sábado, 8 de setembro de 2012

SERRA DA LONGRA

Mais uma sexta feira com pedaladas pela noite dentro, e agora os dias já são pequenos já se faz de noite mais cedo.




Hoje fui eu e o Filipe, saímos da Sertã pela Venda da Pedra e um pouco mais á frente entramos em terra numa boa subida até á Bela Vista e logo de seguida Vaquinhas Cimeiras, descemos para Vaquinhas Fundeiras e lá fomos pedalando até que chegamos ao Val Godinho.



No Val Godinho só tínhamos uma opção que era subir, e lá fomos subindo até aos Moinhos da Serra da Longra, uns moinhos antigos recuperados no alto da serra.

Chegamos ao alto e ali tínhamos uma boa descida até ao Val do Pereiro, e mais um pouco já estávamos perto das Ribeiras Fundeiras, ai encontramos um caminho que foi limpo á pouco tempo e é uma boa subida até perto do Pereiro, descemos até ao Outeiro da Várzea onde paramos para beber água fresca da fonte no meio da aldeia.



Depois de beber água fresca seguimos e como já estava a ficar tarde seguimos pela Várzea dos Cavaleiros, Póvoa, Poiares, Portela dos Bezerrins e descemos até á Sertã onde entramos pelo Montinho com mais uma voltinha de sexta feira á noite.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

VOLTINHA DEPOIS DE UNS DIAS DE DESCANSO

Depois de uns dias parado voltei ás minhas pedaladas, foram uns dias de férias que souberam a pouco.




Sai da Sertã pelo São João do Couto e Zona Industrial continuei e passei Alto da Carreira, Aveleira e Tapada onde avistei um colega que ia tb de roda fina, mais umas pedaladas e cheguei ao pé dele, era o Mário Farinha.




Lá fomos seguindo, ele tinha combinado com outros colegas um pouco mais tarde na Sertã, entretanto passamos pelo Carpinteiro, Cabeçudo e chegamos aos Faleiros,  e quando estávamos na rotunda dos Faleiros vinha o Rui outro colega de roda fina, o Mário seguiu para a Sertã e eu e o Rui fomos dar a volta por Cernache.

Lá fomos nas calmas até Cernache e descemos para Milheirós, continuamos pela Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, ao chegar perto do Casal da Escusa cortamos á direita para a Povoa da Ribeira Cerdeira e Val Cortiço, Tapada e  Zona Industrial e entramos na Sertã pela rotunda da Eirinha, o Rui ficou em casa e eu segui ao meu destino.





E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.






segunda-feira, 27 de agosto de 2012

FRATEL-BARRAGEM DA PRACANA-ROBALO

Mais um domingo com voltinha e almoço em casa dos meus pais no Robalo.




Saí de casa por volta das 7h, estava fresquinho um pouco de neblina matinal e lá me fiz ao caminho, subi até á Portela dos Bezerrins e fui passando Moinho do Cabo, Val do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, Isna de São Carlos, Aldeia Ruiva, Cabeço do Moinho, Ribeiro de Eiras, Eiras, Sarzedinha e parei em Proença a Nova na Pastelaria Estrela Doce para beber um café e comer um bolinho.




Depois do cafézinho tomado segui o meu caminho, entretanto tb encontrei o Luís Bandeiras que ia dar umas pedaladas para os lados da Atalaia onde se ia juntar com uma malta e fazer o passeio das festas da aldeia.

Lá fui pedalando e desci pelo Val Porco e cheguei ao Pontão do Laramjeiro subi até ás Moitas e continuei pelo Espinho Pequeno, Val Clérigo, Pedra do Altar, Val da Mua e desci até ao Rio Ocreza onde apanhei a primeira dificuldade do dia.



Lá fui indo até que cheguei ao Perdigão e entrei no antigo IP2 e fui passando Vilar de Boi, Peroledo e Fratel onde andei um pouco ás aranhas para encontrar o caminho, depois de perguntar a um homem lá segui e segui por um caminho de serviço ao lado da A23 e fui passando tb em bocados do antigo IP2.



Um pouco mais á frente passei Silveira e passei tb ao lado da área de serviço da A23, e mais umas pedaladas cheguei ao Gardete e desci até á Barragem da Pracana onde parei para ver a albufeira que nesta altura do ano está um pouco em baixo.



