domingo, 22 de junho de 2014

SERTÃ-FÁTIMA-SERTÃ

Neste segundo dia de verão foi dia de voltinha, mas foi uma voltinha em que apanhei pelo menos três molhas, onde anda o raio do verão, anda muito envergonhado.

Sai de casa e desci até á Pastelaria Estrela Doce para o cafézinho, e como não podia faltar o pastelinho de nata, ingerir calorias que a voltinha era das boas.

Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha e Fonte Branca, lá fui pedalando e cantando sozinho porque não arranjei companheiro para a volta, fui passando Faleiros, Porto da Cruz, Alto Ventoso, em Cernache segui pela direita e desci a Milheirós, Moinho de Vento e Barragem da Bouçã.

Parei na ponte para tirar uma foto mas o tempo estava todo enublado, continuei pelo Corsico, Maravil, Bairrada e Figueiró dos Vinhos, desta vez não parei na pastelaria ainda ia atestado, segui pela esquerda e desci até Enchecamas, Aldeia de Alge e Foz de Alge.

Era só pessoal a meter os barcos na água, ia tudo para a pesca, segui depois sempre ao lado da Albufeira da Barragem de Castelo de Bode e passei, Valbom, Casalinho de Santana, depois do Casalinho era subir até á Ribeira do Bráz, Lameirão e Portela do Bráz.
Aqui já estava safo de mais uma subida, continuei e passei pela Amieira, Cabaços, Pussos, Portela das Feiteiras, Carrasqueiras, Zambujal, Sobral Chão, Venda do Preto, Aldeia da Serra, Várzea do Bispo e Freixianda.



Aqui parei numa pastelaria para comer alguma coisa, uma tartezinha de nata, um suminho e um café para aconchegar, baterias carregadas para mais uns kms, lá fui e segui por uma estrada onde passo para ir buscar material para a minha loja, quando ali passo imagino que é uma estrada fixe para pedalar, e hoje foi o dia de experimentar.

Passada a rotunda da Perucha segui pela direita e lá fui passando Besteiros, Camarões, Reca, Fárrio, Mata, Vale da Meda, Cartaria, Albergaria dos Doze, Eguins, Couções e Memória.

Aqui foi onde começou a primeira molha do dia, sem impermeável ia ser bonito, mas que se lixe depois de molhado molhado ficava eeheheeheh, com as pingas a cair fui passando Cerrada, Caranguejeira, Casal da Cruz, Caldelas, Chão do Pisco, Casal Vermelho, Olivais, Pedrome, Loureira e cheguei ao Santuário.

Dei uma espreitadela ao Santuário onde estava a começar a missa, tb encontrei muita malte de bike que estava a chegar da sua peregrinação, ali estive um bocadinho, mas com as horas a passar tinha que seguir, é ainda tinha que regressar á Sertã.
Segui e fui ter á Rotunda dos Pastorinhos, passei na vila de Fátima e desci por uma estrada onde nunca tinha passado de bike, desci ao Casal Novo e São Sebastião, a partir daqui a estrada já não era novidade para mim, já sabia onde estavam as subidas mais difíceis.


Tinha pensado ir comer alguma coisa em Tomar mas em Ourem vi uma pastelaria que me despertou a atenção e foi ai que estacionei a bike, fui comer alguma coisa, é que as calorias já iam baixas ehehehheh.

Entrei na Pastelaria Veneza e olhei para a vitrina vi tanta coisa que a minha vontade era comer um de cada mas não era capaz eheehheheheh,  optei por uma sandoxa mista e uma coca cola, e claro um cafézinho.


Com a barriga já atestada meti-me novamente á estrada, passei a Cidade de Ourem e lá fui pedalando, passei Lagarinhos, Alcaidaria, Alburitel, Furadouro, Vale dos Ovos, Chão das Maçãs, Carregueiros, Casal das Sortes e Tomar.

Passei a cidade de Tomar e vi muito pessoal nas esplanadas a beber o seu cafézinho, parei só para tirar umas fotos e segui é que as nuvens já lá vinham um bocadinho negras, era sinal de mais uma molha.
Depois de Tomar passei Gorduchas, Alvito, Calçadas, Casal dos Muros, Pintado, Feiteira, Alviobeira, aqui foi mais umas boas pigas a cair em cima do costado, era para arrefecer eheheheehe.


Com a chuva a teimar em não passar lá fui pedalando, passei Portela da Nexebra, Salgueiral, Regueiras, Água Todo o Ano, Lamaceiros e Ferreira do Zêzere, aqui a chuva já amaino um pouco, deu uma folguinha.

