Hoje foi dia de fininha, já há uns dias que não pedalava de fininha, já tinha saudades de umas pedaladas pelo asfalto.
Sai de casa e desci até á Sertã, passei a vila ainda meio adormecida e segui pela Rotunda da Eirinha, continuei pelo Boeiro, Olival, Outeiro da Lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte do Robalo e Nesperal, o dia acordou fresquinho e nublado mas nada que umas pedaladas não resolvam, foi bom para aquecer.
Passado o Nesperal segui pelo Vale Matias Afonso, Paparia e Cernache do Bonjardim, dei a volta á rotunda e desci para Milheirós.
Aqui estava nevoeiro e um pouco mais fresco, subi depois até á Estradinha e lá fui indo pelo Morlinho, Castelo, Almas da Arnoia, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Vale Cortiço.
Estava a ficar mesmo bom para uma longa voltinha de fininha, o sol a espreitar lá detrás da serra vinha brilhante mesmo convidativo, mas não podia ser, tinha que ir trabalhar...
Continuei pelo Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e Sertã, passei a vila e subi pelo Montinho, cheguei á Mougueira depois de mais uma voltinha pela fresca, que soube mesmo bem..
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
SAM MARTIM DE TREVEJO-SIERRA DE GATA
Mais uma voltinha com um belo grupinho de amigos, desta vez fomos dar uma espreitadela lá para os lados de San Martím de Trevejo.
Há por lá uns belos trilhos por uma bonitas calçadas cobertas de folhas de castanheiros agora nesta altura do Outono, foi uma maravilha.
Sai da Sertã na companhia do Pedro Ferrão, fomos até Castelo Branco ao encontro do resto do pessoal, um pouco antes de Castelo Branco esperamos pelo Nuno Gomes que vinha de Abrantes, do Leonel e da Paula que vinham de Leiria.
Já com parte do grupo reunido fomos até ás bombas da gasolina na Ponte de San Gens onde estava o resto do pessoal, chegamos e depois dos comprimentos fomos beber um cafézinho.
Cafézinho tomado de era hora de seguir até Valverde del Fresno de onde demos inicio á nossa voltinha, estacionamos as viaturas, preparamos as coisinhas e lá fomos dar umas pedaladas.
Saímos de Valverde pela Calle la Cañada, uma pouco mais á frente tivemos que molhar os pézinhos para passar o Rio Eijas, continuamos por entre uns belos olivais até perto de Monte Médio.
Aqui tivemos que fazer uma pequena alteração ao trajeto porque estava a decorrer um passeio de bicicletas e não era bom atrapalharmos os participantes.
De seguida fomos até ao Miradouro de Xalima para dar uma vista ao Vale de Xalima, aqui tiramos uma foto de grupo para mais tarde recordar.
Quando estávamos para continuar a voltinha aconteceu a primeira avaria do dia, o selim da bike do Pedro Ferrão decidiu arrancar-se, depois de uns ajustes lá se resolveu o problema, durante a volta o Pedro Ferrão fartou-se de dar á bomba eheheheheh.
Fizemos uns belos trilhos por entre carvalhos e alguns castanheiros na Sierra de la Cachaza até perto de San Martím de Trevejo, mesmo á maneira.
Chegamos a San Martím e paramos na Fonte de los Caños para tirar uma foto, seguimos depois até a um belo bar para comer alguma coisa.
Umas belas cañas, uns belos Bocadillos de Tortilla e uns Bocadillos de Lombo foi a nossa ementa, foi comer até ter fome e beber até ter sede, e olhem que estava muito calor eheheheheehh.
Com a barriga cheia a vontade de montar a bike era pouca mas lá tinha que ser, passamos ao lado da Hospedaria Conventual Sierra de Gata e lá fomos subindo por um bonito vale ao lado do Rio de la Vega.
Fomos pedalando por uma bela calçada romana cheia de folhas de várias cores dos muitos castanheiros que há por ali fora, umas paisagens espetaculares, uma mistura de cores, brutal.
Até ao Puerto de Santa Clara foi sempre a subir, e que subida, com uma bela inclinação e muitas vezes as pedras a por um pouco de dificuldade como a malta gosta.
Já no alto era hora de descer e nem vos digo nada, uma descida daquelas brutas, cheia de pedra e tínhamos que ir de olho bem aberto.
Descemos por uma belo single sempre aos safanões por entre pedras, uma maluqueira, houve uma altura que até passei por cima da bike, parecia um avião ehehehehe, mas tudo correu bem só uns arranhões nada de mais.
Recuperado segui a falar sozinho por ali abaixo parecia uma doidinho, a adrenalina ia no máximo não podia estar mais alta, a luzinha vermelha ia sempre acesa.