Depois de tirar umas fotos lá segui e agora era a subir e lá fui indo e passeei perto de Alpalhão e fui até São José das Matas e passei a aldeia de Montargil, Mata Cimeira, Val da Gama, Avessada, Val Coelho, Furtado desci até á Ribeira de Eiras e subi até Mação.




Em Mação parei no café Central para comer e beber alguma coisa que a barriga já vinha a dar sinal de reserva, com a barriga mais composta segui o meu caminho e decidi ir pelas Casas da Ribeira onde já tinha passado mas em sentido contrário.
Ao chegar ás Casas da Ribeira apanhei uma boa subida com uma boa inclinação, e ao chegar ao cimo o Pedro Ruivo um colega de Abrantes apanhou-me ele tb andava a dar a voltinha dele, e como ele ia pelo mesmo caminho que eu lá fomos os dois conversando sobre as nossas aventuras, é que ele recentemente participou no O Meu Deus uma prova de 500 km e ficou em primeiro lugar uma boa participação.



Lá fomos pedalando e passamos o Castelo, Aldeia de Eiras e na Maxieira o Pedro seguiu para o Carvoeiro e eu ia para o Cabo, quero agradecer ao Pedro pela companhia mesmo sendo por pouco tempo, obrigado pelo elástico EHEHEHEH.



E com isto tudo estava perto do meu destino, depois de ter passado o Cabo cheguei ao Robalo perto das 12h com mais umas boas pedaladas.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.






sábado, 25 de agosto de 2012

SÃO MACÁRIO

Mais uma sexta feira com voltinha ao fim do dia e pela noite dentro.



Hoje fui sozinho dar umas pedaladas, sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro e mais um  bocadinho cheguei ao Olival, segui com a minha voltinha e passei Outeiro da Lagoa e Lameira da Lagoa na Ponte do Robalo subi uma boa subida que foi alcatroada á pouco tempo que vai dar ao Robalo.
Chegado ao alto continuei e passei Nesperal, Val Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim onde cortei á esquerda para Alcobia e desci até á Roda, um pouco mais á frente cortei á direita e subi a São Macário, uma Igreja no cimo do monte de onde se tem umas vistas espetaculares, parei para descansar um pouco, regalar as vistas e tirar umas fotos.

Com as horas a passar era hora de seguir e apanhei o mesmo caminho até Cernache, ai segui e desci por Milheirós e fui passando Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Povoa da Ribeira Cerdeira.






Mais á frente cortei á direita para a Granja e Cabeçudo onde este fim de semana se realiza as festas no arraial de Santo Estêvão.




Como não tinha companhia não parei na festa e segui pelo Bailão, Carpinteiro, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira e desci pela Zona Industrial, entrei na Sertã pela rotunda da Eirinha e fui até ao ponto de partida.





E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.







segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ALVARES-LOUSÃ-CASTANHEIRA DE PERA

Já á algum tempo que tinha vontade de ir pedalar de roda fina pela serra da Lousã e o meu colega José Almeida tinha-me dito que ia para Coimbra de bike e eu aproveitei a boleia até á Lousã.




Sai de casa e fui até a Pedrogão Grande na minha viatura onde tinha combinado com o José Almeida, cheguei lá perto das 7h fui beber um cafézinho na pastelaria preparei as minhas coisinhas e entretanto o José chegou e fizemo-nos ao caminho.




Saímos pelo Val da Manta e entramos na Nacional 2 e passamos Valongo, Tojeira, Venda da Gaita, Picha, Alto da Louriceira, Louriceira e descemos até á Mega Fundeira e subimos até á Portela do Torgal.




Na Portela do Torgal descemos até ao Amioso Fundeiro e mais um pouco chegamos a Alvares onde tínhamos a primeira dificuldade do dia, uma boa subida até á Portela do Vento.




Chegamos ao alto e era hora de recuperar, aqui apanhamos um bocadinho a rolar até á Portela da Cerdeira e logo de seguida uma boa descida e passamos Cantoneiros, Esporão, Ladeiras e Cimo do Alvém.






No Cimo do Alvém cortamos á esquerda, e serpenteando a encosta da serra fomos passando Alegria, Pontão do Seladinho, Albergaria, Codeçais, Vilarinho e chegamos á Lousã, onde o José Almeida seguiu até Coimbra e eu tinha um caroçinho á minha espera que era a subida da Serra da Lousã.





