Ainda esta semana não tinha pedalado, não tenho tido muita pachorra, o tempo está esquisito e tb por causa de alguma preguiça, mas hoje lá fui a mais uma voltinha ao raiar do dia.
Sai de casa fui até á Portela dos Bezerrins e continuei pela estrada antiga que liga Proença a Nova, passei Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.
Passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna e lá fui subia acima até ao Carvalhal, um pouco mais á frente cortei á direita para as Cimadas.
Passei Cimadas Cimeiras e entrei no concelho de Mação, hoje a voltinha tb foi por outro concelho.
Mais umas pedaladas e passei Vales, Carrascal, a bela aldeia da Chaveira, São Bento e Portela dos Colos.
Já não passava aqui nas minhas voltinhas há algum tempo, agora com os dias maiores já da para esticar as voltinhas, passar sempre pelas mesmas estradas tb cansa.
Na Portela dos Colos cortei á direita e desci até á Ponte dos Três Concelhos, a estrada não está grande coisa, está um pouco esburacada, mas lá cheguei á ponte.
Depois da ponte vinha o pior uma boa subida até perto do Sambal, nas calmas lá fui subindo, passei ao lado do Sambal e cheguei ás Sarnadas, aqui já era mais a direito até ao Marmeleiro.
Passei o Marmeleiro e desci para o Vale Godinho, continuei pelas Vaquinhas Fundeiras, Vaquinhas Cimeiras, Outeiro das Colheres e desci para a Mougueira onde cheguei com mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 20 de março de 2015
domingo, 15 de março de 2015
SENHORA DA CONFIANÇA
Este domingo fui dar uma voltinha de fininha na companhia do Gonçalo Farinha, o Gonçalo já anda de fininha há algum tempo, mas nunca tinha tido a companhia dele, mas hoje foi o dia, a voltinha tinha que ser curta tinha que estar em casa cedo por causa de compromissos familiares.
Tínhamos combinado o ponto de encontro na Pastelaria Estrela Doce para o cafézinho, cheguei lá e entretanto lá chegou ele, preparado para a voltinha, bebemos o cafézinho e fizemo-nos á estrada.
Saímos da Sertã e foi logo a subir até São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira e Aveleira, já mais a direito lá fomos pedalando pela Tapada, Val Cortiço, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Casal da Escusa, Ramalhos, Amieira, Vale da Froca, Painho e Pedrogão Pequeno.
Aqui decidimos ir até ao Alto da Senhora da Confiança, tem uma subida bem jeitosa, mas nas calmas lá fomos até á Igreja, demos a volta e descemos até Pedrogão Pequeno novamente.
Ao pé do Cemitério seguimos para o Casal Novo e Viseu, mais uma subida chegamos ao alto da Marinha de Vale Carvalho, cortamos á direita e fomos até ao Amioso, um pouco mais á frente decidimos ir pela esquerda em direção do Vilar da Carga.
Com algumas boas descidas e boas subidas chegamos ao Vilar, descemos para a ponte onde passa a Ribeira do Amioso, depois da ponte é que vinha o pior, uma bela subida até á estrada antiga que liga Sertã a Oleiros, com o peito cheio de ar lá fomos, já no alto já estávamos safos das subidas por hoje, continuamos pela estrada antiga e passamos Casal da Estrada, Casalinho de São Fagundo e entramos na Sertã pelos Bombeiros, descemos ao lado da Câmara Municipal e na bela Rua do Vale.
Fomos até ao ponto de partida, bebemos uma bebida na pastelaria e ali estivemos um pouco na conversa, ele foi ao seu destino e eu subi até á Mougueira com mais uma bela voltinha, curta mas com uma excelente companhia e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Tínhamos combinado o ponto de encontro na Pastelaria Estrela Doce para o cafézinho, cheguei lá e entretanto lá chegou ele, preparado para a voltinha, bebemos o cafézinho e fizemo-nos á estrada.
