Hoje quando me levantei não sabia bem para onde ir, mas o tempo tb não ajudava muito estava meio nublado e cara de chuva, depois de mandar a moeda ao ar lá me calhou ir para os lados de Pedrogão Pequeno.
E lá segui para a voltinha de roda grossa para os lados do Moinho das Freiras e subida da Calçada Romana até Pedrogão Pequeno.
Já á muito tempo que não pedalava para aquelas bandas, trilhos porreiros e bem catitas, uns pequenos singles pelo meio, alguns já interrompidos pelo muito mato e silvas, já não dá para passar o que é pena.
Sai de casa para ir tomar o cafézinho e comer o belo do pastelinho de nata á Pastelaria Estrela Doce, e com a doze de caféina tomada dei inicio á voltinha.
Sai da Sertã pelo Mercado e Ponte das Vinhas, subi até á Zona Industrial e Alto da Carreira, cortei á direita e segui para Carnapete, Quinta Nova, Casal D´Ordem, Val Cortiço, Granja, Ameixoeira, Almas da Arnoia e Mourisco.
No Mourisco andei por uns singles pelo meio da aldeia, desci um pouco e subi até perto do Casal da Escusa.
Segui depois por uns caminhos que já não os bettava á muito tempo até ao Casal do Bispo, Aldeia das Mulheres, Sesmo, Casal do Sesmo, Vale da Froca e Painho.
Do Painho continuei e um pouco mais á frente segui por um caminho que foi limpo por uma máquina á pouco tempo, aquilo é que foi tremer..
Ainda com tremeliques lá segui a boa velocidade por uma boa descida até ao Moinho das Freiras, aqui encontrei algum pessoal á pesca, mas acho que a coisa não estava a dar nada.
Dois dedos de conversa e continuei a voltinha, subi até ao parque de merendas e passei o belo túnel escavado na rocha, túnel feito para dar serventia á construção da barragem do Cabril.
Aquele trilho é um espectáculo ali ao lado do belo Rio Zêzere, devagarinho e com muitas paragens para desfrutar a belas paisagens lá fui indo até ao inicio da subida em Calçada Romana.
Peito cheio e lá fui subida acima, nas calmas para o motor não aquecer..
Cheguei a Pedrogão Pequeno passei umas ruelas e fui até ao Bar do Mercado para comer alguma coisa.
Ali estive a descansar e a degustar uma bela fatia de trate de limão e um suminho, caíram mesmo bem..
Com a barriga atestada segui para o resto da voltinha, continuei um pouco pelo alcatrão e passei, Painho, Vale da Froca, Amieira e Fontinha.
Cortei á esquerda subi e fui ter aos Verdelhos, continuei por um caminho meio disfarçado e fui ter ao deposito de água da Herdade.
Aqui tive que fazer uma paragem forçada é que dei com os olhos nuns figos que era uma pena eles ficarem ali a estragarem-se, foi um belo reforço estavam mesmo bons.
Com a prova dos figos feita segui e desci até á Herdade e Passaria, aqui é dia de festa mas não se via ninguém estava tudo a dormir.
Passei a festa e segui até Malpica, parei na fonte para atestar o bidom com água fresca e segui, passei Casal Maio, Vale da Lousa, Aldeia João da Tira, Aveleira e São João do Couto.
Desci mais um pouco e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha, fui até á Carvalha onde andavam os meus pequenos na brincadeira.
Mas como a hora do almoço estava a chegar lá fui fazer a ultima subida até á Mougueira.
Cheguei a casa com mais uma bela voltinha de domingo desta vez em roda grossa e mais uma vez em solitário.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
domingo, 14 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
SEIXO-PAPARIA
Mais uma voltinha e hoje foi voltinha com chuva, quando acordei fui espreitar á janela, estava tudo nublado mas não chovia, preparei-me e lá fui dar umas pedaladas.
Desci até á Sertã, já se via alguma gente pela vila os mais madrugadores, segui até São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada, Casalinho, Val Cortiço, Povoa da Ribeira Cerdeira, aqui começou a cair uns pingos, pensei, cum catano vai ser molha na certa, mas que se lixe até vai saber bem para acordar...
Lá continuei a voltinha, antes do Casal da Escusa segui pela esquerda e fui até ás Almas da Arnoia, continuei depois para Santa Rita, Seixo, Mosteiro da Senhora das Preces, Roda de Santa Apolónia, Estradinha, Milheirós e Cernache do Bonjardim.
Com a chuva a dar umas tréguas continuei, com a estrada molhada está um pouco perigosa por isso todo o cuidado para não estragar o fato, passei Paparia, Val Matias Afonso, Nesperal, Ponte do Robalo, Lameira da Lagoa, Outeiro da Lagoa, Gravito, Faleiros, Fonte Branca e Rotunda da Eirinha, passei a vila e subi até á Mougueira.
