Mais um dia e mais umas pedaladas, e mais uma vez de fininha lá para os lados de Cardigos, o começo do dia estava mesmo bom para umas pedaladas, fresquinho e o solinho a raiar lá detrás da serra...
Sai de casa e lá fui mais uma vez até á Portela dos Bezerrins, continuei pela estrada antiga que liga a Sertã a Proença-a-Nova, passei Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco e Maljoga.
Parei em cima da ponte que passa por cima da Ribeira da Isna, dei uma olhadela na ribeira, tirei uma foto e toca a seguir caminho, agora era subir até ao cruzamento que vai para os Vales.
Lá fui indo nas calmas, passei Carvalhal e mais umas pedaladas cortei á direita, passei Cimadas Cimeiras, Vales, Carrascal, Chaveira e logo de seguida Cardigos.
Em Cardigos estava safo das subidas por um bom bocado, tinha agora pela frente uma boa descida, lá fui por ai fora, passei Azinhal e sempre a boa velocidade cheguei á Ribeira da Isna novamente.
Mais uma passagem por esta bela ribeira, descida feita e subida pela frente, subi até ás Cortes e passei ao lado do Marmeleiro.
Desci para a ponte que passa por cima da Ribeira da Tamolha e subi até ao Vale da Cortiçada.
Continuei para a Junceira e segui pela estrada antiga até á Venda da Pedra e entrei na Sertã, passei a vila já com algum movimento.
Continuei depois até á Mougueira onde cheguei depois de mais uma bela voltinha pela fresca pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
ESTRADA DAS BEIRAS-SERPINS
Ontem foi dia de mais umas pedaladas de fininha, desta vez escolhi uma voltinha mais rolante, tb teve as suas subidas mas nada de mais.
Algumas estradinhas escolhidas forma lá para os lados da Estrada das Beiras, já lá andei muitas vezes de carro mas nunca lá tinha andado de bike, sempre ao lado do Rio Ceira são umas pedaladas bem fixes.
Sai de casa na minha viatura e fui até Avelar, estacionei ao pé do campo da bola de onde dei inicio á voltinha, com tudo preparado lá me fiz á estrada.
Comecei a voltinha pelo Pontão, Tojeira, Venda das Figueiras, Venda dos Moinhos, Cerradas da Freixiosa, São Simão, Pastor, Rosas e Ponte do Espinhal.
Passei a ponte e cortei á direita para uma estradinha estreitinha bem agradável para pedalar, passei ao lado de Casal Pinto, Quinta da Boiça, Cheira, Retorta, Fraldeu e Godinhela.
Aqui segui pela Nacional 17-1 até Montoiro e Miranda do Corvo, parei numa pastelaria ao lado do Rio Corvo para beber um cafézinho, quando entrei e olhei para a vitrina fiquei logo cheio de fome, tive que provar um dos belos bolinhos que lá vi.
Depois de saciar a gula bebi um cafézinho e segui, passei Miranda do Corvo e segui pelo Carapinhal, Pedreira, Rio de Vide e Semide.
Cortei á esquerda onde segui por uma bela subida até ao Senhor da Serra, uma subida com umas belas curvinhas encosta acima, foi um bom aquecimento.
No alto tem-se uma bela paisagem, agora para descansar um pouco tinha uma descida pela frente, passei Chãs, Regueira, Canas, Fundo da Lomba, Coenços Fundeiros e Cabouco.
Uma bela descida até ao Rio Ceira, passei a ponte por cima do Rio Ceira para o lado da Tapada, aqui segui na Estrada das Beiras sempre com o Rio Ceira a fazer-me companhia.
Um bela estrada sem grandes dificuldades, passei São Frutuoso, Caneiro e Segade, antes de chegar aos Covelos sai da Estrada das Beiras e cortei á direita para Alçaperna, um belo nome para uma aldeia ehehehehehe.
