Depois de duas semanas sem dar ao pedal hoje regressei ás minhas voltinhas, foi uma voltinha curta logo bem cedo, e estava bem fresquinho...
Sai de casa e desci até á Sertã, estava uma camada de gelo que nem dava para ver só para sentir, pois ainda era de noite...eheheehhehh
Passei a Sertã e segui pela Rua do Castelo, á porta do Bar do Clube encontrei um monte de gente que tinha saído dos copos á pouco tempo, que figurinhas.
Eles tb devem de pensar o mesmo de mim, um maluco aquela hora ir andar de bicicleta só pode ser um grande maluco, mas sou feliz assim...
Segui em frente e continuei a subir até aos Bombeiros e Rotunda Rompe Terra, entrei na estrada antiga que segue para Oleiros ainda meio de noite, mas lá fui eu com a candeia acesa por ai fora...
Passei pelo Casalinho de São Fagundo, Barracão, Maxial e Cruz do Fundão, aqui já ia mais ou menos quente, a subida tinha dado para aquecer um bocadinho...
Continuei e segui pelo Troviscal, Troviscainho e cheguei ao Vale da Figueira, cortei á esquerda e subi um pouco até á aldeia do Vale do Laço..
Aqui entrei na estrada nova e fiz o regresso á Sertã, sem grandes dificuldades lá vim por ai fora até á rotunda Rompe Terra, entrei na Sertã e fui até á Pastelaria Estrela Doce para beber um cafézinho..
Não o bebi quando comecei a voltinha mas bebi no regresso, assim tb soube bem, foi bom para aquecer a barriga e a alma...eheheheh
Cafézinho tomado segui para o resto da volta, subi até ao Montinho e com mais umas pedaladas cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha pela fresca, e esta foi mesmo pela fresca...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...
domingo, 17 de dezembro de 2017
domingo, 3 de dezembro de 2017
PENELA
Hoje para a minha voltinha tive a companhia do Zé Almeida, ele tinha que ir a Coimbra tratar de umas coisas e ia de bike, telefonou-me se eu queria ir com ele, eu claro aceitei logo o convite...
Para fazer uma volta circular e começar um pouco mais tarde por causa do frio, planeamos começar a volta na Aldeia da Cruz, perto de Aldeia de Ana de Aviz...
Sai de casa e fui até Pedrogão Pequeno, apanhei o Zé e fomos até á Aldeia da Cruz, a temperatura era um pouco estranha, a coisa prometia...
Depois de estacionar a viatura e preparar as coisinhas lá fomos apanhar um pouco de ar fresco, uii e bem fresco, a geada nas hortas parecia neve, a velhinha andou a espalhar farinha durante a noite..
Para começar descemos até Aldeia de Ana de Aviz, a descida foi bem fresca, passamos a ponte e subimos um pouco, esta nem deu para aquecer, queríamos mais subidas.
Mas o que vinha pela frente era mais uma descida e esta um pouco longa até á Ribeira de Alge, esta doeu um bocadinho por causa do frio, a subir era bem melhor..
Passamos a ponte que passa por cima da Ribeira de Alge e subimos até Almofala de Baixo, esta subia é ligeira e bem fixe com as umas belas curvinhas..
No alto seguimos por Pontão, Baiuca, Tojeira, Venda das Figueiras e Venda dos Moinhos, aqui fizemos uma paragem para beber um cházinho, foi para aquecer o corpo e a alma...eheheheeh
Foi esfregar as mãos para as aquecer que elas vinham bem frias enquanto bebíamos o chá para aquecer por dentro..
Depois de aquecer um pouco seguimos a voltinha, aquilo era a rolar e assim não dava para aquecer, passamos Ferrarias, São Simão, Casais da Cabra, Pastor, Rosas e Ponte do Espinhal..
Era para subirmos para Penela mas o Zé não conhecia a estradinha que segue ao lado do Hotel, decidimos ir em frente até perto de Casal Pinto...
Em Conversa disse ao Zé que já por ali tinha passado algumas vezes em direção a Ceira e Coimbra, como ele nunca lá tinha passado decidiu segui viagem por ali...
Despedi-me dele e lá foi ele ver se aquecia um pouco, mais á frente tinha a subida de Podentes que dava para aquecer um pouco...
Eu segui á esquerda e subi até Penela, em vez de seguir para o meio da vila vi uma calçada á direita que vai dar ao Castelo, lá fui e dei a volta por trás da vila e fui ter perto do Castelo..
Passei nas ruelas e subi até ao Castelo, parei para tirar umas fotos e ver as belas paisagens lá do alto, está a decorrer o Presépio de Natal mas só abre ás 10 h, como ainda era cedo decidi seguir viagem...
