domingo, 13 de novembro de 2016

SOBREIRO-VALE DO REI

Hoje mais umas pedaladas na fininha, tinha que estar em casa cedo para um almoço em família por isso a voltinha tinha que ser mais curta que o habitual.


Tinha pensado em ir dar a volta por Figueiró e Pedrogão, já dava para matar o vicio e chegava cedo, e assim foi.


Sai de casa e desci até á Pastelaria Estrela Doce para o café e o pastelinho da ordem, já por ali se encontravam muitos adeptos de motos, deviam de ir para algum passeio daqueles que só é preciso acelerar.


Depois do café tomado lá segui para a voltinha, o dia tinha acordado com o céu limpo, a temperatura era bem agradável, uma maravilha.



Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha e Fonte Branca, um pouco mais á frente cortei á esquerda para o Vale Martinho e Faleiros.


Com o sol já a espreitar e sempre descontraído lá passei Fonte da Mata e Porto da Cruz, aqui cortei á direita para o Casal do Porto e Estradinha.

Hoje foi mais uma vez uma voltinha em solitário, os meus colegas estão meios doentes, estão constipados, é a fruta da época.



Passada a Estradinha cortei á direita para o Moinho de Vento e Carvalhos, segui depois pela bela descida até á Barragem da Bouçã.



A descida foi um rápido, parei em cima da ponte que passa por cima do Rio Zêzere para tirar um foto, aqui apanhei o tempo muito nublado, mas era só aqui na baixa.


Tirada a foto lá fui subida fora até Figueiró, passei Corisco, Bairradas, Marvila, Aldeia Cimeira, Retiro e mais umas pedaladas cheguei a Figueiró dos Vinhos.


Dei a volta pela vila para ver o ambiente, ainda se via pouca gente na rua, como ainda era cedo decidi não parar na pastelaria, segui então com a minha voltinha..


Sai de Figueiró em direção da Soalheira, com um sobe e desce ligeiro lá fui passando Soalheira, Pinheiro Bordalo, Outão, Quinta, Lameira Cimeira, Casalinho, Mó Pequena e Mó Grande.

Ainda era cedo e decidi seguir em frente e passar pela aldeia do Sobreiro, já por lá tinha passado de carro e na minha roda grossa mas de fininha era a primeira vez.



Cheguei ao Sobreiro dei a volta á aldeia andei pelas ruelas segui para o Mingacho e desci até á Ponte de Pera, onde fui apanhar novamente a estrada que segue para Pedrogão Grande.


Passei a ponte que passa por cima da Ribeira de Pera e subi até Pedrogão Grande, na rotunda segui á direita e desci até á Barragem do Cabril.


Parei em cima da barragem para ver o belo espelho de água, com a pouca chuva que caiu já se nota que o nível da água já subiu um pouco.



Depois da foto subi até Pedrogão Pequeno, aqui fiz uma paragem no Café das Bombas para comer alguma coisa, é que já se roía alguma coisa.


Comi o Chipicau e bebi um cafézinho, soube mesmo bem para aconchegar a barriga, a voltinha estava a saber mesmo bem neste dia de outono que mais parecia primavera..

Com a barriga mais composta segui a voltinha, sai de Pedrogão fui em direção do Painho e Vale da Froca, aqui cortei á direita e segui por uma estradinha nova para a minha fininha.


Uma estradinha que já conhecia de andar lá de BTT, mas á pouco tempo andaram lá a alcatroa-la, e a assim tinha que lá ir experimentar o piso, já sabia que antes de chegar ao Sesmo tinha uma subidinha das boas.


Lá cortei á direita para o Vale do Rei e Sesmo, uma bela estradinha mais recatada, depois do Sesmo subi mais um pouco até Santo Abril onde segui novamente pela Nacional 2.



Já na Nacional 2 fui passando Ramalhos, Casal da Escusa, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Vale Cortiço, como ainda era cedo segui pela variante nova até ao Porto da Cruz.


Aqui cortei á esquerda e segui pela Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha, segui e fui fazer uma paragem no Bar da Carvalha.


Estive ali a beber uma bebida e a dar dois dedos de conversa com o Diogo, mas com as horas a passar tinha que segui para o resto da voltinha.

Para terminar subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais umas belas pedaladas numa voltinha um pouco mais curta mas boa para recarregar as baterias para a semana de trabalho que se avizinha.



E assim foi mais uma voltinha sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.





sexta-feira, 11 de novembro de 2016

VOLTINHA MEIO ENFERRUJADA

Hoje lá fui dar mais uma voltinha pela fresca, a coisa hoje estava meio enferrujada, parece que as pernas estavam presas, a pré época começa mal....eheheheheh


Sai de casa e desci até á Sertã, o dia acordou bem fresquinho e com uma bela marzia, ainda deu para molhar o casaco, sinal que o inverno começou...

Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha, subi até ao Alto do Boeiro e Olival, aqui a temperatura já estava mais agradável e o sol já espreitava lá  atrás da serra..


