Mais uma voltinha á sexta pela noite dentro, desta vez o grupo já foi mais numeroso, fui eu o Mário Manso o Diogo filho do Mário e o Filipe.
Saímos da Sertã subimos até São João do Couto, Gonçalmogão, Alto da Bica, Aveleira passamos a estrada que liga Sertã a Pedrogão, seguimos depois para o Salgueiral.
Entramos novamente em terra e fomos ter á Quinta Nova e mais umas pedaladas Casal D´Ordem, seguimos ao lado do IC 8 e fomos ter ao Val da Froca.
Aqui decidimos ir comer um cartucho de amêndoa a Cernache, seguimos pelo alcatrão e fomos passando Venestal, Almas da Arnoia, Castelo, Casal Corvo, Casal do Porto, Casal do Amaro, Milherós e subimos até Cernache.
O pior aconteceu quando chegamos, estava tudo fechado aquilo mais parecia uma aldeia não se via ninguém na rua, demos a volta a ver se estava uma pastelaria aberta mas nada, foi mesmo azar.
Sem comer nada decidimos regressar á Sertã, passamos Alto Ventoso, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Chegamos á Sertã sem comer o belo do cartucho e o Mário não gastou a nota que levava no bolso mas ficou combinado que para a semana tínhamos que a ir gastar.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 26 de outubro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
PELOS LADOS DA CUMEADA
Depois de uns dias sem pedalar lá voltei para mais umas pedaladas ao fim do dia, agora já só com lanterna é que se vê alguma coisa.
Sai da Sertã pela Venda da Pedra, segui para o Chão da Forca e subi para Alcoutim, logo de seguida cheguei á Junceira.
Passada a Junceira continuei para Albergaria, Casal do Calvo, Rebaixia dos Tomés e Rebaixia dos Faustinos onde andei mesmo de noite a ver uns singles alguns sem saída.
Com a chuva que tem caído os caminhos já têm alguma água e em muitos lados os riachos já correm bem, e já dá para chegar a casa com o fato sujo de lama, já tinha saudades EHEHEHHE.
Continuando com a minha voltinha passei pelo meio da Cumeada entrei um pouco no alcatrão e fui ter ao Val da Cortiçada, Bela Vista, Vaquinhas Cimeiras e Outeiro das Colheres.
E para terminar desci até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha ao fim do dia de trabalho, são voltas pequenas mas sabem muito bem, e tive sorte que não choveu muito só caíram umas pinguinhas.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai da Sertã pela Venda da Pedra, segui para o Chão da Forca e subi para Alcoutim, logo de seguida cheguei á Junceira.
Passada a Junceira continuei para Albergaria, Casal do Calvo, Rebaixia dos Tomés e Rebaixia dos Faustinos onde andei mesmo de noite a ver uns singles alguns sem saída.
Com a chuva que tem caído os caminhos já têm alguma água e em muitos lados os riachos já correm bem, e já dá para chegar a casa com o fato sujo de lama, já tinha saudades EHEHEHHE.
Continuando com a minha voltinha passei pelo meio da Cumeada entrei um pouco no alcatrão e fui ter ao Val da Cortiçada, Bela Vista, Vaquinhas Cimeiras e Outeiro das Colheres.
E para terminar desci até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha ao fim do dia de trabalho, são voltas pequenas mas sabem muito bem, e tive sorte que não choveu muito só caíram umas pinguinhas.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 12 de outubro de 2013
VOLTINHA DA CABIDELA
Já á algum tempo que não dava umas pedaladas á sexta feira mas desta vez calhou.
O Filipe tinha-me convidado para depois da voltinha irmos comer uma cabidela e provar o vinho novo que ele tinha trazido da terra dele, lá dos lados de Guimarães, tb se juntou a nós o Mário Manso.
A voltinha era curta era só para ganhar apetite para a cabidela, saímos da Sertã pelo mercado, descemos para a Ponte das Vinhas e subimos para a Zona Industrial.
Aqui o Filipe teve que se ir embora é que tinha um problema na válvula da roda de trás, estava a vazar e não dava para concertar, então lá foi acabar de fazer o petisco.
Eu e o Mário continuamos e passamos Alto da Carreira, Carnapete, Salgueiral, Quinta Nova e Casal D´Ordem onde andamos por uns singles até ao Val Cortiço.
Depois dos singles seguimos para a Ameixoeira, Tojal, Cabeçudo e na Fonte da Mata tb andamos a descobrir uns singles mas sem saída.