Cheguei um pouco molhado mas satisfeito com mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Desci até á Sertã, já se via alguma gente pela vila os mais madrugadores, segui até São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada, Casalinho, Val Cortiço, Povoa da Ribeira Cerdeira, aqui começou a cair uns pingos, pensei, cum catano vai ser molha na certa, mas que se lixe até vai saber bem para acordar...
Lá continuei a voltinha, antes do Casal da Escusa segui pela esquerda e fui até ás Almas da Arnoia, continuei depois para Santa Rita, Seixo, Mosteiro da Senhora das Preces, Roda de Santa Apolónia, Estradinha, Milheirós e Cernache do Bonjardim.
Com a chuva a dar umas tréguas continuei, com a estrada molhada está um pouco perigosa por isso todo o cuidado para não estragar o fato, passei Paparia, Val Matias Afonso, Nesperal, Ponte do Robalo, Lameira da Lagoa, Outeiro da Lagoa, Gravito, Faleiros, Fonte Branca e Rotunda da Eirinha, passei a vila e subi até á Mougueira.
Cheguei um pouco molhado mas satisfeito com mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
domingo, 7 de setembro de 2014
PR 4 SINGLE DA TAMOLHA-SERRA DA LONGRA
Tinha combinado com o Zé Almeida para uma voltinha de roda fina, mas as previsões do tempo para hoje não eram lá muito agradáveis, por isso ouve alterações de planos, e cada um ia pedalar se estive-se disposto a apanhar uma molha.
E assim como já á um bons tempos que não andava na terra hoje foi dia de chafurdar, já tinha saudades de pedalar com o terreno enlameado, o cheiro da terra molhada, o cheiro do mato mais apurado por causa da chuva, é uma maravilha e soube mesmo bem...
Quando acordei estava a chover e mesmo assim não mudei de ideias, tinha que ir pedalar porque já á uns dias que não ia e já estava a fazer falta descarregar os problemas do dia á dia, mais uma sessão de terapia !! eheheheh
Com tudo prontinho e o impermeável vestido lá sai e fui até á Pastelaria Estrela Doce para o habitual cafézinho e o apetitoso pastelinho de nata.
Com a chuva a dar umas tréguas dei inicio á voltinha, passei pelo Jardim da Carvalha e continuei pela Ponte Romana, segui para o Chão da Forca e subi até á Junceira e Cumeada.
Na Cumeada comecei a seguir as placas do PR 4, um excelente trilho pedestre com umas passagens espetaculares, já o fiz umas quantas vezes mas é um trilho que nunca cansa.
Continuei por Santana, Rebaixia dos Tomés, Rebaixia dos Faustinos e Chão da Telha, passei a aldeia e desci até perto da Ponte das Várzeas Carreiras, tb conhecida por Ponte da Tamolha, ali se junta a Ribeira da Tamolha e a Ribeira da Isna.
Segui as placas e fui sempre ao lado da Ribeira da Tamolha, algumas partes tem que se ir a pé, fui indo e desfrutando o bonito single, umas partes são uma antiga levada para um lagar de azeite.
É uma maravilha pedalar por estes recantos, um silêncio onde só se ouve os passarinhos as rãs e a natureza, é um ESPETÁCULO...
A certa altura encontrei umas uvas e umas amoras bem docinhas, estavam uma delicia...
Cheguei ao fim do single e tinha uma subida até perto da Cumeada, lá fui nas calmas, o tempo estava a ficar uma maravilha, nem chuva nem calor, estava mesmo no ponto.
No alto decidi descer para a Cova do Moinho, onde se encontra uma bonita ponte toda em pedra, passei a ponte e mais uma boa subida até ás Cortes.
Com a subida feita continuei para o Marmeleiro, e lá fui pedalando e passei ao lado das Sarnadas e Vales da Longra.
Aqui tinha mais uma subida das boas, a Serra da Longra mas acho que esta é das subidas mais fáceis.
No alto da Serra parei para ver as belas paisagens, com céu limpo e umas nuvens altas tinha-se umas belas
vistas, tem que se subir para ter melhores vistas e é verdade mas o esforço tem a sua recompensa.
Agora era descer e segui para o Mato Souto e Moinho do Cabo, entrei num caminho ao lado da ribeira e fui ter perto de Poiares.
Entrei no alcatrão e passei a Portela dos Bezerrins, e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira, foi uma voltinha bem catita com alguma lama, cheguei todo sujo mas confesso que cheguei MUITO FELIZ...

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
E assim como já á um bons tempos que não andava na terra hoje foi dia de chafurdar, já tinha saudades de pedalar com o terreno enlameado, o cheiro da terra molhada, o cheiro do mato mais apurado por causa da chuva, é uma maravilha e soube mesmo bem...
Quando acordei estava a chover e mesmo assim não mudei de ideias, tinha que ir pedalar porque já á uns dias que não ia e já estava a fazer falta descarregar os problemas do dia á dia, mais uma sessão de terapia !! eheheheh
Com tudo prontinho e o impermeável vestido lá sai e fui até á Pastelaria Estrela Doce para o habitual cafézinho e o apetitoso pastelinho de nata.
