelas bandas.

Lá fomos todos em fila pirilau pelo single fora, mais á frente entramos no espetacular Vale da Fornea, fomos até ao nascente do Rio Lena mesmo ao fundo da Fornea.

Um sitio fantástico, ali naquele vale parecemos umas miniaturas, demos uma volta tiramos uma foto de grupo e continuamos a voltinha.

Tivemos que voltar a trás porque dali só mesmo de escalada, voltamos a entrar no trilho e por um single brutal, com uma passagens um pouco técnicas espetaculares.
Chegamos ao fim com a adrenalina no máximo, foi um espetaculo, seguimos depois no Vale da Canada por um caminho sempre ao lado da Ribeira do Alcaide.

Um pouco mais á frente paramos para comer umas sandoxas que a malta levava, ali estivemos um pouco na galhofa.

Já mais composto seguimos por mais uma subida, um caminho cheio de pedra solta que era o que tínhamos para a ementa do a dia.

Mais uns belos singles e mais umas pedaladas chegamos ao Restaurante o Vilela onde paramos para comer mais alguma coisa, a malta pedala bem mas come ainda melhor.

Setamo-nos e pedimos umas belas bifanas e umas bjecas fresquinhas, ali nos entretemos um bom bocado a comer e a beber e tb a conversar e a mandar umas larachas.
Com a barriga composta lá seguimos a voltinha, fomos até perto das Grutas de Santo António e entramos em mais um single daqueles que deixa a malta com a adrenalina no máximo.

Um single na encosta da Serra de Santo Antonio onde se avista as belas vilas de Mira D´Aire e de Minde.

Mais um trilho brutal cheio de pedra como a gente gosta.

Chegamos a Chousos seguimos mais uns belos trilhos e fomos ter outra vez ao Restaurante Vilela mas desta vez não paramos se não tínhamos que comer mais ehehheheh.

Seguimos um pouco por alcatrão para entrar na terra na outra encosta do Vale da Canada por mais um single daqueles que deixa a malta sem palavras.

Mais á frente o meu irmão como já ia farto de meter mudanças decidiu partir o dropaut e por a bike em single seepd, é que assim dava mais pica eheheheehehe.
Resolvido o problema seguimos mais uma vez por entre muros e uns caminhos cheios de pedra, fomos até perto da Barreira da Junqueira e mais á frente Covões Largos e Chainça.

Seguimos por mais uns trilhos cheios de pedra e chegamos ao alto da Fornea, um sitio com umas vistas que nos deixam sem palavras.

Paramos para ver o bonito vale e guardar as belas paisagens que os olhos conseguem alcançar.

Passamos ao lado de Chão das Pias e seguimos por um single por uma encosta abaixo que nos deixou ainda com mais adrenalina no corpo.

Como ainda não chegava seguimos por um trilho que mais parecia um trilho de trial, uma coisa de doidos.
Chegamos ao fim com um enorme sorriso de orelha a orelha, passamos uma ribeira e chegamos á Manhosa e á Portela da Ribeira de Cima.

Mais umas pedaladas e estávamos a chegar ao fim da nossa voltinha, chegamos ao parque de onde tínhamos as nossas viaturas.

Arrumamos as bikes e o resto do material e fomos até ao café do Intermarché para comer mais alguma coisa.






Comidos e bebidos cada um foi ao seu destino, despedi-me do pessoal e segui até á Sertã e o resto da malta regressou a Castelo Branco.

Foi um dia de bela pedaladas com colegas do melhor e trilhos brutais cheios de pedra como a gente gosta.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.





sexta-feira, 7 de março de 2014

FEITEIRA-TROVISCAÍNHO

Com este tempo e com este solinho sabe mesmo bem dar umas pedaladas, ficar a dormir até é pecado, por isso toca a levantar cedo e ir dar uma voltinha.

Sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, virei á esquerda e fui passando Poiares, Aldeia Velha, Várzea dos Cavaleiros, Alto do Mosteiro e fui até ao Figueiredo.

No Figueiredo já encontrei gente que ia para a agricultura, a empresa que dá muito emprego aqui nesta zona, e cada vez se vê mais gente a cultivar as hortas, a produzir as hortaliças que sabem muito melhor que as que se compram que são criadas só com porcarias e á força.