Com um dia espetacular para este divertimento lá fui pedalando sempre a descontrair, passei Ponte, Videira e em Casal de Ermio fui encontrar a bela Praia Fluvial de Bogueira.
Um cantinho bem recatado á beira do Rio Ceira, um belo bar que tive o azar de ainda estar fechado, nem deu para beber nada, uma bela esplanada sobre o rio, uma piscina tratada ao lado com um belo relvado, um espaço feito com bom gosto.
Ali me entre-ti um pouco a vaguear pelo bonito espaço, tirei umas fotos e mirei tudo bem mirado.
Com o tempo a passar era melhor continuar a voltinha, segui para Serpins, fui até á Praia Fluvial da Graça, esta mais abandonada, dei uma mirada e segui.
Segui e passei Valada, Soutelo, Golpilhares, Vilarinho e cheguei á Lousã, parei na Pastelaria Tulipa Negra para comer alguma coisa para repor energias.
Mais umas calorias ingeridas era hora de continuar, sai da vila da Lousã e passei Ponte do Areal, Vale da Pereira do Ameal, Padrão, Corvo e novamente Miranda do Corvo.
Não cheguei a entrar na vila de Miranda passei ao lado, passei depois Montoiro, Meroucinhos, Sandoeira, Cerro da Nogueira, Cerejeiras, Vieiros, Lugar do Coidel, Silveirinha e Casais do Cabra.
Aqui fiz o mesmo trajecto que tinha feito umas horas antes agora em outro sentido até á vila de Avelar, cheguei a Avelar e parei para beber alguma coisa fresca.
Mais fresco segui até ao carro, arrumei a bike e o resto das coisinhas, regressei a casa satisfeito com mais umas belas pedaladas de fininha por umas belas estradinhas aqui do nosso interior que ainda tem muita coisa para ver.
E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Algumas estradinhas escolhidas forma lá para os lados da Estrada das Beiras, já lá andei muitas vezes de carro mas nunca lá tinha andado de bike, sempre ao lado do Rio Ceira são umas pedaladas bem fixes.
Sai de casa na minha viatura e fui até Avelar, estacionei ao pé do campo da bola de onde dei inicio á voltinha, com tudo preparado lá me fiz á estrada.
Comecei a voltinha pelo Pontão, Tojeira, Venda das Figueiras, Venda dos Moinhos, Cerradas da Freixiosa, São Simão, Pastor, Rosas e Ponte do Espinhal.
Passei a ponte e cortei á direita para uma estradinha estreitinha bem agradável para pedalar, passei ao lado de Casal Pinto, Quinta da Boiça, Cheira, Retorta, Fraldeu e Godinhela.
Aqui segui pela Nacional 17-1 até Montoiro e Miranda do Corvo, parei numa pastelaria ao lado do Rio Corvo para beber um cafézinho, quando entrei e olhei para a vitrina fiquei logo cheio de fome, tive que provar um dos belos bolinhos que lá vi.
Depois de saciar a gula bebi um cafézinho e segui, passei Miranda do Corvo e segui pelo Carapinhal, Pedreira, Rio de Vide e Semide.
Cortei á esquerda onde segui por uma bela subida até ao Senhor da Serra, uma subida com umas belas curvinhas encosta acima, foi um bom aquecimento.
No alto tem-se uma bela paisagem, agora para descansar um pouco tinha uma descida pela frente, passei Chãs, Regueira, Canas, Fundo da Lomba, Coenços Fundeiros e Cabouco.
Uma bela descida até ao Rio Ceira, passei a ponte por cima do Rio Ceira para o lado da Tapada, aqui segui na Estrada das Beiras sempre com o Rio Ceira a fazer-me companhia.
Um bela estrada sem grandes dificuldades, passei São Frutuoso, Caneiro e Segade, antes de chegar aos Covelos sai da Estrada das Beiras e cortei á direita para Alçaperna, um belo nome para uma aldeia ehehehehehe.
