terça-feira, 9 de agosto de 2016

ROLÃ-MALPICA

Mais um dia com voltinha matinal, os dias já estão mais curtos mas mesmo assim tem que se dar ao pedal, nada de preguiça....

Sai de casa e fui até á Portela onde cortei á direita para o Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Bela Vista e Cumeada.


O sol já espreitava lá atrás da serra mas o fumo dos incêndios escondia-o um pouco, esses malditos incêndios, enquanto não apertarem esses malucos que põem o fogo como deve de ser este flagelo nunca mais acaba.



Passada a Cumeada segui pelo Castanheiro Grande, Valongo e Mós, aqui segui á direita para a Rolã e desci até á Ponte das Cabras.

A descida é rápida, é pena as subidas não serem assim eheheheh, as subidas são boas é para ver as paisagens, tem-se tempo para tudo..



Parei em cima da ponte para tirar umas fotos, fotos tiradas e toca a subir, uma boa subida até á Galeguia, já no alto segui pelo Vale Junqueiro, Felgaria, Nesperal, Alto Ventoso e Vale da Lata.
Entrei depois na variante até ao Vale Cortiço e Malpica, parei na fonte para beber água fresquinha e segui pelo Casal Maio, Codiceira, Cruz Fundeira, Foz e entrei na Sertã.



Passei ao lado da Câmara Municipal e desci a Rua do Vale, continuei depois pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas bem cedinho.


Sabe bem estas voltinha para começar bem o dia, é bom para carregar as baterias para o dia que se tem pela frente.
E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

DORNES-LAGO AZUL

Ontem foi dia de voltinha na fininha, o Rui Tapadas e a Sandra fizeram-me o convite para ir com eles dar umas pedaladas lá para os lados do Lago Azul.

Como tinha combinado com o Marco Dias e com o Zé Almeida, juntamo-nos todos e lá fomos num belo pelotão todos descontraídos dar umas pedaladas..


Combinei com o Rui e com o resto da malta bebermos um cafézinho na Pastelaria Doce Mil em Cernache do Bonjardim, bem cedo sai de casa e lá fui ter com o resto do pessoal.


Depois do cafézinho lá seguimos para a bela da voltinha, saímos de Cernache e para começar passamos pela Roda, Casal da Madalena, Portela das Oliveiras e sempre a boa velocidade depressa chegamos á Ponte do Vale da Ursa.



Passamos a ponte e subimos um pouco até ao Vale da Ursa, ao pé do Café do Boguinhas cortamos á direita para Casal Ascenso Antunes e mais umas pedaladas chegamos á bela península de Dornes.


Passado Dornes um pouco mais á frente cortamos á esquerda, começamos por uma boa subida e passamos pelo Salão, Castelo, Courelas e Besteiras.
Já no alto seguimos á direita e lá fomos pela Bela Vista, Águas Belas, Venda da Serra, Congeitaria e Ferreira do Zêzere.


Aqui era para fazer-mos uma paragem mas ainda era cedo, passamos a vila e descemos até ao Chão da Serra onde cortamos á direita para o Lago Azul.



Lá seguimos pelo Bichardo e mais um pouco chegamos ao belo Lago Azul, um belo local ali nas margens da Barragem de Castelo de Bode, um sitio bem bonito para visitar.


Chegamos ao pé do Bar e demos com o nariz na porta, o bar só abria ás 10 horas, ainda era cedo e não íamos ficar ali á espera que abri-se.



Subimos um pouco até ao Aeródromo de Ferreira do Zêzere, paramos para nos depedir-mos do Rui e da Sandra, eles iam fazer o mesmo trajeto de regresso a Cernache, eu o Marco e o Zé seguíamos outro caminho.

Perguntei a uma senhora se a estrada ali ao lado era sempre alcatrão até á Capela de São Pedro de Castro, ao que ela disse que sim, e assim depois das despedidas lá seguimos viagem.

O Rui e a Sandra lá seguiram para Ferreira e nós fomos até á aldeia do Maxial, quando demos por ela acabou-se o alcatrão, fartei-me de rogar pragas á senhora que nos tinha dado as indicações.



Depois de uma pequena reunião decidimos segui pelo estradão, mais uma pequena aventura fora de estrada, tivemos que descer um pouco com a bike á mão.


Já  em outro estradão lá nos montamos nas fininhas e fomos até perto da Capela de São Pedro de Castro, seguimos depois pela esquerda e mais um pouco chegamos ao alcatrão, foram 2,5 km de terra batida, até que correu bem.



