Os dias mais longos e com o tempo já um pouco quente mesmo ao nascer do dia é um bom convite para ir dar umas pedaladas mesmo antes do sol nascer.
Já passa do meio da semana e ainda não tinha ido dar a minha voltinha bem cedo, já se torna uma hábito o corpo já se ressente se não vou andar.
Muitos já dizem que estou viciado, mas acho que é um vicio dos bons, se fosse para o café apanhar a carraspana era bem pior, deixemo-nos de lamechas....
Logo cedo sai de casa e ainda o sol não tinha nascido de trás da Serra dos Alvelos, subi até á Portela dos Bezerrins, segui depois para, Moinho do Cabo, Moinho Branco, Maljoga, passei a ponte sobre a Ribeira da Isna e subi pela estrada antiga que ia até Proença-a-Nova até ao Carvalhal.
Subi mais um pouco e fui ter ao cruzamento que vai para Cardigos, segui depois em direção dos Vales, Carrascal, Chaveira, Chaveirinha, Casais de São Bento, Portela dos Colos e São João do Peso.
Em São João do Peso já se via algum movimento, até houve uma senhora que se admirou de ver uma maluco de bicicleta aquela hora da manhã.
Seguindo a minha voltinha desci até á estrada que liga a Sertã a Cardigos, mais um pouco de descida até á ponte e passei novamente a Ribeira da Isna, aqui tive mais uma subida até ás Cortes e Marmeleiro.
Passado o Marmeleiro desci para a Ribeira da Tamolha, mais uma subida até ao Val da Cortiçada e estavam feitas a subidas por hoje, segui depois pela Variante.
Mais umas pedaladas e cheguei á Mougueira com mais uma boa voltinha bem cedinho, mais uma voltinha viciante....
E na voltinha de hoje passei por 4 concelhos, Sertã, Proença-a-Nova, Mação e Vila de rei...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
PELO CORAÇÃO DA SERRA DA LOUSÃ
A serra da Lousã não é muito longe daqui da Sertã, de vez em quando gosto de ir ver as suas belas paisagens, o pior é que tem umas boas subidas mas nada que meta medo.
Á uns dias atrás fui almoçar com a família ao Talasnal, já lá tinha passado numa voltinha de btt com o meu irmão e mais uns amigos, para lá chegar era por um estradão de terra batida mas agora alcatroarão esse bem dito caminho, quando lá fui almoçar aquele alcatrão lisinho aguçou-me o apetite para lá ir de fininha.
Mandei o convite ao Zé Almeida ao que ele disse logo, presente e assim lá delineei uma voltinha pela bonita Serra da Lousã, tinha planeado a saída de Pedrogão Grande, é que a volta tinha um pouco mais de 100 km e com uma boas subidas pelo meio, já fazia mossa.
Sai de casa cedinho e passei em Pedrogão Pequeno para apanhar o Zé, seguimos até Pedrogão Grande onde arrumamos a viatura, preparamos as coisinhas e lá fomos até á Serra.
Saímos de Pedrogão Grande e fomos passando, Val da Manta, Valongo, Tojeira, mais á frente na Venda da Gaita seguimos pela esquerda para a Derreada Cimeira, sempre em ligeira subida lá fomos até ao alto da Derreada.
Passada a primeira dificuldade do dia agora era descer até á bonita vila de Castanheira de Pera, passamos a vila ainda com pouco movimento e ai começamos a subida até á aldeia do Ameal.
Passamos o Ameal e a subida continuava, nas calmas e sempre descontraídos lá fomos pedalando pela subida e olhando as belas paisagens, mais umas pedaladas e fomos entrar na estrada Nacional 236 que vem da Castanheira de Pera mas por outro lado.
Continuamos mas a subida tb continuava, não é uma subida muito inclinada mas é um pouco longa, ao entrar nesta estrada a floresta é mais densa, muito mais árvores e o pior é que estava a cair uma marzia nada agradável, ainda deu para arrepiar.
Já mais no alto na Catraia da Ti Joaquina dava bem para ouvir as ventoinhas que faziam uma barulho que até metia medo, só dava para ouvir porque com o nevoeiro não dava para as ver.
Agora que tínhamos subido muito vinham uns bons km de descida até á Lousã, sempre a boa velocidade lá fomos pela descida abaixo, na descida encontramos muitas carrinhas carregadas de bicicletas do pessoal adepto do Downhill, coisa de fracos que só querem é descer eheheheeheheh.
