Hoje foi dia de pedaladas mas de roda grossa, fui afinar a bike para a próxima aventura na companhia do meu irmão, vamos começar na Serra de Albarracin onde nasce o Rio Tejo e acompanhar o rio até Toledo, vamos em autonomia, vai ser mais uma bela aventura..
Hoje até estranhei já não estava habituado a andar de roda grossa, tenho andado mais de fininha, mas depois de uns metros a coisa lá se concertou.
Sai de casa e logo entrei na terra, passei ao lado da Quinta da Carraça e fui ter ao Monte Baixo, Valada e Boais.
Tinha planeado ir até ao alto da Serra da Longra, passei ao lado do Moinho do Cabo e toca a subir, uma subida que já tinha saudades de lá passar mas era a descer porque a subir custa um pouco eheheheh.
Nas calmas lá fui indo até ao alto, parei ao lado de um dos dois moinhos que lá existem, foram recuperados mas mais nada, mais uns tempos e voltam a cair, não foram aproveitados para nada.
No alto da Serra tinha que descer, e segui até ao Vale do Pereiro, Ribeiras Fundeiras, Ribeiras Cimeiras, Outeiro da Várzea e Várzea dos Cavaleiros.
Depois da Várzea dos Cavaleiros segui para as Hortas Cimeiras, aqui mais uma bela subida até ao alto da Pederneira, esta subida é daquelas boas para suar, bem inclinada e com alguma pedra solta.
Subida feita e parei no alto para regalar as vistas com as belas paisagens, é sempre bom ir lá ao alto porque as vistas valem bem o esforço.
Mais uma vez no alto era hora de descer e segui para a Pederneira, uma aldeia no meio da encosta, continuei a descer e fui ter ao Farpado, aqui tive que fazer uma paragem para provar uma cerejas, estavam mesmo boas.
Depois de provar as cerejas segui, mais umas pedaladas e cheguei á Mougueira com mais umas belas pedaladas ao começar do dia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
SERTÃ-PRAIA DA NAZARÉ
Ontem foi dia de levar a fininha a conhecer a Praia da Nazaré, já conhece algumas mas nunca tinha ido á bonita Praia da Nazaré.
Saímos de casa fomos até á Portela dos Bezerrins e cortamos á direita para Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras, Bela Vista e entramos na Nacional 2.
Pedalando nas calmas para não cansar muito no inicio lá fui indo até ao Chão da Forca e Barragem da Ribeira da Isna, até aqui tinha sido a descer, daqui até Vila de Rei tinha uma boa subida pela frente.
Fui pedalando e passei Fundada, Milriça e mais um bocadinho cheguei ao alto, aqui era descer até Vila de Rei, passei e era para beber um cafézinho mas como ia com balanço nem parei.
Continuei e um pouco mais á frente segui pela esquerda para entrar na Nacional 2 antiga, uma bela estradinha com um piso bom e trânsito nem velo, mais parece uma ciclovia.
Lá fui sem grandes dificuldades e passei Pisão Cimeiro, Milreu, passei ao lado do Penedo Furado e cheguei á Ponte de Codes, a ponte que faz a divisão do Concelho de Vila de Rei do Concelho do Sardoal.
Parei para tirar uma foto e toca a subir pelo Brescovo, Salgueira, São Domingos e Carvalhal, cortei depois á direita e mais á frente nas bombas de gasolina parei para beber o cafézinho e comer um pastelinho de nata.
Com o pastelinho de nata no bucho lá continuei e sem grande dificuldade cheguei a Martinchel, cortei á esquerda e passei por Alagoa, Casal do Rei e por uma boa descida fui ter ao lado do belo Rio Zêzere.
Com o Rio Zêzere a fazer-me companhia lá fui até Constância, passei a ponte e entrei na Nacional 3, tirei uma foto á ponte e toca a seguir viagem, passei ao lado dos vários quarteis de Tancos e continuei até á aldeia de Tancos.
Passei depois Vila Nova da Barquinha e Entroncamento, aqui tive que parar para remendar um furo, mas tive sorte foi á sombra, é que o calor já estava a apertar.
Problema resolvido segui as minhas pedaladas, passei Botequim, Ladeira do Pinheiro, Bairro do Nicho e Torres Novas.
Segui pela variante fora da cidade e segui para Barreira Alva, na Zibreira passei por um colega de fininha que tb andava a dar a voltinha, meti conversa com ele lá fomos falando e pedalando, era de Minde tinha ido dar a volta pela Chamusca.
