Mais um domingo e mais uma voltinha.
Fui ter ao ponto de encontro para me juntar com a malta e ir dar uma voltinha.

Quando lá cheguei já por lá estavam uns colegas, mas ainda faltava um que tinha combinado comigo que tb queria ir.
Enquanto esperava bebi um cafézinho para aquecer, e entretanto lá chegou o resto do pessoal.

Com o pessoal todo reunido era hora de sair.

Os colegas de hoje eram o João Paulo, Eduardo, Diogo, Mário Manso e eu próprio.

Saímos pela Venda da Pedra e subimos até á Junceira por alcatrão para aquecer que estava um briol do catano.
Na Junceira entramos na terra por entre uma casas já em ruínas e fomos apanhar um caminho que vai dar á Cumeada.

Um pouco mais á frente cortamos á direita por um caminho que foi arranjado á pouco tempo que vai dar á Albergaria.

Depois de passar a Albergaria continuamos e passamos no Casal do Calvo, Rebaixia dos Tomés e fomos ter ao Chão da Telha.

No Chão da Telha descemos para a Ribeira da Tamôlha onde existe um single espetacular por umas hortas e por uma levada de agua que antigamente levava a agua para por um lagar a funcionar.
Chegamos perto da ribeira e estava tudo cheio de geada, tudo branquinho.

Entramos no single e lá fomos nós umas vezes a cavalo outras vezes com a bike ás costas.

Fomos andando e em alguns sitos tinham andado a lavrar as terras e tinham estragado por onde já tínhamos passado muitas vezes.

Neste Single ainda se encontra um moinho antigo de fazer farinha que está em muito bom estado.
As vistas que aquele single tem não tem palavras, já lá passei umas dezenas de vezes e cada vez que lá passo parece que é sempre primeira vez.

Aquele single fui eu mais uns colegas que o descobrimos e que o andamos a limpar, foram muitas horinhas de trabalho para se poder passar.

Chegamos ao fim e era hora de subir por uma subida daquelas que dá para suar até perto da Cumeada.

Chegamos ao cimo ali estivemos a descansar um bocadinho e a decidir para onde seguir, lá decidimos seguir por um caminho pela encosta a baixo.

Andamos mais um pouco e o pior aconteceu o caminho não tinha saída, tivemos que ir com as bikes ás costas para o outro lado da ribeira.

Depois de termos chegado ao caminho do outro lado era hora de tirar os picos das silvas.

Depois dos picos tirados continuamos descendo pelo caminho a baixo e como um azar não vem só esse mesmo caminho tb não tinha saída, mas não queriam-mos voltar para trás então lá fomos nós galgar mato outra vez pela encosta abaixo.
Chegamos então á ribeira e lá andamos a ver onde era que dava para passar sem molhar os pés.

Lá encontramos uma passagem para a outra margem e com as bikes ás costas chegamos á Cova do Moinho.

Depois de mais uns arranhões demos umas sacudidelas nas calças e continuamos a nossa volta.
Apanhamos um caminho que vai dar ás Cortes mas antes de lá chegar cortamos por outro caminho que vai dar á estrada de alcatrão que vai da Sertã para o Marmeleiro.

Seguimos por alcatrão um pouco e cortamos por terra até a Vaquinhas Cimeiras e continuamos por Vaquinhas Fundeiras e Outeiro das Colheres onde paramos numa laranjeira e comemos umas laranjinhas.

Depois de ter comido seguimos pela Bela Vista de onde se vê a vila da Sertã toda.

Descemos então em direcção da Sertã, entramos pelo Montinho e ainda deu tempo de fazer um pequeno single que vai dar perto do campo da bola.
Paramos na Carvalha para beber uma bebida e depois cada um foi ao seu destino.

E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.