Continuei depois pelo Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.


Passei pelo meio da vila e já se via algum movimento, muita gente a ir para o trabalho, segui até á rotunda e segui á esquerda para Milheirós.


Passei por Milheirós subi um pouco e cortei á direita para a Estradinha, aqui estava tudo cheio de nevoeiro e bem fresquinho.
Lá continuei com a voltinha e passei pelo Casal da Cruz, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia e Póvoa da Ribeira Cerdeira.


Um pouco mais á frente lá vinha o Zé Almeida, mas de carro ehehehehhe, demos dois dedos de conversa e lá seguimos cada um á sua vida.



Continuei e passei pelo Vale Cortiço, Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industria, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila segui pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha pela fresca sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.





domingo, 6 de novembro de 2016

ALVORGE-ALJAZEDE

Hoje fui dar uma voltinha na companhia da minha grossa lá para os lados de Ansião, aquela zona é uma das minhas preferidas, muita pedra e muitos singles, é um espetáculo...

Sai de casa cedinho com a bike metida na minha furgoneta, fiz uma paragem na Pastelaria Estrela Doce para a café matinal  acompanhado do pastelinho de nata e segui até Ansião..

Estacionei a viatura ao pé do Nascente do Rio Nabão, preparei as coisinhas e lá fui para os trilhos, o dia acordou meio fresco, já se nota a temperatura de inverno.

Levantei-me cedinho, não sou daqueles que gosta muito de estar na cama, agora no inverno custa mais um bocadinho por causa do frio mas chega-se ao fim satisfeito com a voltinha.

Sai de Ansião pelo Jardim do Nabão, passei por baixo do IC 8, passei depois pelo Corgo, Constantina e Loureiros, lá foi aparecendo um single ou outro para abrir o apetite.


Segui depois para Ribeira do Açor, Lagar da Ribeira e Pião, aqui foi onde entrei num espetacular single, até me babei todo, um single limpinho, foi sempre a dar gás, uma maravilha...

Passado o Pião mais do mesmo era single atrás de single, e eu todo contente, mais umas pedaladas e cheguei a Torre de Vale de Todos.


Estava na hora da missa mas como não levava roupa adequada não me deixaram entrar na Igreja por isso tive que seguir viagem.



Continuei e segui um bom bocado o Caminho de Santiago, e pensei um dia tenho que seguir este caminho por aqui até ao destino, era uma bela aventura....




Lá fui pedalando até Vila Nova e passei perto da Ribeira de Alcalamouque, raio de terra com nome mais mais esquisito, mas ainda passei por outras terras com um nome ainda pior....


O dia acordou fresquinho mas no meio da manhã estava um bela temperatura para as pedaladas, uma maravilha, mesmo como eu gosto...


Lá fui pedalando e vendo as bonitas paisagens que por ali se encontram, mais umas pedaladas e cheguei a Ateanha, mais uma terra com um nome meio marado.


Continuei descontraído até á próxima terra, quando vejo a placa de Aljazede pensei, queres ver que já cheguei ao Iraque ehehehehehehe, que nome estranho esta terra tem..


Domingo é dia de caça e ouviam-se tiros por todo o lado, deixa-me seguir ates que leve com um chumbo, lá segui até Vale Todos.



Por entre uns muros em pedra lá cheguei ao centro da aldeia, segui depois em direção da Coelhosa, á saída da aldeia mais do mesmo, um single até perto da Lagarteira.


Sai da Lagarteira e segui por um caminho daqueles com muitos calhaus, era para estremecer bem o esqueleto, e bem abanado que ele ficou, tive que ter cuidado para não morder a língua....


Passei depois Cabeça Redonda e fui ter á Zona Industrial do Camporês, mas antes de lá chegar ainda andei a vasculhar um caminho que tinha ali ao lado, mas o que consegui foi umas boas arranhadelas.


Lá segui até á Zona Industrial, passei um pouco por alcatrão para uns metros mais á frente cortar á esquerda e subir até ao Alqueidão.

Subida feita e segui até ao Casal de São Brás, continuei por um caminho até á entrada do Trilho dos Olhos de Água.


E que trilho este, já lá tinha passado á uns tempos, mas é sempre bom repetir este trilho, um single do melhor..


Fui por ai fora e até os olhos choravam, uma maravilha de trilho, sempre a descer por entre umas árvores e com umas curvas pelo meio, numa palavra, BRUTAL.....



No fim do single entrei no alcatrão e segui até á minha viatura, arrumei a bike e o resto do material depois de mais umas belas pedaladas.



Fui depois até á Pastelaria do Nabão para comprar umas belas merendinhas acabadinhas de sair do forno, estavam uma maravilha UI UI..



Com a barriga cheia regressei a casa depois de mais uma manhã de pedaladas por uns trilhos brutais com muitos singles daqueles que a malta gosta.
Sair de casa e ir pedalar por trilhos destes é mesmo bom, tenho que me levantar cedo para ir pedalar por estas bandas mas vale bem a pena.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.