sexta-feira, 9 de maio de 2014

ZANGARIA-CODICEIRINHA

Mais uma ficha e mais uma voltinha, esta semana só tinha andado na segunda feira, o corpo já estava a pedir umas pedaladas por isso hoje lá fui dar umas pedaladas bem cedinho.

Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, cortei á direita para o Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e fui ter á Bela Vista.

Entrei na estrada Nacional 2 até á Cumeada, segui depois para Castanheiro Grande, Valongo, Rolã, Casalinho, Atalaia e na Tira cortei á direita para a Ponte dos Cavalos.

Descida rápida até á ponte e subida nas calmas até aos Escudeiros, Louriceira e Quintã, segui depois para a Zangaria que por acaso não me zanguei com ninguém pois ainda estava tudo a dormir ehehehehh.

Continuei para a Calvaria, Porto do Carro, Souto Novo e Cernache do Bonjardim, passei depois Alto Ventoso e entrei na estrada nova até Malpica, continuei para a Codiceira, Codiceirinha, Aldeia de João da Tira e Tapada.
Continuando com a minha voltinha segui pela Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.

Passei a vila e lá fiz a ultima subida até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha bem cedinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 5 de maio de 2014

PORTO DO FUSOS-PÓVOA DA RIBEIRA CERDEIRA

Ontem foi dia de compromissos familiares e não deu para ir pedalar, por isso hoje bem cedinho lá fui dar uma voltinha.


Sai de casa passei na Sertã, na Rotunda da Eirinha segui em direção do Boeiro, com o tempo mesmo agradável logo cedo para umas pedaladas até é uma crime ficar a dormir.

Depois do Boeiro segui e passei, Olival, Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Val Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.


Em Cernache já se via algum transito, segui depois para  Roda do Cabeço, Casal Madalena, Portela das Oliveiras e um pouco mais á frente cortei á direita para Brejo Cimeiro e Porto dos Fusos, com mais uma subidinha passei ao lado de São Macário para mais á frente seguir para Roda da Estrada, Póvoa e novamente Cernache do Bonjardim.
Passei depois a rotunda e segui em  direção de Milheirós, Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Val Cortiço, entrei na estrada nova até ao Porto da Cruz, desci aos Faleiros e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.

Passei a vila e subi até ao Montinho e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira com mais uma voltinha pela fresca.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

ALTO DO CAVALO-FRAZUMEIRA

Ontem foi feriado mas só para alguns, cá para mim foi dia de trabalho mas só da parte da manhã, já na parte da tarde foi dia de dar trabalho aos pedais da minha fininha por mais uns recantos bem catitas aqui da região.

Sai de casa pelo meio da tarde, o calor já se fazia sentir, estes dias de primavera já dão para cantar a cigarra, já tinha saudades de uma voltinha sem medo que a chuva aparecesse.

Passei a Sertã pela subida da Rua do Castelo, passei ao lado dos Bombeiros e segui pela estrada antiga que ia para Oleiros, passei o Casal da Estrada, Maxial, mais á frente na Cruz do Fundão fui pela esquerda.

Sempre numa pedalada descontraída lá fui indo e passei Sardinheira, Selada da Lameira, mais á frente parei na fonte para encher o bidon de água fresca, continuei e subi mais um pouco até ao Alto da Cava, e com mais um resto de subida cheguei ao Alto do Cavalo.

Já no alto e por agora estava safo das subidas, desci um pouco para depois cortar á esquerda para a Frazumeira, era uma boa descida, não se podia tomar muito balanço, cheguei á Frazumeira e passei um pouco de calçada.

Mais á frente passei por uns franceses que andavam numa caminhada, achei graça porque houve uma senhora que me disse coragem e eu pensei o que raio está para vir.
Lá fui indo num sobe e desce mas nada de mais, um pouco antes de chegar ao Sobral é que entendi o que a mulher francesa quis dizer com coragem, é que apanhei uma subida para o Sobral mesmo das boas.


Cheguei ao Sobral por uma subida de calçada que me deu que fazer, lá segui depois pela direita com direcção á Madeirã.

Sai da aldeia por uma descida em calçada para tremer um pouco, entrei novamente no alcatrão e lá segui por uma valente descida, pensei o que será que ai vem, não deve de ser coisa boa, quem muito desce muito sobe e é uma grande verdade.


Descida feita e subida para pedalar, mas não era uma subida qualquer era das boas e com uma boa distancia, quanto mais subia mais inclinada a subida ficava, mas mais uma forcinha e cheguei á Madeirã já com as pernas a doer.
Depois da aldeia da Madeirã foi subir mais um pouco até á estrada que liga Oleiros a Pedrogão Pequeno, aqui já deu para respirar um pouco das subidas, segui e passei ao perto do Bravo e parei na Vale da Galega para cumprimentar o Zé Almeida que andava na sacha da batata.

Ali me entre-ti um pouco á conversa, mas como o Zé tinha que trabalhar lá segui com o resto da minha voltinha, continuei e passei ao lado de Pedrogão Pequeno segui para o Painho, Val da Froca, Amieira, Ramalhos, Casal da Escusa, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Val Cortiço, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial e São João do Couto.


Entrei na Sertã pela paragem dos Taxis, passada a vila subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma boa voltinha.
E assim foi mais uma voltinha no dia do trabalhador e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


terça-feira, 29 de abril de 2014

ERMIDA-PERNA DO GALEGO

Como vem sendo hábito logo pela fresca tenho ido dar uma voltinha de fininha e hoje não foi excepção, depois da voltinha até o dia corre melhor, carrega-se as baterias para o dia que ai vem.

Sai de casa e mais uma vez subi até á Portela dos Bezerrins, uma pequena aldeia por onde tenho que passar obrigatoriamente se vou para o lado da serra.