Saímos da Sertã e foi logo a subir até São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira e Aveleira, já mais a direito lá fomos pedalando pela Tapada, Val Cortiço, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Casal da Escusa, Ramalhos, Amieira, Vale da Froca, Painho e Pedrogão Pequeno.
Aqui decidimos ir até ao Alto da Senhora da Confiança, tem uma subida bem jeitosa, mas nas calmas lá fomos até á Igreja, demos a volta e descemos até Pedrogão Pequeno novamente.
Ao pé do Cemitério seguimos para o Casal Novo e Viseu, mais uma subida chegamos ao alto da Marinha de Vale Carvalho, cortamos á direita e fomos até ao Amioso, um pouco mais á frente decidimos ir pela esquerda em direção do Vilar da Carga.
Com algumas boas descidas e boas subidas chegamos ao Vilar, descemos para a ponte onde passa a Ribeira do Amioso, depois da ponte é que vinha o pior, uma bela subida até á estrada antiga que liga Sertã a Oleiros, com o peito cheio de ar lá fomos, já no alto já estávamos safos das subidas por hoje, continuamos pela estrada antiga e passamos Casal da Estrada, Casalinho de São Fagundo e entramos na Sertã pelos Bombeiros, descemos ao lado da Câmara Municipal e na bela Rua do Vale.
Fomos até ao ponto de partida, bebemos uma bebida na pastelaria e ali estivemos um pouco na conversa, ele foi ao seu destino e eu subi até á Mougueira com mais uma bela voltinha, curta mas com uma excelente companhia e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 11 de março de 2015
MOINHOS DA SERRA DA LONGRA
Hoje lá fui dar mais umas pedaladas ao romper do dia.
Como é hábito tenho ido de fininha mas hoje quando cheguei ao pé dela tinha o pneu da frente com falta de ar, estava mesmo vazio, planos trocados, peguei na roda grossa e lá segui para mais umas pedaladas.
Os dias estão quentinhos durante o dia mas de manhãzinha está bem fresquinho, hoje estava muito nevoeiro e as temperaturas um pouco baixas, fui pedalar para aquecer.
Sai de casa e segui até á Portela dos Bezerrins, cortei á esquerda para Poiares, entrei na terra por um caminho ao lado do IC 8 até perto do Moinho do Cabo, passei por baixo do IC 8 e continuei para a Póvoa da Várzea.
Passada a Póvoa desci para o Lagar das Ribeiras, passei o pontão para o outro lado da Ribeira da Tamolha e fui até ao Outeiro da Várzea, continuei por um caminho que já não passava lá á algum tempo e fui ter perto do Vale da Junça.
A manhã estava ficar mesmo boa, o solinho a nascer lá detrás da serra, uma maravilha, continuei depois até ao Pereiro e Vale do Pereiro, aqui pensei em ir até ao alto da Serra da Longra ver os moinhos.
Lá fui pedalando até ao primeiro moinho, e pelo cume da serra cheguei ao segundo moinho.
Desci até ao Marmeleiro e Val Godinho, mais uma subida até ás Vaquinhas Fundeiras e Outeiro das Colheres.
Como ainda tinha tempo fui dar uma espreitadela á vila no miradouro da Bela Vista, a vila da Sertã estava coberta com um belo manto de neveiro.
Depois da foto continuei até ás Ladeiras e Montinho, mais umas pedaladas e cheguei á Mougueira com mais uma bela voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Como é hábito tenho ido de fininha mas hoje quando cheguei ao pé dela tinha o pneu da frente com falta de ar, estava mesmo vazio, planos trocados, peguei na roda grossa e lá segui para mais umas pedaladas.
Os dias estão quentinhos durante o dia mas de manhãzinha está bem fresquinho, hoje estava muito nevoeiro e as temperaturas um pouco baixas, fui pedalar para aquecer.
