Ontem foi dia das bruxas e dia de voltinha ao fim do dia, como não tinha companhia lá fui sozinho dar umas pedaladas e ver se encontrava alguma bruxa perdida por esses montes.
Sai da Sertã pelo lados das piscinas, subi a calçada do miradouro e entrei na rua do Castelo, passei a Câmara e os Bombeiros, entrei na terra e passei Rompe Terra, desci até á Foz da Valada e fui ter ao Barreiro da Foz, passei a ponte de ferro que passa por cima da Ribeira do Amioso e subi até á Cruz Fundeira.
Na Cruz Fundeira segui por alcatrão e passei o Mourelho, na Aldeia Nova de São Domingos andei a ver uns singles que á dias tinha lá visto quando passei de carro, mas tive azar que não tinham saída, tive que voltar a trás.
Já novamente no alcatrão segui e fui ter á Serra de São Domingos, segui depois para a Serra do Pinheiro, Horta da Nuna e desci para a Ribeira da Ferreira.
Com mais uma pedaladas cheguei á Codiceira e Alto da Carreira, desci a Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
E assim foi mais uma voltinha de fim de dia nesta noite de bruxas, e bem que as procurei mas nem sinal delas já deviam de estar a dormir, e foi uma voltinha com o lema de sempre PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
CASTELO DE VIDE
Mais uma voltinha de btt, desta vez a convite do meu irmão fomos até Castelo de Vide, tb se juntaram a nós o Nuno Eusébio e o José Luís para um dia bem passado com uns recantos bem bonitos do nosso Alentejo, com umas dezenas de km sempre ao lado de Rios e Ribeiras.
Sai de casa com a minha burra na carrinha e lá fui ter a Castelo de Vide, em Alpalhão parei para beber um cafézinho, mais um pouco cheguei a Castelo de Vide, estacionei a viatura e como o resto do pessoal ainda demorava peguei na bike e fui dar uma volta pela vila.
Subi até ao castelo e entrei na muralha, ali andei pelas bonitas ruelas todas bem arranjadinhas e bem floridas, passei ao pé da Sinagoga e pelo bonito largo onde se encontra a fonte da vila.
Entretanto lá chegou o resto da malta, feitos os comprimentos lá fomos todos até á Pastelaria do Sol Nascente comer alguma coisa, e fomos comer o tradicional pastel de nata xxxl com doce de gila e nata, mais conhecido por KISSE só vos digo uma coisa aquilo é mesmo bom ehehehehe.
Com as calorias já ingeridas tratamos das nossas bikes e lá fomos nós dar umas pedaladas.
Saímos de Castelo de Vide seguimos um porco por alcatrão para aquecer, mais á frente entramos na terra e fomos encontrando várias quintas com belas casas bem arranjadas, passamos perto do Barregão e Atalaia, montes no meio da planície.
Lá fomos pedalando e passamos por baixo da linha do comboio já desativada, passamos Monte Meada e fomos ter ao Menir da Meada, uma pedra redonda ao alto, é o maior Menir da Península Ibérica, 7,15 de altura e 18 toneladas, considerado Monumento Nacional.
Tiramos ali a foto de grupo e continuamos a nossa voltinha, passamos a Meada e o Turismo Rural da Casa da Meada, foi a partir daqui que seguimos a Ribeira de Vide até á sua foz no Rio Sever, que separa Portugal da Espanha.
Paramos num parque de merendas que ali se encontra para comer umas sandoxas que levava-mos, ali nos sentamos e apreciamos as belas paisagens, que bonitos recantos tem o nosso Portugal.
Já com a barriga mais composta seguimos, mas sem antes o Nuno dar o belo do mergulho em águas internacionais.
Depois do mergulho seguimos e agora sempre ao lado do Rio Sever com as suas curvas fomos num sobe e desce constante.
Mais á frente deixamos o Rio Sever e seguimos a Ribeira de São João tb sempre ao seu lado da mesma continuamos as nossas pedaladas, aqui tivemos a bonita vista de duas manadas de veados a atravessar a ribeira e pelas encostas acima, uma visão espetacular.