Já de novo em alcatrão descemos até á Ponte da Zaboeira, passada a ponte a subida era longa, lá fomos indo pelo Braçal, Vale Velido, Estevais, Azenha de Cima e chegamos a Vila de Rei.



Fomos para na Pastelaria Império para comer alguma coisa, ali nos entretemos a trincar um belo bolinho e a beber uma bebida fresca é que o calor já apertava.


Depois de mais satisfeitos lá seguimos, na rotunda mais á frente eu e o Marco despedimo-nos do Zé Almeida que ia até ao Penedo Furado ter com a família.

Despedidas feitas eu e o Marco cortamos á esquerda e fomos para na Fonte da Milriça onde íamos encher os bidons com água fresquinha.


Bidons atestados lá seguimos até á aldeia da Milriça, um ligeira subida e tinha-mos pela frente a bela descida até á Barragem da Ribeira da Isna.


A boa velocidade depressa lá chegamos, passamos a ponte e era hora de subir, seguimos sempre descontraídos pelo Chão da Telha, Cumeada e Junceira.


Aqui cortamos á esquerda e fomos pelo Alcoutim, Castelo Velho, Chão da Forca e entramos na Sertã pela Venda da Pedra.


Fomos direitinhos ao Bar da Carvalha beber alguma coisa fresca, estava uma brasa do caneco tínhamos que refrescar o motor.

Enquanto bebíamos a bebida fresquinha demos dois dedos de conversa e combinava-mos novas voltinhas de fininha.

Com a hora do almoço a chegar despedi-me do Marco e cada um seguiu para o resto da voltinha, eu para terminar subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais uma bela voltinha com uma espetacular companhia.



E assim foi mais umas belas pedaladas sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




quinta-feira, 4 de agosto de 2016

CASAL NOVO-VALE DA FROCA

Mais um estica pernas, uma voltinha para por os músculos a trabalhar, nada de molezas, temos que exercitar o corpo e a mente para o nosso dia a dia.



Sai de casa e desci até á Sertã ainda meio adormecida, segui em direção de São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada e Vale Cortiço.



Com o sol já a espreitar lá atrás da serra cortei á direita e fui até Malpica, segui depois á esquerda e subi para a Passaria, Herdade, Picoto e Serra de São Domingos.


Perto da igreja cortei á esquerda e lá fui subida fora até ao alto do Amioso, uma subida curta mas das boas, deu bem para aquecer.


Já no alto e com um bela paisagem segui para o Amioso, segui depois até á Marinha do Vale Carvalho, mais uma vez cortei á esquerda e fui até ao Casal Novo.


Casal Novo uma aldeia meio perdida na encosta da Serra do Viseu, passei a aldeia já com gente na agricultura, pela fresca é melhor...

Sai do Casal Novo e fui até Pedrogão Pequeno, entrei na Nacional 2 e passei Painho, Vale da Froca, Amieira, Ramalhos, Casal da Escusa, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Vale Cortiço.

Aqui fiz uma ligeira paragem para dar dois dedos de conversa com o Zé Almeida que ia para o trabalho, uns trabalham outros pedalam, cada um tem o que merece eheheheeh


Conversa terminada segui para o resto da voltinha, passei depois pelo Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.  


Passei a vila já mais movimentada e para terminar subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




segunda-feira, 1 de agosto de 2016

PORTO DO TROVISCAL-MAXIAL DA ESTRADA

Depois de uns dias de folga hoje fui dar mais uma voltinha bem cedinho, uma voltinha que soube mesmo bem..

Sai de casa e subi até á Portela, cortei á esquerda e lá fui indo por Ramalhosa, Poiares, Póvoa, Aldeia Velha e Várzea dos Cavaleiros.


Passado o empedrado segui em frente, segui por uma ligeira subida até ao Alto do Sorvel, ali a paisagem é uma maravilha.


Continuei e passei pelo Figueiredo, a festa já tinha passado, mais uma festa tradicional aqui da região, estas festas têm tendência em acabar, a malta quer é outro tipo de entretimento..

Passei o Figueiredo e segui pela Feiteira e Carvalhal, já encontrei muita gente a ir para a labuta, aproveitam logo pela fresca.



Desci um pouco até ao Porto do Troviscal  e depois de passar a ponte que passa por cima da Ribeira da Sertã lá fui subindo até ao Troviscainho.
Já no alto entrei na estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros, segui depois pelo Vale do Inferno, Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial da Estrada, Barracão, Rompe Terra e entrei na Sertã.



Passei os Bombeiros a Câmara Municipal e desci a bela Rua do Vale, segui pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.