Mais um domingo e como não podia faltar, mais uma voltinha.
Sai de casa e fui beber um café á Sertã, e fazer um bocado de tempo para depois ir ter com o Mário Manso, é que ele anda um pouco preguiçoso.
Depois de ter dado umas voltas ali perto da Sertã fui ter com o Mário e fomos até á Carvalha.
Quando chegamos á Carvalha já por lá havia mais pessoal, alguns dos colegas iam ver algumas partes do trajeto da maratona, e eu o Mário e o João Paulo decidimos ir ver uns singles novos ali para o lado dos Verdelhos.
Saímos pelo lado de São João do Couto e Gonçalmogão e subimos até á Aveleira onde andamos a inventar um pouco, uns caminhos tinham saída e outros tivemos que voltar para trás.
Depois de termos descoberto uns carreirinhos novos seguimos pela Tapada e Val Cortiço onde tb andamos a ver umas passagens novas que há por ali.
De um lado para o outro seguimos por um caminho que vai dar á Póvoa da Ribeira Cerdeira, mas a certa altura o caminho acaba-se e temos que passar a ribeira por cima de uma viga de cimento e passar pelo meio de umas hortas.
Chegados á Póvoa subimos por um caminho entre muros e mais um pouco chegamos ao Mourisco e logo de seguida ao Casal da Escusa.
Por ali andamos mais um bocadinho e seguimos para os Verdelhos onde andamos tb á descoberta de caminhos novos.
Nos Verdelhos andava-mos tb a descobrir uns carreirinhos ali pelo meio de umas hortas, e a certa altura íamos levando uma sova de uma velhota que começou a ralhar conosco de andarmos ali,e lá tivemos que dar á sola dali para fora.
De um lado para o outro descobrimos um caminho por entre uns muros e umas casas já em ruínas, passava-se uma ribeira e seguia-se um caminho que vai dar ao alto da Herdade.
Chegamos ao alto e descemos para a Herdade onde paramos no café para berber alguma coisa fresca que o calor já estava a apertar.
Já refrescados seguimos já com destino á Sertã.
Numa subida perto da Passaria o João Paulo partiu o dropaut, ele trazia um mas não era igual e teve que telefonar a um colega para o ir buscar.
Eu e o Mário seguimos, passando pelo Val da Froca, Casal D´Ordem, Tapada, Salgueiral, Carnapete, Pordessoura e entramos na Sertã pelo São João do Couto.
Por volta do meio dia estava-mos a chegar a casa com a nossa voltinha de domingo.
E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai por volta das 8h 15 com o Mário Manso par ir dar umas pedaladas, que hoje a volta tinha que ser mais pequena, pois tinha de estar em casa por volta das 11h.
Saímos da Mougueira e passamos pela Portela dos Bezerrins, Boais, onde descemos até á ribeira da Tamôlha onde passamos sem molhar os pezinhos.
Depois de passar a ribeira era hora de nos fazer-mos á serra numa boa subida até aos moinhos, mesmo no cimo da serra da Longra.
Lá fomos pedalando serra acima por entre pinheiros e eucaliptos com o cheirinho a marzia, que a manhã estava meia enublada.
Já cansaditos chegamos ao cimo e era hora de descansar um bocadinho.
Depois de recuperar o fôlego lá continuamos, agora a descer até a aldeia dos Vales da Longra, onde andamos a ver se descobria-mos alguns caminhos novos, nas não tivemos muita sorte, muitos não tinham saída.
De um lado para o outro lá seguimos caminho, agora com direção da aldeia dos Pisões e Rafael onde estivemos a lembrar uns caminhos que já tínhamos passado já algum tempo num passeio dos nossos colegas dos Pênêvês.
Mais uns singles e mais uns caminhos sem saída, mais umas arranhadelas de silvas á mistura continuamos até chegar-mos á Maljoga.
Na Maljoga descemos por um single que vai dar a uma ponte que dá passagem para o outro lado da ribeira da Isna.
Nessa ribeira um pouco mais a baixo existe uma praia fluvial, onde o pessoal ali da zona se vai refrescar e comer uns petiscos no verão.
E com a hora de regresso a chegar seguimos caminho agora com direção a casa.
Apanhamos o alcatrão e uns caminhos de terra pelo meio para atalhar.
E por volta das 11h 15 chegamos a casa e cada um foi ao seu destino.
E foi mais um dia com mais umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Este domingo a convite do meu irmão fui até as bandas da Serra d´aires e Candeeiros.
Sai de casa mais o Mário Manso eram 7h e tinha combinado com o meu irmão e o resto da malta beber café no bar das Cabaças na Videla, á saída da A23, mas ainda estava fechado.
Ali estivemos um pouco á espera do resto da malta que vinha de Castelo Branco.