Passamos a Vilela, Lameiras e nas Moitas Venda despedi-me dele, ele seguiu para Minde e eu cortei á esquerda para o interior da Serra de Santo António.
Ainda nas Moitas da Venda parei para comer alguma coisa e beber uma bebida fresca, ainda tinha uns km pela frente e tinha que encher o deposito.
Já com a barriga mais composta segui para Covão do Feto, Barrinhos, Serra de Santo António, Telhados Grandes, Curraleira, Barreira da Junqueira, Covão do Sabugueiro e São Bento.
Parei num café para comprar água fresca, bidons atestados toca a seguir, este interior da Serra de Santo António é espetacular, estradinhas boas e vistas brutais, uma maravilha.
Continuei para Fradilhão, Lugar da Fonte, Chão das Pias, parei no miradouro onde se tem uma espetacular vista da Vila de Porto de Mós para tirar umas fotos, depois das fotos era descer até ao Serro Ventoso e a descer cheguei a Porto de Mós.
Passei a vila e continuei pela Catraia e Tourões, atravessei a Nacional 1 e fui ter á Cruz da Légua e Juncal.
Já perto do final da minha viagem e com cheirinho a mar ainda passei Castanheira, Coz, Casal da Morgada, Casal da Areia, Valados dos Frades e para terminar cheguei á bonita Praia da Nazaré.
No alto já dava para ver o mar e sentir o cheirinho da água salgada, desci até á praia onde tinha a família á espera, eles tinham ido de carro e eu na minha fininha.
Arrumei a bike troquei de fatiota e fui até á praia, não deu para mergulhar porque a água estava fria, fomos foi almoçar para repor algumas calorias queimadas das pedaladas.
Mais uma voltinha de fininha por belas estradinhas mais recatadas pelo interior da Serra de Santo António que só vos digo é espetacular, sossegada e com paisagens do melhor.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Saímos de casa fomos até á Portela dos Bezerrins e cortamos á direita para Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras, Bela Vista e entramos na Nacional 2.
Pedalando nas calmas para não cansar muito no inicio lá fui indo até ao Chão da Forca e Barragem da Ribeira da Isna, até aqui tinha sido a descer, daqui até Vila de Rei tinha uma boa subida pela frente.
Fui pedalando e passei Fundada, Milriça e mais um bocadinho cheguei ao alto, aqui era descer até Vila de Rei, passei e era para beber um cafézinho mas como ia com balanço nem parei.
Continuei e um pouco mais á frente segui pela esquerda para entrar na Nacional 2 antiga, uma bela estradinha com um piso bom e trânsito nem velo, mais parece uma ciclovia.
Lá fui sem grandes dificuldades e passei Pisão Cimeiro, Milreu, passei ao lado do Penedo Furado e cheguei á Ponte de Codes, a ponte que faz a divisão do Concelho de Vila de Rei do Concelho do Sardoal.
Parei para tirar uma foto e toca a subir pelo Brescovo, Salgueira, São Domingos e Carvalhal, cortei depois á direita e mais á frente nas bombas de gasolina parei para beber o cafézinho e comer um pastelinho de nata.
Com o pastelinho de nata no bucho lá continuei e sem grande dificuldade cheguei a Martinchel, cortei á esquerda e passei por Alagoa, Casal do Rei e por uma boa descida fui ter ao lado do belo Rio Zêzere.
Com o Rio Zêzere a fazer-me companhia lá fui até Constância, passei a ponte e entrei na Nacional 3, tirei uma foto á ponte e toca a seguir viagem, passei ao lado dos vários quarteis de Tancos e continuei até á aldeia de Tancos.
Passei depois Vila Nova da Barquinha e Entroncamento, aqui tive que parar para remendar um furo, mas tive sorte foi á sombra, é que o calor já estava a apertar.
Problema resolvido segui as minhas pedaladas, passei Botequim, Ladeira do Pinheiro, Bairro do Nicho e Torres Novas.
Segui pela variante fora da cidade e segui para Barreira Alva, na Zibreira passei por um colega de fininha que tb andava a dar a voltinha, meti conversa com ele lá fomos falando e pedalando, era de Minde tinha ido dar a volta pela Chamusca.
Passamos a Vilela, Lameiras e nas Moitas Venda despedi-me dele, ele seguiu para Minde e eu cortei á esquerda para o interior da Serra de Santo António.
