segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

SERRA DE ARIQUES-SERRA DE ALVAIÁZERE

Mais um domingo e mais uma voltinha, desta vez fui eu e ..... á pois o resto da malta tem medo do frio.

No domingo passado tinha andado para os lados de Avecasta e como tinha visto que aqueles trilhos por lá têm bom aspecto decidi ir lá outra vez para ver mais trilhos agora para outras bandas.

Sai de casa parei na Pastelaria Estrela Doce para o cafézinho e o pastelinho de nata, com a doze de caféina tomada segui na minha viatura até perto da minha terra Cabaços eheehheh, o ponto de partida era nos Pussos

Encostei a minha viatura ao lado da Igreja Matriz, preparei as coisinhas e ainda não eram bem 8 h fiz-me aos trilhos, quando sai o carro marcava -2 graus, estava um pouco fresco, mas nada que umas pedaladas não resolvam.

Sai pelos lados dos Picanços, entrei num single pelo meio de uma horta, estava tudo cheio de geada, cheguei ao fim e tive que abrir uma cancela para sair da horta, ai se o dono visse !!!

Continuei e fui ter a um caminho que estava todo cheio de silvas, sai de lá com umas boas arranhadelas.
Lá apanhei o caminho novamente e fui ter á Cabeça da Galinha, segui por mais um single muito fixe por entre muros até ao Ramalhal.

A seguir ao Ramalhal foi mais do mesmo, um belo single e um caminho cheio de pedra até ás Relvas.

Continuei por outros belos trilho e singles até á Loureira e Venda do Preto.

A seguir á Venda do Preto segui por mais um trilho cheio de pedra por entre muros e tb por um estradão para não enjoar os singles.
Cheguei a Melrinho e segui por um espetacular single ao lado da Ribeira da Barroca até ao Moinho Olho do Tordo, tb passei mais uns poucos de moinhos já todos em ruínas.

A seguir ao Moinho subi até Bouxinhas, entrei um pouco em alcatrão até perto do Vale da Couda, subi até á Lagoa Nova e continuei para Santiago de Ariques e Ariques.

Lá fui pedalando até á Venda do Negro, tirei uma foto á Capela de Nossa Senhora do Pranto e continuei com as minhas pedaladas agora numa boa subida na Serra de Ariques.

Uma subida um pouco difícil não pela sua pendente mas pelo terreno que era barrento e como tinha gelo estava escorregadio, mas nas calmas lá cheguei ao alto da serra.

Parei no alto para ver a bela paisagem, á, e tb para descansar eheeheheh.
Depois do descanso segui por um belo single pela encosta abaixo, uma maravilha, mas em alguns sítios tive que desmontar, não que não passasse mas como ia sozinho não queria arriscar.

Entrei no Vale da Mata, um bonito vale com um belo single pelo meio de uma mata quase fechada, um espetáculo.

Cheguei ao fim com um sorriso na cara pelo single que tinha passado, mas depois encontrei outro trilho espetacular ao lado de uma ribeira, uma maravilha.

Mais um pouco e uma boa subida pela encosta da Serra de Alvaiázere, passei ao lado de Marzugueira, Porta, Pé da Serra e cheguei aos Covões.
Dos Covões segui para Mata, Boca da Mata, Carrasqueiras e na Portela das Feiteiras entrei numa quelha onde tinham andado a limpar, estava mesmo fixe.

Passei  Sobreiral, Casalinhos e cheguei ao ponto de onde tinha dado inicio á minha voltinha, aos Pussos.

Cheguei satisfeito com mais uma voltinha por uns fantásticos trilhos, numa manhã fresca mas que o sol deu tb o seu calor, o ideal para pedalar.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.

MAIS FOTOS AQUI....

domingo, 1 de dezembro de 2013

MOINHO DE AVECASTA-TORRE DE LANGALHÃO

Mais um domingo com uma voltinha bem porreira, mais uma vez em solitário, a malta anda friorenta até tremem, têm medo do frio.

Sai de casa na minha caminete, fui até á Sertã para beber um cafézinho e comer o pastelinho de nata na Pastelaria Estrela Doce, acumular umas poucas de calorias.

Com a café tomado segui até ao Pereiro uma aldeia perto do Rego da Murta, já á uns dias que tinha andado a ver uns trilhos para aqueles lados e pareceu-me que tinham bom aspecto por isso tinha que lá ir dar uma espreitadela.

Cheguei ao Pereiro e estacionei a viatura ao pé da Igreja, preparei a bike o resto das coisinhas e fiz-me aos trilhos.

