Sexta feira e mais uma voltinha, desta vez tive a companhia do Alexandre para experimentar a sua nova bike de roda fina.
Saímos da Sertã pela Venda da Pedra e subimos até á Junceira, seguimos para a Cumeada e fomos passando Castanheiro Grande, Valongo, Rolã, Casalinho, Atalaia, na Tira descemos para a Ponte dos Cavalos.
Paramos em cima da ponte onde tivemos um pouco na conversa e tb a ver as vistas sobre um dos braços da Barragem de Castelo de Bode, depois lá nos fizemos á subida até á Louriceira e Quintã, continuamos e fomos ter a Cernache, entramos na estrada nova até ao Val Cortiço.
Cortamos á direita e passamos Casalinho, Tapada, Aveleira, no Alto da Carreira tivemos que arranjar um furo na bike do Alexandre.
Depois do furo resolvido seguimos e descemos a Zona Industrial, passamos São João do Couto e entramos na Sertã com mais uma voltinha feita e sempre a PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 11 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
PORTELA DAS OLIVEIRAS-PORTO DOS FUSOS
Já me estava a fazer falta pedalar um bocadinho por isso lá fui eu dar uma voltinha depois do trabalho.
Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha e fui passando Fonte Branca, Faleiros, Fonte da Mata, Alto Ventoso, em Cernache do Bonjardim segui para os lados da Roda do Cabeço e Casal Madalena, mais um pouco passei a Portela das Oliveiras, cortei á direita e passei o Brejo Fundeiro, Brejo Cimeiro e Porto dos Fusos.
No Porto dos Fusos segui por uma subida até perto de São Macário e fui ter novamente á Roda do Cabeço e Cernache do Bonjardim, continuei e entrei na estrada nova até ao Val Cortiço, passei Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e cheguei á Sertã com mais uma voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha e fui passando Fonte Branca, Faleiros, Fonte da Mata, Alto Ventoso, em Cernache do Bonjardim segui para os lados da Roda do Cabeço e Casal Madalena, mais um pouco passei a Portela das Oliveiras, cortei á direita e passei o Brejo Fundeiro, Brejo Cimeiro e Porto dos Fusos.
No Porto dos Fusos segui por uma subida até perto de São Macário e fui ter novamente á Roda do Cabeço e Cernache do Bonjardim, continuei e entrei na estrada nova até ao Val Cortiço, passei Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e cheguei á Sertã com mais uma voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 4 de maio de 2013
FEITEIRA-PORTO DO TROVISCAL
Hoje foi dia de voltinha logo cedinho, e o sol já nasce mais cedo, sabe bem pedalar e ver o sol nascer.
Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, continuei e fui passando Poiares, Póvoa, Aldeia Velha, Várzea dos Cavaleiros e mais á frente passei perto do Sorvel.
Lá fui pedalando até que cheguei ao Figueiredo ainda estava tudo a dormir eu era o doido que já por ali andava, depois do Figueiredo passei as Alminhas do Cousido e Feiteira.
Depois da Feiteira era sempre a descer até ao Carvalhal e Porto do Troviscal, onde depois de passar a ponte tinha uma subida até ao Troviscainho.
Cheguei ao Troviscainho e segui pela estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros que com a estrada nova aquilo mais parece uma ciclovia mesmo boa para se pedalar, fui pedalando e passando Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial, Casal da Estrada e entrei na Sertã pelo cimo da vila, passei pelo Montinho e cheguei á Mougueira com mais uma voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, continuei e fui passando Poiares, Póvoa, Aldeia Velha, Várzea dos Cavaleiros e mais á frente passei perto do Sorvel.
Lá fui pedalando até que cheguei ao Figueiredo ainda estava tudo a dormir eu era o doido que já por ali andava, depois do Figueiredo passei as Alminhas do Cousido e Feiteira.
Depois da Feiteira era sempre a descer até ao Carvalhal e Porto do Troviscal, onde depois de passar a ponte tinha uma subida até ao Troviscainho.
Cheguei ao Troviscainho e segui pela estrada antiga que liga a Sertã a Oleiros que com a estrada nova aquilo mais parece uma ciclovia mesmo boa para se pedalar, fui pedalando e passando Troviscal, Cruz do Fundão, Maxial, Casal da Estrada e entrei na Sertã pelo cimo da vila, passei pelo Montinho e cheguei á Mougueira com mais uma voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
TORNEIRAS-CRUZ FUNDEIRA
Ontem foi dia de mais uma voltinha depois do trabalho, tive a companhia do Filipe que me acompanhou para mais umas pedaladas.
Saímos da Sertã pelas escolas e descemos até ao Pego do Mouro onde tivemos que molhar os pezinhos, subimos para o Casal da Estrada, continuamos e fomos ter á Aldeia Cimeira da Ribeira e Torneiras.
Nas Torneiras decidimos ir por uma boa subida até á estrada que vai da Sertã para Oleiros, chegamos ao cimo e seguimos um pouco por alcatrão até ao cruzamento do Vilar da Carga.