Sai de casa e segui até á Portela dos Bezerrins, cortei á esquerda para Poiares, entrei na terra por um caminho ao lado do IC 8 até perto do Moinho do Cabo, passei por baixo do IC 8 e continuei para a Póvoa da Várzea.
Passada a Póvoa desci para o Lagar das Ribeiras, passei o pontão para o outro lado da Ribeira da Tamolha e fui até ao Outeiro da Várzea, continuei por um caminho que já não passava lá á algum tempo e fui ter perto do Vale da Junça.
A manhã estava ficar mesmo boa, o solinho a nascer lá detrás da serra, uma maravilha, continuei depois até ao Pereiro e Vale do Pereiro, aqui pensei em ir até ao alto da Serra da Longra ver os moinhos.
Lá fui pedalando até ao primeiro moinho, e pelo cume da serra cheguei ao segundo moinho.
Desci até ao Marmeleiro e Val Godinho, mais uma subida até ás Vaquinhas Fundeiras e Outeiro das Colheres.
Como ainda tinha tempo fui dar uma espreitadela á vila no miradouro da Bela Vista, a vila da Sertã estava coberta com um belo manto de neveiro.
Depois da foto continuei até ás Ladeiras e Montinho, mais umas pedaladas e cheguei á Mougueira com mais uma bela voltinha pela fresca.
segunda-feira, 9 de março de 2015
MONTE DO COLCURINHO
Mais um domingo e mais uma voltinha com a fininha, desta vez fui dar uma vista de olhos lá para os lados do Monte do Colcurinho.
Tinha planeado começar a voltinha na Vila da Pampilhosa da Serra, começava a subir e acabar a descer, era para não doer tanto.
Cedinho me levantei fui bater na porta da Pastelaria Estrela Doce que ainda estava fechada mas para clientes habituais faz-se uma favorzinho, café e pastelinho de nata na barriga segui na minha viatura até á Pampilhosa da Serra.
Encostei a carrinha no parque á entrada da vila, preparei as coisinhas e lá me fiz a mais uma voltinha.
Para abrir o apetite foi logo a subir pela Nacional 112, com o tempo fresquinho logo pela manhã fui indo sem grandes pressas porque tinha o dia por minha conta e ainda tinha uns kms e umas boas subidas pela frente.
Por umas belas curvinhas lá fui subindo até Sancha Moura, Brejas do Gavião, Sobral do Gavião, Selada da Cova e Portela do Armadouro a terra do conhecido Toni Carreira.
Já safo da primeira subida segui para a bela Barragem de Santa Luzia, que bela albufeira, uma bonita panorâmica.
Tirada a foto para mais tarde recordar continuei para Casal da Lapa, depois do Casal da Lapa mais um pouco de subida para a Portela de Unhais.
Da Portela de Unhais até Unhais o Velho é uma boa descida e a boa velocidade depressa lá cheguei, a descer é bem mais rápido.
Passei Unhais o Velho e uma pouco mais á frente segui pela direita e toca a subir mais uma vez, lá fui indo nas calmas pela encosta fora.
Lá no cimo era hora de descansar e de usufruir de mais umas belas paisagens, depois de umas fotos segui e agora mais a rolar e a descer cheguei á Covanca.
Passei a Covanca e desci mais uma pouco para o Celadinho, aqui passa o Rio Ceira neste bonito vale, com umas belas curvas e umas belas quedas de água.
Sem grandes dificuldades depressa cheguei á aldeia da Fornea, desta aldeia não tenho boas recordações, ficou-me bem na memória quando aqui passei no GR 22 já á uns bons anos e sabia o que me esperava, uma subida daquelas bem boas.
Enchi os pulmões e lá fui indo subida fora até ao alto, cheguei ao alto e mais uma subida feita, mais uma que ficou para trás.
Desci um pouco até ao alto do Pião e continuei por uma estradinha sempre á meia encosta com uma brutal paisagem das aldeias no vales da bonita Serra do Açor.