Com um dia espetacular para este divertimento lá fui pedalando sempre a descontrair, passei Ponte, Videira e em Casal de Ermio fui encontrar a bela Praia Fluvial de Bogueira.
Um cantinho bem recatado á beira do Rio Ceira, um belo bar que tive o azar de ainda estar fechado, nem deu para beber nada, uma bela esplanada sobre o rio, uma piscina tratada ao lado com um belo relvado, um espaço feito com bom gosto.
Ali me entre-ti um pouco a vaguear pelo bonito espaço, tirei umas fotos e mirei tudo bem mirado.
Com o tempo a passar era melhor continuar a voltinha, segui para Serpins, fui até á Praia Fluvial da Graça, esta mais abandonada, dei uma mirada e segui.
Segui e passei Valada, Soutelo, Golpilhares, Vilarinho e cheguei á Lousã, parei na Pastelaria Tulipa Negra para comer alguma coisa para repor energias.
Mais umas calorias ingeridas era hora de continuar, sai da vila da Lousã e passei Ponte do Areal, Vale da Pereira do Ameal, Padrão, Corvo e novamente Miranda do Corvo.
Não cheguei a entrar na vila de Miranda passei ao lado, passei depois Montoiro, Meroucinhos, Sandoeira, Cerro da Nogueira, Cerejeiras, Vieiros, Lugar do Coidel, Silveirinha e Casais do Cabra.
Aqui fiz o mesmo trajecto que tinha feito umas horas antes agora em outro sentido até á vila de Avelar, cheguei a Avelar e parei para beber alguma coisa fresca.
Mais fresco segui até ao carro, arrumei a bike e o resto das coisinhas, regressei a casa satisfeito com mais umas belas pedaladas de fininha por umas belas estradinhas aqui do nosso interior que ainda tem muita coisa para ver.
E assim foi mais uma voltinha com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
CAMINO NATURAL DEL TAJO-CHILLARÓN DEL REY-FUENTIDUEÑA DEL TAJO
Quarto dia de aventura, aqui o terreno já era mais rolante sem grande subidas, mesmo sendo rolante era mais maçudo não dava para descansar, deixava-mos a serra e entrava-mos nas planícies.
Depois de uma boa noite de descanso lá arrumamos a trouxa, penduramos as malinhas nas bikes preparamos tudo e lá seguimos para mais um dia de aventura.
Saímos de Chillarón Del Rey e descemos até ao viaduto de Entrepeñas, uma grande ponte que passa por cima do Embalse de Entrepeñas, ali de cima as vistas são espetaculares, uma imensidão de água cristalina, uma maravilha.
Passada a ponte entramos num breve single, continuamos numa ligeira subida até Alocén, paramos na Plaza Mayor num café para tomar o pequeno almoço, tivemos sorte porque o café estava mesmo a abrir, ainda era cedo e os cafés em Espanha abrem mais tarde.
Ali nos sentamos para comer um belo Croissant de chocolate, eram calorias das boas, depois da barriguinha cheia lá continuamos.
Sempre com uma bela panoramica do Embalse de Entrepeñas chegamos á Ermita del Madroñal, mais um belo monumento perdido numa encosta, bem bonito.
Depois de tiradas as fotos e regalar as vistas com a brutal paisagem lá fomos trilho acima, cheio de pedra solta, uma subida não muito longa mas algo difícil..
No alto safos de mais uma subida tínhamos uma descida nada fácil, cheia de regueiras e cheia de calhaus.
Fui um bom bocado a segurar a burra para não se espantar eheheheeheheh.
Passada a dança chegamos a Auñon, fomos ver de uma fonte para atestar água nos bidos e tb de um café para arrefecer com uma caña fresquinha.
Mais frescos seguimos, mais á frente fizemos um desvio á esquerda para Sacedon, este desvio era só para ir até á Presa de Entrepeñas e passar na antiga Carretera Viega del Rio.
Uma coisa do outro mundo, uma estrada escavada numa rocha, uma passagem espetacular, seguimos por esta estrada até ao paredão da Presa de Entrepeñas, foi um desvio que valeu bem a pena, memorável..