Entretanto lá chegou o resto do pessoal e seguimos rumo até ao Zambujal de Alcaria onde era o ponto de partida para mais uma voltinha.
Chegamos ao Zambujal de Alcaria descarregamos as bikes e preparamos tudo, com tudo já preparado partimos á descoberta dos maravilhosos trilhos.
Saímos ao lado do cemitério e ai entramos na terra, seguimos ao lado da aldeia e começamos logo a subir, e vimos logo o que nos esperava, pedra e mais pedra, seria a nossa companhia para o resto do dia.
Lá fomos pedalando por alguns caminhos dos mais variados tipos e feitios que por aqueles lados é o que não falta.
Um pouco mais á frente chegamos á aldeia de Covão de Oles e logo de seguida Casais dos Vales onde andamos á procura de um sitio para beber um cafézinho, mas nada, ainda estava tudo fechado.
Continuamos e chegamos ao Alqueidão da Serra ai sim já encontramos onde beber um cafézinho e comermos alguma coisa.
Com a barriga mais composta lá seguimos caminho.
Um pouco mais á frente aconteceu o primeiro acidente do dia o José Luis ia com um andamento desgraçado e foi contra um automóvel e o embate foi tão grande que o carro despistou-se ficando de lado, mas estejam descansados que ninguem se aleijou EHEHEEHHH.
Um pouco mais á frente passamos pela aldeia da Farnália e perto do Reguengo do Fetal, e quanto mais andávamos mais maravilhados ficavam-mos com a beleza dos trilhos.
Se não me engano foi mais ou menos nesta zona que encontramos malta da Batalha que tb andava por ali a divertir-se onde vinha o meu amigo Paulo Crespo mais um grupo de colegas.
Com mais uns singles e mais uns caminhos lá fomos andando, e passamos pelo Covão da Carvalha e mais um pouco chegamos a São Mamede onde paramos na churrasqueira Pronto Apurado para comer alguma coisa, onde fomos bem servidos e bem recebidos.
Com uma sopinha, uma boa grelhada mista acompanhada com umas batatinhas fritas uma boa sobremesa e um cafézinho ficamos com forças para subir o quer que fosse.
Lá continuamos com a nossa labuta passando por Demó velha, Cabeço da Barreira, Barrenta e Alvados onde apanhamos uma subida daquelas que temos de dar tudo o que temos.
E foi aqui nesta subida que se deu o segundo acidente do dia que por sorte tb não teve feridos, e o acidentado foi novamente o José Luis, que ele para esta volta de hoje tinha trazido uma roda 29 e aquela máquina ia endiabrada e na subida tal era a velocidade despistou-se e a bike ficou pendurada numa árvore, EHEHEHHEHE.
Até chegar ás Grutas dos Alvados passamos por singles espetaculares daqueles que não podemos tirar os olhos do chão com pedra até dizer chega, muito técnicos e ouve alguns bocados que não dava mesmo para ir em cima da bicicleta.
A seguir ás grutas dos Alvados para mim era a parte mais bonita do dia, por entre muros de pedra com os caminhos cheios de pedra e singles para todos os gostos, uma grande maravilha.
Seguido passamos perto de Cabeça das Pias e Chão das Pias e mais á frente foi a parte com mais adrenalina do dia onde passamos na encosta da serra dos Alvados, só vos digo uma coisa aquilo foi de doidos, por onde passamos acho que até as cabras têm medo de lá passar.
Lá fomos andando umas vezes a pé outras de bike mas com muita atenção que ali quem se desequilibra-se e cai-se só parava no fundo do vale.
Continuamos pela encosta fora até chegarmos ao alto da serra e seguimos mais uns caminhos de pedra até chegar á Fornea, um sitio magnifico com uma vista de cortar a respiração, mesmo espetacular.
Depois de regalar os olhos com a vista sobre a Fornea era hora de descer até ao ponto de partida.
Passamos ao lada da aldeia da Fornea contornamos a serra e apanhamos uma descida cheia de pedra solta com uma boa inclinação que muitas vezes nem dava para olhar para o lado, aquilo é que foi tremer.
Mais umas curvas e chegamos aos carros e ao fim desta aventura na pedra.
Depois das bikes arrumadas fomos beber uma bebida fresca.
Mais á frente antes de entrar na A23 paramos na Videla no bar das Cabaças para comer uma sandocha e dar dois dedos de conversa sobre o dia, e a opinião era unanime todos tinhas gostado da maravilhosa voltinha no reino da pedra.
Para esta voltinha estiveram presentes o meu irmão António Cabaço e mentor desta volta o Nuno Eusébio, José Luis, Vasco Sequeira, Mário Manso e a minha pessoa.
E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Aqui ficam dois videos da voltinha que fanei ao meu irmão EHEHEHEHE.