segunda-feira, 16 de junho de 2014

ESTRADA PANORAMICA-ÁGUA FORMOSA

Ontem foi de de voltinha, já tinha saudades de umas pedaladas na fininha, tinha combinado com o Zé Almeida e com o Alexandre que quando vem passar o fim de semana á terra trás a bike para dar umas pedaladas por estas bandas.


Combinei o ponto de encontro na Pastelaria Estrela Doce para beber o cafézinho e comer o pastelinho de nata, com o cafézinho tomado e o pessoal pronto lá fomos dar umas pedaladas.

Saímos da Sertã pela Venda da Pedra, subimos até á Junceira, mais á frente na Cumeada seguimos para o Castanheiro Pequeno, Valongo, Rolã, na Atalaia cortamos á esquerda e descemos para a ponte da Atalaia.

A descida foi rápida mas o pior era a subida até ao Vilar do Ruivo, nas calmas lá fomos indo, passamos o Vilar do Ruivo, mais umas pedaladas e chegamos perto de Fernandaires, seguimos pela estrada panorâmica e fizemos uma pequena paragem no miradouro para dar uma mirada na bela albufeira.


Ali estivemos um pouco a ver a bonita albufeira com os seus belos recantos, tiramos umas fotos e era hora de seguir viagem.

Para sair dali tínhamos umas belas subidas, lá fomos indo até ao cruzamento que vai para a Seada, cortamos á esquerda e mais um  pouco de subida chegamos á Seada, continuamos até ao Zevão, entramos pela estrada que liga Ferreira do Zêzere a Vila de Rei e fomos até aos Estevais.
Continuando a subir fomos ter a Vila de Rei, entramos na nacional 2 e um pouco mais á frente seguimos para a Lousa, á uns dias tinha por ali pedalado de btt e tinha visto que tinham alcatroado um estradão, planeei logo uma voltinha de roda fina por aquelas bandas.

Passada a Lousa descemos para o lagar e fomos ter ao Vale das Casas, fizemos um pequeno desvio para ir ver a bela Aldeia de Xisto, Água Formosa, paramos á entrada para ver as belas casas todas bem arranjadinhas.

Entretanto demos de caras com uns belos morangos daqueles bem grandes, chegou uma senhora de carro e meteu conversa connosco, a senhora viu que estávamos a namorar os morangos, ela disse se quiséssemos podíamos ir lá buscar um para cada um, e bora antes que seja tarde.

Depois de comer o belo morango seguimos pelo meio da aldeia e por uma ruela bem inclinada fomos ter do outro lado da aldeia, subimos mais um pouco cortamos para os Ribeiros, Quinta das Laranjeiras, Fonte Boa e Amêndoa.

Paramos na Amêndoa no café ao pé da igreja para comer e beber alguma coisa, o calor já apertava por isso tínhamos que arrefecer o motor.


Com a barriga mais composta continuamos e fomos até Cardigos, descemos para o Chão do Pião e Casas da Ribeira, mais umas pedaladas a subir chegamos á Portela dos Colos, seguimos depois a descer para a Ponte dos Três Concelhos.

Depois da ponte mais um subida até ao Sambal, Sarnadas e chegamos ao Marmeleiro, mais uma descida até á Ribeira da Tamolha e mais uma subida até ao Vale da Cortiçada.

Aqui já safos das subidas era descer até á Sertã onde chegamos com mais uma bela voltinha de fininha, despedi-me do Zé e do Alex e fomos cada um ao seu destino que era ver do almoço, que com a voltinha vinha mesmo na hora certa.


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


quinta-feira, 12 de junho de 2014

SANTIAGO DE COMPOSTELA-CABO DE FINISTERRA

Uma aventura de manos, eu mais o meu mano mais velho decidimos ir dar umas pedaladas pela Costa De La Muerte, mas pelo meio iríamos fazer duas partes do Caminho de Santiago, o caminho até Finisterra e Cabo de Muxia e o Caminho Inglês desde Ferrol até Santiago de Compostela.

Era para fazer em autonomia, com os alforges na bicicleta, não tínhamos as etapas definidas era para ir andando e logo se via até onde as pernas aguentavam, a bike com alforges fica um pouco mais pesada e mais difícil de pedalar mas com calma lá se vai pedalando.