Continuamos e um pouco mais á frente paramos novamente para comer mais alguma coisa, enquanto comíamos íamos apreciando as bonitas paisagens.
Depois da paragem lá seguimos e continuamos sempre ao lado da Ribeira, mais á frente tive um encontro imediato com o chão, uma cambalhota por cima da bike mas sem grandes consequências só uns arranhões.
Seguimos e deixamos a margem da Ribeira de São João, durante a volta tivemos que abrir e fechar muitas cancelas das herdades mas aqui tivemos azar, é que esta estava fechada a cadeado e tivemos que a saltar, o pior era para quem tinha a perna curta entalava os tintins ehehehehehehe.
Foi uma galhofa pegada mas lá conseguimos passar todos, continuamos por alcatrão para um pouco mais á frente entrarmos novamente na terra, passamos a Anta dos Courelos e com a vila já á vista lá fomos chegando ao nosso destino.
Para o fim da volta tínhamos a subida da calçada até ao castelo, como se costuma dizer o rabo é sempre o mais ruim de esfolar.
Ganhamos coragem e lá subimos a calçada até entrar na Muralhas do Castelo e fomos até ao ponto onde tínhamos dado a partida para esta voltinha.
Chegamos todos satisfeitos com a bela volta por sítios espetaculares e bonitas paisagens deste nosso belo Portugal.
Arrumamos as bikes e o resto do material e fomos sentarmo-nos numa mesinha na Pastelaria Por do Sol para comer alguma coisa, ali comemos uma bela sopinha e uma boa bifana bem regada com umas bjecas umas colas e um cafézinho para terminar.
Ali nos entretemos um bocadinho na conversa a contar as peripécias do dia, e ainda trouxe uma recordação uns cornos de veado que encontrei no caminho e o José luis tb trouxe uns para ele, invejoso !! ehehehehe
Entretanto era hora de cada um seguir o seu destino, eu ia até á Sertã o resto da malta ia para Castelo Branco, ali nos despedimos e regressamos a casa com um dia bem passado em boa companhia e bons trilhos.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Mais fotos aqui.
Sai de casa com a minha burra na carrinha e lá fui ter a Castelo de Vide, em Alpalhão parei para beber um cafézinho, mais um pouco cheguei a Castelo de Vide, estacionei a viatura e como o resto do pessoal ainda demorava peguei na bike e fui dar uma volta pela vila.
Subi até ao castelo e entrei na muralha, ali andei pelas bonitas ruelas todas bem arranjadinhas e bem floridas, passei ao pé da Sinagoga e pelo bonito largo onde se encontra a fonte da vila.
Entretanto lá chegou o resto da malta, feitos os comprimentos lá fomos todos até á Pastelaria do Sol Nascente comer alguma coisa, e fomos comer o tradicional pastel de nata xxxl com doce de gila e nata, mais conhecido por KISSE só vos digo uma coisa aquilo é mesmo bom ehehehehe.
Com as calorias já ingeridas tratamos das nossas bikes e lá fomos nós dar umas pedaladas.
Saímos de Castelo de Vide seguimos um porco por alcatrão para aquecer, mais á frente entramos na terra e fomos encontrando várias quintas com belas casas bem arranjadas, passamos perto do Barregão e Atalaia, montes no meio da planície.
Lá fomos pedalando e passamos por baixo da linha do comboio já desativada, passamos Monte Meada e fomos ter ao Menir da Meada, uma pedra redonda ao alto, é o maior Menir da Península Ibérica, 7,15 de altura e 18 toneladas, considerado Monumento Nacional.
Tiramos ali a foto de grupo e continuamos a nossa voltinha, passamos a Meada e o Turismo Rural da Casa da Meada, foi a partir daqui que seguimos a Ribeira de Vide até á sua foz no Rio Sever, que separa Portugal da Espanha.
Paramos num parque de merendas que ali se encontra para comer umas sandoxas que levava-mos, ali nos sentamos e apreciamos as belas paisagens, que bonitos recantos tem o nosso Portugal.