Segui por alcatrão até Avecasta, era para aquecer é que a manhã estava um pouco fresca, no meio da aldeia cortei á direita e subi até ao Moinho feito de madeira, bem bonito, ali do alto dava para se ter uma bela panorâmica das redondezas.
Depois de umas fotos segui até á Gruta que se encontra um pouco mais a baixo, está vedada com rede, só dá para se ver por entre a rede.

Tiradas umas fotos segui e voltei a Avecasta é que o caminho não tem saída, segui pelo mesmo caminho para mais á frente entrar num single espetacular, fartei-me de falar sozinho, parecia um doidinho ehehehehe.

Um single pelo meio de umas hortas por, entre muros era para todos os gostos, cheguei ao fim do single com um sorriso de orelha a orelha, era só o começo nem sabia o que vinha lá pra frente.

Continuei uma centena de metros pelo alcatrão para entrar novamente num caminho que mais parecia um monte de pedras, que maravilha...
Mais uma vez cheguei ao fim a falar sozinho.

Fui indo até perto de Porto Velho e de Formigais, segui por mais uns trilhos brutais cheios de pedra como a malta gosta até á Ponte Romana da Quebrada do Meio.

Uma ponte com um moinho ao lado já todo em ruínas mas muito bonito, ali estive um pouco a ver o que me rodeava.

Depois de tiradas as fotos da praxe segui, mesmo ao lado da ponte reparei num single e segui por ele mesmo tendo o trakcs no GPS que me mandava seguir para o outro lado, mas aquilo despertou-me a atenção.

E lá fui á descoberta, fui encontrar uma caminho romano uma calçada com pedras enormes, mais uma vez parecia um maluco a falar sozinho pelo caminho fora.

Mais uma pedaladas e cheguei á Quebrada de Cima continuei e entrei em outro single até um parque de merendas no meio do nada, tinha uma ponte em madeira para o pessoal passar a ribeira da Murta.
Mais uma paragem para ver o que me rodeava e tirar umas fotos.

Continuei e subi até á aldeia do Marques, segui um pouco por alcatrão até perto da Venda do Preto, cortei á esquerda e segui pelo single single do dia.

Foram perto de 2 km por uma encosta abaixo que nem vos digo nada, mais uma vez a falar sozinho, e cheguei ao fim com um sorriso dos grandes, estava a chegar ao fim e foi a cereja no cimo do bolo.

Segui depois por uma estrada empedrada até ás Relvas e Casal Novo, segui á direita por meio de um pinhal e pelo meio de umas hortas para ir á Torre do Langalhão.

"A Torre do Langalhão foi construída na Idade Média, com o intuito de reforçar a linha defensiva da Região. Actualmente, restam somente as ruínas onde são visíveis algumas das primitivas seteiras e restos dos cunhais."


Não foi fácil chegar ás ruínas da Torre, não estava a encontrar o caminho para lá pois tb não á caminho para lá só por um single cheio de tojos.
São uma vergonhas os nossos governantes, falando tb dos Presidentes de Junta, umas ruínas que nem têm caminho para lá nem informação nenhuma, ao redor da Ruína tudo cheio de mato, tudo abandonado, é a porcaria de governantes que temos.

Alcatrão sabem eles por em sítios onde não passa nada e outras coisa onde gastam o dinheiro mal gasto.

Depois de umas arranhadelas cheguei ás benditas Ruínas, dei a volta e tirei umas fotos e voltei novamente ao caminho para seguir até ao ponto de onde tinha partido para mais uma voltinha.

Cheguei á minha caminete satisfeito com mais uma voltinha espetacular em que me fartei de falar sozinho e desfrutei uns belos trilhos.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.

" Não tenham medo, eu falo sozinho mas não faço mal ""


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

POMBAS E ALDEIA DA RIBEIRA

Mais um dia e mais uma voltinha bem cedinho, estou a gostar das voltinhas pela fresca, é bom pedalar e ver o dia raiar.

Sai de casa subi para o Farpado e Mosteiro Cimeiro, passei ao lado do Casal Fidalgo e fui ter á Ervideira, mais um pouco e cheguei ás Pombas.

Das Pombas segui e desci até á ponte que passa por cima da Ribeira da Sertã, segui pelo estradão sempre ao lado da ribeira, segui pelo PR 7 " Rota da Celinda", cheguei ás Torneiras e aos Lameiros.

Nos Lameiros entrei numa levada antiga que tb faz parte do PR 7, mais umas pedaladas cheguei á Aldeia da Ribeira Cimeira e Aldeia da Ribeira Fundeira.

Segui até aos Ribeiros, com  mais umas pedaladas cheguei ao Mosteiro da Senhora dos Remédios, passei por baixo do IC 8 e fui ter ao Casal Cerejeiro.
Do Casal Cerejeiro fui até á Mougueira onde cheguei satisfeito com mais uma voltinha pela fresca.


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.