Ao chegar perto de Eljas o corpo tremia todo depois daquela descida, uma coisa doida, chegamos todos com um grande sorriso, todos chegamos inteiros eheheheheh.
Era hora de ir beber uma caña que já a merecíamos, o piro era para segurar o copo tinha que ser com as duas mãos, ainda vínhamos a tremer com a descida.
Mais uma bebida para refrescar e fomos para os últimos km, até a valverde foi uma rápido, foi sempre a bombar.
Chegamos arrumamos as bikes e o resto do material, depois de um dia de belas pedaladas com um espetacular grupo de amigos por uns trilhos brutais.
O Leonel a Paula e o Nuno tiveram que ir embora mais cedo, eu o meu irmão o Pedro o Sandro e o Bruno fomos até ao Café da Laura comer umas tapas e beber umas cañas para terminar bem o dia.
Umas belas tapas e umas belas cañas acompanhadas de dois dedos de conversa ali nos entretemos uma pouco.
Mas tínhamos que regressar e combinamos beber uma café nas bombas de San Gens, bebemos um cafézinho e com as despedidas feitas cada um regressou a casa depois de umas belas pedaladas.
E foi assim mais uma bela voltinha com um excelente grupo de amigos por uns belos trilhos e sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Há por lá uns belos trilhos por uma bonitas calçadas cobertas de folhas de castanheiros agora nesta altura do Outono, foi uma maravilha.
Sai da Sertã na companhia do Pedro Ferrão, fomos até Castelo Branco ao encontro do resto do pessoal, um pouco antes de Castelo Branco esperamos pelo Nuno Gomes que vinha de Abrantes, do Leonel e da Paula que vinham de Leiria.
Já com parte do grupo reunido fomos até ás bombas da gasolina na Ponte de San Gens onde estava o resto do pessoal, chegamos e depois dos comprimentos fomos beber um cafézinho.
Cafézinho tomado de era hora de seguir até Valverde del Fresno de onde demos inicio á nossa voltinha, estacionamos as viaturas, preparamos as coisinhas e lá fomos dar umas pedaladas.
Saímos de Valverde pela Calle la Cañada, uma pouco mais á frente tivemos que molhar os pézinhos para passar o Rio Eijas, continuamos por entre uns belos olivais até perto de Monte Médio.
Aqui tivemos que fazer uma pequena alteração ao trajeto porque estava a decorrer um passeio de bicicletas e não era bom atrapalharmos os participantes.
De seguida fomos até ao Miradouro de Xalima para dar uma vista ao Vale de Xalima, aqui tiramos uma foto de grupo para mais tarde recordar.
Quando estávamos para continuar a voltinha aconteceu a primeira avaria do dia, o selim da bike do Pedro Ferrão decidiu arrancar-se, depois de uns ajustes lá se resolveu o problema, durante a volta o Pedro Ferrão fartou-se de dar á bomba eheheheheh.
Fizemos uns belos trilhos por entre carvalhos e alguns castanheiros na Sierra de la Cachaza até perto de San Martím de Trevejo, mesmo á maneira.
Chegamos a San Martím e paramos na Fonte de los Caños para tirar uma foto, seguimos depois até a um belo bar para comer alguma coisa.
Umas belas cañas, uns belos Bocadillos de Tortilla e uns Bocadillos de Lombo foi a nossa ementa, foi comer até ter fome e beber até ter sede, e olhem que estava muito calor eheheheheehh.
Com a barriga cheia a vontade de montar a bike era pouca mas lá tinha que ser, passamos ao lado da Hospedaria Conventual Sierra de Gata e lá fomos subindo por um bonito vale ao lado do Rio de la Vega.
Fomos pedalando por uma bela calçada romana cheia de folhas de várias cores dos muitos castanheiros que há por ali fora, umas paisagens espetaculares, uma mistura de cores, brutal.
Até ao Puerto de Santa Clara foi sempre a subir, e que subida, com uma bela inclinação e muitas vezes as pedras a por um pouco de dificuldade como a malta gosta.
Já no alto era hora de descer e nem vos digo nada, uma descida daquelas brutas, cheia de pedra e tínhamos que ir de olho bem aberto.
Descemos por uma belo single sempre aos safanões por entre pedras, uma maluqueira, houve uma altura que até passei por cima da bike, parecia um avião ehehehehe, mas tudo correu bem só uns arranhões nada de mais.
Recuperado segui a falar sozinho por ali abaixo parecia uma doidinho, a adrenalina ia no máximo não podia estar mais alta, a luzinha vermelha ia sempre acesa.
Ao chegar perto de Eljas o corpo tremia todo depois daquela descida, uma coisa doida, chegamos todos com um grande sorriso, todos chegamos inteiros eheheheheh.