Agora tinha que enxugar a roupinha, lá passei Venda da Serra, Águas Belas, Casalinho, Bela Vista, Besteiras, Vales e numa descida a boa velocidade depressa cheguei ao Vale Serrão.


Parei mais uma vez para comer alguma coisa no café das Bombas, aquilo era um corrupio desgraçado, tanta gente ainda a almoçar, uma tremenda confusão, lá pedi um bolicao e um sumo para me despachar.

Com a papinha já ingerida lá segui, e reparei que vinham lá umas nuvens negras, sinal de mais uma molha, pensei cum catano outra, lá terá que ser, desci até á ponte do Vale da Ursa e comecei a ultima grande subida do dia, um puco mais á frente lá veio mias umas pingas, mais uma para a coleção...

Já na Portela da Oliveira e com a subida já feita, agora era mais rolante, passei Casal Madalena, Roda do Cabeço, Ramal da Quintã e Cernache do Bonjardim, aqui a chuva já era mais fraquinha, era hora de dar mais ao pedal para despachar.
De Cernache até á Sertã não tem subidas é só a direito a descer por isso a que dar ao canelo para não apanhar mais chuva, passei Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros e num estante cheguei á Sertã, entre novamente pela Fonte Branca e Rotunda da Eirinha.


Pouca gente se via na rua estava para chover outra vez e não estava lá muito bom para andar a passear, passada a vila subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira com mais uma boa voltinha, foram mais de duas centenas de km e três molhas, mas uma voltinha muito boa.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.

sábado, 21 de junho de 2014

LAXE-COSTA DE CAMBRE-MERA

Mais um dia de aventura e mais uma molha, não estávamos mesmo com sorte com respeito á chuva, não nos dava um dia de descanso, para correr bem tínhamos que apanhar uma molha, mas nada que nos mete-se medo.

Acordamos arrumamos a trouxa e fomos até ao café do Manolo para tomar o pequeno almoço, umas torradinhas de pão caseiro e uma caneca de café com leite para começar bem o dia de pedaladas.

Saímos de Laxe pelo passadiço ao lado da Ensenada de Lage tb conhecida de Praia de Laxe, entramos no alcatrão e para aquecer fomos passando,  Cabo de Area, A Cruz de Cabalo, Taboído, Os Castros e um pouco mais á frente em As Grelhas seguimos pelo passeio marítimo sempre á beira da Ria de Corme.


Lá fomos pedalando e mirando as belas paisagens sempre á beira mar, forma uns belos km de marginal, passamos A Carballa, Balado, Aspera, e em Neaño seguimos novamente por alcatrão.


Passamos Ponteceso de Cabana e Ponteceso, passamos o Rio Anllóns e seguimos por umas estradinhas agrícolas.
Fomos indo e fomos passando Cospindo, A Brixería, Carballido, As Gurichas, Brantuas de Abaixo, Casas da Espereira, Brantuas de Arriba, O Miñón, Vila Nova de Santiso e chegamos a Malpica de Bergantiños.


Descemos até ao Porto Maritimo, uma vila que fica ao pé do mar mas tem uma boa descida até ao Porto, demos uma voltinha para ver os barquinhos, tirada a foto para mais tarde recordar seguimos por uma valente subida pelo meio da vila.

Chegamos ao cimo e dali tínhamos umas fantásticas vistas da Costa Marítima, mais umas pedaladas e seguimos pela Ruta dos Pinos e do Mar, logo para começar um belo single pelo meio de um matagal.

Cada pedalada que dávamos mais contentes ficávamos com a beleza dos trilhos, uma vezes pela beira mar outras que mais parecíamos estar na montanha, era uma floresta autentica, só pinhal.

Descemos um pouco até perto da água, depois seguimos até á Praia de Riás e encontramos uns trilhos daqueles que temos sofrer um pouco, trilhos que tivemos que empurrar a bike por um caminho que mais perecia um parede.
Dificuldade passada mas não ficava por aqui, até á Praia de Razo encontramos mais umas poucas surpresas pelo caminho, mas nada que nos tira-se a alegria das pedaladas.


Na Praia Do Razo paramos para comer e beber alguma coisa, é que a barriga já vinha a dar sinal e com barriga vazia não dá, mais um belo Bocadillo de Omelete, umas cañas e uma boa fatia de tarte de amêndoa já reforçamos a energia para mais umas pedaladas.