Depois de me despedir do José lá me fiz á subida nas calmas e nada de correrias e passei Alfocheira e um pouco mais á frente parei no miradouro da Sra da Piedade para ver o Castelo de Arouce que fica numa cova por muito estranho que pareça porque normalmente os castelos ficam num alto mas este é diferente.








Lá fui seguindo a serpentear a serra, o dia estava mesmo bom para pedalar, encontrei muitos colegas do pedal a subir a serra, tb encontrei colegas Irlandeses que me passaram com uma bolina do caneco numa Tadem, um pouco mais á frente eles estavam parados e reparei que um deles era invisual e pensei que apesar de ele ser invisual tb pode desfrutar de umas boas pedaladas basta ter um amigo que o guie.







Lá fui subindo e passei Candal uma aldeia de xisto onde recordei uma voltinha de btt que tinha feito com uns amigos, e avistei um brutal single onde me tinha divertido á brava nessa mesma  voltinha.






Mais um esforço e cheguei ao alto da serra perto da Catraia da Ti Joaquina onde tinha passado tb na voltinha de terra.






Depois de subir muito era hora de descer muito e fiz-me á descida até que cheguei a um sitio que me veio á memória da minha juventude a Cova das Malhadas onde havia uma discoteca no meio da encosta da serra e eu quando era mais novo ia muita vezes.





Lá fui continuando e descendo até Castanheira de Pera onde parei numa pastelaria para comer e beber alguma coisa que a barriga já estava a dar sinal.


Com a barriga mais composta lá segui e passei perto da Praia das Rocas que estava cheia de pessoal a tomar banho que já estava quentinho.





Ao sair da Castanheira apanhei mais uma subida até á Derreada Cimeira mas a partir daqui já estava safo das subidas,  segui até á Venda da Gaita onde apanhei o mesmo caminho até Pedrogão Grande.






Cheguei a Pedrogão arrumei a bike na carrinha e fui até casa MUITO satisfeito com mais uma voltinha, e fiquei fã da serra da Lousã mesmo de roda fina, a serra tem umas vistas fantásticas é um espetáculo.
Quero agradecer a companhia do José Almeida até á Lousã é um companheiro á maneira.
E assim foi mais uma voltinha co o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.







quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PARA OS LADOS DA MADEIRÃ E DA CAVA

Neste feriado eu e o Mário fomos dar uma voltinha para os lados da Madeirã.




Saímos da Sertã pelo São João do Couto e Zona Industrial e fomos passando Aveleira, Tapada, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Casal da Escusa, Ramalhos, Viseu, Painho e Pedrogão Pequeno.



Em Pedrogão seguimos pelos Porteleiros, Val da Galega, Póvoa da Alegria, Fojo e mais um bocadinho chegamos á Madeirã.

Na Madeirã paramos no café para beber um cafézinho , depois de ter tomado o café era hora de nos fazermos ao caminho, mas quando o Mário foi pegar na bike dele tinha o pneu vazio.



Ali tivemos de mudar o pneu é que ele trás pneus tubulares, para as estradas aqui da nossa zona não são grande coisa, depois do pneu trocado lá seguimos e passamos perto de Vilarejo e chegamos á Cava .



Na Cava tínhamos uma boa subida á nossa espera até chegarmos ao Alto da Cava.



Chegamos ao alto e reparamos que o pneu do Mário tinha saído do sitio, como não tinha levado cola e com o esforço da subida tinha um grande alto e ele vinha com medo que ele salta-se da jante e teve que telefonar para a assistência para vir ter com ele.



Como ainda era cedo eu decidi ir por Pedrogão e fazer o mesmo caminho de volta o Mário foi pela Cruz do Fundão.

Lá segui e agora era a descer e passei o Vilarejo e cheguei  ao Val da Galega onde fui ter com o José Almeida que estava de volta das suas obras, e ali estive um bocadinho á conversa.



Com as horas a passar  tive que seguir o meu caminho e fiz-me á estrada até Pedrogão Pequeno e segui pelo mesmo caminho até á Sertã.



Cheguei á Sertã Pela rotunda da Eirinha passei a vila e segui até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.