segunda-feira, 14 de abril de 2014

CORGAS-LISGA-MOUCHO

Mais um domingo com voltinha de fininha, mais uma vez com a excelente companhia do José Almeida.

Desta vez estudamos uma voltinha pelas serras aqui da região, sei que não ia ser fácil porque o que por aqui não falta são subidas e algumas das boas.


Sai de casa e fui até á Pastelaria Estrela Doce para ingerir a cafézinho e comer o pastelinho de nata, entretanto chegou e José Almeida, tudo preparado e lá fomos dar umas pedaladas.

Saímos da Sertã e para começar subimos para a Mougueira, sempre sem grandes pressas fomos passando, Portela dos Bezerrins, Moinho do Cabo, Val do Pereiro, Moinho Branco, na Maljoga cortamos á esquerda para a Isna de São Carlos e subimos até ao Cabeço do Moinho.


Aqui tinha pensado fazer uma surpresa ao José Almeida, seguir pela subida da Folga, uma das subidas mais duras aqui da zona, não é muito longa mas tem uma boa inclinação.
Lá seguimos á esquerda e passamos a Folga e começamos logo a subir, até ao Malhadal nem deu para falar se não perdia-se a pedalada, já no alto era tempo de recuperar um pouco, depois de regular o folego seguimos e passamos o Malhadal e entramos numa estradinha até ao Fatelo.

Uma estradinha sempre á meia encosta com uma vista espetacular, chegamos ao Fatelo e encontramos um pessoal que estava na matança do porco, aqui pelas aldeias ainda se mantem a tradição.

Tiramos uma foto e seguimos a nossa voltinha, lá fomos indo até ás Corgas, subimos até ao cimo da aldeia e paramos para ver a aldeia lá do alto, do alto é de onde se tem as melhores vistas e é verdade.

Continuamos e descemos até á Barragem das Corgas, paramos para tirar umas fotos e dar um vista de olhos, depois da barragem tínhamos uma boa subida á nossa espera, lá fomos indo nas calmas, passamos ao lado do Vale da Lousa, continuamos até ao Vale da Cuba e logo de seguida Ribeira da Isna.

Mais umas pedaladas e chegamos á Isna de Oleiros, entramos depois na estrada que liga oleiros á Sobreira Formosa e mais uma subida estávamos no alto da Serra dos Alvelos, com uma panorâmica espetacular, custa subir mas depois de lá estar temos a recompensa de termos uma bela paisagem.

Depois de regalar as vistas com as belas paisagens seguimos por uma boa descida até perto da Lisga, cortamos á esquerda para o Caniçal, como ontem era dia de Paris Roubaix tb tínhamos que dar a nossa homenagem e no Caniçal tivemos a nossa  1ª secção de pave.
Passado o Caniçal seguimos para a Roda, Bonjardim, Açude Pinto, Foz da Panasqueira e Oleiros onde paramos para comer alguma coisa mais consistente.

Com a barriga mais composta seguimos e passamos Oleiros, um pouco mais á frente cortamos á esquerda e seguimos para a Tojeira de Baixo, Ribeiro da Serra, mais á frente no Borralhal entramos na nossa 2ª secção de pave, deu bem para abanar o esqueleto.

Continuamos e chegamos ao Moucho, aqui foi a 3ª secção de pave, esta era de 4* EHEHHEEHEHE, daqui até ao Vale Soto foi um rápido, uma estradinha estreitinha mas com bom piso e com uma paisagem bem bonita.

Já no Vale Souto entramos na nossa 4ª e ultima secção de pave esta era a mais longa delas todas, era para abanar tudo como deve de ser, passado o pave seguimos para o Porto do Troviscal, cortamos á esquerda e subimos para o Carvalhal e mais um pouco para a Feiteira e Figueiredo.