Do cruzamento era descer até á ribeira para depois subir para o Val Porco, mas quando chegamos perto da ribeira reparei que tinham andado a abrir um caminho novo e disse para o Filipe temos que ir ver mas ele olhou para a subida e não tinha muita vontade de a ir experimentar mas lá mudou de ideias.
Lá fomos por uma valente subida com alguma pedra solta que custavam a passar, no inicio tivemos que fazer um pouco de PTT, até que chegamos á Aldeia Nova de São Domingos.
Chegamos á Aldeia Nova e seguimos caminho até á Sertã, passamos a Cruz Fundeira e Foz da Valada, entramos na Sertã pelo cimo da Vila e descemos a Rua do Vale.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Saímos da Sertã pelas escolas e descemos até ao Pego do Mouro onde tivemos que molhar os pezinhos, subimos para o Casal da Estrada, continuamos e fomos ter á Aldeia Cimeira da Ribeira e Torneiras.
Nas Torneiras decidimos ir por uma boa subida até á estrada que vai da Sertã para Oleiros, chegamos ao cimo e seguimos um pouco por alcatrão até ao cruzamento do Vilar da Carga.
Do cruzamento era descer até á ribeira para depois subir para o Val Porco, mas quando chegamos perto da ribeira reparei que tinham andado a abrir um caminho novo e disse para o Filipe temos que ir ver mas ele olhou para a subida e não tinha muita vontade de a ir experimentar mas lá mudou de ideias.
Lá fomos por uma valente subida com alguma pedra solta que custavam a passar, no inicio tivemos que fazer um pouco de PTT, até que chegamos á Aldeia Nova de São Domingos.
Chegamos á Aldeia Nova e seguimos caminho até á Sertã, passamos a Cruz Fundeira e Foz da Valada, entramos na Sertã pelo cimo da Vila e descemos a Rua do Vale.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
TEJO ABAIXO TEJO ACIMA
Mais um domingo mais uma voltinha, desta vez escolhi uma voltinha mais rolante e convidei o Zé Almeida para irmos pedalar pelo Ribatejo.
Saímos da Sertã na minha carrinha por volta das 6 h 30 e fomos até ao Sardoal, ainda estava fresquinho é que as manhãs parecem de inverno.
Chegamos ao Sardoal preparamos as coisinhas e demos inicio á nossa voltinha, saímos do Sardoal e seguimos pelos Andreus cortamos á esquerda passamos ao lado do Carvalhal e mais umas pedaladas já estava-mos em Martinchel.
Continuamos e passamos Alagoa, mais á frente apanhamos uma boa descida até ao Rio Zêzere, fomos pedalando ao lado do Rio até Constância, passamos a ponte, fomos pedalando ao lado do Rio Tejo e passando Tancos, Vila Nova da Barquinha e Golegã.
Na Golegã paramos para beber um cafézinho num quiosque no meio de umas árvores, um sitio bem engraçado.
Com o café tomado seguimos com as nossas pedaladas e passamos Quinta da Broa, Azinhaga, Pombalinho, Quinta do Alviela, Val de Figueira, Alcanhões e Ribeira de Santarém onde tínhamos acabado o Tejo abaixo.
Passamos a Ponte Dom Luís para o outro lado até á Tapada para continuarmos com a nossa voltinha agora Tejo acima.
Daqui para a frente é que foi o pior tivemos mais um companheiro mas dos ruins o malandro do vento de frente que nos queria segurar, mas lá fomos empurrando o maldito.
Fomos indo até Alpiarça onde paramos na pastelaria Laura para comer e beber alguma coisa tínhamos que encher o deposito.
Já mais compostos seguimos e fomos passando Val de Cavalos, Chamusca, Pinheiro Grande, Carregueira, Arrepiado e Constância Sul.
Mais á frente perto do quartel de Santa Margarida paramos para tirar uma foto ao Tanque de combate que está á entrada do campo militar.
Depois da foto lá seguimos e apanhamos uns colegas que tb andavam na sua voltinha, metemos conversa e vim a saber que um é aqui dos lados da Sertã, fomos conversando até que chegamos ao Tramagal onde nos despedimos deles e nós continuamos a nossa voltinha.
Depois do Tramagal chegamos ao Rossio ao Sul do Tejo, passamos a ponte e passamos Abrantes, Alferrarede e Olho de Boi, passamos por cima da A23 onde tínhamos uma subida á nossa espera.
Lá fomos pedalando até ao Sardoal onde chegamos satisfeitos com a voltinha Tejo abaixo Tejo acima, e um obrigado ao Zé Almeida pela companhia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Saímos da Sertã na minha carrinha por volta das 6 h 30 e fomos até ao Sardoal, ainda estava fresquinho é que as manhãs parecem de inverno.
Chegamos ao Sardoal preparamos as coisinhas e demos inicio á nossa voltinha, saímos do Sardoal e seguimos pelos Andreus cortamos á esquerda passamos ao lado do Carvalhal e mais umas pedaladas já estava-mos em Martinchel.
Continuamos e passamos Alagoa, mais á frente apanhamos uma boa descida até ao Rio Zêzere, fomos pedalando ao lado do Rio até Constância, passamos a ponte, fomos pedalando ao lado do Rio Tejo e passando Tancos, Vila Nova da Barquinha e Golegã.