Ainda nas Moitas da Venda parei para comer alguma coisa e beber uma bebida fresca, ainda tinha uns km pela frente e tinha que encher o deposito.
Já com a barriga mais composta segui para Covão do Feto, Barrinhos, Serra de Santo António, Telhados Grandes, Curraleira, Barreira da Junqueira, Covão do Sabugueiro e São Bento.
Parei num café para comprar água fresca, bidons atestados toca a seguir, este interior da Serra de Santo António é espetacular, estradinhas boas e vistas brutais, uma maravilha.
Continuei para Fradilhão, Lugar da Fonte, Chão das Pias, parei no miradouro onde se tem uma espetacular vista da Vila de Porto de Mós para tirar umas fotos, depois das fotos era descer até ao Serro Ventoso e a descer cheguei a Porto de Mós.
Passei a vila e continuei pela Catraia e Tourões, atravessei a Nacional 1 e fui ter á Cruz da Légua e Juncal.
Já perto do final da minha viagem e com cheirinho a mar ainda passei Castanheira, Coz, Casal da Morgada, Casal da Areia, Valados dos Frades e para terminar cheguei á bonita Praia da Nazaré.
No alto já dava para ver o mar e sentir o cheirinho da água salgada, desci até á praia onde tinha a família á espera, eles tinham ido de carro e eu na minha fininha.
Arrumei a bike troquei de fatiota e fui até á praia, não deu para mergulhar porque a água estava fria, fomos foi almoçar para repor algumas calorias queimadas das pedaladas.
Mais uma voltinha de fininha por belas estradinhas mais recatadas pelo interior da Serra de Santo António que só vos digo é espetacular, sossegada e com paisagens do melhor.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
CARVALHAL-CARDIGOS
Como é altura das cerejas já ando a ver onde posso ir dar umas pedaladas e provar essa bela frutinha, umas mais pequenas outras mais grossinhas mas bem apetitosas.
Hoje ao sair de casa comecei a pensar onde haveria uma cerejeira para lá ir dar uma vista de olhos, decidi ir até á Portela continuei pela estrada antiga que liga a Sertã a Proença-a-Nova.
Fui pedalando por Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, passei a Ponte que passa por cima da Ribeira da Insa e subi até ao Carvalhal.
Aqui tive que fazer uma paragem repentina, dei de vistas com uma bela cerejeira carregado com umas bolinhas vermelhas, fui logo ver se eram boas, e boas que elas eram fresquinhas e bem docinhas, uma maravilha, prova feita e continuei a voltinha, mais umas pedaladas cortei á direita para as Cimadas.
Com umas vistas espetaculares das serras do lado esquerdo fui até aos Vales, continuei para o Carrascal e Chaveira, passei a Barragem do Vergancinho e cheguei a Cardigos.
Cardigos fica num alto por isso agora era descer e uns bons kms, as primeiras curvas até a uma grande reta, passei ao lado do Azinhal e lá fui pedalando sempre a descontrair até que cheguei a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna.
Depois de passar a ponte tinha mais uma bela subida até ás Cortes, o tempo hoje estava mais fresco, sempre com o vento a soprar mas nada de mais.
Subida esfolada cheguei ás Cortes, passei o cruzamento do Marmeleiro desci para a Ribeira da Tamolha e subi para o Vale da Cortiçada.
Segui até á Junceira e mais umas pedaladas entrei na Sertã, passei a vila pela rua principal subi até ao Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas logo cedinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Hoje ao sair de casa comecei a pensar onde haveria uma cerejeira para lá ir dar uma vista de olhos, decidi ir até á Portela continuei pela estrada antiga que liga a Sertã a Proença-a-Nova.
Fui pedalando por Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, passei a Ponte que passa por cima da Ribeira da Insa e subi até ao Carvalhal.
Aqui tive que fazer uma paragem repentina, dei de vistas com uma bela cerejeira carregado com umas bolinhas vermelhas, fui logo ver se eram boas, e boas que elas eram fresquinhas e bem docinhas, uma maravilha, prova feita e continuei a voltinha, mais umas pedaladas cortei á direita para as Cimadas.
Com umas vistas espetaculares das serras do lado esquerdo fui até aos Vales, continuei para o Carrascal e Chaveira, passei a Barragem do Vergancinho e cheguei a Cardigos.
