segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

PEDROGÃO PEQUENO-GOIS-CABREIRA

Mais uma voltinha de fininha com a companhia do Pedro Ferrão e do Zé Almeida.

Tínhamos combinado dar umas pedaladas para os lados de Góis com o regresso pelo lado da bonita aldeia da Cabreira e nem sabíamos bem o que nos esperava depois de passar o Rio Ceira para o outro lado.

Sai de casa parei na Pastelaria Estrela Doce para o cafézinho e o indispensável pastelinho de nata, e lá segui para o ponto de encontro que foi em Pedrogão Pequeno.

Encostei a viatura preparei as coisinhas e entretanto lá chegou o Zé Almeida e o Pedro, com tudo preparado lá fomos nós dar a voltinha.

Saímos de Pedrogão descemos até á Barragem do Cabril ainda coberta de nevoeiro, subimos até Pedrogão Grande e sempre com boa disposição fomos passando Vale da Manta, Valongo, Tojeira, Venda da Gaita, Picha, Alto da Louriceira, Mega Fundeira, Portela do Torgal, Amioso Fundeiro e Alvares.
A seguir a Álvares vinha uma boa subida até á Portela do Vento, nas calmas lá fomos pedalando, o dia estava a ficar bom sem nuvens mas algum frio, nas subidas não se sentia frio mas nas descidas é que era pior.

Chegados á Portela do Vento a malta já ia quente mas agora era a descer e o fresquinho vinha ai, sempre a descer passamos Cabeçadas, Cantoneiros, Esporão, Ladeiras, éramos para parar no Cimo do Alvem mas o café estava fechado, descemos mais um pouco e paramos em Góis.

Paramos no café das bombas para comer alguma coisa, já retemperados seguimos e mais uma vez a subir, passamos o Rio Ceira que ia ser a nossa companhia por uns bons km, passamos a Cortecega e mais á frente a bonita aldeia da Cabreira.

Passada a Cabreira uns metros mais á frente encontramos uma vista fantástica umas casas em pedra á beira do Rio Ceira, uma maravilha...
Depois de nos deslumbrarmos com a belas vistas era hora de seguir e passamos Sandinha, Capelo, Candosa e Colmeal, passamos o Rio Ceira para a outra margem e nem sonhávamos o que nos esperava, uma dura subida com uns bons km até ao alto da Serra da Pampilhosa.

Nas calmas lá fomos subindo até ao Carvalhal do Sapo e mais um pouco chegamos á Nacional 112, mais uma subida feita.

No alto paramos para ver as magnificas vistas e tb para recuperar um pouco, com as horas a passar lá seguimos agora numa boa descida até á aldeia de Alvares.


Seguimos na Nacional 112 até á Portela do Vento para depois apanhar a Nacional 2, a partir daqui fizemos o mesmo trajeto de regresso até Pedrogão Pequeno.


Descemos até Álvares sempre a boa velocidade, subimos depois para a Portela do Torgal passamos a Mega Fundeira e a ultima subida do dia era até ao Alto da Louriceira.

Já no alto e agora sempre mais rolante depressa chegamos a Pedrogão Grande, descemos até á Barragem do Cabril onde paramos para ver a bela albufeira e a sua descarga que já á uns bons dias que não para de deitar.
Chegamos a Pedrogão Pequeno satisfeitos com mais uma voltinha mas com um grande sova de pedal mas ficou a promessa de mais voltinhas, tínhamos era que escolher menos subidas ehheheeheh..

Despedidas feitas e cada um foi ver do almoço que já estava na hora.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

BARRAGEM CASTELO DE BODE-ROBALO

Mais um domingo e mais umas pedaladas, no sábado as noticias do tempo para o domingo não eram muito favoráveis para umas pedaladas mas eles ás vezes tb se enganam, como ia almoçar a casa dos meus pais tinha planeado ir de fininha.

Ontem acordei e fui espreitar a janela, caiam umas pingas mas nada de mais, pensei vai ser uma molha das boas mas que se lixe, preparei as coisinhas e lá me fiz á estrada, desci até á Sertã para beber o café e comer o pastelinho de nata na Pastelaria Estrela Doce como é habitual.

Café tomado e lá vou eu pedalando, passei Faleiros, Fonte da Mata, Alto Ventoso, Cernache do Bonjardim, Casal Madalena, Portela de Oliveira e sempre numa boa descida cheguei á ponte do Vale da Ursa, parei em cima da ponte para tirar uma foto e com a chuva já a molhar um bocadinho lá continuei.


Passei o Vale Serrão, Peralfaia, Junqueira, Besteiras, Águas Belas e passei ao lado de Ferreira do Zêzere, ainda pensei encurtar a volta e ir por Vila de Rei mas como ainda era cedo e não gosto de alterar a volta que tinha planeado inicialmente lá fui em frente, passei Água de Todo o Ano, Regueiras, Salgueiral, Alviobeira, Manobra, Pintado, Val Gamito, Calçadas e Tomar.
Com o tempo mau e com o fatinho já molhado nem parei, tinha pensado parar só na Barragem porque costuma lá estar uma rulote e comia lá alguma coisa, fui passando Carvalhos de Figueiredo, Casal das Bernadas, Alto dos Cinco Reis, Quinta do Falcão, Ervideiras, Bairro e Castelo de Bode.