Uma carrada de fotos tiradas e voltamos, entramos de novo no trajecto sempre ao lado do belo Rio Tejo num constante sobe e desce, passamos ao lado de Anguix e chegámos a Sayaton.
Mais uma paragem para atestar os bidons e degustar uma bela caña, o calor estava a apertar e tínhamos que hidratar eheheheheeh.

Continuamos e descemos para o belo Salto de Bolarque, aqui existe mais uma barragem no Rio Tejo, os Espanhóis aproveitam tudo para produzir energia, um belo sitio para tomar banho e passar o dia..
Seguimos para Zorita de los Canes, tínhamos ideias de encontrar aqui um sitio para comer alguma coisa mas tivemos azar, malditas terras, parecem o deserto.
Passamos pelo meio de Zorita e subimos ao lado do Castillo de Mózarabe, um pouco mais á frente paramos á sombra de uma oliveira para comer uma barrita para aconchegar a barriga, enquanto comíamos a barrita mirávamos a bela paisagem que tínhamos ali do alto.
Continuamos as pedaladas, e sempre perto das margens do rio chegamos á Presa de Almoguera, vimos uma placa que dizia Almoguera 3 km, decidimos fazer um desvio para ir comer alguma coisa mais consistente.
Chegamos a Almoguera e procuramos um restaurante, demos de caras com um que tinha bom aspecto, encostamos as bikes e abancamos numa mesinha na esplanada.
Que bem que ali se estava, pedimos um menu daqueles bem recheados, a barriga estava a pedir, comemos bem, bebemos bem e nem tínhamos vontade de sair dali, mas tinha que ser..
Voltamos a entrar no risquinho e sempre a bom ritmo chegamos ao Embalse de Entremera, paramos no miradouro onde se tem uma bela paisagem.
Depois da paragem seguimos até Rio Llano, paramos para arrefecer o motor e atestar água num pacato bar, mais frescos continuamos e sempre a boa pedalada lá fomos passando os km.
Ainda pensamos arranjar onde dormir em Entremera, mas decidimos continuar mais uns km, o terreno ajudava, e com mais umas pedaladas chegamos a Fuentidueña del Tajo.
Com 125 kms pedalados queríamos era descanso, procuramos e depressa encontramos um Hostal, ali pernoitamos, descarregamos as malinhas da bike fomos tomar um banhinho e descansar o cortiço um bocadinho.
Já mais relaxados fomos até um restaurante ali mesmo ao lado a mando da senhora do Hostal para comer alguma coisa, e que barrigada, comemos que nem uns Reis e bebemos que nem uns abades eheheheheh.
Barriguinha cheia era hora de ir dormir, regressamos ao Hostal para uma noite de repouso depois de um dia de boas pedaladas, um bom descanso era o que precisávamos para no dia seguinte estar fresquinhos para a derradeira etapa da nossa aventura até Toledo.
E assim foi mais uma etapa da aventura sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Depois de uma boa noite de descanso lá arrumamos a trouxa, penduramos as malinhas nas bikes preparamos tudo e lá seguimos para mais um dia de aventura.
Saímos de Chillarón Del Rey e descemos até ao viaduto de Entrepeñas, uma grande ponte que passa por cima do Embalse de Entrepeñas, ali de cima as vistas são espetaculares, uma imensidão de água cristalina, uma maravilha.
Passada a ponte entramos num breve single, continuamos numa ligeira subida até Alocén, paramos na Plaza Mayor num café para tomar o pequeno almoço, tivemos sorte porque o café estava mesmo a abrir, ainda era cedo e os cafés em Espanha abrem mais tarde.
Ali nos sentamos para comer um belo Croissant de chocolate, eram calorias das boas, depois da barriguinha cheia lá continuamos.
Sempre com uma bela panoramica do Embalse de Entrepeñas chegamos á Ermita del Madroñal, mais um belo monumento perdido numa encosta, bem bonito.