Segui até á Junceira e mais umas pedaladas entrei na Sertã, passei a vila pela rua principal subi até ao Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas logo cedinho.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
terça-feira, 12 de maio de 2015
FAVAL-CASAL DA ARANHA
Com este tempo já a parecer verão dá mesmo vontade de levantar cedo e dar uma voltinha de bike, andar por ai a ouvir os passarinhos a cantarolar é mesmo á maneira, hoje tb tive a sorte de ver um belo esquilo todo farfalhudo, um espetáculo.
Sai e fui ter á Portela dos Bezerrins, cortei á esquerda e nas calmas lá fui passando Poiares, Póvoa, Aldeia Velha e Várzea dos Cavaleiros.
Aqui segui em frente e subi até ao cruzamento do Mosteiro de São Tiago, mais umas pedaladas passei ao lado do Sorvel e fui ter ao Figueiredo, Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal e Porto do Troviscal.
Ao entrar no Porto do troviscal cortei á direita para o Faval e Vale Souto, subi até á estrada antiga que liga Oleiros á Sertã, a temperatura já estava a subir já está calor mesmo aquela hora.
Com as subidas já mais leves fui indo por Casal da Aranha, Troviscainho, Vale do Inferno, Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial da Estrada, Casal da Estrada, Casalinho de São Fagundo e cheguei aos Bombeiros no cimo da vila.
Como ainda era cedo cortei á direita desci para a Foz da Valada e subi até á Cruz Fundeira, cortei á esquerda para a Codiceira, Codiceirinha, Aldeia João da Tira e Tapada.
Entrei na Nacional 2 e foi sempre a descer até á Sertã, passei Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e Sertã.
Passei na vila já com algum movimento e lá fui para a ultima subida até á Mougueira, onde cheguei com mais uma bela voltinha ao raiar do dia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai e fui ter á Portela dos Bezerrins, cortei á esquerda e nas calmas lá fui passando Poiares, Póvoa, Aldeia Velha e Várzea dos Cavaleiros.
Aqui segui em frente e subi até ao cruzamento do Mosteiro de São Tiago, mais umas pedaladas passei ao lado do Sorvel e fui ter ao Figueiredo, Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal e Porto do Troviscal.
Ao entrar no Porto do troviscal cortei á direita para o Faval e Vale Souto, subi até á estrada antiga que liga Oleiros á Sertã, a temperatura já estava a subir já está calor mesmo aquela hora.
Com as subidas já mais leves fui indo por Casal da Aranha, Troviscainho, Vale do Inferno, Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial da Estrada, Casal da Estrada, Casalinho de São Fagundo e cheguei aos Bombeiros no cimo da vila.
Como ainda era cedo cortei á direita desci para a Foz da Valada e subi até á Cruz Fundeira, cortei á esquerda para a Codiceira, Codiceirinha, Aldeia João da Tira e Tapada.
Entrei na Nacional 2 e foi sempre a descer até á Sertã, passei Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e Sertã.
Passei na vila já com algum movimento e lá fui para a ultima subida até á Mougueira, onde cheguei com mais uma bela voltinha ao raiar do dia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
SERTÃ-FÁTIMA-SERTÃ
Mais um ano me juntei ao meu irmão para a peregrinação até ao Santuário de Fátima.
Para nos fazer companhia convidei o Zé Almeida para esta voltinha, combinei ir teu com o meu irmão lá para os lados da Pedra do Altar, fazer o caminho até Fátima e regressar á Sertã.
O Zé Almeida veio ter a minha casa e por volta das 6h começamos a pedalar, seguimos pela Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, Isna de São Carlos, Ribeiro de Eiras, Eiras, Sarzedinha e Proênça a Nova.
Não entramos na vila seguimos pela variante e descemos pelo Vale Porco até ao Pontão do Laranjeiro, um pouco mais á frente seguimos á esquerda e subimos até ás Moitas.
Tinha combinado com o meu irmão beber café ao pé do centro de Ciência Viva mas ele ainda não estava lá, fomos ao encontro dele mais á frente, passamos Espinho Pequeno, Vale Clérigo e na Pedra do Altar lá vinha ele.
Com o grupo completo seguimos para Fátima, como combinado paramos para beber café e comer o pastelinho de nata, ali nos entretemos um bocadinho na conversa, o tempo estava por nossa conta tínhamos o dia todo.
Saciados com o cafézinho lá continuamos por Caniçal Cimeiro, Caniçal Fundeiro, Vale da Carreira, Mesão Frio, Arganil, Freixoeiro, Gargantada, Cabo e fizemos uma paragem no Robalo em casa dos meus pais para fazer uma visita e beber um tintinho para o caminho.
