terça-feira, 13 de dezembro de 2011

PARA OS LADOS DO MAXIAL E MACIEIRA

Mais um domingo mais umas pedaladas.
Ás 8h lá fui eu ter á Carvalha que é o ponto de encontro da malta das pedaladas.
Cheguei lá e já se encontravam dois colegas, bebi um cafézinho e entretanto chegaram mais dois colegas e estivemos a combinar para onde ir.
Depois de tudo pronto partimos, éramos cinco pedalantes o João Paulo, Eduardo, Diogo, Mário Manso e eu mesmo.
Saímos pelo cimo da vila até aos Bombeiros e passamos pelo Casalino São Fagundo, Casal da Estrada e descemos para a Aldeia Fundeira da Ribeira e Torneiras.
Nas Torneiras apanhamos uma boa subida para aquecer.
Chegados ao cimo seguimos para o Maxial.
No Maxial paramos numa tasca para beber alguma coisa, e vejam a nossa sorte que estava lá o padeiro a deixar uns pães com chouriço quentinhos, tivemos logo que morfar um cada um.
Depois de ter a barriga mais aconchegada seguimos, passamos por detrás da aldeia e descemos até á ribeira onde estive a ver o resumo das noticias.
Passamos para o outro lado e subimos até perto do Vilar da Carga.
Depois de ter descansado um pouco seguimos até perto da Carga onde fomos apanhar a subida do dia, foram mais de 5km sempre a subir até ao alto da Macieira.
Chegados ao alto era hora de regressar.
Seguindo o nosso caminho passamos pela Macieira e andamos a descobrir uns caminhos novos até ás Fontanheiras e Ribeira de Cilha onde encontramos um pessoal na matança do porco á moda antiga.
Um pouco mais á frente um colega já ia um pouco cansado e resolveu por a bike á venda EHEHEHEH.
Depois de feita a publicidade continuamos passando  pelo Vilar da Carga e seguimos até á Sertã e fomos parar na Carvalha para beber uma bebida e dar dois dedos de conversa.
E com isto tudo era hora de ir para casa ver do almoço que a barriga já estava a dar sinal. 
E assim foi mais uma voltinha com bons companheiros com o lema de sempre PEDALAR PARA DESCONTRAIR.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

VOLTA NO FERIADO

Hoje fui dar uma voltinha em solitário.
Sai de casa e fui ter á Carvalha para ver se havia alguém para me fazer companhia mas não apareceu ninguém.
Bebi um cafézinho e pus-me a andar.
Sai da Sertã pelo cimo da vila, passei ao lado da Foz da Valada e continuei até ao Val Porco onde andei a inventar um pouco.
Depois de ter andado no meio do mato com a bike ás costas lá consegui encontrar um caminho e desci até ao pé da ribeira do Amioso. 
Continuei a minha volta entrando no single ao lado da ribeira, mas este já está um pouco fechado, as silvas arranharam-me todo mas consegui passar.
Depois de ter chegado ao fim andei a ver outro caminho mas não tinha saída.
Continuei e cheguei há Carga um lugar onde só vivem duas pessoas, passei a ribeira e comecei a subir para Corga Cega e Amioso.
Passei o Amioso e era hora de atacar a subida ao cimo do Viseu e que subida bem boa para aquecer.
Chegado lá ao cimo estive a ver as paisagens, que ali do cimo dá para ver meio mundo.
Depois de regalar as vistas foi descer a boa velocidade até ao Viseu e mais á frente aos Verdelhos.
Continuando as minhas pedaladas passei ainda por Vale da Mó, Cimo do Ribeiro, Picoto, Serra de São Domingos, Aldeia Nova e mais há frente encontrei um sitio engraçado chamado Ribeiros da Vinha onde existe uma pequena quinta toda ela bem arranjadinha.
E fui andando já com direcção há Sertã que a hora do almoço já estava a chegar, mas passei ainda pela Serra do Pinheiro, Ribeira da Ferreira, Codiceira, Tapada, Carnapete e na Zona Industrial e entrei na Sertã pela Ponte das Vinhas.
Parei no café da Carvalha para beber alguma coisa e segui caminho até casa.

E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SINGLE DO BOSTELIM

Depois de uns domingos sem pedalar, lá voltei para mais umas pedaladas.
Sai de casa e fui ter ao ponto de encontro, mas como era cedo ainda ninguém por lá se encontrava.
Tinha combinado com o João Paulo no dia anterior, mas não lhe apeteceu.
Entretanto apareceu o Mário Manso e decidimos ir pedalar para os lados da Fundada.
Saímos da Sertã pela Venda da Pedra e subimos até á Junceira e continuamos até á Cumeada. 
Entramos então em terra e passamos ao fundo do Casal do Calvo, continuamos até ao Chão da Telha.
Descemos mais um pouco e chegamos á Barragem da Ribeira da Isna que nesta altura do ano e com o que choveu já tem uma boa quantidade de água.
Um pouco mais á frente existe uma ponte romana com o nome de Ponte do Charco, era a antiga ligação do concelho da Sertã com o concelho de Vila de Rei.
Ao passar a ponte apanhamos logo uma boa subida até ao Monte de Baixo, e Fundada onde paramos no café para comer alguma coisa.
Depois de ter a barriguinha mais composta seguimos em direção da Cabeça do Poço e descemos para a praia fluvial do Bostelim.
E foi ai que ouve uma coisa bem engraçada consegui andar sobre a água eheheheh.
Depois de estarmos ali um pouco entramos na Rota do Bostelim, um percurso que a camâra de Vila de Rei criou sempre junto da Ribeira do Bostelim e mais á frente onde a ribeira do Bostelim se encontra com a Ribeira da Isna.
Parte deste single track que vai até á Ponte da Várzeas carreiras tenho o orgulho de dizer que fui eu e mais uns colegas da Selindabtt que o descobrimos e o andamos a limpar já á alguns anos.
Durante este single existem vários moinhos muito antigos onde se moía o trigo e o milho para fazer pão e a boa broa de milho.
Alguns destes moinhos ainda estão em boas condições e outros já são só ruínas.
Continuando a nossa voltinha chegamos á ponte que dá ligação da Azinheira á Cabeça de Poço, e ali se encontra umas ruínas de umas casas antigas.
Fomos pedalando agora sempre junto da margem da Ribeira da Isna até chegarmos á Ponte das Várzeas Carreiras.
Ali naquela ponte juntam-se a Ribeira da Tamolha com a Ribeira da Isna.
Depois de ali estarmos um bocadito a ver a ribeira era hora de nos fazermos á subida até ao Chão da Telha.
Chegados ao Chão da Telha passamos pelo meio da aldeia e seguimos o nosso caminho.
Passando pela Rebaixia dos Faustinos e logo  a seguir Cumeada onde paramos no café das bombas para beber alguma coisa.
Depois de matar a sede era hora de ir para casa, e ir ver do almoçinho que a barriga já estava a dar horas.
E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.