Voltamos a trás e seguimos para os Faleiros e entramos na estrada antiga até perto da Fonte Branca e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha.
Fomos até casa tomar banho e era hora de ir provar a bela da cabidela e o vinho lá do norte, passamos ali um bocadinho bem passado sempre com boa disposição, bebemos uns canecos e degustamos a boa cabidela que soube mesmo bem.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR
O Filipe tinha-me convidado para depois da voltinha irmos comer uma cabidela e provar o vinho novo que ele tinha trazido da terra dele, lá dos lados de Guimarães, tb se juntou a nós o Mário Manso.
A voltinha era curta era só para ganhar apetite para a cabidela, saímos da Sertã pelo mercado, descemos para a Ponte das Vinhas e subimos para a Zona Industrial.
Aqui o Filipe teve que se ir embora é que tinha um problema na válvula da roda de trás, estava a vazar e não dava para concertar, então lá foi acabar de fazer o petisco.
Eu e o Mário continuamos e passamos Alto da Carreira, Carnapete, Salgueiral, Quinta Nova e Casal D´Ordem onde andamos por uns singles até ao Val Cortiço.
Depois dos singles seguimos para a Ameixoeira, Tojal, Cabeçudo e na Fonte da Mata tb andamos a descobrir uns singles mas sem saída.
Voltamos a trás e seguimos para os Faleiros e entramos na estrada antiga até perto da Fonte Branca e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha.
Fomos até casa tomar banho e era hora de ir provar a bela da cabidela e o vinho lá do norte, passamos ali um bocadinho bem passado sempre com boa disposição, bebemos uns canecos e degustamos a boa cabidela que soube mesmo bem.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
RIBEIRA DO XICO
Como não se pode deixar de pedalar se não fico gordo, ontem fui dar umas pedaladas depois do trabalho ali para os lados da Ribeira do Xico, com os dias mais pequenos o sol já se vai embora mais cedo por isso não pode faltar a lanterna.
Sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro, passei ao lado da antiga lixeira e segui pelo caminho ao lado da Ribeira da Sertã.
Aqui o pessoal chama a estrada da Ribeira do Xico, onde existia um Moinho que devia de ser de algum homem chamado xico, só podia !!
Lá fui pedalando até que cheguei á Giesteira, continuei para os Calvos e mais umas pedaladas São Gião, aqui andei por uns singles bem porreiros, já não passava neles á algum tempo.
Continuei e fui ter á Lameira da Lagoa e Gravito, onde parei ao pé de um pessoal conhecido que estava a moer as uvas, e ali estive um pouco na conversa.
Mas com as horas a passar tinha que seguir caminho, continuei e passei Cruzeiro, Portela do Outeiro e Olival, aqui desci até á Fonte Branca, entrei no alcatrão e segui até á Sertã.
E assim foi mais uma pequena voltinha mas sempre com o mesmo objetivo, PEDALAR PARA DESCONTRAIR
Sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro, passei ao lado da antiga lixeira e segui pelo caminho ao lado da Ribeira da Sertã.
Aqui o pessoal chama a estrada da Ribeira do Xico, onde existia um Moinho que devia de ser de algum homem chamado xico, só podia !!
Lá fui pedalando até que cheguei á Giesteira, continuei para os Calvos e mais umas pedaladas São Gião, aqui andei por uns singles bem porreiros, já não passava neles á algum tempo.
Continuei e fui ter á Lameira da Lagoa e Gravito, onde parei ao pé de um pessoal conhecido que estava a moer as uvas, e ali estive um pouco na conversa.
Mas com as horas a passar tinha que seguir caminho, continuei e passei Cruzeiro, Portela do Outeiro e Olival, aqui desci até á Fonte Branca, entrei no alcatrão e segui até á Sertã.
E assim foi mais uma pequena voltinha mas sempre com o mesmo objetivo, PEDALAR PARA DESCONTRAIR
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
MALHADAL-AZENHA DO BARBEIRO
Ontem foi mais um domingo e mais uma voltinha pelo mato em solitário, tinha marcado uma voltinha para os lados do Malhadal e pela encosta da Serra do Picoto Rainho.
Sai de casa e como não podia faltar parei na Pastelaria Estrela Doce para tomar o cafézinho e o belo pastelinho de nata, segui depois na minha viatura até ao Malhadal.
Cheguei ao Malhadal encostei a viatura preparei as coisinhas e lá fui eu dar umas pedaladas.
Logo para começar entrei num single sempre ao lado da Ribeira onde não nos podemos distrair se não vamos ao banho, fui indo até um açude onde tive que molhar o pézinho, e a água estava fresquinha.