Com a chuva a dar umas tréguas dei inicio á voltinha, passei pelo Jardim da Carvalha e continuei pela Ponte Romana, segui para o Chão da Forca e subi até á Junceira e Cumeada.
Na Cumeada comecei a seguir as placas do PR 4, um excelente trilho pedestre com umas passagens espetaculares, já o fiz umas quantas vezes mas é um trilho que nunca cansa.
Continuei por Santana, Rebaixia dos Tomés, Rebaixia dos Faustinos e Chão da Telha, passei a aldeia e desci até perto da Ponte das Várzeas Carreiras, tb conhecida por Ponte da Tamolha, ali se junta a Ribeira da Tamolha e a Ribeira da Isna.
Segui as placas e fui sempre ao lado da Ribeira da Tamolha, algumas partes tem que se ir a pé, fui indo e desfrutando o bonito single, umas partes são uma antiga levada para um lagar de azeite.
É uma maravilha pedalar por estes recantos, um silêncio onde só se ouve os passarinhos as rãs e a natureza, é um ESPETÁCULO...
A certa altura encontrei umas uvas e umas amoras bem docinhas, estavam uma delicia...
Cheguei ao fim do single e tinha uma subida até perto da Cumeada, lá fui nas calmas, o tempo estava a ficar uma maravilha, nem chuva nem calor, estava mesmo no ponto.
No alto decidi descer para a Cova do Moinho, onde se encontra uma bonita ponte toda em pedra, passei a ponte e mais uma boa subida até ás Cortes.
Com a subida feita continuei para o Marmeleiro, e lá fui pedalando e passei ao lado das Sarnadas e Vales da Longra.
Aqui tinha mais uma subida das boas, a Serra da Longra mas acho que esta é das subidas mais fáceis.
No alto da Serra parei para ver as belas paisagens, com céu limpo e umas nuvens altas tinha-se umas belas
vistas, tem que se subir para ter melhores vistas e é verdade mas o esforço tem a sua recompensa.
Entrei no alcatrão e passei a Portela dos Bezerrins, e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira, foi uma voltinha bem catita com alguma lama, cheguei todo sujo mas confesso que cheguei MUITO FELIZ...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
FAVAL-CRUZ DO FUNDÃO
Mais uma manhã e mais uma seção de terapia, com umas pedaladas ao nascer do dia até o dia de trabalho corre melhor, muita gente chama-me maluco mas eu quero lá saber...
Sai de casa e umas pedaladas até á Portela dos Bezerrins, cortei á esquerda e lá fui indo e passando Ramalhosa, Poiares, Póvoa, Vale da Velha, Várzea dos Cavaleiros, Alto do Sorvel e Figueiredo.
Esta estradinha é uma das mais fixes aqui da zona, tem uma vista espetacular, consegue-se ver uma mão cheia de aldeias perdidas nas encostas das serras, paragem obrigatória para desfrutar das belas paisagens.
Depois de uma foto lá continuei a voltinha, passei Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal, no Porto do Troviscal cortei á direita e fui até ao Faval e Vale de Souto.
Passei a ponte que divide o Concelho da Sertã do de Oleiros, passei ao lado da Dona Maria e mais um resto de subida cheguei á estrada antiga que liga Oleiros á Sertã.
Segui á esquerda e passei Casal da Aranha, Troviscainho, Vale do Inferno, Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial da Estrada, um pouco mais á frente entrei na estrada nova, e com mais umas pedaladas entrei na Sertã.
Passei ao lado da Câmara Municipal e passada a vila segui para a ultima subida até á Mougueira onde cheguei com mais umas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre a PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e umas pedaladas até á Portela dos Bezerrins, cortei á esquerda e lá fui indo e passando Ramalhosa, Poiares, Póvoa, Vale da Velha, Várzea dos Cavaleiros, Alto do Sorvel e Figueiredo.
Esta estradinha é uma das mais fixes aqui da zona, tem uma vista espetacular, consegue-se ver uma mão cheia de aldeias perdidas nas encostas das serras, paragem obrigatória para desfrutar das belas paisagens.
Depois de uma foto lá continuei a voltinha, passei Alminhas do Cousido, Feiteira, Carvalhal, no Porto do Troviscal cortei á direita e fui até ao Faval e Vale de Souto.
Passei a ponte que divide o Concelho da Sertã do de Oleiros, passei ao lado da Dona Maria e mais um resto de subida cheguei á estrada antiga que liga Oleiros á Sertã.
Segui á esquerda e passei Casal da Aranha, Troviscainho, Vale do Inferno, Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial da Estrada, um pouco mais á frente entrei na estrada nova, e com mais umas pedaladas entrei na Sertã.
Passei ao lado da Câmara Municipal e passada a vila segui para a ultima subida até á Mougueira onde cheguei com mais umas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre a PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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