Mais um domingo e mais umas pedaladas, no sábado as noticias do tempo para o domingo não eram muito favoráveis para umas pedaladas mas eles ás vezes tb se enganam, como ia almoçar a casa dos meus pais tinha planeado ir de fininha.
Ontem acordei e fui espreitar a janela, caiam umas pingas mas nada de mais, pensei vai ser uma molha das boas mas que se lixe, preparei as coisinhas e lá me fiz á estrada, desci até á Sertã para beber o café e comer o pastelinho de nata na Pastelaria Estrela Doce como é habitual.
Café tomado e lá vou eu pedalando, passei Faleiros, Fonte da Mata, Alto Ventoso, Cernache do Bonjardim, Casal Madalena, Portela de Oliveira e sempre numa boa descida cheguei á ponte do Vale da Ursa, parei em cima da ponte para tirar uma foto e com a chuva já a molhar um bocadinho lá continuei.
Passei o Vale Serrão, Peralfaia, Junqueira, Besteiras, Águas Belas e passei ao lado de Ferreira do Zêzere, ainda pensei encurtar a volta e ir por Vila de Rei mas como ainda era cedo e não gosto de alterar a volta que tinha planeado inicialmente lá fui em frente, passei Água de Todo o Ano, Regueiras, Salgueiral, Alviobeira, Manobra, Pintado, Val Gamito, Calçadas e Tomar.
Com o tempo mau e com o fatinho já molhado nem parei, tinha pensado parar só na Barragem porque costuma lá estar uma rulote e comia lá alguma coisa, fui passando Carvalhos de Figueiredo, Casal das Bernadas, Alto dos Cinco Reis, Quinta do Falcão, Ervideiras, Bairro e Castelo de Bode.
Cheguei á Barragem e lá estava a rulote, encostei a bike comi um bolinho e bebi um sumo, dei uma espreitadela pela barragem, estava a fazer a descarga, uma vista espetacular, tirei umas fotos e segui para não arrefecer muito pois o fatinho já estava todo molhado.
Segui e subi até Martinchel, aqui tinha uma boa subida não pela sua inclinação mas sim muito longa mas nas calmas lá fui pedalando até perto do Sardoal, tinha planeado ir pela estrada antiga antes de haver a N2, segui e passei Venda Nova, Panascos, Monte Cimeiro, Chão de Codes, Chão de Lopes, Lameiras, Maxieira, Cabo e finalmente Robalo.
Cheguei parecia uma pinto com uma molha até ao osso, tinha sido chuva quase deste o principio até ao fim da voltinha, depois do banhinho tomado era hora do almoço, tinha gasto muitas calorias e era hora de as repor, foi um belo almoço em família.
E assim foi mais uma voltinha molhada mas com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
ROTA DO LEITÃO 2014
Mais um ano a convite do Pedro Tavares fui a mais uma Rota do Leitão.
Mais uma mão cheia de trilhos com bons amigos e no final um almoço bem farto e bem regado, sempre com muita galhofa á mistura.
Sai de casa e fui até á Pastelaria Estrela Doce para beber uma cafézinho e comer o habitual pastelinho de nata, para depois rumar até ao Vale Clérigo.
Cheguei ao Vale Clérigo e ainda não tinha chegado ninguém, mas entretanto lá chegou o Luís Bandeiras e o anfitrião da voltinha o Pedro Tavares.
Depois de dois dedos de conversa lá começou a chegar mais pessoal, e ali se juntou uma boa mão cheia de amigos.
Tomado mais um cafézinho era hora de nos fazermos aos trilhos, e o dia estava mesmo bom para umas pedaladas.
Saímos do Vale Clérigo entramos na terra e começamos logo a descer o que era mau sinal, porque quem muito desce muito sobe, e foi uma constante durante a volta, muito sobe e desce.
Mais á frente encontramos a Ribeira do Espinho e foi a nossa companhia durante uns km, mais á frente deixamos a Ribeira do Espinho e seguimos a Ribeira da Sarzedinha.
Esta ribeira vai desaguar ao Rio Ocreza, seguimos e agora a subir fomos até perto da Pedra do Altar.
Novamente a descer fomos até a uma ponte onde tiramos uma foto de grupo, continuamos com a voltinha nas calmas e nada de pressas.
Entramos depois num single, no fim do single tivemos que passar por uma horta, um belo lamaçal.
Safos da horta seguimos por mais uma subida para mais á frente tornarmos a descer até um moinho.
Perto deste moinho tinha uma queda de água bem bonita, tirei umas fotos e lá seguimos por um single bem catita que o Pedro tinha andado a limpar.
No final deste single tínhamos um belo reforço á nossa espera num belo sitio, um telheiro com uma churrasqueira e um forno á moda antiga.
Ali estacionamos as bikes e comemos uma bela sandes e bebemos uma bela jeropiga, um bocadinho bem passado.
Com as horas a passar tínhamos que seguir caminho e lá fomos nós, ainda com a Ribeira da Sarzedinha como companhia fomos até á sua foz no bonito Rio Ocreza.
