Ontem a convite do meu irmão fui até Malpica do Tejo dar umas pedaladas, e para repasto fomos comer o belo bucho de ossos tradicional ali da aldeia.
Sai da Sertã e fui ter com o meu irmão a Castelo Branco, fomos depois ter com o resto da malta que se juntou na Rotunda da Racha, fomos beber um cafézinho para depois seguir-mos em fila pirilau até Malpica do Tejo.
Chegamos a Malpica e fomos até ao Largo das Camionetas, o Rui Tapadas e a Sandra já estavam á nossa espera, estacionamos as viaturas e preparamos as coisinhas para ir chafurdar um pouco.
Tudo preparado e lá fomos nós, o tempo estava de chuva e muito vento mas a malta não liga a essas coisas de alertas vermelhos, era hora de nos fazermos aos trilhos.
Passamos algumas ruelas e saímos de Malpica pela Igreja de São Bento, passamos pelo Monte do Couto do Alberto e descemos até ás Lameiras.
Na descida o colega David deu uma queda um pouco aparatosa, mas foi só um arranhão na cara, mesmo assim era melhor regressar e ir tratar da ferida.
Com o grupo reduzido continuamos e passamos o Monte do Malha Pão e subimos um pouco até ao Monte da Farropa.
Aqui seguimos um pouco pelo alcatrão, passamos o Monte do Negrete o Monte dos Marjonvais e mais á frente entramos novamente nos trilhos em direção do Monte do Pardal.
A malta ia animada e sempre descontraída, o dia estava por nossa conta, lá ao longe vinham umas nuvens negras carregadas de água, ai vem molha toca a seguir.
Descemos para a Ribeira de Valmedra seguimos ao lado da Fonte dos Mosquitos e subimos para a aldeia dos Lentiscais.
Na subida a chuva começou a cair bem e o vento até nos fazia dançar em cima da bicicleta, debaixo de chuva fomos até ao Centro Social para beber um branquinho traçado, era para aquecer eheheheh.
Ali ficamos um pouco até a chuva passar, com o céu já limpo era hora de continuar a voltinha.
Seguimos até ao Monte do Néo onde tivemos que saltar a cerca, seguimos pelo Monte dos Judeus e Monte da Baliza.
Mais á frente no Monte Lameiro da Azinheira andamos no meio de um belo lameiro, era lama até ao joelho ehehehe.
Safos do lamaçal subimos para o Monte do Montinho e Boidade, onde me lembro de andar nas hortas dos meus tios e primos pela parte do meu pai.
Descemos pelo Monte Vale Corvo sempre a boa velocidade, com Malpica já á vista e o almoço á nossa espera seguimos pela bonita Quelha para Ferreira, onde se passava antigamente para ir para o Rio Tejo.
Seguimos depois pelo Arrabalde e subimos a Rua de São Domingos até ao Largo das Carreiras de onde tínhamos partido umas horas antes.
O tempo até que nem foi mau, a chuva foi nossa amiga só começou a chover quando estávamos a arrumar as bikes.
Mudamos de fatiota e fomos até á Tasca Maria Faia para o merecido repasto, um belo local para se almoçar, muito acolhedor e bem agradável.
Ali nos entretemos por um bom bocado a comer e a mandar umas larachas, foi um bocadinho bem passado na companhia de uma belo grupo de amigos.
Foi comer até ter fome e beber até ter cede, um bucho de ossos acompanhado de uma bela pinga e um docinho para terminar, uma maravilha.
Depois da malta toda satisfeita era hora de regressar, deixei o meu irmão em Castelo Branco e regressei á Sertã satisfeito com mais umas belas pedaladas e um belo almoço com malta bem castiça..
Para o ano temos que lá voltar para mais uma Rota do Bucho.
Recomendo a Tasca Maria Faia para petiscar ou almoçar as comidinhas regionais ali da zona raiana...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
PICOTO-VILAR DA CARGA
Sexta feira é dia de mais umas pedaladas pela fresca, e hoje estava mesmo fresco, estava uma camada de geada das boas.
Sai de casa e desci até á Sertã, subi até São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada, Casalinho e Vale Cortiço.
Aqui segui á direita para Malpica, o dia já clareava lá atrás da serra, aqui a temperatura já estava mais agradável por ser mais alto, já se notava a diferença.