Uns kms mais á frente encontrei uma placa que dizia Monte do Colcurinho e Nossa Senhora das Necessidades e era mesmo para aqui que tinha de ir, mesmo no cruzamento estava uma fonte com água fresquinha, atestei o bidon e lá fui ganhar altitude.
Uma estradinha que no inicio não estava grande coisa o alcatrão meio estragado mas umas curvas mais á frente entrei em alcatrão bom, um piso espetacular.
Lá fui indo até uma curva mais inclinada com uma pendente bem engraçada, aqui tive que serrar os dentes e fincar os pés nos pedais com garra, não foi fácil mas consegui fazer aquele bocadinho mais complicado.
Mais umas curvinhas e mais umas pedaladas cheguei ao Monte do Colcurinho, quando cheguei deparei-me com uma brutal panorâmica ali ao redor, as fotos não dizem nem um terço do que os olhos conseguem alcançar.
Ali estive um bom bocado a regalar as vistas com as paisagens, o bonita Serra da Estrela com alguma neve e muitas serras ali ao redor, um espectáculo.
Com as horas a passar tinha que seguir caminho, ainda tinha que galgar algumas serras até chegar ao carro.
Agora a descer lá fui com cuidado é que a descida era manhosa, cheguei á estrada nacional e fiz o trajecto agora inverso até ao Alto do Pião e a sua bela fonte com um pião desenhado na parede da fonte.
Tirei umas fotos e segui até perto da Relva Velha onde se vê a bela Mata da Margaraça vista lá do alto.
Continuei e mais umas pedaladas desci para a aldeia da Castanheira e Porto da Balsa, aqui tive que saltar uns montes de terra de uma enxurrada do Rio Ceira.
Passada a dificuldade continuei e mais uma vez a subir passei a Barragem do Alto Ceira e cheguei á Covanca, continuei a subir e já no alto era descer até perto de Unhais o Velho.
Ao fundo cortei á direita para a Malhada do Rei, Vidual de Cima e Vidual de Baixo sempre com a Barragem de Santa Luzia a fazer-me companhia.
Parei para tirar uma foto ao paredão da barragem e continuei para o Cabril, Sobral Valado e para terminar cheguei á Pampilhosa da Serra de onde tinha saído á umas horas a trás.
Cheguei com uma bela voltinha de fininha e um belo amasso no cortiço, foi uma voltinha durinha mas espetacular, por boas estradinhas, vistas espetaculares do melhor que se pode ter, arrumei a bike e foi até ao café Bar`il para comer alguma coisa é que a barriga estava um pouco vazia.
Uma bela sandocha e uma bjeca fresquinha caíram que nem ginjas, com a barriga mais composta regressei á Sertã depois de mais uma voltinha de fininha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Tinha planeado começar a voltinha na Vila da Pampilhosa da Serra, começava a subir e acabar a descer, era para não doer tanto.
Cedinho me levantei fui bater na porta da Pastelaria Estrela Doce que ainda estava fechada mas para clientes habituais faz-se uma favorzinho, café e pastelinho de nata na barriga segui na minha viatura até á Pampilhosa da Serra.
Encostei a carrinha no parque á entrada da vila, preparei as coisinhas e lá me fiz a mais uma voltinha.
Para abrir o apetite foi logo a subir pela Nacional 112, com o tempo fresquinho logo pela manhã fui indo sem grandes pressas porque tinha o dia por minha conta e ainda tinha uns kms e umas boas subidas pela frente.
Por umas belas curvinhas lá fui subindo até Sancha Moura, Brejas do Gavião, Sobral do Gavião, Selada da Cova e Portela do Armadouro a terra do conhecido Toni Carreira.
Já safo da primeira subida segui para a bela Barragem de Santa Luzia, que bela albufeira, uma bonita panorâmica.
Tirada a foto para mais tarde recordar continuei para Casal da Lapa, depois do Casal da Lapa mais um pouco de subida para a Portela de Unhais.