Era hora de ir beber uma caña que já a merecíamos, o piro era para segurar o copo tinha que ser com as duas mãos, ainda vínhamos a tremer com a descida.
Mais uma bebida para refrescar e fomos para os últimos km, até a valverde foi uma rápido, foi sempre a bombar.
Chegamos arrumamos as bikes e o resto do material, depois de um dia de belas pedaladas com um espetacular grupo de amigos por uns trilhos brutais.
O Leonel a Paula e o Nuno tiveram que ir embora mais cedo, eu o meu irmão o Pedro o Sandro e o Bruno fomos até ao Café da Laura comer umas tapas e beber umas cañas para terminar bem o dia.
Umas belas tapas e umas belas cañas acompanhadas de dois dedos de conversa ali nos entretemos uma pouco.
Mas tínhamos que regressar e combinamos beber uma café nas bombas de San Gens, bebemos um cafézinho e com as despedidas feitas cada um regressou a casa depois de umas belas pedaladas.
E foi assim mais uma bela voltinha com um excelente grupo de amigos por uns belos trilhos e sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
domingo, 1 de novembro de 2015
ANSIÃO COM CHEIRINHO A OUTONO
Hoje fui mais uma vez lá para o lados de Ansião, é uma das minhas zonas preferidas para pedalar, muitos singles e muitos trilhos com pedra, do melhor.
Existem por lá uns trilhos que nesta época de outono ficam mais bonitos, e para comprovar lá fui dar uma voltinha por aquelas bandas.
Sai de casa na minha carripana com a grossa lá dentro e fui até Ansião, a manhã acordava meio escura e com cara de chuva, mas foi só uma ameaça, foi só para meter medo.
Cheguei a Ansião e estacionei a viatura perto do Nascente do Rio Nabão, tirei a Bike e preparei as coisinhas todas que costumo levar para as voltinhas.
Tudo preparado e lá fui para mais umas pedaladas, comecei e segui pelo belo percurso que têm ali ao lado do Rio Nabão, fui até á Ponte da Cal cortei á esquerda, passei por cima do IC 8 e fui até á Fonte Galega e Maxial.
Aqui andei por uns singles já meio fechados com mato e silvas, para começar bem foram logo umas arranhadelas, fui depois ter ao Alqueidão e logo de seguida Zona Industrial do Camporês.
Aqui estacionei a bike e fui beber uma cafézinho ao bar das Bombas de Gasolina, já com o cafézinho no bucho segui com a voltinha.
Subi um pouco por um single até a uma pedreira já desativada, segui uns metros por alcatrão para de seguida entrar num caminho que mais parece a floresta encantada, um trilho pelo meio de uns carvalhos, uma vista espetacular.
Com o outono aquelas paisagens ficam uma maravilha, os pés dos carvalhos cheios de musgo da-lhe um toque especial.
Lá fui indo e regalando as vistas com as bela panorâmica até perto de Cabecinho, com a manhã a ficar mesmo boa para pedalar lá continuei até á Barroca e Amieira.
Continuei depois por uns caminhos cheios de água das chuvas da noite anterior, fui até Lisboinha e Adegas, antes de chegar ao Pobral segui pelo Caminho da Chousa, um caminho de carroças antigo ao lado de umas hortas.
Mais á frente passei Carregal, Portela de São Caetano e Portela de São Lourenço, aqui andei a vasculhar um single aberto á pouco tempo que vai dar a uma fonte antiga.
Depois de uma pequena alteração continuei e tinha que subir até ao alto da Serra do Anjo da Guarda, uma subida em paralelos, nas calmas lá fui indo até ao alto.
Tinha planeado ir ao Ciclo do Pão, uma padaria lá bem no alto, das outras vezes que lá estive tive a sorte de comer um belo pão com chouriço quentinho, mas desta vez tive azar, ainda não estava cozido.
Não havia nada que se trinca-se fui-me embora eheheehe, mais umas pedaladas e fui até ao Miradouro lá mais a cima, uma bela paisagem que se tem ali do alto, um bonito moinho feito em madeira, bem fixe..
Tirei umas fotos e segui, fui por um belo single a descer por entre umas árvores, uma maravilha, continuei por mais um belo trilho até ao Ribeirinho e logo de seguida Casal Soeiro.
Aqui segui as placas do Caminho de Santiago, uns belos carreirinhos por entre muros, espetaculares, algumas marcos já lhe tinham tirado o símbolo da concha, é uma pena vandalizarem as coisas que não pegam com ninguém, era apanha-los e cortarem-lhe as mãos, adiante....
Diverti-me á brava por esses trilhos fora, passei Ameixieira, Lagoa, Casal Viegas e Casal de São Brás, mesmo bom estes singles, com muita pedra, pontas de silvas e carrapeteiros á mistura, bons para riscar os cromados..