Mais uma pouco de descida e chegamos á aldeia do Candal, uma aldeia de xisto com uma loja e um café, mas ainda estava tudo fechado, era hora de seguir, mais á frente começamos a ver que tb tinham alcatroado o caminho até á aldeia da Cerdeira, aquilo tinha bom aspecto, umas curvinhas bem engraçadas.
Disse o Zé vamos subir só um bocadinho? vamos lá então disse eu, mas temos que subir mesmo até á aldeia se não não tem piada, e lá fomos por uma boa subida, uma subida com uma boa inclinação e ainda com uma boa distancia.
Lá seguimos até á bonita aldeia da Cerdeira, paramos ao pé da igreja para dar uma vista de olhos nas bonitas casas de xisto que estão a ser restauradas, ali era o fim não tinha saída tivemos que voltar a trás, lá regressamos novamente até á estrada que ia para a Lousã.
Mais um resto de descida passamos a Alfocheira e chegamos á Lousã, encontramos alguns colegas de bike, mas era pessoal que ia para o btt, passamos a Lousã e fomos até Ponte de Quadiz, aqui é que vinha o pior, mais uma valente subida.
Lá ganhamos coragem, e vamos a ela, sempre descontraídos fomos pedalando nas calmas e passamos ao lado de Vale de Nogueira, antigamente era estradão agora com um piso novo subir ali de fininha é uma maravilha, tem-se umas vistas espetaculares.
Mais um pouco e a subida acabou mas por pouco tempo, cortamos á esquerda para Casal Novo e Talasnal, até ao Casal Novo era a descer a depois era mais rolante até ao Talasnal, fomos indo e absorvendo as belas paisagens dos bonitos recantos mais escondidos da bela Serra da Lousã.
Entretanto lá chegamos ao Talasnal, não paramos continuamos com a nossa voltinha, a partir daqui era mais do mesmo subida e mais subida, com uns belos ganchos com umas boas inclinações, nada que já não tivéssemos habituados.
Mais uns ganchos á esquerda, mais uns ganchos á direita passamos ao lado do Vaqueirinho e do Caterrador, mais umas pedaladas e entramos novamente na estrada Nacional 236, subimos mais um pouco até á Catraia da Ti Joaquina agora já com o solinho.
Aqui era descer até Castanheira de Pera, descemos sempre pela Nacional 236, passamos Cova da Malhadas, Sapateira, Moredos e entramos na Castanheira, a partir daqui seguimos pelo mesmo trajecto que tínhamos feito na vinda.
Passamos Alem da Ribeira e subimos até á Derreada Cimeira, descemos até á Venda da Gaita e sempre a boa velocidade depressa chegamos a Pedrogão Grande, chegamos com um sorriso de orelha a orelha pela excelente voltinha que tínhamos dado pela bonita Serra da Lousã.
Foi uma boa voltinha com a bela companhia do Zé Almeida, um bom amigo e bom companheiro de pedaladas.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Á uns dias atrás fui almoçar com a família ao Talasnal, já lá tinha passado numa voltinha de btt com o meu irmão e mais uns amigos, para lá chegar era por um estradão de terra batida mas agora alcatroarão esse bem dito caminho, quando lá fui almoçar aquele alcatrão lisinho aguçou-me o apetite para lá ir de fininha.
Mandei o convite ao Zé Almeida ao que ele disse logo, presente e assim lá delineei uma voltinha pela bonita Serra da Lousã, tinha planeado a saída de Pedrogão Grande, é que a volta tinha um pouco mais de 100 km e com uma boas subidas pelo meio, já fazia mossa.
Sai de casa cedinho e passei em Pedrogão Pequeno para apanhar o Zé, seguimos até Pedrogão Grande onde arrumamos a viatura, preparamos as coisinhas e lá fomos até á Serra.
Saímos de Pedrogão Grande e fomos passando, Val da Manta, Valongo, Tojeira, mais á frente na Venda da Gaita seguimos pela esquerda para a Derreada Cimeira, sempre em ligeira subida lá fomos até ao alto da Derreada.
Passada a primeira dificuldade do dia agora era descer até á bonita vila de Castanheira de Pera, passamos a vila ainda com pouco movimento e ai começamos a subida até á aldeia do Ameal.
Passamos o Ameal e a subida continuava, nas calmas e sempre descontraídos lá fomos pedalando pela subida e olhando as belas paisagens, mais umas pedaladas e fomos entrar na estrada Nacional 236 que vem da Castanheira de Pera mas por outro lado.
