segunda-feira, 11 de maio de 2015

SERTÃ-FÁTIMA-SERTÃ

Mais um ano me juntei ao meu irmão para a peregrinação até ao Santuário de Fátima.

Para nos fazer companhia convidei o Zé Almeida para esta voltinha, combinei ir teu com o meu irmão lá para os lados da Pedra do Altar, fazer o caminho até Fátima e regressar á Sertã.


O Zé Almeida veio ter a minha casa e por volta das 6h começamos a pedalar, seguimos pela Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo, Vale do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, Isna de São Carlos, Ribeiro de Eiras, Eiras, Sarzedinha e Proênça a Nova.


Não entramos na vila seguimos pela variante e descemos pelo Vale Porco até ao Pontão do Laranjeiro, um pouco mais á frente seguimos á esquerda e subimos até ás Moitas.


Tinha combinado com o meu irmão beber café ao pé do centro de Ciência Viva mas ele ainda não estava lá, fomos ao encontro dele mais á frente, passamos Espinho Pequeno, Vale Clérigo e na Pedra do Altar lá vinha ele.

Com o grupo completo seguimos para Fátima, como combinado paramos para beber café e comer o pastelinho de nata, ali nos entretemos um bocadinho na conversa, o tempo estava por nossa conta tínhamos o dia todo.
Saciados com o cafézinho lá continuamos por Caniçal Cimeiro, Caniçal Fundeiro, Vale da Carreira, Mesão Frio, Arganil, Freixoeiro, Gargantada, Cabo e fizemos uma paragem no Robalo em casa dos meus pais para fazer uma visita e beber um tintinho para o caminho.


Fomos até á adega provar o néctar e dar dois dedos de conversa, com as horas a passar tinhamos que continuar.


Voltamos a trás ao Cabo e seguimos pela Maxieira, Chão de Lopes, Chão de Codes, Monte Cimeiro, Panascos, Venda Nova, passamos ao lado do Sardoal e fomos até Martinchel.


Aqui fizemos mais uma paragem para comer alguma coisa paramos no café a Prensa, comemos e bebemos para ganhar forças para o resto das pedaladas.


Com a barriga mais composta seguimos e descemos para a Barragem de Castelo de Bode, paramos para ver o seu belo espelho de água e tirar umas fotos.


Fotos tiradas e continuamos por Contraste, Bairro, Ervideira, Quinta do Falcão, Bemposta, Marianaia, Marmelais e Tomar, paramos perto Igreja Santa Maria do Olival para tirar a foto de grupo.
Depois da foto seguimos e passamos ao lado do Rio Nabão, subimos até Vale Pereiro e continuamos por Carregueiros aqui encontramos uns colegas Espanhóis que vinham de Lisboa e iam até Fátima e continuavam para Santiago de Compostela, Valentes...



Sempre descontraídos continuamos pelo Vale dos Ovos, Chão de Maças e Alburitel, aqui mais uma paragem para comer alguma coisa desta vez um pão com chouriço e uma bjeca fresquinha, caíram mesmo bem.

Barriga cheia e seguimos para os 18km até Fátima, passamos Alcaidaria, Ourem, Corredoura, Pinhel, São Sebastião, aqui fomos pela bela subida até á Vila de Fátima, uma subida um pouco longa mas boa de subir.



Nas calmas lá fomos pedalando, já no alto em Fátima seguimos até perto do Santuário onde a minha cunhada estava á nossa espera, foi altura de ingerir mais algumas calorias.

Depois de ingerir as calorias fomos até ao Santuário para tirar a foto de grupo, regressamos até ao carro e o meu irmão regressava com a minha cunhada e eu e o Zé Almeida ainda tínhamos mais 75 km de bike até á Sertã.
Despedidas feitas e lá fomos, descemos até São Sebastião paramos para comer uma sopinha no Restaurante a Lameira da Ti Laura, comemos uma sopinha mesmo boa, nós pedalamos bem mas comemos ainda melhor..eheheheheh


Barriga atestada e seguimos, em Ourem encontramos o pessoal dos Penevês que tb vieram de Proênça até Fátima, dois dedos de conversa seguimos, passamos Alcaidaria e cortamos á esquerda para Coroados, Seiça, Sabacheira, Vale de Lobos, Vale Meão, Porto Velho, Chãos, Pias, Areias, Porto da Romã, Besteiras, Vales e descemos para Vale Serrão.



