quinta-feira, 8 de outubro de 2015

SEIXO-CARVALHOS

Mais uma ficha e mais uma voltinha, hoje quando me levantei e espreitei pela janela vi tudo muito nublado, pensei tenho que levar uma luz de nevoeiro eheheheeh.

Sai de casa e fui até á Sertã ainda com poucos carros, subi até São João do Couto, Zona industrial e Alto da Carreira, aqui a coisa já fica mais rolante.


Já com o dia a clarear lá fui indo pela Aveleira, Tapada, Casalinho Val Cortiço, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Almas da Arnoia.

Aqui o nevoeiro estava mesmo serrado dava para embaciar os óculos, tenho que arranjar umas escovas para os limpar ehehehe.


Lá fui até Santa Rita, Vale Dianteiro, Seixo e Mosteiro da Senhora das Preces, dei a volta á capela para tirar uma foto, está ali um bonito espaço, bem arranjadinho e com um pequeno parque de merendas.

Com a foto tirada segui para Fonte Fria, Cabeço, Casais, Carvalhos e Moinho de Vento, entrei na estrada nacional até Milheirós e Cernache do Bonjardim.

Aqui já estava mais limpo, o nevoeiro estava a ir embora, continuei pelo Alto Ventoso, Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Parei nas bombas da gasolina para cumprimentar o João Paulo, fomos depois beber um cafézinho e dar dois dedos de conversa, mas o tempo estava a passar e tinha que seguir, subi até á Mougueira e encostei a fininha depois de mais umas boas pedaladas.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

MALJOGA DE PROENÇA-PISÕES

Com as previsões do dia sem chuva hoje fui dar mais umas pedaladas, sair de casa a chover não é muito do meu agrado, por isso é que não tenho pedalado ao começar do dia.

Hoje sem pingas sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, continuei em frente e passei Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.


Depois de passar a ponte por cima da Ribeira da Isna cortei á direita para a Maljoga de Proença, passei pelo meio da aldeia e por uma estradinha estreitinha fui ter ao Rafael.



Passei mais uma vez por cima da Ribeira da Isna e segui para os Pisões, aqui vinha o pior, uma bela subida até aos Vales da Longra, ufaa que esta deu para aquecer.


Já no alto e depois dos Vales da Longra continuei até ao Marmeleiro, cortei á direita e desci até á Ribeira da Tamolha.


Mais uma subida até ao Vale da Cortiçada e Junceira, depois era a descer, passei Venda da Pedra e entrei na Sertã, aqui na cova estava mais fresquinho.
Passei pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha pela fresca, com este tempo já dá para levar mais um casaquinho.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

VALE DA MÓ-CASAL DO CORVO

Hoje fui mais uma vez ver o nascer do sol lá atrás da serra, é mesmo fixe pedalar e ver o nascer do sol, levantar cedo dá saúde e faz crescer..

Sai de casa e desci até á Sertã, subi para São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada e Vale Cortiço.


Aqui cortei á direita e segui pelo Casal D´Ordem, Vale das Uchas, Herdade, Cimo da Ribeira, Vale da Mó, Verdelhos, Casal da Escusa, Adegas da Selada, Nogueirinho e Mourisco.


Hoje estava bem fresquinho, os dias arrefeceram um bocado, tem que se dar ao pedal para aquecer.

Depois do Mourisco continuei para a Arnoia, Casal da Fonte, Casal Novo, Casal Corvo, Casal do Corvo e Porto da Cruz.

As voltinhas agora têm sido mais curtas porque os dias são mais pequenos, para o fim do mês quando mudar a hora já dá para alongar as voltinhas.
 No Porto da Cruz continuei e passei Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila e para terminar subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



terça-feira, 29 de setembro de 2015

ROLÃ-NESPERAL

Hoje lá me levantei cedinho para dar umas pedaladas na fininha, pois já há uns dias que não dava ao pedal.


Sai de casa e mais uma vez subi até á Portela dos Bezerrins, cortei á direita e nas calmas fui passando Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Bela Vista e Cruzamento da Junceira.



Com o dia já a raiar lá detrás da Serra continuei pela Cumeada, Castanheiro Grande, Casal dos Gafos e Valongo.

Uns metros mais á frente cortei á direita para a Rolã, desci depois para a Ponte das Cabras, uma bela descida e ao passar a ponte segue-se uma bela subida.


O tempo está mesmo bom para umas pedaladas, uma temperatura agradável, lá fui indo subida fora até ao Vale do Gago, um vale com umas hortas e um parque eólico artesanal engraçado.


Segui depois pela Louriceira, Felgaria, Nesperal, Malha Pão e Alto Ventoso.

Entrei na estrada que liga Cernache á Sertã e segui pelo Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila e subi até á Mougueira onde estacionei a bike depois de mais umas belas pedaladas ao nascer do dia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




terça-feira, 22 de setembro de 2015

PONTE DO ROBALO-TAPADA

Mais um começo de dia com umas belas pedaladas, que maravilha estas voltinhas logo ao nascer do sol.


Sai e fui até á Sertã, segui para a Rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro, continuei pelo Olival, Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim.


Já em Cernache dei a volta pelo lado das piscinas e segui pela estrada nacional até á Roda, cortei á direita com direcção a São Macário.

Lá fui até ao alto, cheguei ao pé da Igreja e ali estive um pouco a observar as belas paisagens, é mesmo bom pedalar logo cedo e ver estas belas paisagens.


