domingo, 6 de novembro de 2016

ALVORGE-ALJAZEDE

Hoje fui dar uma voltinha na companhia da minha grossa lá para os lados de Ansião, aquela zona é uma das minhas preferidas, muita pedra e muitos singles, é um espetáculo...

Sai de casa cedinho com a bike metida na minha furgoneta, fiz uma paragem na Pastelaria Estrela Doce para a café matinal  acompanhado do pastelinho de nata e segui até Ansião..

Estacionei a viatura ao pé do Nascente do Rio Nabão, preparei as coisinhas e lá fui para os trilhos, o dia acordou meio fresco, já se nota a temperatura de inverno.

Levantei-me cedinho, não sou daqueles que gosta muito de estar na cama, agora no inverno custa mais um bocadinho por causa do frio mas chega-se ao fim satisfeito com a voltinha.

Sai de Ansião pelo Jardim do Nabão, passei por baixo do IC 8, passei depois pelo Corgo, Constantina e Loureiros, lá foi aparecendo um single ou outro para abrir o apetite.


Segui depois para Ribeira do Açor, Lagar da Ribeira e Pião, aqui foi onde entrei num espetacular single, até me babei todo, um single limpinho, foi sempre a dar gás, uma maravilha...

Passado o Pião mais do mesmo era single atrás de single, e eu todo contente, mais umas pedaladas e cheguei a Torre de Vale de Todos.


Estava na hora da missa mas como não levava roupa adequada não me deixaram entrar na Igreja por isso tive que seguir viagem.



Continuei e segui um bom bocado o Caminho de Santiago, e pensei um dia tenho que seguir este caminho por aqui até ao destino, era uma bela aventura....




Lá fui pedalando até Vila Nova e passei perto da Ribeira de Alcalamouque, raio de terra com nome mais mais esquisito, mas ainda passei por outras terras com um nome ainda pior....


O dia acordou fresquinho mas no meio da manhã estava um bela temperatura para as pedaladas, uma maravilha, mesmo como eu gosto...


Lá fui pedalando e vendo as bonitas paisagens que por ali se encontram, mais umas pedaladas e cheguei a Ateanha, mais uma terra com um nome meio marado.


Continuei descontraído até á próxima terra, quando vejo a placa de Aljazede pensei, queres ver que já cheguei ao Iraque ehehehehehehe, que nome estranho esta terra tem..


Domingo é dia de caça e ouviam-se tiros por todo o lado, deixa-me seguir ates que leve com um chumbo, lá segui até Vale Todos.



Por entre uns muros em pedra lá cheguei ao centro da aldeia, segui depois em direção da Coelhosa, á saída da aldeia mais do mesmo, um single até perto da Lagarteira.


Sai da Lagarteira e segui por um caminho daqueles com muitos calhaus, era para estremecer bem o esqueleto, e bem abanado que ele ficou, tive que ter cuidado para não morder a língua....


Passei depois Cabeça Redonda e fui ter á Zona Industrial do Camporês, mas antes de lá chegar ainda andei a vasculhar um caminho que tinha ali ao lado, mas o que consegui foi umas boas arranhadelas.


Lá segui até á Zona Industrial, passei um pouco por alcatrão para uns metros mais á frente cortar á esquerda e subir até ao Alqueidão.

Subida feita e segui até ao Casal de São Brás, continuei por um caminho até á entrada do Trilho dos Olhos de Água.


E que trilho este, já lá tinha passado á uns tempos, mas é sempre bom repetir este trilho, um single do melhor..


Fui por ai fora e até os olhos choravam, uma maravilha de trilho, sempre a descer por entre umas árvores e com umas curvas pelo meio, numa palavra, BRUTAL.....



No fim do single entrei no alcatrão e segui até á minha viatura, arrumei a bike e o resto do material depois de mais umas belas pedaladas.



Fui depois até á Pastelaria do Nabão para comprar umas belas merendinhas acabadinhas de sair do forno, estavam uma maravilha UI UI..



Com a barriga cheia regressei a casa depois de mais uma manhã de pedaladas por uns trilhos brutais com muitos singles daqueles que a malta gosta.
Sair de casa e ir pedalar por trilhos destes é mesmo bom, tenho que me levantar cedo para ir pedalar por estas bandas mas vale bem a pena.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



terça-feira, 1 de novembro de 2016

MARMELAL-BARRAGEM DA PRACANA-ROBALO

Hoje dia de todos os Santos fui almoçar a casa dos meus pais, mas para ganhar o almoço tinha que ir dar uma voltinha de fininha.


Para encher a barriga antes tinha que queimar algumas calorias, se não eram calorias a mais, por isso lá sai cedinho de casa para a tal voltinha.

Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins, o dia tinha acordado meio molhado, a estrada estava com algumas possas de água, deve de ter chovido um pouco de noite,  nem dei conta estava a dormir....




Depois da Portela segui em frente e fui passando Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga, depois da ponte que passa por cima da Ribeira da Isna lá segui subida fora...


Uma subida não muito difícil mas um pouco longa, lá fui sempre descontraído até ao Carvalhal, mais umas pedaladas e depois de passar por cima do IC 8 entrei em Proença a Nova.



Fui direitinho á Pastelaria Estrela Doce 2 para o cafézinho e belo pastelinho de nata, encostei a bike e lá fui provar o pastel e ingerir a cafeina.
Com a dose aplicada lá segui a voltinha, sai de Proença e desci pelo Vale Porco até ao Pontão do Laranjeiro, continuei depois em direção das Moitas.


Já mais aliviado das subidas segui sempre na minha pedalada pelas Moitas, Espinho Pequeno, Vale Clérigo, Pedra do Altar, Vale de Mua e a bela descida até ao Rio Ocresa.


Depois de uma boa descida á sempre uma boa subida, passei a Ponte que passa por cima do Rio Ocresa e nas calmas lá fui subindo até ao Perdigão.


Á entrada da aldeia do Perdigão cortei á direita para a aldeia de Vale Figueira e Marmelal, um bocadinho de estrada novo para a minha fininha, era a estrear...


Segui mais um pouco até ao Vilar do Boi, aqui entrei na Nacional 3 antigo IP 2, segui pelo Peroledo e cheguei ao Fratel, mais á frente continuei por uma estradinha ao lado da A 23, uma bela montanha russa.



Uma bela montanha russa que com o balanço das descidas dava para fazer algumas subidas, uma maravilha, passei depois na aldeia da Silveira e cheguei a Gardete.

Passei ao lado da aldeia e desci até á Barragem da Pracana, encontrei a barragem com pouca água, já lá no fundo, ainda vi uns pescadores que ali andavam a ver se enganavam os peixes.


Passado o paredão da barragem segui por uma ligeira subida até perto do Maxial, com mais um sobe e desce cheguei aos Envendos, aqui fiz uma paragem para comer alguma coisa.


Segui até ao Largo da Igreja e fui ao Café da Fonte, comi um bolinho e bebi mais um cafézinho, fiquei mais satisfeito e pronto para mais uns kms.



Sai dos Envendos e segui pelo Vale do Coelho e Furtado, uma pouco mais á frente parei no Miradouro da Ribeira de Eiras, ali estive a ver o belo açude da Ribeira de Eiras,  tirei umas fotos e toca a segui viagem..


Para Mação já faltava pouco, lá fui pedalando e passei a ponte por cima da Ribeira de Paia Fome, que nome mais esquisito deram aquela ribeira, coitada....


Mais uma pouco de subida e entrei na Vila de Mação, hoje era dia de Feira de Todos os Santos, passei pelo meio da vila e pelo meio da confusão, era para parar no café mas decidi seguir...

Muita gente a vender frutos secos, mel e muitos produtos caseiros, as ruas cheias de gente e muitas tendas espalhadas pela vila, uma bonita tradição.
Depois de passar a confusão sai da vila e entrei na grande reta de São Miguel e Vale de São Domingos, o dia estava uma maravilha, uma boa temperatura para umas pedaladas.


Segui depois pelo Pereiro, passei ao lado do Vale da Amêndoa e um pouco mais á frente tinha Chão de Codes, aqui fiz mais um paragem para comer alguma coisa.


Fui até ao Café o Imigrante para comer um bolinho e beber um sumo fresquinho, e para terminar ainda me ofereceram um copinho de Jeropiga, ui ui agora é que era pedalar com força....eheheheh

Sai de Chão de Codes e segui por Chão de Lopes, Lameiras, Cimo do Vale, Vale de Vacas e Amêndoa.


A minha voltinha estava quase no final, uma manhã com uma voltinha espetacular, um tempo do melhor e uma companhia melhor ainda ehehehehehe, a minha sombra...eheheh
Passei pelo meio da aldeia da Amêndoa e continuei pelos Palheirinhos, Revelha, Pé da Serra, Vinha Velha, Granja e cheguei ao Robalo.



Fui pela ultima subida até á casa dos meus pais e ali encostei a bike depois de mais uma bela manhã com umas belas pedaladas na minha fininha.


É sempre bom uma voltinha de bike e depois um belo almoço em casa dos pais, um almoço em boa companhia, a família toda reunida á volta de uma mesa com os pratos recheados de boa comidinha....

E assim foi mais uma voltinha sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.