Já com a barriga mais composta seguimos, mas sem antes o Nuno dar o belo do mergulho em águas internacionais.
Depois do mergulho seguimos e agora sempre ao lado do Rio Sever com as suas curvas fomos num sobe e desce constante.
Mais á frente deixamos o Rio Sever e seguimos a Ribeira de São João tb sempre ao seu lado da mesma continuamos as nossas pedaladas, aqui tivemos a bonita vista de duas manadas de veados a atravessar a ribeira e pelas encostas acima, uma visão espetacular.
Continuamos e um pouco mais á frente paramos novamente para comer mais alguma coisa, enquanto comíamos íamos apreciando as bonitas paisagens.
Depois da paragem lá seguimos e continuamos sempre ao lado da Ribeira, mais á frente tive um encontro imediato com o chão, uma cambalhota por cima da bike mas sem grandes consequências só uns arranhões.
Seguimos e deixamos a margem da Ribeira de São João, durante a volta tivemos que abrir e fechar muitas cancelas das herdades mas aqui tivemos azar, é que esta estava fechada a cadeado e tivemos que a saltar, o pior era para quem tinha a perna curta entalava os tintins ehehehehehehe.
Foi uma galhofa pegada mas lá conseguimos passar todos, continuamos por alcatrão para um pouco mais á frente entrarmos novamente na terra, passamos a Anta dos Courelos e com a vila já á vista lá fomos chegando ao nosso destino.
Para o fim da volta tínhamos a subida da calçada até ao castelo, como se costuma dizer o rabo é sempre o mais ruim de esfolar.
Ganhamos coragem e lá subimos a calçada até entrar na Muralhas do Castelo e fomos até ao ponto onde tínhamos dado a partida para esta voltinha.
Chegamos todos satisfeitos com a bela volta por sítios espetaculares e bonitas paisagens deste nosso belo Portugal.
Arrumamos as bikes e o resto do material e fomos sentarmo-nos numa mesinha na Pastelaria Por do Sol para comer alguma coisa, ali comemos uma bela sopinha e uma boa bifana bem regada com umas bjecas umas colas e um cafézinho para terminar.
Ali nos entretemos um bocadinho na conversa a contar as peripécias do dia, e ainda trouxe uma recordação uns cornos de veado que encontrei no caminho e o José luis tb trouxe uns para ele, invejoso !! ehehehehe
Entretanto era hora de cada um seguir o seu destino, eu ia até á Sertã o resto da malta ia para Castelo Branco, ali nos despedimos e regressamos a casa com um dia bem passado em boa companhia e bons trilhos.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Mais fotos aqui.
sábado, 26 de outubro de 2013
UMA IDA AOS CARTUCHOS DE CERNACHE
Mais uma voltinha á sexta pela noite dentro, desta vez o grupo já foi mais numeroso, fui eu o Mário Manso o Diogo filho do Mário e o Filipe.
Saímos da Sertã subimos até São João do Couto, Gonçalmogão, Alto da Bica, Aveleira passamos a estrada que liga Sertã a Pedrogão, seguimos depois para o Salgueiral.
Entramos novamente em terra e fomos ter á Quinta Nova e mais umas pedaladas Casal D´Ordem, seguimos ao lado do IC 8 e fomos ter ao Val da Froca.
Aqui decidimos ir comer um cartucho de amêndoa a Cernache, seguimos pelo alcatrão e fomos passando Venestal, Almas da Arnoia, Castelo, Casal Corvo, Casal do Porto, Casal do Amaro, Milherós e subimos até Cernache.
O pior aconteceu quando chegamos, estava tudo fechado aquilo mais parecia uma aldeia não se via ninguém na rua, demos a volta a ver se estava uma pastelaria aberta mas nada, foi mesmo azar.
Sem comer nada decidimos regressar á Sertã, passamos Alto Ventoso, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Chegamos á Sertã sem comer o belo do cartucho e o Mário não gastou a nota que levava no bolso mas ficou combinado que para a semana tínhamos que a ir gastar.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Saímos da Sertã subimos até São João do Couto, Gonçalmogão, Alto da Bica, Aveleira passamos a estrada que liga Sertã a Pedrogão, seguimos depois para o Salgueiral.