Fomos até á adega provar o néctar e dar dois dedos de conversa, com as horas a passar tinhamos que continuar.
Voltamos a trás ao Cabo e seguimos pela Maxieira, Chão de Lopes, Chão de Codes, Monte Cimeiro, Panascos, Venda Nova, passamos ao lado do Sardoal e fomos até Martinchel.
Aqui fizemos mais uma paragem para comer alguma coisa paramos no café a Prensa, comemos e bebemos para ganhar forças para o resto das pedaladas.
Com a barriga mais composta seguimos e descemos para a Barragem de Castelo de Bode, paramos para ver o seu belo espelho de água e tirar umas fotos.
Fotos tiradas e continuamos por Contraste, Bairro, Ervideira, Quinta do Falcão, Bemposta, Marianaia, Marmelais e Tomar, paramos perto Igreja Santa Maria do Olival para tirar a foto de grupo.
Depois da foto seguimos e passamos ao lado do Rio Nabão, subimos até Vale Pereiro e continuamos por Carregueiros aqui encontramos uns colegas Espanhóis que vinham de Lisboa e iam até Fátima e continuavam para Santiago de Compostela, Valentes...
Sempre descontraídos continuamos pelo Vale dos Ovos, Chão de Maças e Alburitel, aqui mais uma paragem para comer alguma coisa desta vez um pão com chouriço e uma bjeca fresquinha, caíram mesmo bem.
Barriga cheia e seguimos para os 18km até Fátima, passamos Alcaidaria, Ourem, Corredoura, Pinhel, São Sebastião, aqui fomos pela bela subida até á Vila de Fátima, uma subida um pouco longa mas boa de subir.
Nas calmas lá fomos pedalando, já no alto em Fátima seguimos até perto do Santuário onde a minha cunhada estava á nossa espera, foi altura de ingerir mais algumas calorias.
Depois de ingerir as calorias fomos até ao Santuário para tirar a foto de grupo, regressamos até ao carro e o meu irmão regressava com a minha cunhada e eu e o Zé Almeida ainda tínhamos mais 75 km de bike até á Sertã.
Despedidas feitas e lá fomos, descemos até São Sebastião paramos para comer uma sopinha no Restaurante a Lameira da Ti Laura, comemos uma sopinha mesmo boa, nós pedalamos bem mas comemos ainda melhor..eheheheheh
Barriga atestada e seguimos, em Ourem encontramos o pessoal dos Penevês que tb vieram de Proênça até Fátima, dois dedos de conversa seguimos, passamos Alcaidaria e cortamos á esquerda para Coroados, Seiça, Sabacheira, Vale de Lobos, Vale Meão, Porto Velho, Chãos, Pias, Areias, Porto da Romã, Besteiras, Vales e descemos para Vale Serrão.
Paramos para atestar água nos bidons e até á Ponte do Vale da Ursa fui um estante, paragem para a foto e ganhar folego para a subida final, nas calmas fomos indo até á portela das Oliveiras, aqui a subida já estava safa, passamos depois por Casal da Madalena, Roda do Cabeço e Cernache do Bomjardim.
Aqui as subidas acabaram era descer até á Sertã, passamos Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã na Rotunda da Eirinha, despedi-me do Zé Almeida é que ele tinha pessoal á espera e eu fui até ao Bar da Carvalha para beber alguma coisa fresca.
Encontrei pessoal conhecido dois dedos de conversa e uma bjeca fresquinha bem merecida depois de uns bons km de bike.
Já refrescado tinha que ir até casa e pela ultima subida passei pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de 230 km de bike num dia de algum calor e na bela companhia do meu irmão e do Zé Almeida, para o ano á mais.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Para nos fazer companhia convidei o Zé Almeida para esta voltinha, combinei ir teu com o meu irmão lá para os lados da Pedra do Altar, fazer o caminho até Fátima e regressar á Sertã.
O Zé Almeida veio ter a minha casa e por volta das 6h começamos a pedalar, seguimos pela Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, Isna de São Carlos, Ribeiro de Eiras, Eiras, Sarzedinha e Proênça a Nova.
Não entramos na vila seguimos pela variante e descemos pelo Vale Porco até ao Pontão do Laranjeiro, um pouco mais á frente seguimos á esquerda e subimos até ás Moitas.