Continuei e passei Passaria, Herdade, Picoto e São Domingos, ao pé da Igreja cortei á esquerda e subi até ao Alto do Amioso, uma subida das boas, deu para aquecer.
Já no alto era hora de descer até ao Amioso, contornei a aldeia e uns metros mais á frente cortei á direita em direção do Vilar da Carga.
A descida é das boas, o piso é bom, toca a dar calor, passei a Ribeira do Vilar e cheguei ao Vilar da Carga.
Passei por uma rua empedrada para estremecer um pouco, desci até á Ribeira do Amioso e toca a subir até perto do Maxial, mais uma subida curta mas grossa.
Já no alto e safo da subida segui pela estrada nova até á Sertã, foi sempre a rolar bem até ao Bombeiros, entrei na vila passei ao lado da Camâra Municipal e desci a Rua do Vale.
Passei a avenida ao lado da ribeira e subi até á Mougueira onde cheguei com mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e desci até á Sertã, subi até São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada, Casalinho e Vale Cortiço.
Aqui segui á direita para Malpica, o dia já clareava lá atrás da serra, aqui a temperatura já estava mais agradável por ser mais alto, já se notava a diferença.
Continuei e passei Passaria, Herdade, Picoto e São Domingos, ao pé da Igreja cortei á esquerda e subi até ao Alto do Amioso, uma subida das boas, deu para aquecer.
Já no alto era hora de descer até ao Amioso, contornei a aldeia e uns metros mais á frente cortei á direita em direção do Vilar da Carga.
A descida é das boas, o piso é bom, toca a dar calor, passei a Ribeira do Vilar e cheguei ao Vilar da Carga.
Passei por uma rua empedrada para estremecer um pouco, desci até á Ribeira do Amioso e toca a subir até perto do Maxial, mais uma subida curta mas grossa.
Já no alto e safo da subida segui pela estrada nova até á Sertã, foi sempre a rolar bem até ao Bombeiros, entrei na vila passei ao lado da Camâra Municipal e desci a Rua do Vale.
Passei a avenida ao lado da ribeira e subi até á Mougueira onde cheguei com mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
VALE MARTINHO-TAPADA
Estou-lhe a tomar o gosto, mesmo com as temperaturas um pouco por baixo hoje foi mais um dia de voltinha pela fresca.
Sai de casa e nem sabia bem para onde ir, decidi descer até á Sertã e depois logo se via, estava um nevoeiro desgraçado e decidi ir ver o nascer do sol lá no alto de São Macário.
Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha, segui pela Fonte Branca e mais á frente cortei para Vale Martinho, Faleiros, Porto da Cruz, Alto Ventoso e Cernache do Bonjardim.
Até aqui o nevoeiro estava serrado, segui para o Ramal da Quintã e Roda do Cabeço, aqui cortei á direita para um pouco mais á frente segui á esquerda para São Macário.
Quanto mais subia melhor era a vista, quando cheguei ao pé da Igreja deparei-me com uma espetacular paisagem, um mar de nevoeiro ali ao redor, e pensei, é isto que me faz levantar cedo....
Depois de regalar as vistas e tirar umas fotos segui, fiz o mesmo trajeto por Cernache, Alto Ventoso e Porto da Cruz, aqui segui pela variante nova até ao Vale Cortiço.
Continuei a voltinha e passei Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã.
Já com a vila mais entupida com os carros segui e subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais uma bela voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e nem sabia bem para onde ir, decidi descer até á Sertã e depois logo se via, estava um nevoeiro desgraçado e decidi ir ver o nascer do sol lá no alto de São Macário.
Sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha, segui pela Fonte Branca e mais á frente cortei para Vale Martinho, Faleiros, Porto da Cruz, Alto Ventoso e Cernache do Bonjardim.
Até aqui o nevoeiro estava serrado, segui para o Ramal da Quintã e Roda do Cabeço, aqui cortei á direita para um pouco mais á frente segui á esquerda para São Macário.
Quanto mais subia melhor era a vista, quando cheguei ao pé da Igreja deparei-me com uma espetacular paisagem, um mar de nevoeiro ali ao redor, e pensei, é isto que me faz levantar cedo....
Depois de regalar as vistas e tirar umas fotos segui, fiz o mesmo trajeto por Cernache, Alto Ventoso e Porto da Cruz, aqui segui pela variante nova até ao Vale Cortiço.
Continuei a voltinha e passei Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã.