Paramos para atestar água nos bidons e até á Ponte do Vale da Ursa fui um estante, paragem para a foto e ganhar folego para a subida final, nas calmas fomos indo até á portela das Oliveiras, aqui a subida já estava safa, passamos depois por Casal da Madalena, Roda do Cabeço e Cernache do Bomjardim.


Aqui as subidas acabaram era descer até á Sertã, passamos Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros, Fonte Branca e entramos na Sertã na Rotunda da Eirinha, despedi-me do Zé Almeida é que ele tinha pessoal á espera e eu fui até ao Bar da Carvalha para beber alguma coisa fresca.


Encontrei pessoal conhecido dois dedos de conversa e uma bjeca fresquinha bem merecida depois de uns bons km de bike.


Já refrescado tinha que ir até casa e pela ultima subida passei pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de 230 km de bike num dia de algum calor e na bela companhia do meu irmão e do Zé Almeida, para o ano á mais.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

VALE DA URRA-RELVA

Que doideira de levantar cedo para ir andar de bicicleta, cada vez gosto mais de pedalar ao inicio do dia, ver o nascer do sol, ouvir os passarinhos e as ribeiras a correr.


Mesmo indo de fininha dá para ver e ouvir isto tudo, passo por estradinhas que mais parecem ciclovias escondidas por entres montes e vales passando por belas aldeias algumas já fantasmas com muitos poucos moradores.


Assim sendo hoje lá fui dar ao pedal, sai de casa fui até á Portela dos Bezerrins, cortei á direita para Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e Vale da Cortiçada.


Entrei na estrada que liga a Sertã ao Marmeleiro, desci para a Ponte da Tamolha e passada a ponte toca a subir para as Cortes, já no alto e safo da subida agora era descer até á Ponte que passa por cima da Ribeira da Isna.

Mais uma descida feita a boa velocidade, descer custa menos que subir mas não dá para ver as belas paisagens que nos rodeiam, gosto mais de subir...

Pedalar pelos sítios mais recatados aqui da zona sem grandes pressas e sem correrias é uma maravilha.


Passeia a ponte e continuei mais uma vez a subir, passei o cruzamento de São João do Peso e um pouco mais á frente cortei á direita para o Vale da Urra.


Depois do Vale da Urra segui pela direita e fui ter ao Casal Cimeiro, Borreiros, Casal Formoso, Relva, Fonte das Eiras e Fundada.


Na Fundada segui pela Nacional 2 e fui até á Barragem da Ribeira da Isna, subi para o Chão da Telha e passei  Cumeada, Junceira, Chão da Forca, Venda da Pedra e entrei na Sertã.

Passei a vila subi até ao Montinho e cheguei á Mougueira com mais umas pedaladas de fininha.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



quarta-feira, 6 de maio de 2015

COUCEIROS-SAMBADO

Mais um dia de pedaladas vespertinas, com os dias a ficarem maiores o sol nasce mais cedo por isso cada vez tenho que me levantar mais cedo para o ver nascer.

Sai de casa estava bem fresquinho, muita marzia e algum nevoeiro, fui até á Sertã segui para a rotunda da Eirinha e Fonte Branca, para aquecer foi subir até aos Faleiros, Fonte da Mata, Porto da Cruz, Alto Ventoso e Cernache do Bonjardim.



Passei Cernache e já havia algum movimento, pessoal que vai trabalhar mais cedo, segui para a Roda do Cabeço onde cortei á direita para os Couceiros, aqui o nevoeiro estava do pior, e quanto mais descia piorava.


Cheguei ao Brejo da Correia e logo de seguida a aldeia do Almegue, quando esta o tempo limpo dá para ver a bela albufeira de Castelo de Bode mas hoje tive azar, nem deu para ver nada.


Passado o Almegue cortei á esquerda e fui até ao Sambado, continuei para o Casal do Moinho e Casal das Casas.