Passei o açude e continuei por um single até á aldeia da Cabrieira, passada a aldeia passei um pontão e segui por uma boa subida até perto da Castanheira Fundeira.
Já no alto era hora de descer, lá fui passar mais uma vez a Ribeira da Isna, desta vez não molhei o pézinho.
Passei a ribeira e lá tinha mais uma subida, nas calmas lá fui indo, um pouco mais a cima vi uma placa que dizia Azenha do Barbeiro e alterei a volta que tinha planeado.
Segui por um single pela encosta abaixo e fui ter á dita azenha, encontrei um sitio espetacular ali no meio do nada, fiquei de boca aberta com aquela queda de água pela encosta abaixo.
Ali a ribeira dá uma volta quase completa e o dono da azenha rasgou uma enorme rocha para aproveitar a água da ribeira para mover a sua azenha, e ali ficou uma espetacular cascata com perto de 10 mt de altura.
Só é pena não conservarem aquela sitio com os vários açudes ali ao redor faziam ali uma excelente praia fluvial, mas o dinheiro só vai para porcarias, muitas vezes mal gasto.
Depois de ali ter passado um bom bocado a ver os cantinhos todos tinha que seguir o meu caminho, com o trajeto alterado a partir dali era por orientação.
Passei um pontão onde só havia dois velhos carris de comboio, e lá me fiz a outra boa subida até ao Val da Lousa.
Já no alto parei para comer alguma coisa, tinha comprado um pão com chouriço na pastelaria e ali no meio da natureza sentei-me a apreciar a paisagem e ali comi o belo pão com cheouriço, soube que nem gingas.
Já mais composto segui e passei a aldeia do Val da Lousa, sempre a contornar a Serra do Picoto Rainho fui ter á Castanheira Cimeira.
Depois da Castanheira segui para a Ermida onde andei a explorar mais uns trilhos, muitos tive que voltar para trás, ganhei foi umas belas arranhadelas mas nada que não esteja habituado.
Com mais uns trilhos novos segui e desci novamente para o single que tinha passado no inicio da voltinha, feito o single até á Praia Fluvial do Malhadal dei uma volta pelas instalações e fui ter á minha viatura.
Arrumei a bike e o resto das coisinhas e regressei a casa bem satisfeito com mais uma voltinha bem catita por uns recantos bem bonitos.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Um pequeno vídeo da queda de água.
Sai de casa e como não podia faltar parei na Pastelaria Estrela Doce para tomar o cafézinho e o belo pastelinho de nata, segui depois na minha viatura até ao Malhadal.
Cheguei ao Malhadal encostei a viatura preparei as coisinhas e lá fui eu dar umas pedaladas.
Logo para começar entrei num single sempre ao lado da Ribeira onde não nos podemos distrair se não vamos ao banho, fui indo até um açude onde tive que molhar o pézinho, e a água estava fresquinha.
Passei o açude e continuei por um single até á aldeia da Cabrieira, passada a aldeia passei um pontão e segui por uma boa subida até perto da Castanheira Fundeira.
Já no alto era hora de descer, lá fui passar mais uma vez a Ribeira da Isna, desta vez não molhei o pézinho.
Passei a ribeira e lá tinha mais uma subida, nas calmas lá fui indo, um pouco mais a cima vi uma placa que dizia Azenha do Barbeiro e alterei a volta que tinha planeado.
Segui por um single pela encosta abaixo e fui ter á dita azenha, encontrei um sitio espetacular ali no meio do nada, fiquei de boca aberta com aquela queda de água pela encosta abaixo.
Ali a ribeira dá uma volta quase completa e o dono da azenha rasgou uma enorme rocha para aproveitar a água da ribeira para mover a sua azenha, e ali ficou uma espetacular cascata com perto de 10 mt de altura.
Só é pena não conservarem aquela sitio com os vários açudes ali ao redor faziam ali uma excelente praia fluvial, mas o dinheiro só vai para porcarias, muitas vezes mal gasto.
Depois de ali ter passado um bom bocado a ver os cantinhos todos tinha que seguir o meu caminho, com o trajeto alterado a partir dali era por orientação.
Passei um pontão onde só havia dois velhos carris de comboio, e lá me fiz a outra boa subida até ao Val da Lousa.
Já no alto parei para comer alguma coisa, tinha comprado um pão com chouriço na pastelaria e ali no meio da natureza sentei-me a apreciar a paisagem e ali comi o belo pão com cheouriço, soube que nem gingas.