Depois de desfrutar das belas vistas voltei á Roda e Cernache do Bonjardim, continuei pela enorme recta e passei Alto Ventoso e Porto da Cruz.


Entrei na estrada nova e fui até ao Vale Cortiço, cortei á direita e passei pelo Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila subi pelo Montinho e cheguei á Mougueira com mais umas belas pedaladas logo pela fresca.


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



domingo, 20 de setembro de 2015

MESÃO FRIO-PRAIA FLUVIAL DO CARVOEIRO

Hoje foi dia de ir almoçar a casa dos meus pais, e para não variar lá fui eu dar ao pedal até lá, queimar algumas calorias para depois as repor.

Desta vez fui na roda grossa, já caíram umas pingas e já não é tão perigoso andar no meio do mato, mas mesmo assim tem que se ter muito cuidado.


Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, tinha planeado um trajeto com algumas partes onde nunca lá tinha pedalado, não gosto de fazer o mesmo trajeto, com tanto caminho tenho que variar.


Depois da Portela cortei á direita e fui um pouco ao lado da Ribeira da Tamolha, passei Moinho do Cabo, Ribeiras e subi até ao Pereiro.


No Pereiro passei ao lado da Igreja e desci por um caminho meio estragado até perto do Moinho Branco, aqui cortei á direita passei uma bela ponte estreitinha e subi até á Maljoga de Proença.



Aqui ainda não estava safo da subida, foi só um pouco para aliviar, segui na estrada que vai para o Vergão e uns metros á frente cortei á esquerda e toca a subir até ao Parque Eólico do Vergão, uma bela subida que deu para suar.
Já no alto era hora de desfrutar as belas paisagens, uma vista espetacular, tirei umas fotos e continuei a voltinha.


Agora tinha um bom bocado a descer, passei Cimadas Cimeiras e Cimadas Fundeiras, umas aldeias com poucos habitantes, muitas casas em ruínas, morrem os mais idosos e assim ficam as aldeias despidas.



Passada as Cimadas Fundeiras continuei e sem grande dificuldade fui ter aos Vales de Cardigos, mais umas pedaladas e cheguei ao Carrascal, passei uma pequena ribeira por uma belo single e era hora de subir mais um pouco.



Lá fui indo nas calmas subida fora, já no alto e safo de mais uma subida toca a descer mais um bom bocado.


Fui ter á Ribeira de Mesão Frio, aqui mais uma vez passei sem molhar o pé, é que as ribeiras não têm água, o que choveu ainda não deu para as encher.


Já na aldeia de Mesão Frio segui para o Vale da Carreira, fui pelo risco do GPS mas tive que voltar a trás, o caminho já tinha desaparecido, tive que arranjar uma alternativa.
Segui um pouco pelo alcatrão até á aldeia do Serimogão, aldeia onde existe um monumento de homenagem ao General Lemos Ferreira, tirei uma foto e lá segui o meu caminho.


Mais uma pedaladas passei a Bairrada e Pereiro, aqui mais uma subida, mas antes de a atacar sentei-me um pouco e morfei uma bela sandocha que levava na mochila.


O risco que tinha planeado passava por algumas aldeias mas nenhuma tem um café ou tasca por isso á que ir prevenido, soube mesmo bem, só é pena ter sido acompanhada de água, uma bjeca é que vinha mesmo a calhar.


Já mais satisfeito lá fui para mais uma subida até perto da aldeia da Capela, segui depois até á bela Praia Fluvial do Carvoeiro, aqui tudo sossegado nem vivalma.


Tirei umas fotos e continuei, um pouco mais á frente encontrei um grande tanque com uma bica de água fresca, parei e toca a encher o bidon.



Entretanto a boa velocidade vinhem três ciclistas de fininha, era o Luis Bandeiras o Sergio e o Résio, ai vinham eles na sua voltinha domingueira, dois dedos de conversa e lá fomos ás nossas vidas.
Continuei até ao Frei João, segui depois para um vale e logo á minha frente tinha uma bela subida pela frente, mais uma e das boas.


Fui até perto do Brejo Grande e continuei na encosta da Serra do Bando dos Santos, aqui fui ter á aldeia da Lage onde só restam umas belas ruínas e uma bela charca.


Tirei a foto da praxe segui e fui ter ao estradão que liga a Gargantada é Capela, segui um pouco por ele e um pouco mais á frente cortei á direita, bora subir a Serra do Santo António.



Era a ultima subida mais complicada, passar ali e não ir lá ao alto até era crime eheheheh.


Depois de umas pingas de suor lá cheguei ao alto, ali do alto a paisagem é do outro mundo, com o tempo limpo tem-se uma bela panorâmica das serras ali ao redor, e até dá para se avistar a cidade de Castelo Branco.


Com os olhos maravilhados com a paisagem continuei e agora era descer, mas a descida é um pouco manhosa, o terreno é traiçoeiro, areento e com muita pedra solta, á que ter cuidado para não riscar os cromados.
Já cá em baixo segui pela Gargantada e Monte Fundeiro, mais um pouco e cheguei ao Robalo a casa dos meus pais para o belo e merecido almoço em família.


Mais uma voltinha por alguns trilhos novos para a minha grossa, soube mesmo bem para aliviar o stress, seguiu-se depois um belo almoço em excelente companhia.

E assim foi mais uma bela voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.