Aqui vinha o pior uma bela subida, lá fui indo pela aldeia do Pinheiro e Porto dos Fusos, onde cheguei já bem quentinho, a subida é das boas, mais umas pedaladas e cheguei novamente á Roda do Cabeço.


Continuei e fiz o mesmo trajeto por Cernache e Alto Ventoso, aqui encontrei o meu colega de pedaladas o Zé Almeida que ia para trabalhar lá para os lados do Nesperal, dois dedos de conversa e cada um foi á sua vida.


Mais á frente entrei na estrada nova e fui ter ao Vale Cortiço, cortei á direita para o Casalinho, Tapada, Aveleira, Alto da Carrreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã.


Para terminar subi até á Mougueira onde cheguei com mais umas belas pedaladas pela fresca.




E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




segunda-feira, 4 de maio de 2015

FIGUEIRÓ DOS VINHOS-TROVISCAIS

Ontem foi domingo e dia de mais umas pedaladas, o dia acordou muito nublado e de chuva, tinha planeado dar uma volta mais longa mas a chuva trocou-me as voltas.


Sendo assim lá pensei outra alternativa, sai de casa com a chuva a começar a cair mas nada de mais, fui até á Pastelaria Estrela Doce para o café e o habitual pastelinho de nata.


Com a gula saciada lá fui para a voltinha, sai da Sertã pela rotunda da Eirinha e Fonte Branca, um pouco mais á frente segui pela estrada antiga que liga a Sertã a Cernache.



Passei Vale Corvo, Vale Martinho, Faleiros, Fonte da Mata e Porto da Cruz.


Cortei á direita e fui ter ao Casal do Porto, Estradinha, Moinho de Vento, Carvalhos e a boa velocidade depressa cheguei á Barragem da Bouçã.


Paragem obrigatória em cima da Ponte para tirar a foto e ver a bela panorâmica do paredão da barragem, com o tempo farrusco e a cair umas pinguinhas a paisagem é espetacular, as cores mais vivas têm outro encanto.
Com as vistas regaladas e foto tirada continuei, tinha pela frente a subida até Figueiró dos Vinhos, fui pedalando e descontraindo, ao chegar ao Corisco tive que parar para vestir o impermeável, a chuva teimava em engrossar.


Casaquinho vestido continuei, passei Marvila, Bairradas, Aldeia Cimeira, Retiro e cheguei a Figueiró dos Vinhos, aqui a chuva amainou, tinha pensado em ir até á Castanheira e nem parei.


Ao chegar á ponte que passa por cima do IC 8 a chuva engrossou e vinham lá umas nuvens bem negras, mudança de planos, logo a seguir á ponte cortei á direita e segui por uma estradinha que vai até á Barraca da Boavista.


Passei a Barraca da Boavista e lá fui pedalando, passei Várzeas, Vila Facaia, Casal de Alem, Campelos e desci para a bela aldeia do Mosteiro onde existe uma bela praia fluvial.


No Mosteiro era novamente a subir, passei os Troviscais, Fontainhas e Pedrogão Grande, passei pelo meio da vila e desci até á Barragem do Cabril.

Aqui tb é paragem obrigatória, tirar a foto da praxe e seguir, mais umas pedaladas cheguei a Pedrogão Pequeno, parei no café das Bombas para comer alguma coisa.

Um bolinho e um café para aquecer, o fatinho já vinha bem molhado a chuva teimava em não parar mas eu tb teimava em não parar.


Com o bolinho e o cafézinho segui, passei Painho, Vale da Froca, Barreiro, Amieira, Ramalhos, Casal da Escusa, Póvoa da Ribeira Cerdeira e Vale Cortiço.


A chuva já caia mais rala e aqui segui pela estrada nova até ao Porto da Cruz, cortei á esquerda e desci pela Fonte da Mata, Faleiros e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Parei na Carvalha onde encontrei o David e o Eduardo que tb tinham ido apanhar uma molha, dois dedos de conversa e fui para casa.


Cheguei a casa com o fatinho ensopado mas satisfeito com mais uma bela voltinha de fininha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.