Para terminar bem a voltinha fui passar no Trilho dos Olhos de Água, que single BRUTAL uma coisa mesmo á maneira, sempre no meio de uma mata e um piso mesmo a pedir velocidade, espetacular.
Cheguei ao fim a falar sozinho, parecia um maluquinho eheheheeh, foi um espetáculo...
Segui até á viatura carreguei a bike e fui até á Pastelaria Nabão para comer alguma coisa, comi uma bela merenda acabadinha de sair do forno, ui ui....
Regressei a casa satisfeito e com a barriga cheia de bons trilhos e da bela merenda, venham mais voltinhas como esta.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Existem por lá uns trilhos que nesta época de outono ficam mais bonitos, e para comprovar lá fui dar uma voltinha por aquelas bandas.
Sai de casa na minha carripana com a grossa lá dentro e fui até Ansião, a manhã acordava meio escura e com cara de chuva, mas foi só uma ameaça, foi só para meter medo.
Cheguei a Ansião e estacionei a viatura perto do Nascente do Rio Nabão, tirei a Bike e preparei as coisinhas todas que costumo levar para as voltinhas.
Tudo preparado e lá fui para mais umas pedaladas, comecei e segui pelo belo percurso que têm ali ao lado do Rio Nabão, fui até á Ponte da Cal cortei á esquerda, passei por cima do IC 8 e fui até á Fonte Galega e Maxial.
Aqui andei por uns singles já meio fechados com mato e silvas, para começar bem foram logo umas arranhadelas, fui depois ter ao Alqueidão e logo de seguida Zona Industrial do Camporês.
Aqui estacionei a bike e fui beber uma cafézinho ao bar das Bombas de Gasolina, já com o cafézinho no bucho segui com a voltinha.
Subi um pouco por um single até a uma pedreira já desativada, segui uns metros por alcatrão para de seguida entrar num caminho que mais parece a floresta encantada, um trilho pelo meio de uns carvalhos, uma vista espetacular.
Com o outono aquelas paisagens ficam uma maravilha, os pés dos carvalhos cheios de musgo da-lhe um toque especial.
Lá fui indo e regalando as vistas com as bela panorâmica até perto de Cabecinho, com a manhã a ficar mesmo boa para pedalar lá continuei até á Barroca e Amieira.
Continuei depois por uns caminhos cheios de água das chuvas da noite anterior, fui até Lisboinha e Adegas, antes de chegar ao Pobral segui pelo Caminho da Chousa, um caminho de carroças antigo ao lado de umas hortas.
Mais á frente passei Carregal, Portela de São Caetano e Portela de São Lourenço, aqui andei a vasculhar um single aberto á pouco tempo que vai dar a uma fonte antiga.
Depois de uma pequena alteração continuei e tinha que subir até ao alto da Serra do Anjo da Guarda, uma subida em paralelos, nas calmas lá fui indo até ao alto.
Tinha planeado ir ao Ciclo do Pão, uma padaria lá bem no alto, das outras vezes que lá estive tive a sorte de comer um belo pão com chouriço quentinho, mas desta vez tive azar, ainda não estava cozido.
Não havia nada que se trinca-se fui-me embora eheheehe, mais umas pedaladas e fui até ao Miradouro lá mais a cima, uma bela paisagem que se tem ali do alto, um bonito moinho feito em madeira, bem fixe..
Tirei umas fotos e segui, fui por um belo single a descer por entre umas árvores, uma maravilha, continuei por mais um belo trilho até ao Ribeirinho e logo de seguida Casal Soeiro.
Aqui segui as placas do Caminho de Santiago, uns belos carreirinhos por entre muros, espetaculares, algumas marcos já lhe tinham tirado o símbolo da concha, é uma pena vandalizarem as coisas que não pegam com ninguém, era apanha-los e cortarem-lhe as mãos, adiante....
Diverti-me á brava por esses trilhos fora, passei Ameixieira, Lagoa, Casal Viegas e Casal de São Brás, mesmo bom estes singles, com muita pedra, pontas de silvas e carrapeteiros á mistura, bons para riscar os cromados..
Para terminar bem a voltinha fui passar no Trilho dos Olhos de Água, que single BRUTAL uma coisa mesmo á maneira, sempre no meio de uma mata e um piso mesmo a pedir velocidade, espetacular.
Cheguei ao fim a falar sozinho, parecia um maluquinho eheheheeh, foi um espetáculo...
Segui até á viatura carreguei a bike e fui até á Pastelaria Nabão para comer alguma coisa, comi uma bela merenda acabadinha de sair do forno, ui ui....
Regressei a casa satisfeito e com a barriga cheia de bons trilhos e da bela merenda, venham mais voltinhas como esta.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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