Seguindo a voltinha passei Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal e desci até ao Porto do Troviscal onde numa aldeia pequena ainda tem duas serrações de madeira o que dá alguns postos de trabalho.

O Porto do Troviscal fica numa vale e tinha que subir uma pouco até ao Troviscaínho, nas calmas lá fui subindo e ouvindo os passarinhos que com este solinho já dão sinal da primavera.
Cheguei ao Troviscaínho e segui pela estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros, fui á esquerda e passei Vale do Inferno, Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial, Casalinho de São Fagundo, Casal da Estrada, Rompe Terra e entrei na Sertã pelo cimo da vila.

Desci a rua do Vale e passada a vila, subi até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais umas pedaladas logo cedo.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




quinta-feira, 6 de março de 2014

CAPELA DE SANTA MARIA MADALENA E SÃO MACÁRIO

Os dias não têm estado nada bons para as voltinhas bem cedo, mas hoje aproveitei que o sol que já deu uns belos raios logo bem cedo e fui dar uma voltinha.


Sai de casa e desci até á Sertã ainda com pouco movimento, passei a Rotunda da Eirinha e Fonte Branca, continuei e mais á frente segui pela estrada antiga até aos Faleiros.

Depois de passar os Faleiros continuei pela Fonte da Mata, Alto Ventoso, Cernache do Bonjardim, Roda, e no Casal Madalena onde cortei á direita e subi até á Igreja de Santa Maria Madalena e São Macário.
Aqui fica a lenda desta Capela, A capela que reúne os dois santos foi edificada por volta do ano 1581. Este pequeno templo foi substituído por um maior, construído por volta do ano 1920 (capela atual).
A construção da capela de São Macário e Santa Maria Madalena está associada a uma lenda:
"Reza a história que no lugar onde se encontra edificada a ermida, quase no topo da serra, existia a capela de S. Macário e mais junto ao povoado a de Santa Maria Madalena (Casal da Madalena). Devido a incêndios em ambas as capelas que se encontravam em ruínas, decidiu o povo edificar uma só capela, mais junto ao povoado (Cabeçada - C. Madalena), no sopé da serra, reunindo ambos os santos. As obras iniciaram-se, mas as ferramentas que serviam para o início da obra e que eram deixadas ao fim do dia junto à mesma, desapareciam todas as noites, sendo encontradas no dia seguinte no alto da serra, junto às ruínas da ermida de S. Macário. O facto repetiu-se por tantas vezes, que cansado e intrigado, o povo decidiu que a ermida fosse construída, bem lá no alto, no local onde, de manhã, se deparavam com as ferramentas. Reza ainda a lenda que, a razão de tal facto, é que S. Macário, não queria deixar de ver todos os dias pela manhã os outros seis irmãos (Nossa Senhora da Nazaré - Palhais; Santa Ana - Cumeada; Nossa Senhora dos Remédios - Sertã; Nossa Senhora da Confiança - Pedrógão Pequeno; Nossa Senhora da Graça - Graça e São Neutel - Figueiró dos Vinhos). Todas estas capelas foram construídas, segundo a lenda, em locais no cimo das serras ou montes elevados, de onde é possível os sete irmãos avistarem-se uns aos outros".
O certo é que do cimo da Serra de São Macário se avistam as seis capelas.
Outra curiosidade aliada a esta capela, e à romaria anual, é o facto de existir um antigo caminho pedonal que liga o local, onde era para ser edificada a capela (junto ao povoado de Cabeçada), e o cimo do monte.
Na zona envolvente, há vestígios de um castro datado do primeiro milénio a.C.
Os nossos antepassados tinham com cada ideia, cheguei perto da Capela e parei para ver as belas paisagens, o nevoeiro nas partes mais baixas davam umas vistas espetaculares.

Tiradas umas fotos voltei a Cernache novamente, seguir até ao Alto Ventoso e entrei na estrada nova até ao Val Cortiço, mais á frente na Tapada cortei á direita para Casal Cotelo, Carpinteiro, Bailão, Cabeçudo, Faleiros, Lameira da Lagoa, Gravito, Outeiro da Lagoa, Olival, Boeiro e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila já com alguma correria do pessoal para o trabalho, subi até ao Montinho e cheguei á Mougueira com mais uma voltinha bem cedo.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




domingo, 2 de março de 2014

SINGLE DO BOSTELIM-SINGLE DA TAMOLHA

Mais um domingo e uma bela voltinha, com muita chuva e muita lama.