Desci um pouco e entrei na Estrada Nacional em direção de Coimbra, mas um pouco mais á frente cortei á esquerda para o Espinheiro...
Depois de subir um pouco era descer até ao Rabaçal, passei ao lado do Castelo de Germanelo e depressa cheguei ao Rabaçal..
Fiz um paragem no Café o Bonito para comer alguma coisa, ali o que se pode comer, uma sandes de queijinho do Rabaçal, claro...
Aquilo não era uma sandes mais parecia um pão de kilo, foi mesmo para encher a barriga, estava mesmo saboroso, uma maravilha...
Com a barriga mais composta lá me fiz á estrada, segui um pouco até á Ribeira de Alcalamouque e cortei á direita para Vale Florido e Alvorge...
Aqui o solinho já aquecia um pouco, o frio já tinha passado, de manhã cedo custa sair mas depois de aquecer um bocadinho até a voltinha sabe bem...
Passei em Alvorge e segui pela Junqueira, Casais da Granja, Lagoa e Ansião, aqui era para beber alguma coisa mas não me apeteceu parar, segui com as pedaladas...
Passei ao lado do Nascente do Rio Nabão e subi até á Zona Industrial do Camporês, com mais umas pedaladas passei Lameiras e Pontão...
A voltinha estava a ser bem porreira, segui depois em direção de Almofala de Baixo, Almofala de Cima e upa upa até á Aguda...
Bela subidinha, curta e grossa, esta deu para suar um pouco, no alto segui e fui até ao Fato, passei por cima do IC 8 e mais á frente encontrei Salgueiro da Ribeira e Salgueiro da Lomba...
Aqui a estradinha já é minha conhecida, umas belas curvinhas e um bom sobe e desce, é pena estar tudo ardido, as paisagens era mais bonitas mas mesmo assim gosto de ali passar com a minha fininha...
Quase a terminar a voltinha subi até Chimpeles e mais um pouco até Casal da Cruz de onde tinha saído umas horas antes...
Uma voltinha bem fresquinha com uma bela camada de geada, as temperaturas foram sempre bem baixinhas..
Carreguei a bike e regressei a casa satisfeito com mais uma bela voltinha nesta manhã de domingo, obrigado Zé pela companhia até Penela...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...
Para fazer uma volta circular e começar um pouco mais tarde por causa do frio, planeamos começar a volta na Aldeia da Cruz, perto de Aldeia de Ana de Aviz...
Sai de casa e fui até Pedrogão Pequeno, apanhei o Zé e fomos até á Aldeia da Cruz, a temperatura era um pouco estranha, a coisa prometia...
Depois de estacionar a viatura e preparar as coisinhas lá fomos apanhar um pouco de ar fresco, uii e bem fresco, a geada nas hortas parecia neve, a velhinha andou a espalhar farinha durante a noite..
Para começar descemos até Aldeia de Ana de Aviz, a descida foi bem fresca, passamos a ponte e subimos um pouco, esta nem deu para aquecer, queríamos mais subidas.
Mas o que vinha pela frente era mais uma descida e esta um pouco longa até á Ribeira de Alge, esta doeu um bocadinho por causa do frio, a subir era bem melhor..
Passamos a ponte que passa por cima da Ribeira de Alge e subimos até Almofala de Baixo, esta subia é ligeira e bem fixe com as umas belas curvinhas..
No alto seguimos por Pontão, Baiuca, Tojeira, Venda das Figueiras e Venda dos Moinhos, aqui fizemos uma paragem para beber um cházinho, foi para aquecer o corpo e a alma...eheheheeh
Foi esfregar as mãos para as aquecer que elas vinham bem frias enquanto bebíamos o chá para aquecer por dentro..
Depois de aquecer um pouco seguimos a voltinha, aquilo era a rolar e assim não dava para aquecer, passamos Ferrarias, São Simão, Casais da Cabra, Pastor, Rosas e Ponte do Espinhal..
Era para subirmos para Penela mas o Zé não conhecia a estradinha que segue ao lado do Hotel, decidimos ir em frente até perto de Casal Pinto...
Em Conversa disse ao Zé que já por ali tinha passado algumas vezes em direção a Ceira e Coimbra, como ele nunca lá tinha passado decidiu segui viagem por ali...
Despedi-me dele e lá foi ele ver se aquecia um pouco, mais á frente tinha a subida de Podentes que dava para aquecer um pouco...
Eu segui á esquerda e subi até Penela, em vez de seguir para o meio da vila vi uma calçada á direita que vai dar ao Castelo, lá fui e dei a volta por trás da vila e fui ter perto do Castelo..
Passei nas ruelas e subi até ao Castelo, parei para tirar umas fotos e ver as belas paisagens lá do alto, está a decorrer o Presépio de Natal mas só abre ás 10 h, como ainda era cedo decidi seguir viagem...