Tinha combinado com o meu irmão beber café ao pé do centro de Ciência Viva mas ele ainda não estava lá, fomos ao encontro dele mais á frente, passamos Espinho Pequeno, Vale Clérigo e na Pedra do Altar lá vinha ele.
Com o grupo completo seguimos para Fátima, como combinado paramos para beber café e comer o pastelinho de nata, ali nos entretemos um bocadinho na conversa, o tempo estava por nossa conta tínhamos o dia todo.
Saciados com o cafézinho lá continuamos por Caniçal Cimeiro, Caniçal Fundeiro, Vale da Carreira, Mesão Frio, Arganil, Freixoeiro, Gargantada, Cabo e fizemos uma paragem no Robalo em casa dos meus pais para fazer uma visita e beber um tintinho para o caminho.
Fomos até á adega provar o néctar e dar dois dedos de conversa, com as horas a passar tinhamos que continuar.
Voltamos a trás ao Cabo e seguimos pela Maxieira, Chão de Lopes, Chão de Codes, Monte Cimeiro, Panascos, Venda Nova, passamos ao lado do Sardoal e fomos até Martinchel.
Aqui fizemos mais uma paragem para comer alguma coisa paramos no café a Prensa, comemos e bebemos para ganhar forças para o resto das pedaladas.
Com a barriga mais composta seguimos e descemos para a Barragem de Castelo de Bode, paramos para ver o seu belo espelho de água e tirar umas fotos.
Fotos tiradas e continuamos por Contraste, Bairro, Ervideira, Quinta do Falcão, Bemposta, Marianaia, Marmelais e Tomar, paramos perto Igreja Santa Maria do Olival para tirar a foto de grupo.
Depois da foto seguimos e passamos ao lado do Rio Nabão, subimos até Vale Pereiro e continuamos por Carregueiros aqui encontramos uns colegas Espanhóis que vinham de Lisboa e iam até Fátima e continuavam para Santiago de Compostela, Valentes...
Sempre descontraídos continuamos pelo Vale dos Ovos, Chão de Maças e Alburitel, aqui mais uma paragem para comer alguma coisa desta vez um pão com chouriço e uma bjeca fresquinha, caíram mesmo bem.
Barriga cheia e seguimos para os 18km até Fátima, passamos Alcaidaria, Ourem, Corredoura, Pinhel, São Sebastião, aqui fomos pela bela subida até á Vila de Fátima, uma subida um pouco longa mas boa de subir.
Nas calmas lá fomos pedalando, já no alto em Fátima seguimos até perto do Santuário onde a minha cunhada estava á nossa espera, foi altura de ingerir mais algumas calorias.
Depois de ingerir as calorias fomos até ao Santuário para tirar a foto de grupo, regressamos até ao carro e o meu irmão regressava com a minha cunhada e eu e o Zé Almeida ainda tínhamos mais 75 km de bike até á Sertã.
Despedidas feitas e lá fomos, descemos até São Sebastião paramos para comer uma sopinha no Restaurante a Lameira da Ti Laura, comemos uma sopinha mesmo boa, nós pedalamos bem mas comemos ainda melhor..eheheheheh
Barriga atestada e seguimos, em Ourem encontramos o pessoal dos Penevês que tb vieram de Proênça até Fátima, dois dedos de conversa seguimos, passamos Alcaidaria e cortamos á esquerda para Coroados, Seiça, Sabacheira, Vale de Lobos, Vale Meão, Porto Velho, Chãos, Pias, Areias, Porto da Romã, Besteiras, Vales e descemos para Vale Serrão.
Paramos para atestar água nos bidons e até á Ponte do Vale da Ursa fui um estante, paragem para a foto e ganhar folego para a subida final, nas calmas fomos indo até á portela das Oliveiras, aqui a subida já estava safa, passamos depois por Casal da Madalena, Roda do Cabeço e Cernache do Bomjardim.
Aqui as subidas acabaram era descer até á Sertã, passamos Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã na Rotunda da Eirinha, despedi-me do Zé Almeida é que ele tinha pessoal á espera e eu fui até ao Bar da Carvalha para beber alguma coisa fresca.
Encontrei pessoal conhecido dois dedos de conversa e uma bjeca fresquinha bem merecida depois de uns bons km de bike.
Já refrescado tinha que ir até casa e pela ultima subida passei pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de 230 km de bike num dia de algum calor e na bela companhia do meu irmão e do Zé Almeida, para o ano á mais.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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