Da Portela de Unhais até Unhais o Velho é uma boa descida e a boa velocidade depressa lá cheguei, a descer é bem mais rápido.
Passei Unhais o Velho e uma pouco mais á frente segui pela direita e toca a subir mais uma vez, lá fui indo nas calmas pela encosta fora.
Lá no cimo era hora de descansar e de usufruir de mais umas belas paisagens, depois de umas fotos segui e agora mais a rolar e a descer cheguei á Covanca.
Passei a Covanca e desci mais uma pouco para o Celadinho, aqui passa o Rio Ceira neste bonito vale, com umas belas curvas e umas belas quedas de água.
Sem grandes dificuldades depressa cheguei á aldeia da Fornea, desta aldeia não tenho boas recordações, ficou-me bem na memória quando aqui passei no GR 22 já á uns bons anos e sabia o que me esperava, uma subida daquelas bem boas.
Enchi os pulmões e lá fui indo subida fora até ao alto, cheguei ao alto e mais uma subida feita, mais uma que ficou para trás.
Desci um pouco até ao alto do Pião e continuei por uma estradinha sempre á meia encosta com uma brutal paisagem das aldeias no vales da bonita Serra do Açor.
Uns kms mais á frente encontrei uma placa que dizia Monte do Colcurinho e Nossa Senhora das Necessidades e era mesmo para aqui que tinha de ir, mesmo no cruzamento estava uma fonte com água fresquinha, atestei o bidon e lá fui ganhar altitude.
Uma estradinha que no inicio não estava grande coisa o alcatrão meio estragado mas umas curvas mais á frente entrei em alcatrão bom, um piso espetacular.
Lá fui indo até uma curva mais inclinada com uma pendente bem engraçada, aqui tive que serrar os dentes e fincar os pés nos pedais com garra, não foi fácil mas consegui fazer aquele bocadinho mais complicado.
Mais umas curvinhas e mais umas pedaladas cheguei ao Monte do Colcurinho, quando cheguei deparei-me com uma brutal panorâmica ali ao redor, as fotos não dizem nem um terço do que os olhos conseguem alcançar.
Ali estive um bom bocado a regalar as vistas com as paisagens, o bonita Serra da Estrela com alguma neve e muitas serras ali ao redor, um espectáculo.
Com as horas a passar tinha que seguir caminho, ainda tinha que galgar algumas serras até chegar ao carro.
Agora a descer lá fui com cuidado é que a descida era manhosa, cheguei á estrada nacional e fiz o trajecto agora inverso até ao Alto do Pião e a sua bela fonte com um pião desenhado na parede da fonte.
Tirei umas fotos e segui até perto da Relva Velha onde se vê a bela Mata da Margaraça vista lá do alto.
Continuei e mais umas pedaladas desci para a aldeia da Castanheira e Porto da Balsa, aqui tive que saltar uns montes de terra de uma enxurrada do Rio Ceira.
Passada a dificuldade continuei e mais uma vez a subir passei a Barragem do Alto Ceira e cheguei á Covanca, continuei a subir e já no alto era descer até perto de Unhais o Velho.
Ao fundo cortei á direita para a Malhada do Rei, Vidual de Cima e Vidual de Baixo sempre com a Barragem de Santa Luzia a fazer-me companhia.
Parei para tirar uma foto ao paredão da barragem e continuei para o Cabril, Sobral Valado e para terminar cheguei á Pampilhosa da Serra de onde tinha saído á umas horas a trás.
Cheguei com uma bela voltinha de fininha e um belo amasso no cortiço, foi uma voltinha durinha mas espetacular, por boas estradinhas, vistas espetaculares do melhor que se pode ter, arrumei a bike e foi até ao café Bar`il para comer alguma coisa é que a barriga estava um pouco vazia.
Uma bela sandocha e uma bjeca fresquinha caíram que nem ginjas, com a barriga mais composta regressei á Sertã depois de mais uma voltinha de fininha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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