Havia por ali gente á pesca sentadinho no seu banquinho a ver se o peixe picava.
Junto á margem do rio seguimos por um boa subida, com o pessoal um pouco disperso lá se foi fazendo a subida até ao Vale da Mua.
Já safos da subida fomos ter ao Campo de Tiro e mais umas pedaladas chegamos ao pé do Cetro de Dia do Peral onde íamos tomar um banho antes de irmos almoçar.
Já mais limpinhos e com as bikes arrumadas seguimos agora nas nossas viaturas e fomos até ao local onde era o almoço, a Adega dos Alves.
Chegamos e para abrir o apetite fomos beber um branquinho e comer uns aperitivos, umas belas chouriçinhas e umas belas farinheiras assadas, ali nos entretemos a comer e a dar dois dedos de conversa.
Fomos chamados para o almoço, o leitão tinha acabado de sair do forno estava quentinho e quentinho é que ele é bom.
Sentamo-nos na mesa para passar um bom bocado sentados a degustar um belo caldo verde um belo leitão assado com migas e para terminar uma bel tigelada feita em forno de lenha que estava uma delicia e ainda um belo doce da casa.
Aquilo é que foi uma grande luta com tanta comida pior que as subidas que tínhamos encontrado durante a voltinha.
Ali nos aguentamos um bom bocadinho sempre com boa disposição com a malta sempre bem disposta sempre na galhofa.
Já satisfeitos o que ainda demorou um bom bocado é que a malta é boa para pedalar mas para comer é que é mesmo boa EHEHEEHEHEH.
Depois da barriga bem composta e um bocadinho bem passado era hora de cada um seguir a sua vida e regressar ás suas casas, o pessoal foi super contente com a voltinha e o belo banquete.
Ficou a promessa de que para o ano havia mais e quero ver se não falto nem que seja só para comer eheheeheheh
Quero agradecer ao Pedro Tavares pelo convite e para o ano lá estarei de novo para mais uma Rota do Leitão.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Mais uma mão cheia de trilhos com bons amigos e no final um almoço bem farto e bem regado, sempre com muita galhofa á mistura.
Sai de casa e fui até á Pastelaria Estrela Doce para beber uma cafézinho e comer o habitual pastelinho de nata, para depois rumar até ao Vale Clérigo.
Cheguei ao Vale Clérigo e ainda não tinha chegado ninguém, mas entretanto lá chegou o Luís Bandeiras e o anfitrião da voltinha o Pedro Tavares.
Depois de dois dedos de conversa lá começou a chegar mais pessoal, e ali se juntou uma boa mão cheia de amigos.
Tomado mais um cafézinho era hora de nos fazermos aos trilhos, e o dia estava mesmo bom para umas pedaladas.
Saímos do Vale Clérigo entramos na terra e começamos logo a descer o que era mau sinal, porque quem muito desce muito sobe, e foi uma constante durante a volta, muito sobe e desce.
Mais á frente encontramos a Ribeira do Espinho e foi a nossa companhia durante uns km, mais á frente deixamos a Ribeira do Espinho e seguimos a Ribeira da Sarzedinha.
Esta ribeira vai desaguar ao Rio Ocreza, seguimos e agora a subir fomos até perto da Pedra do Altar.
Novamente a descer fomos até a uma ponte onde tiramos uma foto de grupo, continuamos com a voltinha nas calmas e nada de pressas.
Entramos depois num single, no fim do single tivemos que passar por uma horta, um belo lamaçal.
Safos da horta seguimos por mais uma subida para mais á frente tornarmos a descer até um moinho.
Perto deste moinho tinha uma queda de água bem bonita, tirei umas fotos e lá seguimos por um single bem catita que o Pedro tinha andado a limpar.
No final deste single tínhamos um belo reforço á nossa espera num belo sitio, um telheiro com uma churrasqueira e um forno á moda antiga.
Ali estacionamos as bikes e comemos uma bela sandes e bebemos uma bela jeropiga, um bocadinho bem passado.
Com as horas a passar tínhamos que seguir caminho e lá fomos nós, ainda com a Ribeira da Sarzedinha como companhia fomos até á sua foz no bonito Rio Ocreza.
Havia por ali gente á pesca sentadinho no seu banquinho a ver se o peixe picava.
Junto á margem do rio seguimos por um boa subida, com o pessoal um pouco disperso lá se foi fazendo a subida até ao Vale da Mua.
Já safos da subida fomos ter ao Campo de Tiro e mais umas pedaladas chegamos ao pé do Cetro de Dia do Peral onde íamos tomar um banho antes de irmos almoçar.
Já mais limpinhos e com as bikes arrumadas seguimos agora nas nossas viaturas e fomos até ao local onde era o almoço, a Adega dos Alves.
Chegamos e para abrir o apetite fomos beber um branquinho e comer uns aperitivos, umas belas chouriçinhas e umas belas farinheiras assadas, ali nos entretemos a comer e a dar dois dedos de conversa.