Já mais composto segui e passei a aldeia do Val da Lousa, sempre a contornar a Serra do Picoto Rainho fui ter á Castanheira Cimeira.
Depois da Castanheira segui para a Ermida onde andei a explorar mais uns trilhos, muitos tive que voltar para trás, ganhei foi umas belas arranhadelas mas nada que não esteja habituado.
Com mais uns trilhos novos segui e desci novamente para o single que tinha passado no inicio da voltinha, feito o single até á Praia Fluvial do Malhadal dei uma volta pelas instalações e fui ter á minha viatura.
Arrumei a bike e o resto das coisinhas e regressei a casa bem satisfeito com mais uma voltinha bem catita por uns recantos bem bonitos.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Um pequeno vídeo da queda de água.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
PR DO SINGLE DA RIBEIRA GRANDE DA SERTÃ
Já á algum tempo que não dava umas pedaladas, não sei se era preguiça ou falta de tempo, mas muitas vezes o trabalho não deixa, e agora com os dias mais pequenos ainda pior mas tem que se pedalar para não perder o jeito.
Depois de um dia de trabalho lá fui eu dar umas pedaladas de btt, com as chuvas já apetece andar no meio do mato, o cheiro a terra molhada é uma maravilha e pedalar ao lado das ribeiras e ouvir a água a passar nas pedras é mesmo bom.
Sai da Sertã subi até ás escolas e desci para o Pego do Mouro, aqui tive que molhar o pézinho é que a ribeira já leva um pouco de água, entrei no PR da Ribeira Grande e lá fui indo sempre na margem da ribeira, ouvindo a águas e os passarinhos.
Em algumas partes temos que levar a bike ás costas, tem uns bocadinhos técnicos e não vale a pena arriscar, já por ali pedalei muitas vezes mas agora que aproveitaram para fazer um PR já está tudo mais limpinho dá mesmo gosto pedalar por ali, um PR das Aldeias de Xisto.
Entretanto lá cheguei á Aldeia da Ribeira Fundeira, passei a aldeia e fui ter á Aldeia da Ribeira Cimeira onde subi para o Casal da Estrada, subi mais um pouco e fui ter á estrada antiga que ia para Oleiros, passei num túnel e fui ter ao Val Porco.
segui depois sempre ao lado da estrada nova e passei Rompe Terra já perto da Sertã, á dias á conversa com uma pessoa que ali mora é que vim a saber o nome ali daquela zona, Rompe Terra um nome engraçado.
Mais uma pedaladas e entrei na Sertã, passei a Capela de Santo António e fui ter á fonte da Pinta, subi até ao mercado passei a rua do Castelo até ao Miradouro e desci para a Ponte dos Namorados, mais umas pedaladas e fui ter ao ponto de onde tinha partido.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Depois de um dia de trabalho lá fui eu dar umas pedaladas de btt, com as chuvas já apetece andar no meio do mato, o cheiro a terra molhada é uma maravilha e pedalar ao lado das ribeiras e ouvir a água a passar nas pedras é mesmo bom.
Sai da Sertã subi até ás escolas e desci para o Pego do Mouro, aqui tive que molhar o pézinho é que a ribeira já leva um pouco de água, entrei no PR da Ribeira Grande e lá fui indo sempre na margem da ribeira, ouvindo a águas e os passarinhos.
Em algumas partes temos que levar a bike ás costas, tem uns bocadinhos técnicos e não vale a pena arriscar, já por ali pedalei muitas vezes mas agora que aproveitaram para fazer um PR já está tudo mais limpinho dá mesmo gosto pedalar por ali, um PR das Aldeias de Xisto.
Entretanto lá cheguei á Aldeia da Ribeira Fundeira, passei a aldeia e fui ter á Aldeia da Ribeira Cimeira onde subi para o Casal da Estrada, subi mais um pouco e fui ter á estrada antiga que ia para Oleiros, passei num túnel e fui ter ao Val Porco.
segui depois sempre ao lado da estrada nova e passei Rompe Terra já perto da Sertã, á dias á conversa com uma pessoa que ali mora é que vim a saber o nome ali daquela zona, Rompe Terra um nome engraçado.
Mais uma pedaladas e entrei na Sertã, passei a Capela de Santo António e fui ter á fonte da Pinta, subi até ao mercado passei a rua do Castelo até ao Miradouro e desci para a Ponte dos Namorados, mais umas pedaladas e fui ter ao ponto de onde tinha partido.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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