Passada a Portela segui até ao Moinho do Cabo e Vale do Pereiro, segui pela esquerda para subir ao Pereiro, onde apanhei uma boa subida para aquecer, passei Vale da Junça e mais um pouco Fontainhas.


Cortei á direita e desci num zig zag até ao Sipote, continuei para a Ermida com mais uma boa mão cheia de curvas e umas boas subidas, parei na Ermida para registar a minha passagem e lá continuei até á Castanheira Cimeira.

Da Ermida até á Castanheira é um corrupio de curvas a descer e a subir, e que subidas, daquelas que dá para aquecer, na Castanheira já encontrei pessoal que ia para a agricultura, com os seus tractores  para a lavoura, está na altura de semear as batatinhas.

Depois da Castanheira tinha uma boa subida até á Perna do Galego, nas calmas lá fui pedalando pela encosta acima, com o solinho a dar nas costas cheguei á Perna do Galego.

Parei para ver a fantástica vista que se tem ali da Serra do Picoto Rainho, custa um pouco subir mas depois temos a recompensa.


Depois da foto segui e mais um pouco de subida até ao Parque Eólico, a partir daqui era descer a boa velocidade até ao alto das Fontainhas, cortei á direita e desci até ao Maxila dos Hilários e Pisão, passei pela Várzea dos Cavaleiros, Aldeia Velha, Póvoa, Ramalhosa e Portela dos Bezerrins.

Da Portela foi descer até á Mougueira, cheguei satisfeito com mais uma boa voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 28 de abril de 2014

PORTAS DE RODÃO-NIZA-BELVER

Aos domingos não pode faltar voltinha, de fininha ou de roda mais grossa para aliviar o stress do dia á dia e queimar as calorias.

Tinha pensado para este domingo ir dar umas pedaladas pelo alto Alentejo, combinei com o José Almeida e com o Pedro Tavares.

Planeei a saída perto do Aeródromo das Moitas para encurtar um pouco a volta, tinha que chegar a casa á hora do almoço para o almoço em família.

Á hora combinada lá estava o José Almeida, seguimos na minha viatura até perto das Moitas onde arrumei a viatura, preparamos as coisinhas e lá fomos nós, íamos andando até á casa do Pedro, pois a volta passava mesmo á porta dele.

Saímos do Aeródromo e descemos até ás Moitas, passamos Espinho Pequeno e antes de chegar ao Val Clérigo lá vinha o Pedro ao nosso encontro, comprimentos feitos e bora lá que se faz tarde.


Com a manhã um pouco enevoada e fresquinha lá fomos pedalando e passando, Val Clérigo, Pedra do Altar, Val da Mua e a boa descida até ao Rio Ocreza, chegamos á ponte com vontade de fazer uma subida para aquecer, é que até á ponte deu para arreganhar.
Com vontade de aquecer lá seguimos na subidinha até ao Perdigão onde chegamos já mais quentinhos, depois do Perdigão seguimos por uma estradinha para Vilas Ruivas, e a seguir descemos até Vila Velha de Rodão.

Paramos para ver as belas Portas de Rodão mas tivemos azar, estava nevoeiro e não dava para ver nada, por isso temos que lá voltar outra vez eheheheeh.

Tirada a foto da praxe passamos a ponte por cima do Rio Tejo e entramos no Alentejo, mas um Alentejo esquisito é que o Alentejo costuma ser sempre a direito mas ali tivemos uma boa subida pela frente.

Depois da subida sempre vem uma descida e é verdade, continuamos e descemos para a Ribeira de Nisa, mais umas pedaladas chegamos á vila de Nisa, paramos no café Dom Dinis para beber e comer alguma coisa mais mastigável.
Com a barriga mais aconchegada continuamos a nossa voltinha e fomos até Arez, aqui já se sentia o Alentejo com as suas belas planícies e as longas rectas.


Lá seguimos por umas boas rectas que para mim são uma grande pasmaceira, prefiro as subidinhas que são mais saborosas.

A boa velocidade depressa chegamos ao Gavião onde seguimos á direita para a bela vila de Belver nas encostas do Rio Tejo.

Fomos parando na descida para ver a bonita vila e o seu castelo lá bem no alto, paramos na ponte para tirar umas fotos e prepararmo-nos para a subida com umas belas curvas pelo meio de Belver.

Passado Belver passamos por Arriacha Fundeira e Arriacha Cimeira, mais á frente encontramos Domingos da Vinha mais uma homenagem ao Domingos Ladislau ehehheeheheh.

Com o dia espetacular com o solinho a dar a sua graça estava a ser uma voltinha mesmo boa, mais umas pedaladas e chegamos ao Vale de Coelho, passamos perto de Sanguinheira e mais á frente passamos Envendos.
Saímos dos Envendos por uma suave subida até á Venda Nova, descemos para a Ladeira e Ribeira da Pracana onde tínhamos uma subida até São Pedro do Esteval.

A partir daqui já não havia grande dificuldade era um sobe e desce com ligeiras subidas, sempre descontraídos lá fomos pedalando até ao Espinho Pequeno.


Aqui fizemos o mesmo percurso agora ao inverso até ás Moitas onde paramos no Café Cristovão para beber alguma coisa.

Mais refrescados era hora de nos despedimo-nos do Pedro Tavares que ia regressava ao Val Clérigo, eu e o José Almeida tínhamos a subida final até á nossa viatura.


Chegamos á viatura arrumamos as bikes e regressamos a casa satisfeitos com mais uma bela voltinha.

Ficou a promessa de mais voltinhas por aquelas bandas, obrigado Pedro pela companhia nesta voltinha.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...