Ontem o tempo estava muito mau, muito vento, muita chuva, mais parecia uma tempestade, pensei se continuar assim amanhã não há volta.

Hoje acordei e fui logo dar uma espreitadela pela janela, não chovia mas estava tudo muito nublado com muitas nuvens escuras, pensei, já que estou levantado é melhor ir agora que não chove.

Roupinha vestida, pequeno almoço tomado e bike pronta, vamos embora antes que chova.

Sai de casa e fui á Pastelaria Estrela Doce tomar cafézinho e comer o pastelinho de nata como não podia faltar.

Com a caféina e mais umas quantas calorias ingeridas lá me fiz aos trilhos que mais pareciam regatos.

Passei na Carvalha segui pela Ponte Romana e fui até ao Chão da Forca, subi para Alcoutim, Albergaria e Cumeada.

Na Cumeada decidi ir ver se as ribeiras levavam muita água, lá fui chafurdando na muita água que havia pelos caminhos e passei Casal Santana, Rebaixia dos Tomés e Chão da Telha.

Passei a estrada Nacional 2 para o outro lado e desci até á Ponte das Várzeas Carreiras tb conhecida pela Ponte da Tamolha, parei no meio da descida para ver a bela ponte e as duas ribeiras que ali se encontram, a Ribeira da Tamolha e a Ribeira da Isna.

Tiradas uma fotos era hora de seguir, entrei no Trilho do Bostelim, um single sempre ao lado da ribeira.


Mais uma pedaladas e cheguei á ponte da Azinheira, passei para o outro lado da Ribeira da Isna e continuei em mais um espetacular single.
Fui indo sempre a ouvir a ribeira e os regatos que a ela vêm ter, em algumas passagem tive que fazer a pé, como ia sozinho não valia a pena arriscar porque em algumas partes o trilho é muito irregular e muito escorregadio.


Sempre numa de passeio numa de descontrair cheguei ao fim do single, que ao todo tem por volta de 4,5 km e aqui tinha que subir até á Azinheira.

Fui pedalando nas calmas até que cheguei á Azinheira, ainda andei por uns singles por onde passam as cabras, depois de passar a aldeia desci até á Ribeira da Tamolha onde ia apanhar outro single.

Cheguei á ribeira e fiquei a olhar para o bom caudal que ela levava e como tinha que passar para o outro lado tinha que ter cuidado para não ir ribeira abaixo.
Ainda andei ali um pouco a escolher por onde ia passar, como tinha que ser fui com a bike as costas e com a água por cima do joelho lá cheguei á outra margem.

Já safo da ribeira era hora de torcer as meias, mesmo levando meias á prova de água sempre entra alguma por cima e lá tive que as torcer.

Com os pés mais enxutos segui a minha voltinha e entrei no que para mim é dos trilhos mais bonitos aqui da zona.


O belo single da Tamolha uma antiga levada para um lagar, com as chuvas que têm caído tem uma erva muito verdinha, um verdadeiro espectáculo.

Lá fi desfrutando o belo trilhos sempre contornado a Ribeira até que cheguei a uma parte onde tinha que molhar outra vez o pezinho.
Passei sem entrar água, aqui tive sorte eheheeheh, mais umas pedaladas e acabou o single aqui tinha que subir.

Subi até perto da Bernardia e um pouco mais á frente desci para a Cova do Moinho.

Sempre a descer cheguei á Ponte da Cova do Moinho, uma ponte romana que ainda está mais ou menos em bom estado.

Com umas quedas de água ao chegar á ponte que são uma verdadeiro espectáculo.

Tirei umas fotos e ali estive um pouco a olhar aquela beleza que a natureza nos dá.

Com as horas a passar tinha que continuar com a voltinha agora a subir, fui indo até ao Val da Cortiçada, aqui já estava safo das subidas por hoje.
Segui para a Bela Vista e Outeiro das Colheres, desci e cheguei á Mougueira com mais uma voltinha e com uma molha até ao osso.

Mesmo com chuva soube muito bem esta voltinha por estes trilhos todos enlameados mas com uns cantinhos bem bonitos.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.