Cheguei á Barragem e lá estava a rulote, encostei a bike comi um bolinho e bebi um sumo, dei uma espreitadela pela barragem, estava a fazer a descarga, uma vista espetacular, tirei umas fotos e segui para não arrefecer muito pois o fatinho já estava todo molhado.
Segui e subi até Martinchel, aqui tinha uma boa subida não pela sua inclinação mas sim muito longa mas nas calmas lá fui pedalando até perto do Sardoal, tinha planeado ir pela estrada antiga antes de haver a N2, segui e passei Venda Nova, Panascos, Monte Cimeiro, Chão de Codes, Chão de Lopes, Lameiras, Maxieira, Cabo e finalmente Robalo.


Cheguei parecia uma pinto com uma molha até ao osso, tinha sido chuva quase deste o principio até ao fim da voltinha, depois do banhinho tomado era hora do almoço, tinha gasto muitas calorias e era hora de as repor, foi um belo almoço em  família.

E assim foi mais uma voltinha molhada mas com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

ROTA DO LEITÃO 2014

Mais um ano a convite do Pedro Tavares fui a mais uma Rota do Leitão.


Mais uma mão cheia de trilhos com bons amigos e no final um almoço bem farto e bem regado, sempre com muita galhofa á mistura.

Sai de casa e fui até á Pastelaria Estrela Doce para beber uma cafézinho e comer o habitual pastelinho de nata, para depois rumar até ao Vale Clérigo.

Cheguei ao Vale Clérigo e ainda não tinha chegado ninguém, mas entretanto lá chegou o Luís Bandeiras e o anfitrião da voltinha o Pedro Tavares.

Depois de dois dedos de conversa lá começou a chegar mais pessoal, e ali se juntou uma boa mão cheia de amigos.

Tomado mais um cafézinho era hora de nos fazermos aos trilhos, e o dia estava mesmo bom para umas pedaladas.

Saímos do Vale Clérigo entramos na terra e começamos logo a descer o que era mau sinal, porque quem muito desce muito sobe, e foi uma constante durante a volta, muito sobe e desce.

Mais á frente encontramos a Ribeira do Espinho e foi a nossa companhia durante uns km, mais á frente deixamos a Ribeira do Espinho e seguimos a Ribeira da Sarzedinha.

Esta ribeira vai desaguar ao Rio Ocreza, seguimos e agora a subir fomos até perto da Pedra do Altar.


Novamente a descer fomos até a uma ponte onde tiramos uma foto de grupo, continuamos com a voltinha nas calmas e nada de pressas.

Entramos depois num single, no fim do single tivemos que passar por uma horta, um belo lamaçal.
Safos da horta seguimos por mais uma subida para mais á frente tornarmos a descer até um moinho.

Perto deste moinho tinha uma queda de água bem bonita, tirei umas fotos e lá seguimos por um single bem catita que o Pedro tinha andado a limpar.


No final deste single tínhamos um belo reforço á nossa espera num belo sitio, um telheiro com uma churrasqueira e um forno á moda antiga.

Ali estacionamos as bikes e comemos uma bela sandes e bebemos uma bela jeropiga, um bocadinho bem passado.

Com as horas a passar tínhamos que seguir caminho e lá fomos nós, ainda com a Ribeira da Sarzedinha como companhia fomos até á sua foz no bonito Rio Ocreza.


Havia por ali gente á pesca sentadinho no seu banquinho a ver se o peixe picava.

Junto á margem do rio seguimos por um boa subida, com o pessoal um pouco disperso lá se foi fazendo a subida até ao Vale da Mua.

Já safos da subida fomos ter ao Campo de Tiro e mais umas pedaladas chegamos ao pé do Cetro de Dia do Peral onde íamos tomar um banho antes de irmos almoçar.


Já mais limpinhos e com as bikes arrumadas seguimos agora nas nossas viaturas e fomos até ao local onde era o almoço, a Adega dos Alves.

Chegamos e para abrir o apetite fomos beber um branquinho e comer uns aperitivos, umas belas chouriçinhas e umas belas farinheiras assadas, ali nos entretemos a comer e a dar dois dedos de conversa.

Fomos chamados para o almoço, o leitão tinha acabado de sair do forno estava quentinho e quentinho é que ele é bom.

Sentamo-nos na mesa para passar um bom bocado sentados a degustar um belo caldo verde um belo leitão assado com migas e para terminar uma bel tigelada feita em forno de lenha que estava uma delicia e ainda um belo doce da casa.

Aquilo é que foi uma grande luta com tanta comida pior que as subidas que tínhamos encontrado durante a voltinha.


Ali nos aguentamos um bom bocadinho sempre com boa disposição com a malta sempre bem disposta sempre na galhofa.
Já satisfeitos o que ainda demorou um bom bocado é que a malta é boa para pedalar mas para comer é que é mesmo boa  EHEHEEHEHEH.

Depois da barriga bem composta e um bocadinho bem passado era hora de cada um seguir a sua vida e regressar ás suas casas, o pessoal foi super contente com a voltinha e o belo banquete.

Ficou a promessa de que para o ano havia mais e quero ver se não falto nem que seja só para comer eheheeheheh

Quero agradecer ao Pedro Tavares pelo convite e para o ano lá estarei de novo para mais uma Rota do Leitão.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.