Tinha pensado ir fazer a voltinha em cinco dias, com o feriado de 10 de Junho combinamos e lá fomos dar uma espreitadela pelos trilhos no norte da Espanha.

Saí na Sexta feira ao principio da tarde e passei por Castelo Branco para apanhar o meu irmão, carregamos as coisinhas e lá seguimos até Santiago, chegamos já um pouco fora da hora mas tudo se resolveu, tivemos sorte com a senhora do hotel onde ficamos é que nos deixou ficar o carro estacionado no parque privativo do do hotel, foi um descanso deixa-lo ali, ficava bem guardado.

Foi uma uma noite curta, é que a vontade de começar a voltinha era mais que muita, no sábado logo cedinho toca a levantar para arrumar a trouxa e meter pernas ao caminho.

Com tudo arrumado saímos e fomos até á Praza do Obradoiro, tiramos a foto da praxe demos mais uma voltinha e fomos comer alguma coisa para depois dar inicio á primeira etapa.

Fotos tiradas e barriga composta lá fomos nós, para nosso azar começou a chover mas com a esperança que para-se mas não tivemos essa sorte, sempre a cair umas pinguinhas, passamos Carballal.


Mais á frente paramos no Restaurante Alto do Vento em A Portela  de Villestro para beber um cafezinho, era para aquecer um pouco.

Café tomado e toca a seguir, com a chuva a teimar em cair continuamos para Ventosa, Castiñeiro do Lobo e Carballo,  um pouco mais á frente encontramos a Pontemaceira, uma ponte romana com umas belas quedas de água, um espetáculo.

Mais umas tiradas e continuamos, passamos por Barcas, Chancelas, Negreira, Zas, Rapote, mais á frente em  Vilaserio paramos no café A Nossa Casa para comer alguma coisa, pedimos um bocadillo de Lombo que estava uma maravilha, acompanhado de uma bela caña.
Com a barriga mais composta e o corpinho bem molhado da chuva continuamos até O Cornado, As Maroñas, aqui tivemos que guardar a máquina fotográfica e o telemóvel para não se estragar é que a chuva era tanta que a molha já chegava ao osso, com as máquinas guardadas seguimos para espanto de algumas pessoas que ali se encontravam, é que chovia a pontes e nós não tivemos medo da chuva e seguimos.


Lá fomos pedalando por caminho que mais pareciam rios, era só água, passamos Gueima, Bustos, Logoso, Hospital, um pouco mais á frente apanhamos uma descida que tivemos que fazer umas partes a pé, é que com a quantidade de pedras que tinha era perigoso descer em cima da bicicleta, comas a chuva aquilo mais parecia um monte de pedras, a chuva tinha levado a terra toda.

Nas calmas lá chegamos a Camiños Chans e logo de seguida Cee, aqui seguimos um pouco por alcatrão até Corcubión, San Roque, umas pequenas partes em terra e outras em alcatrão passamos Amarela, Sardiñeiro de Abaixo, Escaselas e chegamos a Finisterra.

Aqui decidimos ficar por aqui porque o corpinho estava bem encharcado e continuar seguir até encontrarmos onde ficar ainda tínhamos que andar um bom bocado.


Depressa encontramos onde ficar, descarregamos as bikes pedimos um sitio para as guardar e fomos até ao quarto para tomar o merecido banho, com a roupinha toda molhada ligamos um aquecedor para a enxugar para o dia seguinte.
Banho tomado e roupinha a secar fomos dar uma vista de olhos pela vila e também procurar sitio para ir comer alguma coisa, mais uma voltinha e regressamos ao quarto para descansar o esqueleto para o dia seguinte.

Foi um dia de chuva e uma grande molha mas preparados para o que ai vinha.

E assim foi o primeiro dia da aventura sempre com o lema Pedalar para Descontrair.



Continua....



terça-feira, 3 de junho de 2014

FONTAINHAS-CARVALHAL

Mais uma manhã com voltinha, desta vez fui de fininha, tinha planeado uma subida até ao Picoto Rainho, não fui até ao ponto mais alto porque a estrada está toda esburacada, para ir de fininha não convém ainda se pode ter que remendar uma furo.