Já com a vila mais entupida com os carros segui e subi até á Mougueira onde cheguei depois de mais uma bela voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
BOGAS DE CIMA-SÃO VICENTE DA BEIRA
Ontem foi dia de voltinha mais esticada, com o tempo a convidar e como tinha compromissos em Castelo Branco da parte da tarde decidi ir de bicicleta até lá.
Para isso planeei uma voltinha por estradinhas novas para a minha fininha, por sítios que já há muito tempo queria conhecer.
Sai de casa e fui até á Sertã ter com o José Almeida que me ia fazer companhia até Oleiros, depois ele dava a volta pelo Picoto Rainho e eu seguia o meu caminho.
Há hora combinada lá estava ele, tudo tratado e lá fomos, para começar subimos a Rua do Castelo, passamos ao lado dos Bombeiros e seguimos pela estrada antiga até Oleiros.
Sempre na conversa fomos passando Casalinho, Barracão, Maxila da Estrada, Cruz do Fundão, Troviscal, Vale do Inferno, Troviscainho, Chelhinho, Mosteiro, Lameiros do Pisão, Peso Redondo e Oleiros.
Com companhia o trajeto passou depressa, aqui despedi-me do Zé e cada um seguiu e seu destino.
Agora em solitário segui pela Foz da Panasqueira, Ribeiro do Milrico e no Vale das Ovelhinhas cortei á esquerda para as Rabaças.
Mais um pouco de subida e era hora de descer a bela descida até Cambas, aquilo é que foi rápido quase nem dei por ela eheheheheh.
Já ao lado do Rio Zêzere parei para tirar uma foto ao belo açude, segui depois e entrei na Nacional 112, até ao Orvalho é sempre a subir, uma subida longa mas não muito difícil.
Lá fui pedalando nas calmas até ao Orvalho, parei no café das bombas para beber o cafézinho e comer alguma coisa, é que a viagem ainda estava para durar.
Com a barriga mais composta segui, e mais uma boa descida até ás Bogas de Baixo, as descidas passam rápido.
Passei a ponte por cima da Ribeira de Bogas e mais uma subida pela frente, lá fui indo nas calmas até ao Miradouro da Sarnadela.
Parei para ver as belas paisagens das grandes serras ali á volta e do bonito Rio Zêzere, uma maravilha de vista.
Tirei umas fotos e continuei a voltinha, segui mais um pouco pela Nacional 112 e uns km mais á frente cortei á direita para as Bogas de Cima.
Desci até á aldeia a boa velocidade, quando lá cheguei pensei, quem pôs o nome a esta aldeia não pensou bem, Bogas de Cima ?? mas isto fica cá bem baixo eheheheheh.
Mais uma vez na parte mais baixa perto da ribeira tenho que subir, e foi o que tive que fazer, subir, passei Malhada Velha, Boxinos e cheguei ao alto da Serra da Maunça.
O dia estava mesmo bom para a voltinha, o céu limpo e umas belas paisagens se tinham ali do alto da serra, parei um pouco para regalar as vistas com a paisagem.
Uma bela panorâmica da Serra da Estrela mesmo ali á minha frente, e as grandes serras ali á volta, um espetáculo.
Mais uma vez lá no alto era hora de descer, até á Enxabarda foi sempre a boa velocidade, segui depois para Castelejo onde segui á direita para Casal Álvaro Pires.
Continuei e parei no Vale D´Urso para atestar o bidon numa fonte com água bem fresquinha, segui depois para Paradanta e mais um pouco cheguei ao alto de Paradanta.
Mais uma descida até ao casal da Fraga, a volta estava a correr mesmo bem e para festejar parei no Restaurante Mila para comer alguma coisa.
Uma sopinha de feijão, uma bjeca e dois nacos de javali estufado, uma maravilha, caíram que nem ginjas, fiquei pronto para o resto da volta.
Barriguinha composta segui até São Vicente da Beira, aqui o terreno já é mais rolante, passei ao lado do Sobral do Campo, Ninho do Açor, passei pelo meio de Tinalhas, Póvoa de Rio de Moinhos e cheguei a Alcains.
Segui pela Nacional 18 com direção a Castelo Branco, aqui já nas grandes retas sem subidas e descidas, sempre a rolar.
Entrei em Castelo Branco e passei pelo Jardim do Passo, ao lado da Sé, do Tribunal e fui até ao Espaço de Lazer junto á Zona Industrial onde tinha a família á espera.