Entramos novamente em terra e fomos ter á Quinta Nova e mais umas pedaladas Casal D´Ordem, seguimos ao lado do IC 8 e fomos ter ao Val da Froca.
Aqui decidimos ir comer um cartucho de amêndoa a Cernache, seguimos pelo alcatrão e fomos passando Venestal, Almas da Arnoia, Castelo, Casal Corvo, Casal do Porto, Casal do Amaro, Milherós e subimos até Cernache.
O pior aconteceu quando chegamos, estava tudo fechado aquilo mais parecia uma aldeia não se via ninguém na rua, demos a volta a ver se estava uma pastelaria aberta mas nada, foi mesmo azar.
Sem comer nada decidimos regressar á Sertã, passamos Alto Ventoso, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Chegamos á Sertã sem comer o belo do cartucho e o Mário não gastou a nota que levava no bolso mas ficou combinado que para a semana tínhamos que a ir gastar.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
PELOS LADOS DA CUMEADA
Depois de uns dias sem pedalar lá voltei para mais umas pedaladas ao fim do dia, agora já só com lanterna é que se vê alguma coisa.
Sai da Sertã pela Venda da Pedra, segui para o Chão da Forca e subi para Alcoutim, logo de seguida cheguei á Junceira.
Passada a Junceira continuei para Albergaria, Casal do Calvo, Rebaixia dos Tomés e Rebaixia dos Faustinos onde andei mesmo de noite a ver uns singles alguns sem saída.
Com a chuva que tem caído os caminhos já têm alguma água e em muitos lados os riachos já correm bem, e já dá para chegar a casa com o fato sujo de lama, já tinha saudades EHEHEHHE.
Continuando com a minha voltinha passei pelo meio da Cumeada entrei um pouco no alcatrão e fui ter ao Val da Cortiçada, Bela Vista, Vaquinhas Cimeiras e Outeiro das Colheres.
E para terminar desci até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha ao fim do dia de trabalho, são voltas pequenas mas sabem muito bem, e tive sorte que não choveu muito só caíram umas pinguinhas.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai da Sertã pela Venda da Pedra, segui para o Chão da Forca e subi para Alcoutim, logo de seguida cheguei á Junceira.
Passada a Junceira continuei para Albergaria, Casal do Calvo, Rebaixia dos Tomés e Rebaixia dos Faustinos onde andei mesmo de noite a ver uns singles alguns sem saída.
Com a chuva que tem caído os caminhos já têm alguma água e em muitos lados os riachos já correm bem, e já dá para chegar a casa com o fato sujo de lama, já tinha saudades EHEHEHHE.
Continuando com a minha voltinha passei pelo meio da Cumeada entrei um pouco no alcatrão e fui ter ao Val da Cortiçada, Bela Vista, Vaquinhas Cimeiras e Outeiro das Colheres.
E para terminar desci até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha ao fim do dia de trabalho, são voltas pequenas mas sabem muito bem, e tive sorte que não choveu muito só caíram umas pinguinhas.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 12 de outubro de 2013
VOLTINHA DA CABIDELA
Já á algum tempo que não dava umas pedaladas á sexta feira mas desta vez calhou.
O Filipe tinha-me convidado para depois da voltinha irmos comer uma cabidela e provar o vinho novo que ele tinha trazido da terra dele, lá dos lados de Guimarães, tb se juntou a nós o Mário Manso.
A voltinha era curta era só para ganhar apetite para a cabidela, saímos da Sertã pelo mercado, descemos para a Ponte das Vinhas e subimos para a Zona Industrial.
Aqui o Filipe teve que se ir embora é que tinha um problema na válvula da roda de trás, estava a vazar e não dava para concertar, então lá foi acabar de fazer o petisco.
Eu e o Mário continuamos e passamos Alto da Carreira, Carnapete, Salgueiral, Quinta Nova e Casal D´Ordem onde andamos por uns singles até ao Val Cortiço.