Continuamos mas a subida tb continuava, não é uma subida muito inclinada mas é um pouco longa, ao entrar nesta estrada a floresta é mais densa, muito mais árvores e o pior é que estava a cair uma marzia nada agradável, ainda deu para arrepiar.
Já mais no alto na Catraia da Ti Joaquina dava bem para ouvir as ventoinhas que faziam uma barulho que até metia medo, só dava para ouvir porque com o nevoeiro não dava para as ver.
Agora que tínhamos subido muito vinham uns bons km de descida até á Lousã, sempre a boa velocidade lá fomos pela descida abaixo, na descida encontramos muitas carrinhas carregadas de bicicletas do pessoal adepto do Downhill, coisa de fracos que só querem é descer eheheheeheheh.
Mais uma pouco de descida e chegamos á aldeia do Candal, uma aldeia de xisto com uma loja e um café, mas ainda estava tudo fechado, era hora de seguir, mais á frente começamos a ver que tb tinham alcatroado o caminho até á aldeia da Cerdeira, aquilo tinha bom aspecto, umas curvinhas bem engraçadas.
Disse o Zé vamos subir só um bocadinho? vamos lá então disse eu, mas temos que subir mesmo até á aldeia se não não tem piada, e lá fomos por uma boa subida, uma subida com uma boa inclinação e ainda com uma boa distancia.
Lá seguimos até á bonita aldeia da Cerdeira, paramos ao pé da igreja para dar uma vista de olhos nas bonitas casas de xisto que estão a ser restauradas, ali era o fim não tinha saída tivemos que voltar a trás, lá regressamos novamente até á estrada que ia para a Lousã.
Mais um resto de descida passamos a Alfocheira e chegamos á Lousã, encontramos alguns colegas de bike, mas era pessoal que ia para o btt, passamos a Lousã e fomos até Ponte de Quadiz, aqui é que vinha o pior, mais uma valente subida.
Lá ganhamos coragem, e vamos a ela, sempre descontraídos fomos pedalando nas calmas e passamos ao lado de Vale de Nogueira, antigamente era estradão agora com um piso novo subir ali de fininha é uma maravilha, tem-se umas vistas espetaculares.
Mais um pouco e a subida acabou mas por pouco tempo, cortamos á esquerda para Casal Novo e Talasnal, até ao Casal Novo era a descer a depois era mais rolante até ao Talasnal, fomos indo e absorvendo as belas paisagens dos bonitos recantos mais escondidos da bela Serra da Lousã.
Entretanto lá chegamos ao Talasnal, não paramos continuamos com a nossa voltinha, a partir daqui era mais do mesmo subida e mais subida, com uns belos ganchos com umas boas inclinações, nada que já não tivéssemos habituados.
Mais uns ganchos á esquerda, mais uns ganchos á direita passamos ao lado do Vaqueirinho e do Caterrador, mais umas pedaladas e entramos novamente na estrada Nacional 236, subimos mais um pouco até á Catraia da Ti Joaquina agora já com o solinho.
Aqui era descer até Castanheira de Pera, descemos sempre pela Nacional 236, passamos Cova da Malhadas, Sapateira, Moredos e entramos na Castanheira, a partir daqui seguimos pelo mesmo trajecto que tínhamos feito na vinda.
Passamos Alem da Ribeira e subimos até á Derreada Cimeira, descemos até á Venda da Gaita e sempre a boa velocidade depressa chegamos a Pedrogão Grande, chegamos com um sorriso de orelha a orelha pela excelente voltinha que tínhamos dado pela bonita Serra da Lousã.
Foi uma boa voltinha com a bela companhia do Zé Almeida, um bom amigo e bom companheiro de pedaladas.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
ZANGARIA-CODICEIRINHA
Mais uma ficha e mais uma voltinha, esta semana só tinha andado na segunda feira, o corpo já estava a pedir umas pedaladas por isso hoje lá fui dar umas pedaladas bem cedinho.
Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, cortei á direita para o Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e fui ter á Bela Vista.
Entrei na estrada Nacional 2 até á Cumeada, segui depois para Castanheiro Grande, Valongo, Rolã, Casalinho, Atalaia e na Tira cortei á direita para a Ponte dos Cavalos.
Descida rápida até á ponte e subida nas calmas até aos Escudeiros, Louriceira e Quintã, segui depois para a Zangaria que por acaso não me zanguei com ninguém pois ainda estava tudo a dormir ehehehehh.