Desci um pouco e entrei na Estrada Nacional em direção de Coimbra, mas um pouco mais á frente cortei á esquerda para o Espinheiro...
Depois de subir um pouco era descer até ao Rabaçal, passei ao lado do Castelo de Germanelo e depressa cheguei ao Rabaçal..
Fiz um paragem no Café o Bonito para comer alguma coisa, ali o que se pode comer, uma sandes de queijinho do Rabaçal, claro...
Aquilo não era uma sandes mais parecia um pão de kilo, foi mesmo para encher a barriga, estava mesmo saboroso, uma maravilha...
Com a barriga mais composta lá me fiz á estrada, segui um pouco até á Ribeira de Alcalamouque e cortei á direita para Vale Florido e Alvorge...
Aqui o solinho já aquecia um pouco, o frio já tinha passado, de manhã cedo custa sair mas depois de aquecer um bocadinho até a voltinha sabe bem...
Passei em Alvorge e segui pela Junqueira, Casais da Granja, Lagoa e Ansião, aqui era para beber alguma coisa mas não me apeteceu parar, segui com as pedaladas...
Passei ao lado do Nascente do Rio Nabão e subi até á Zona Industrial do Camporês, com mais umas pedaladas passei Lameiras e Pontão...
A voltinha estava a ser bem porreira, segui depois em direção de Almofala de Baixo, Almofala de Cima e upa upa até á Aguda...
Bela subidinha, curta e grossa, esta deu para suar um pouco, no alto segui e fui até ao Fato, passei por cima do IC 8 e mais á frente encontrei Salgueiro da Ribeira e Salgueiro da Lomba...
Aqui a estradinha já é minha conhecida, umas belas curvinhas e um bom sobe e desce, é pena estar tudo ardido, as paisagens era mais bonitas mas mesmo assim gosto de ali passar com a minha fininha...
Quase a terminar a voltinha subi até Chimpeles e mais um pouco até Casal da Cruz de onde tinha saído umas horas antes...
Uma voltinha bem fresquinha com uma bela camada de geada, as temperaturas foram sempre bem baixinhas..
Carreguei a bike e regressei a casa satisfeito com mais uma bela voltinha nesta manhã de domingo, obrigado Zé pela companhia até Penela...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
VOLTINHA VESPERTINA
Hoje mesmo sendo feriado foi dia de trabalho, mas só da parte da manhã, de tarde fui a uma consulta de terapia com a minha grossa por esses trilhos fora...
Sai de casa subi até á Portela dos Bezerrins e parei no Café a Gruta para beber um cafézinho, soube bem depois do almoço...
Depois do café toca a seguir para os trilhos, desci um pouco até Poiares onde entrei na terra, já tinha saudades de passar naqueles caminhos, passei por uns castanheiros bem coloridos e fui ter ao Moinho do Cabo..
Aqui cortei á direita e subi um pouco até ao Mato Souto, um lugar com três casinhas, duas delas com gente só ao fim de semana, um lugar mesmo recatado..
Passei o Mato Souto e continuei a subir até ao alto da Serra da Longra, já não subia ali á muito tempo, aquela subidinha dá bem para aquecer o motor..
Já no alto passei ao pé de um moinho recuperado, tirei uma foto e segui viagem, agora era descer até ao Marmeleiro, depois da subida soube bem a descida..
Passei o Marmeleiro onde encontrei muita gente a apanhar azeitona, é aproveitar enquanto o tempo está bom, este ano há muita azeitona os lagares têm que trabalhar com força...
Depois do Marmeleiro continuei pelas Cortes, lá fui sempre a dar ao pedal e segui até á Azinheira, aqui mais do mesmo, muita gente na apanha da azeitona, uns a trabalhar outros a andar de bike...
Ao fundo da aldeia parei para decidir para onde ir, as tardes são muito curtas, o sol vai-se embora muito cedo, e esticar muito a volta não era boa ideia...
Decidi descer pela estrada que segue para a Cabeça de Poço, ao fundo depois de passar a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna segui á direita e entrei na Rota do Bostelim..
Maravilha de trilho, segui sempre ao lado da Ribeira da Isna e fui até á Ponte das Várzeas Carreiras, tb conhecida de Ponte da Tamolha, ali se junta a Ribeira da Tamolha com a Ribeira da Isna...
Quando entrei na ponte deparei-me com uma coisa muito estranha, os senhores da Câmara Municipal andam a recupera os muros da ponte e por incrível que pareça andam a rebocar os muros com cimento.
Será que os Srs Engenheiros não têm olhos na cara para ver aquilo, uma ponte que é Património Nacional e estão a fazer-lhe uma coisa daquelas, haja paciência....