Lá fui ver as vistas lá do alto, sai de casa e segui até á Portela dos Bezerrins, segui pela esquerda e fui passando Poiares, Póvoa da Várzea, Aldeia velha, e na Várzea dos Cavaleiros cortei á direita para o Pisão.


Passei o Cabeço da Várzea e desci ao Pisão, passada a ponte vinha a valente subida até ao alto das Fontainhas, são uns bons km com uma bela  inclinação, mas nas calmas tudo se faz, passei Maxial do Hilário e mais umas pedaladas lá cheguei ás Fontainhas.
Desta já estava safo mas ainda tinha mais, no total são á volta de 18 km de subida mas com umas paisagens brutais, vai-se subindo e tendo uma panorâmica cada vez mais espetacular, as subidas custam mas como se costuma dizer, lá no alto teremos uma boa recompensa, e é bem verdade.
Mais uma pouco e cheguei á Perna do Galego e com mais umas pedaladas fui até ás Alminhas perto da aldeia das Relvas, aqui segui pela esquerda e apanhei uma boa descida até ao Carvalhal, antigamente era terra batida ainda lá passei muita vez com a roda grossa, mas agora alcatroada ficou uma bela ciclovia para a fininha.

Passado o Carvalhal era subir um pouco até á Feiteira e Alminhas do Cousido, mais á frente no Figueiredo tive que fazer uma paragem forçada é que vi uma cerejeira com umas belas cerejas e tinhas que as provar, o pior é que estragava a média, mas que se lixe a média eu que é umas boas cerejas.


Depois de saborear as belas cerejas lá segui para o resto da minha voltinha, agora um pouco a rolar e o resto a descer, cheguei novamente á Várzea dos Cavaleiros, aqui fiz a mesmo trajeto até á Mougueira.

Cheguei á Mougueira satisfeito com a voltinha e com a barriga cheia de cerejas bem docinhas, venhma mais voltinhas destas para saborear a bela fruta aqui da região.

E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 2 de junho de 2014

CALVOS-AVELEIRA

Ontem por compromissos familiares não pedalei, mas hoje bem cedinho lá fui dar uma voltinha para não perder o hábito.

Sai de casa desci até á Sertã, não se via ninguém estava tudo a rebolar na cama, eu era o único maluco que se tinha levantado cedo e ainda por cima para ir andar de bicicleta.

Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha, subi a Ladeira do Miranda até ao Boeiro, na antiga lixeira cortei á direita e entrei no estradão da Ribeira do Xico, já á muito tempo que não pedalava por ali.

São uns km sempre ao lado da Ribeira da Sertã, ouvir os passarinhos e a ribeira a correr por cima das pedras é uma maravilha, quem fica a dormir não faz ideia do que perde, é mesmo bom para começar bem o dia.


Lá fui pedalando até á Giesteira, segui depois pela esquerda e fui até á Gordinheira, mais uns singles para um lado mais uns singles para o outro e cheguei aos Calvos, por ali o que não falta é singles, muitos e para todos os gostos.


Continuei por um caminho que mais parecia uma vale de lama e fui até São Gião, passada a porcaria que para falar a verdade já tinha saudades eheheheeh entrei no Outeiro da Lagoa.

Passado o Outeiro segui para a lameira da Lagoa, desci depois para a fonte na estrada antiga que ia para Cernache do Bonjardim, parei ao pé do enorme eucalipto, dava umas boas carradinhas de lenha eheheh.
Segui depois um pouco por alcatrão para mais á frente entrar de novo na terra até á Aveleira, Salgueiral e Carnapete.


Passei Carnapete, Alto da Carreira e na Zona Industrial segui para a Ponte das Vinhas onde entrei na Sertã já com algum movimento.


Segui pela quelha que vai dar ao açude perto da Praia Fulvial da Sertã, passei para o outro lado da Ribeira e passei a vila pela Reta do Pinhal.


Aqui era só subir até á Mougueira de onde tinha começado a voltinha matinal, cheguei a casa com mais uma boa voltinha bem cedinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.