Continuei para a Calvaria, Porto do Carro, Souto Novo e Cernache do Bonjardim, passei depois Alto Ventoso e entrei na estrada nova até Malpica, continuei para a Codiceira, Codiceirinha, Aldeia de João da Tira e Tapada.
Continuando com a minha voltinha segui pela Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila e lá fiz a ultima subida até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha bem cedinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, cortei á direita para o Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e fui ter á Bela Vista.
Entrei na estrada Nacional 2 até á Cumeada, segui depois para Castanheiro Grande, Valongo, Rolã, Casalinho, Atalaia e na Tira cortei á direita para a Ponte dos Cavalos.
Descida rápida até á ponte e subida nas calmas até aos Escudeiros, Louriceira e Quintã, segui depois para a Zangaria que por acaso não me zanguei com ninguém pois ainda estava tudo a dormir ehehehehh.
Continuei para a Calvaria, Porto do Carro, Souto Novo e Cernache do Bonjardim, passei depois Alto Ventoso e entrei na estrada nova até Malpica, continuei para a Codiceira, Codiceirinha, Aldeia de João da Tira e Tapada.
Continuando com a minha voltinha segui pela Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila e lá fiz a ultima subida até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha bem cedinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
PORTO DO FUSOS-PÓVOA DA RIBEIRA CERDEIRA
Ontem foi dia de compromissos familiares e não deu para ir pedalar, por isso hoje bem cedinho lá fui dar uma voltinha.
Sai de casa passei na Sertã, na Rotunda da Eirinha segui em direção do Boeiro, com o tempo mesmo agradável logo cedo para umas pedaladas até é uma crime ficar a dormir.
Depois do Boeiro segui e passei, Olival, Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Val Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.
Em Cernache já se via algum transito, segui depois para Roda do Cabeço, Casal Madalena, Portela das Oliveiras e um pouco mais á frente cortei á direita para Brejo Cimeiro e Porto dos Fusos, com mais uma subidinha passei ao lado de São Macário para mais á frente seguir para Roda da Estrada, Póvoa e novamente Cernache do Bonjardim.
Passei depois a rotunda e segui em direção de Milheirós, Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Val Cortiço, entrei na estrada nova até ao Porto da Cruz, desci aos Faleiros e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila e subi até ao Montinho e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira com mais uma voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa passei na Sertã, na Rotunda da Eirinha segui em direção do Boeiro, com o tempo mesmo agradável logo cedo para umas pedaladas até é uma crime ficar a dormir.
Depois do Boeiro segui e passei, Olival, Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Val Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.
Em Cernache já se via algum transito, segui depois para Roda do Cabeço, Casal Madalena, Portela das Oliveiras e um pouco mais á frente cortei á direita para Brejo Cimeiro e Porto dos Fusos, com mais uma subidinha passei ao lado de São Macário para mais á frente seguir para Roda da Estrada, Póvoa e novamente Cernache do Bonjardim.
Passei depois a rotunda e segui em direção de Milheirós, Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Val Cortiço, entrei na estrada nova até ao Porto da Cruz, desci aos Faleiros e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila e subi até ao Montinho e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira com mais uma voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
ALTO DO CAVALO-FRAZUMEIRA
Ontem foi feriado mas só para alguns, cá para mim foi dia de trabalho mas só da parte da manhã, já na parte da tarde foi dia de dar trabalho aos pedais da minha fininha por mais uns recantos bem catitas aqui da região.
Sai de casa pelo meio da tarde, o calor já se fazia sentir, estes dias de primavera já dão para cantar a cigarra, já tinha saudades de uma voltinha sem medo que a chuva aparecesse.
Passei a Sertã pela subida da Rua do Castelo, passei ao lado dos Bombeiros e segui pela estrada antiga que ia para Oleiros, passei o Casal da Estrada, Maxial, mais á frente na Cruz do Fundão fui pela esquerda.
Sempre numa pedalada descontraída lá fui indo e passei Sardinheira, Selada da Lameira, mais á frente parei na fonte para encher o bidon de água fresca, continuei e subi mais um pouco até ao Alto da Cava, e com mais um resto de subida cheguei ao Alto do Cavalo.
Já no alto e por agora estava safo das subidas, desci um pouco para depois cortar á esquerda para a Frazumeira, era uma boa descida, não se podia tomar muito balanço, cheguei á Frazumeira e passei um pouco de calçada.