Fomos chamados para o almoço, o leitão tinha acabado de sair do forno estava quentinho e quentinho é que ele é bom.
Sentamo-nos na mesa para passar um bom bocado sentados a degustar um belo caldo verde um belo leitão assado com migas e para terminar uma bel tigelada feita em forno de lenha que estava uma delicia e ainda um belo doce da casa.
Aquilo é que foi uma grande luta com tanta comida pior que as subidas que tínhamos encontrado durante a voltinha.
Ali nos aguentamos um bom bocadinho sempre com boa disposição com a malta sempre bem disposta sempre na galhofa.
Já satisfeitos o que ainda demorou um bom bocado é que a malta é boa para pedalar mas para comer é que é mesmo boa EHEHEEHEHEH.
Depois da barriga bem composta e um bocadinho bem passado era hora de cada um seguir a sua vida e regressar ás suas casas, o pessoal foi super contente com a voltinha e o belo banquete.
Ficou a promessa de que para o ano havia mais e quero ver se não falto nem que seja só para comer eheheeheheh
Quero agradecer ao Pedro Tavares pelo convite e para o ano lá estarei de novo para mais uma Rota do Leitão.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
MALJOGA-RAFEL
Hoje foi dia de mais umas pedaladas logo pela fresca e hoje foi mesmo pela FRESCA.....
Sai e subi até á Portela e com uma aragem bem fresquinha lá fui pedalando e passei Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.
Passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna e fui ter á Maljoga de Proença, passei a aldeia e nem vivalma se via estava tudo a dormir.
Desci até ao fundo da aldeia e fui indo até á aldeia do Rafael, passei a Ribeira da Isna novamente e subi até aos Pisões.
O pior estava para vir, uma valente subida até aos Vales da Longra, mas nas calmas lá fui pedalando, passei os Vales da Longra e cheguei ao Marmeleiro.
Passado o Marmeleiro segui por uma descida até á Ribeira da Tamôlha, aqui tinha mais uma subida desta vez até ao Val da Cortiçada.
Mais uma subida feita e mais uma descida para fazer, passei a Junceira e desci até á Sertã.
Agora vinha a ultima subida até á Mougueira onde cheguei com mais uma voltinha desta vez bem fresquinha e com algum gelo.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai e subi até á Portela e com uma aragem bem fresquinha lá fui pedalando e passei Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.
Passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna e fui ter á Maljoga de Proença, passei a aldeia e nem vivalma se via estava tudo a dormir.
Desci até ao fundo da aldeia e fui indo até á aldeia do Rafael, passei a Ribeira da Isna novamente e subi até aos Pisões.
O pior estava para vir, uma valente subida até aos Vales da Longra, mas nas calmas lá fui pedalando, passei os Vales da Longra e cheguei ao Marmeleiro.
Passado o Marmeleiro segui por uma descida até á Ribeira da Tamôlha, aqui tinha mais uma subida desta vez até ao Val da Cortiçada.
Mais uma subida feita e mais uma descida para fazer, passei a Junceira e desci até á Sertã.
Agora vinha a ultima subida até á Mougueira onde cheguei com mais uma voltinha desta vez bem fresquinha e com algum gelo.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
NESPERAL-ESTRADINHA
Mais uma voltinha e hoje foi molhada com a chamada chuva molha parvos, estava tudo nublado mas não chovia quando sai, pensei que se aguenta-se mas enganei-me.
Sai de casa e passei a Sertã, aqui já caia umas pingas mas nada de mais, pensei vou apanhar uma molha mas que se lixe, sai da Sertã pela rotunda da Eirinha subi até ao Boeiro e Olival.
Lá fui pedalando e passei Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Val Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim, passei a rotunda do Nuno Álvares Pereira e segui para Milheirós.
Mais á frente segui pela Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Val Cortiço e como ainda tinha tempo cortei á direita para Carpinteiro, Bailão, Cabeçudo, Faleiros e desci até á Fonte Branca.
Continuei até São João do Couto e entrei na Sertã, passei a vila e subi pelo Montinho até á Mougueira onde cheguei com mais uma voltinha desta vez molhada mas muito saborosa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e passei a Sertã, aqui já caia umas pingas mas nada de mais, pensei vou apanhar uma molha mas que se lixe, sai da Sertã pela rotunda da Eirinha subi até ao Boeiro e Olival.
Lá fui pedalando e passei Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo, Nesperal, Val Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim, passei a rotunda do Nuno Álvares Pereira e segui para Milheirós.
Mais á frente segui pela Estradinha, Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Póvoa da Ribeira Cerdeira, Val Cortiço e como ainda tinha tempo cortei á direita para Carpinteiro, Bailão, Cabeçudo, Faleiros e desci até á Fonte Branca.
Continuei até São João do Couto e entrei na Sertã, passei a vila e subi pelo Montinho até á Mougueira onde cheguei com mais uma voltinha desta vez molhada mas muito saborosa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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