Na Golegã paramos para beber um cafézinho num quiosque no meio de umas árvores, um sitio bem engraçado.
Com o café tomado seguimos com as nossas pedaladas e passamos Quinta da Broa, Azinhaga, Pombalinho, Quinta do Alviela, Val de Figueira, Alcanhões e Ribeira de Santarém onde tínhamos acabado o Tejo abaixo.
Passamos a Ponte Dom Luís para o outro lado até á Tapada para continuarmos com a nossa voltinha agora Tejo acima.
Daqui para a frente é que foi o pior tivemos mais um companheiro mas dos ruins o malandro do vento de frente que nos queria segurar, mas lá fomos empurrando o maldito.
Fomos indo até Alpiarça onde paramos na pastelaria Laura para comer e beber alguma coisa tínhamos que encher o deposito.
Já mais compostos seguimos e fomos passando Val de Cavalos, Chamusca, Pinheiro Grande, Carregueira, Arrepiado e Constância Sul.
Mais á frente perto do quartel de Santa Margarida paramos para tirar uma foto ao Tanque de combate que está á entrada do campo militar.
Depois da foto lá seguimos e apanhamos uns colegas que tb andavam na sua voltinha, metemos conversa e vim a saber que um é aqui dos lados da Sertã, fomos conversando até que chegamos ao Tramagal onde nos despedimos deles e nós continuamos a nossa voltinha.
Depois do Tramagal chegamos ao Rossio ao Sul do Tejo, passamos a ponte e passamos Abrantes, Alferrarede e Olho de Boi, passamos por cima da A23 onde tínhamos uma subida á nossa espera.
Lá fomos pedalando até ao Sardoal onde chegamos satisfeitos com a voltinha Tejo abaixo Tejo acima, e um obrigado ao Zé Almeida pela companhia.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 27 de abril de 2013
BEM CEDO PELA MALJOGA E VERGÃO
Mais uma voltinha antes do sol nascer, ontem ao fim do dia não deu para pedalar e hoje lá fui eu pedalar logo cedo.
Sai de casa e fui passando Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo, Val do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga onde passei a ponte para o lado da Maljoga de Proença e subi até ao Vergão, no Vergão segui para a Portela dos Colos e desci até á ponte dos Três Concelhos.
Passei a ponte e lá tinha uma boa subida até ao Sambal e Sarnadas, mais um pouco cheguei ao Marmeleiro.
No Marmeleiro desci até á Ribeira da Tamolha para depois subir até ao Val da Cortiçada, continuei até á Junceira e desci para a Sertã, da Sertã era subir até á Mougueira onde cheguei com mais uma voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e fui passando Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo, Val do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga onde passei a ponte para o lado da Maljoga de Proença e subi até ao Vergão, no Vergão segui para a Portela dos Colos e desci até á ponte dos Três Concelhos.
Passei a ponte e lá tinha uma boa subida até ao Sambal e Sarnadas, mais um pouco cheguei ao Marmeleiro.
No Marmeleiro desci até á Ribeira da Tamolha para depois subir até ao Val da Cortiçada, continuei até á Junceira e desci para a Sertã, da Sertã era subir até á Mougueira onde cheguei com mais uma voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
FUNDADA-MARMELEIRO
Ontem foi dia de mais uma voltinha ao fim do dia, com o tempo melhor as voltinhas sabem melhor.
Sai da Sertã pela Venda da Pedra e subi até á Junceira, continuei para a Cumeada onde comecei a descer para o Chão da Telha e Barragem da Ribeira da Isna, aqui apanhei um boa subida até á Fundada.
Já na Fundada segui para a Cabeça de Poço e desci para a Praia Fluvial do Bostelim, parei dar uma vista de olhos e ganhar coragem para a próxima subida, lá fui pedalando até á estrada que liga a Sertã a Cardigos, continuei e cortei á esquerda e fui ter ao Marmeleiro.
Já no Marmeleiro continuei e desci para a Ribeira da Tamôlha para depois subir até ao Val da Cortiçada, fui pedalando e passei novamente a Junceira, desci e entrei na Sertã pela Venda da Pedra.
Cheguei á Sertã satisfeito com mais uma voltinha e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai da Sertã pela Venda da Pedra e subi até á Junceira, continuei para a Cumeada onde comecei a descer para o Chão da Telha e Barragem da Ribeira da Isna, aqui apanhei um boa subida até á Fundada.
Já na Fundada segui para a Cabeça de Poço e desci para a Praia Fluvial do Bostelim, parei dar uma vista de olhos e ganhar coragem para a próxima subida, lá fui pedalando até á estrada que liga a Sertã a Cardigos, continuei e cortei á esquerda e fui ter ao Marmeleiro.
Já no Marmeleiro continuei e desci para a Ribeira da Tamôlha para depois subir até ao Val da Cortiçada, fui pedalando e passei novamente a Junceira, desci e entrei na Sertã pela Venda da Pedra.
Cheguei á Sertã satisfeito com mais uma voltinha e com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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