Passei a ponte e um pouco mais á frente cortei á direita para seguir o percurso pedestre Rota das Estevas, uma boa parte do trajeto passa nas margens da Ribeira da Tamolha..
Um trajeto que já fiz uma carrada de vezes, mas sempre que lá passo fico encantado com ele, ouvir a ribeira a correr e os passarinhos é uma maravilha, hoje tb tive o prazer de ver uns javalis, um espetáculo...
Sempre descontraído lá fui indo trilho fora, passei o belo moinho ainda intacto, pena não estar estimado, já se encontram poucos como aquele e naquelas condições...
Ao terminar o trilho ao lado da Ribeira era hora de subir um pouco, lá fui subida fora até á Cumeada, fiz uma breve paragem no Café das Bombas para beber alguma coisa...
Um cafézinho para aquecer, estava um ventinho bem fresquinho, até cortava, foi bom para aquecer a barriga..
Café tomado segui para o resto da voltinha, passei pelo Vale da Cortiçada, Vaquinhas Cimeiras e Outeiro das Colheres, desci um pouco e cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha..
Uma voltinha nesta tarde de feriado, uma tarde que mesmo com o sol estava um friozinho de inverno, mas já cá fazia falta o frio, a chuva essa está com vergonha...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..
Sai de casa subi até á Portela dos Bezerrins e parei no Café a Gruta para beber um cafézinho, soube bem depois do almoço...
Depois do café toca a seguir para os trilhos, desci um pouco até Poiares onde entrei na terra, já tinha saudades de passar naqueles caminhos, passei por uns castanheiros bem coloridos e fui ter ao Moinho do Cabo..
Aqui cortei á direita e subi um pouco até ao Mato Souto, um lugar com três casinhas, duas delas com gente só ao fim de semana, um lugar mesmo recatado..
Passei o Mato Souto e continuei a subir até ao alto da Serra da Longra, já não subia ali á muito tempo, aquela subidinha dá bem para aquecer o motor..
Já no alto passei ao pé de um moinho recuperado, tirei uma foto e segui viagem, agora era descer até ao Marmeleiro, depois da subida soube bem a descida..
Passei o Marmeleiro onde encontrei muita gente a apanhar azeitona, é aproveitar enquanto o tempo está bom, este ano há muita azeitona os lagares têm que trabalhar com força...
Depois do Marmeleiro continuei pelas Cortes, lá fui sempre a dar ao pedal e segui até á Azinheira, aqui mais do mesmo, muita gente na apanha da azeitona, uns a trabalhar outros a andar de bike...
Ao fundo da aldeia parei para decidir para onde ir, as tardes são muito curtas, o sol vai-se embora muito cedo, e esticar muito a volta não era boa ideia...
Decidi descer pela estrada que segue para a Cabeça de Poço, ao fundo depois de passar a ponte que passa por cima da Ribeira da Isna segui á direita e entrei na Rota do Bostelim..
Maravilha de trilho, segui sempre ao lado da Ribeira da Isna e fui até á Ponte das Várzeas Carreiras, tb conhecida de Ponte da Tamolha, ali se junta a Ribeira da Tamolha com a Ribeira da Isna...
Quando entrei na ponte deparei-me com uma coisa muito estranha, os senhores da Câmara Municipal andam a recupera os muros da ponte e por incrível que pareça andam a rebocar os muros com cimento.
Será que os Srs Engenheiros não têm olhos na cara para ver aquilo, uma ponte que é Património Nacional e estão a fazer-lhe uma coisa daquelas, haja paciência....
Passei a ponte e um pouco mais á frente cortei á direita para seguir o percurso pedestre Rota das Estevas, uma boa parte do trajeto passa nas margens da Ribeira da Tamolha..
Um trajeto que já fiz uma carrada de vezes, mas sempre que lá passo fico encantado com ele, ouvir a ribeira a correr e os passarinhos é uma maravilha, hoje tb tive o prazer de ver uns javalis, um espetáculo...
Sempre descontraído lá fui indo trilho fora, passei o belo moinho ainda intacto, pena não estar estimado, já se encontram poucos como aquele e naquelas condições...
Ao terminar o trilho ao lado da Ribeira era hora de subir um pouco, lá fui subida fora até á Cumeada, fiz uma breve paragem no Café das Bombas para beber alguma coisa...
Um cafézinho para aquecer, estava um ventinho bem fresquinho, até cortava, foi bom para aquecer a barriga..
Café tomado segui para o resto da voltinha, passei pelo Vale da Cortiçada, Vaquinhas Cimeiras e Outeiro das Colheres, desci um pouco e cheguei á Mougueira depois de uma bela voltinha..
Uma voltinha nesta tarde de feriado, uma tarde que mesmo com o sol estava um friozinho de inverno, mas já cá fazia falta o frio, a chuva essa está com vergonha...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..
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