Arrumei a bicicleta na viatura e fui ver o treino de futebol da minha filha, ali passei o resto da tarde em família, para depois regressar a casa satisfeito com mais uma exelente voltinha.
E assim foi mais uma bela voltinha sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Para isso planeei uma voltinha por estradinhas novas para a minha fininha, por sítios que já há muito tempo queria conhecer.
Sai de casa e fui até á Sertã ter com o José Almeida que me ia fazer companhia até Oleiros, depois ele dava a volta pelo Picoto Rainho e eu seguia o meu caminho.
Há hora combinada lá estava ele, tudo tratado e lá fomos, para começar subimos a Rua do Castelo, passamos ao lado dos Bombeiros e seguimos pela estrada antiga até Oleiros.
Sempre na conversa fomos passando Casalinho, Barracão, Maxila da Estrada, Cruz do Fundão, Troviscal, Vale do Inferno, Troviscainho, Chelhinho, Mosteiro, Lameiros do Pisão, Peso Redondo e Oleiros.
Com companhia o trajeto passou depressa, aqui despedi-me do Zé e cada um seguiu e seu destino.
Agora em solitário segui pela Foz da Panasqueira, Ribeiro do Milrico e no Vale das Ovelhinhas cortei á esquerda para as Rabaças.
Mais um pouco de subida e era hora de descer a bela descida até Cambas, aquilo é que foi rápido quase nem dei por ela eheheheheh.
Já ao lado do Rio Zêzere parei para tirar uma foto ao belo açude, segui depois e entrei na Nacional 112, até ao Orvalho é sempre a subir, uma subida longa mas não muito difícil.
Lá fui pedalando nas calmas até ao Orvalho, parei no café das bombas para beber o cafézinho e comer alguma coisa, é que a viagem ainda estava para durar.
Com a barriga mais composta segui, e mais uma boa descida até ás Bogas de Baixo, as descidas passam rápido.
Passei a ponte por cima da Ribeira de Bogas e mais uma subida pela frente, lá fui indo nas calmas até ao Miradouro da Sarnadela.
Parei para ver as belas paisagens das grandes serras ali á volta e do bonito Rio Zêzere, uma maravilha de vista.
Tirei umas fotos e continuei a voltinha, segui mais um pouco pela Nacional 112 e uns km mais á frente cortei á direita para as Bogas de Cima.
Desci até á aldeia a boa velocidade, quando lá cheguei pensei, quem pôs o nome a esta aldeia não pensou bem, Bogas de Cima ?? mas isto fica cá bem baixo eheheheheh.
Mais uma vez na parte mais baixa perto da ribeira tenho que subir, e foi o que tive que fazer, subir, passei Malhada Velha, Boxinos e cheguei ao alto da Serra da Maunça.
O dia estava mesmo bom para a voltinha, o céu limpo e umas belas paisagens se tinham ali do alto da serra, parei um pouco para regalar as vistas com a paisagem.
Uma bela panorâmica da Serra da Estrela mesmo ali á minha frente, e as grandes serras ali á volta, um espetáculo.
Mais uma vez lá no alto era hora de descer, até á Enxabarda foi sempre a boa velocidade, segui depois para Castelejo onde segui á direita para Casal Álvaro Pires.
Continuei e parei no Vale D´Urso para atestar o bidon numa fonte com água bem fresquinha, segui depois para Paradanta e mais um pouco cheguei ao alto de Paradanta.
Mais uma descida até ao casal da Fraga, a volta estava a correr mesmo bem e para festejar parei no Restaurante Mila para comer alguma coisa.
Uma sopinha de feijão, uma bjeca e dois nacos de javali estufado, uma maravilha, caíram que nem ginjas, fiquei pronto para o resto da volta.
Barriguinha composta segui até São Vicente da Beira, aqui o terreno já é mais rolante, passei ao lado do Sobral do Campo, Ninho do Açor, passei pelo meio de Tinalhas, Póvoa de Rio de Moinhos e cheguei a Alcains.
Segui pela Nacional 18 com direção a Castelo Branco, aqui já nas grandes retas sem subidas e descidas, sempre a rolar.
Arrumei a bicicleta na viatura e fui ver o treino de futebol da minha filha, ali passei o resto da tarde em família, para depois regressar a casa satisfeito com mais uma exelente voltinha.
E assim foi mais uma bela voltinha sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Subscrever:
Comentários (Atom)