Passamos por Arnados para um pouco mais á frente seguirmos por um fantástico trilho ao lado da Lagoa de Baldio, aquilo é um espetáculo, passamos uma ponte e seguimos por um single pelo meio do mar, dividia a Lagoa do mar.
Foi brutal aquele bocadinho ali, mais á frente passamos outra ponte e fomos ter á Praia do Baldio, continuamos por mais um belo single á beira do mar e passamos a Praia de Arnela.

Aqui mais uma vez seguimos por um belo single á beira mar, um single com algumas pedras, tínhamos que ter atenção se não íamos ter ao mar, mais á frente encontramos a praia de Cayon que é muito movimentada pela malta do Surf.
Sempre numa pedalada descontraída lá fomos indo e absorvendo as belas paisagens até á Praia da Barrañán, um pouco mais á frente entramos no Paseo Marítimo de Arteixo, sempre com os olhos postos nas espetaculares paisagens entramos na ciclovia da Cidade da Coruña.

Aquilo é um espectáculo, montes de pessoas a caminhar e a correr, estávamos sempre a parar para clicar as nossas digitais, cada imagem era bonita para uma foto.

Para passar a cidade da Coruña foram mais de 2 horas, aquilo é mesmo grande, passamos a binita Torre de Hercules, os Menhires, um monumento aos Fuzilados Franquiesmo.


Mais á frente encontramos umas obras e andamos uma pouco ás aranhas para dar com o caminho, lá demos com o caminho e toca a seguir, passamos Perillo, Porto de Santa Cruz, Aguieira, Breixo, Cabreira, e Mera onde optamos por arranjar onde pernoitar.

Andamos á procura mas nada, uma zona com muitas praias mas nada de alojamentos, perguntas para um lado perguntas para outros lá fomos ter a um parque de campismo perto da Praia de Cirro.

Alugamos um bungalow, o pior foi para jantar a cozinheira do parque estava de folga, tivemos que ir ver de alguma coisa a outro lado.

Tomamos um banhinho, tiramos os alforges das bikes porque tínhamos que nos deslocar uns km para ir ver de comidinha, o primeiro restaurante onde paramos não tinha pão, diz que só tinha pão á hora do almoço, se queríamos comer uns Bocadillos tinha que haver pão, por isso lá seguimos á procura de outro sitio.

Encontramos um que tinha o bem dito pão mas não foi preciso a senhora bem simpática arranjou-nos um raxo que caiu que nem uma luva, e com umas cañas fresquinhas uii uiii, para terminar uma fatia de tarte de amêndoa e um cafézinho, ficamos aviados para a etapa do dia seguinte.

Lá regressamos aos aposentos para descansar o cortiço, para mais um dia de aventura.

E assim foi mais uma etapa da aventura Mano a Mano sempre com o mesmo lema DESFRUTAR E PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


              Aqui ficam mais algumas fotos.


sexta-feira, 20 de junho de 2014

VALE JUNQUEIRO-BAILÃO

Já á alguns dias que não dava a minha voltinha logo pela fresca mas hoje lá teve que ser, os dias estão mais fresquinhos o sol anda meio envergonhado nem parece primavera.

Sai de casa e mais uma vez segui pela Portela dos Bezerrins, cortei á direita e lá fui pedalando e passando Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras, Bela Vista, passei perto da Junceira e fui até á Cumeada.


Na Cumeada segui com o sol já a espreitar por entre umas nuvens, sempre numa pedalada descontraída passei Castanheiro Grande, Casal dos Gafos, Valongo, segui depois pela direita para a Rolã, e a boa velocidade depressa cheguei á Ponte das Cabras.

Cheguei á ponte e lá fui nas calmas subida acima até ao Vale Junqueiro, com a subida já esfolada segui pela Felgaria, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim, passei ao lado das Piscinas e segui pelo meia da vila já com algum movimento.

Segui pela reta passei Vale da Lata e antes de entrar na estrada nova fiz uma paragem para provar umas belas nesperas que estavam docinhas e fresquinhas, caíram  mesmo bem, entrei depois na estrada nova até ao Vale Cortiço, segui pelo Casalinho, Casal Cotelo, Carpinteiro, Bailão, Cabeçudo e Faleiros.
Como ainda tinha tempo nos Faleiros segui para o Gravito, Lameira da Lagoa, Outeiro da Lagoa, Olival, Alto do Boeiro, entrei na Sertã na Rotunda da Eirinha, subi até São João do Couto e vim ter á paragem dos Táxis, hoje como é dia de mercado na Sertã já se via muito movimento pela vila.

Passada a vila subi pelo Montinho e subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma boa voltinha pela fresca e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.