Mais á frente passei por uns franceses que andavam numa caminhada, achei graça porque houve uma senhora que me disse coragem e eu pensei o que raio está para vir.
Lá fui indo num sobe e desce mas nada de mais, um pouco antes de chegar ao Sobral é que entendi o que a mulher francesa quis dizer com coragem, é que apanhei uma subida para o Sobral mesmo das boas.
Cheguei ao Sobral por uma subida de calçada que me deu que fazer, lá segui depois pela direita com direcção á Madeirã.
Sai da aldeia por uma descida em calçada para tremer um pouco, entrei novamente no alcatrão e lá segui por uma valente descida, pensei o que será que ai vem, não deve de ser coisa boa, quem muito desce muito sobe e é uma grande verdade.
Descida feita e subida para pedalar, mas não era uma subida qualquer era das boas e com uma boa distancia, quanto mais subia mais inclinada a subida ficava, mas mais uma forcinha e cheguei á Madeirã já com as pernas a doer.
Depois da aldeia da Madeirã foi subir mais um pouco até á estrada que liga Oleiros a Pedrogão Pequeno, aqui já deu para respirar um pouco das subidas, segui e passei ao perto do Bravo e parei na Vale da Galega para cumprimentar o Zé Almeida que andava na sacha da batata.
Ali me entre-ti um pouco á conversa, mas como o Zé tinha que trabalhar lá segui com o resto da minha voltinha, continuei e passei ao lado de Pedrogão Pequeno segui para o Painho, Val da Froca, Amieira, Ramalhos, Casal da Escusa, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Val Cortiço, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial e São João do Couto.
Entrei na Sertã pela paragem dos Taxis, passada a vila subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma boa voltinha.
E assim foi mais uma voltinha no dia do trabalhador e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa pelo meio da tarde, o calor já se fazia sentir, estes dias de primavera já dão para cantar a cigarra, já tinha saudades de uma voltinha sem medo que a chuva aparecesse.
Passei a Sertã pela subida da Rua do Castelo, passei ao lado dos Bombeiros e segui pela estrada antiga que ia para Oleiros, passei o Casal da Estrada, Maxial, mais á frente na Cruz do Fundão fui pela esquerda.
Sempre numa pedalada descontraída lá fui indo e passei Sardinheira, Selada da Lameira, mais á frente parei na fonte para encher o bidon de água fresca, continuei e subi mais um pouco até ao Alto da Cava, e com mais um resto de subida cheguei ao Alto do Cavalo.
Já no alto e por agora estava safo das subidas, desci um pouco para depois cortar á esquerda para a Frazumeira, era uma boa descida, não se podia tomar muito balanço, cheguei á Frazumeira e passei um pouco de calçada.
Mais á frente passei por uns franceses que andavam numa caminhada, achei graça porque houve uma senhora que me disse coragem e eu pensei o que raio está para vir.
Lá fui indo num sobe e desce mas nada de mais, um pouco antes de chegar ao Sobral é que entendi o que a mulher francesa quis dizer com coragem, é que apanhei uma subida para o Sobral mesmo das boas.
Cheguei ao Sobral por uma subida de calçada que me deu que fazer, lá segui depois pela direita com direcção á Madeirã.
Sai da aldeia por uma descida em calçada para tremer um pouco, entrei novamente no alcatrão e lá segui por uma valente descida, pensei o que será que ai vem, não deve de ser coisa boa, quem muito desce muito sobe e é uma grande verdade.
Descida feita e subida para pedalar, mas não era uma subida qualquer era das boas e com uma boa distancia, quanto mais subia mais inclinada a subida ficava, mas mais uma forcinha e cheguei á Madeirã já com as pernas a doer.
Depois da aldeia da Madeirã foi subir mais um pouco até á estrada que liga Oleiros a Pedrogão Pequeno, aqui já deu para respirar um pouco das subidas, segui e passei ao perto do Bravo e parei na Vale da Galega para cumprimentar o Zé Almeida que andava na sacha da batata.
Ali me entre-ti um pouco á conversa, mas como o Zé tinha que trabalhar lá segui com o resto da minha voltinha, continuei e passei ao lado de Pedrogão Pequeno segui para o Painho, Val da Froca, Amieira, Ramalhos, Casal da Escusa, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Val Cortiço, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial e São João do Couto.
Entrei na Sertã pela paragem dos Taxis, passada a vila subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma boa voltinha.
E assim foi mais uma voltinha no dia do trabalhador e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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