Depois de tiradas as fotos e regalar as vistas com a brutal paisagem lá fomos trilho acima, cheio de pedra solta, uma subida não muito longa mas algo difícil..
No alto safos de mais uma subida tínhamos uma descida nada fácil, cheia de regueiras e cheia de calhaus.
Fui um bom bocado a segurar a burra para não se espantar eheheheeheheh.
Passada a dança chegamos a Auñon, fomos ver de uma fonte para atestar água nos bidos e tb de um café para arrefecer com uma caña fresquinha.
Mais frescos seguimos, mais á frente fizemos um desvio á esquerda para Sacedon, este desvio era só para ir até á Presa de Entrepeñas e passar na antiga Carretera Viega del Rio.
Uma coisa do outro mundo, uma estrada escavada numa rocha, uma passagem espetacular, seguimos por esta estrada até ao paredão da Presa de Entrepeñas, foi um desvio que valeu bem a pena, memorável..
Uma carrada de fotos tiradas e voltamos, entramos de novo no trajecto sempre ao lado do belo Rio Tejo num constante sobe e desce, passamos ao lado de Anguix e chegámos a Sayaton.
Mais uma paragem para atestar os bidons e degustar uma bela caña, o calor estava a apertar e tínhamos que hidratar eheheheheeh.
Continuamos e descemos para o belo Salto de Bolarque, aqui existe mais uma barragem no Rio Tejo, os Espanhóis aproveitam tudo para produzir energia, um belo sitio para tomar banho e passar o dia..
Seguimos para Zorita de los Canes, tínhamos ideias de encontrar aqui um sitio para comer alguma coisa mas tivemos azar, malditas terras, parecem o deserto.
Passamos pelo meio de Zorita e subimos ao lado do Castillo de Mózarabe, um pouco mais á frente paramos á sombra de uma oliveira para comer uma barrita para aconchegar a barriga, enquanto comíamos a barrita mirávamos a bela paisagem que tínhamos ali do alto.
Continuamos as pedaladas, e sempre perto das margens do rio chegamos á Presa de Almoguera, vimos uma placa que dizia Almoguera 3 km, decidimos fazer um desvio para ir comer alguma coisa mais consistente.
Chegamos a Almoguera e procuramos um restaurante, demos de caras com um que tinha bom aspecto, encostamos as bikes e abancamos numa mesinha na esplanada.
Que bem que ali se estava, pedimos um menu daqueles bem recheados, a barriga estava a pedir, comemos bem, bebemos bem e nem tínhamos vontade de sair dali, mas tinha que ser..
Voltamos a entrar no risquinho e sempre a bom ritmo chegamos ao Embalse de Entremera, paramos no miradouro onde se tem uma bela paisagem.
Depois da paragem seguimos até Rio Llano, paramos para arrefecer o motor e atestar água num pacato bar, mais frescos continuamos e sempre a boa pedalada lá fomos passando os km.
Ainda pensamos arranjar onde dormir em Entremera, mas decidimos continuar mais uns km, o terreno ajudava, e com mais umas pedaladas chegamos a Fuentidueña del Tajo.
Com 125 kms pedalados queríamos era descanso, procuramos e depressa encontramos um Hostal, ali pernoitamos, descarregamos as malinhas da bike fomos tomar um banhinho e descansar o cortiço um bocadinho.
Já mais relaxados fomos até um restaurante ali mesmo ao lado a mando da senhora do Hostal para comer alguma coisa, e que barrigada, comemos que nem uns Reis e bebemos que nem uns abades eheheheheh.
Barriguinha cheia era hora de ir dormir, regressamos ao Hostal para uma noite de repouso depois de um dia de boas pedaladas, um bom descanso era o que precisávamos para no dia seguinte estar fresquinhos para a derradeira etapa da nossa aventura até Toledo.
E assim foi mais uma etapa da aventura sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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