Depois dos singles seguimos para a Ameixoeira, Tojal, Cabeçudo e na Fonte da Mata tb andamos a descobrir uns singles mas sem saída.
Voltamos a trás e seguimos para os Faleiros e entramos na estrada antiga até perto da Fonte Branca e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha.
Fomos até casa tomar banho e era hora de ir provar a bela da cabidela e o vinho lá do norte, passamos ali um bocadinho bem passado sempre com boa disposição, bebemos uns canecos e degustamos a boa cabidela que soube mesmo bem.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR
O Filipe tinha-me convidado para depois da voltinha irmos comer uma cabidela e provar o vinho novo que ele tinha trazido da terra dele, lá dos lados de Guimarães, tb se juntou a nós o Mário Manso.
A voltinha era curta era só para ganhar apetite para a cabidela, saímos da Sertã pelo mercado, descemos para a Ponte das Vinhas e subimos para a Zona Industrial.
Aqui o Filipe teve que se ir embora é que tinha um problema na válvula da roda de trás, estava a vazar e não dava para concertar, então lá foi acabar de fazer o petisco.
Eu e o Mário continuamos e passamos Alto da Carreira, Carnapete, Salgueiral, Quinta Nova e Casal D´Ordem onde andamos por uns singles até ao Val Cortiço.
Depois dos singles seguimos para a Ameixoeira, Tojal, Cabeçudo e na Fonte da Mata tb andamos a descobrir uns singles mas sem saída.
Voltamos a trás e seguimos para os Faleiros e entramos na estrada antiga até perto da Fonte Branca e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha.
Fomos até casa tomar banho e era hora de ir provar a bela da cabidela e o vinho lá do norte, passamos ali um bocadinho bem passado sempre com boa disposição, bebemos uns canecos e degustamos a boa cabidela que soube mesmo bem.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
RIBEIRA DO XICO
Como não se pode deixar de pedalar se não fico gordo, ontem fui dar umas pedaladas depois do trabalho ali para os lados da Ribeira do Xico, com os dias mais pequenos o sol já se vai embora mais cedo por isso não pode faltar a lanterna.
Sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro, passei ao lado da antiga lixeira e segui pelo caminho ao lado da Ribeira da Sertã.
Aqui o pessoal chama a estrada da Ribeira do Xico, onde existia um Moinho que devia de ser de algum homem chamado xico, só podia !!
Lá fui pedalando até que cheguei á Giesteira, continuei para os Calvos e mais umas pedaladas São Gião, aqui andei por uns singles bem porreiros, já não passava neles á algum tempo.
Continuei e fui ter á Lameira da Lagoa e Gravito, onde parei ao pé de um pessoal conhecido que estava a moer as uvas, e ali estive um pouco na conversa.
Mas com as horas a passar tinha que seguir caminho, continuei e passei Cruzeiro, Portela do Outeiro e Olival, aqui desci até á Fonte Branca, entrei no alcatrão e segui até á Sertã.
E assim foi mais uma pequena voltinha mas sempre com o mesmo objetivo, PEDALAR PARA DESCONTRAIR
Sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro, passei ao lado da antiga lixeira e segui pelo caminho ao lado da Ribeira da Sertã.
Aqui o pessoal chama a estrada da Ribeira do Xico, onde existia um Moinho que devia de ser de algum homem chamado xico, só podia !!
Lá fui pedalando até que cheguei á Giesteira, continuei para os Calvos e mais umas pedaladas São Gião, aqui andei por uns singles bem porreiros, já não passava neles á algum tempo.
Continuei e fui ter á Lameira da Lagoa e Gravito, onde parei ao pé de um pessoal conhecido que estava a moer as uvas, e ali estive um pouco na conversa.
Mas com as horas a passar tinha que seguir caminho, continuei e passei Cruzeiro, Portela do Outeiro e Olival, aqui desci até á Fonte Branca, entrei no alcatrão e segui até á Sertã.
E assim foi mais uma pequena voltinha mas sempre com o mesmo objetivo, PEDALAR PARA DESCONTRAIR
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