No Figueiredo era hora de missa mas como já estávamos atrasados não nos deixaram entrar tivemos que seguir viagem ehehhheheheeh, subimos mais um pouco para depois seguir á meia encosta, e mais uma vez com uma vista fantástica, mais á frente cortamos á direita para o Mosteiro de São Tiago e descemos para a Ponte das Portelinhas para mais uma subida das boas.
Até á ponte foi a uma boa velocidade depois da ponte foi um pouco mais devagar, foi aqui que o José Almeida se zangou comigo, ele até me disse que esta subida era escusada, mas sem esta subida não era a mesma coisa eheheheheh, é uma subida que é matreira, quando se pensa que já estamos safos é que ela empina mais uma pouco, mas nas calmas tudo se faz.


Subida feita e era a ultima desta voltinha, aqui era só descer até á Sertã, passamos Maxial, e mais á frente entramos na estrada nova até á Sertã, passamos a vila e fomos até á Carvalha ver o pessoal do Btt, pois era dia de maratona da Selindabtt, ali estivemos um pouco a ver os atletas e á conversa com malta conhecida.

Entretanto e José Almeida teve que ir, despedi-me dele e ficou a promessa de outras voltinhas mas sem tantas subidas eheheheeheh, eu ainda fiquei por ali um pouco á conversa, mas com a hora de almoço a chegar tinha que ir embora, e lá fui eu por mais uma subida até á Mougeira onde cheguei com mais uma boa voltinha com uma excelente companhia.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



sexta-feira, 11 de abril de 2014

MACIEIRA-RIBEIRA DE CILHA

Depois de uns dias de preguiça e da mudança da hora hoje foi dia de uma voltinha logo cedo.

Sai de casa, passei a Sertã e subi a Rua do Castelo, passei tb ao pé dos Bombeiros e entrei um pouco na estrada nova que vai até Oleiros.

Sai para o Casal da Estrada e Barracão, continuei pela estrada antiga, passei Maxial e fui até á Cruz do Fundão.

Na Cruz do Fundão segui pela esquerda e passei Cimo da Ribeira, mais um pouco e cheguei á Macieira, cortei á esquerda e desci até ao Fundo do Ribeiro.

Esta estradinha passa por algumas aldeias escondidas por entres montes e vales, com pouco habitantes maior parte deles idosos que trabalham na agricultura.
Passado o Fundo do Ribeiro segui para Cormacieiras e Ribeira de Cilha, subi mais um pouco até á Marinha de Vale Carvalho e fui ter ao Amioso.

No Amioso tinha uma subida á minha espera, fui nas calmas e a ouvir o chilrear dos passarinhos logo de manhã.

Só vos digo que é uma maravilha ouvir o chilrear dos passarinhos e pedalar por estradas que mais parecem ciclovias sem grandes confusões.

Continuando a minha voltinha, depois da subida feita desci e passei Serra de São Domingos, Aldeia Nova de São Domingos, Mourelho, Cruz Fundeia, Foz e entrei na Sertã.

Passei a vila já com a azafama do pessoal a ir para o trabalho e subi até á Mougueira onde cheguei com mais uma bela voltinha logo cedo.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




segunda-feira, 7 de abril de 2014

PAMPILHOSA DA SERRA-UNHAIS O VELHO

Mais um domingo com uma voltinha de fininha desta vez tive a companhia do José Almeida.


O José Almeida já á algum tempo que me andava a dizer que gostava de ir conhecer a Barragem de Santa Luzia, e disse-me para arranjar uma voltinha por lá.

Pensei em começar em Oleiros para a volta ser mais curta, mas mesmo assim um pouco durinha, as subidas por aquelas bandas fazem mossa.

Sai de casa fui beber o cafézinho e provar o pastelinho de nata á Pastelaria Estrela Doce, já com mais algumas calorias fui até ao local onde tinha combinado com o José Almeida.

Á hora combinada lá estava ele pronto e fomos na minha viatura até Oleiros que agora com a estrada nova é um saltinho até lá.
Chegamos a Oleiros arrumamos a viatura, preparamos as bikes, preparamos as coisinhas e lá fomos nós dar umas pedaladas.

Saímos de Oleiros pela estrada velha até ao alto do Casal Novo, uma estrada com um piso algo irregular mas a subir até se faz bem.

Já no alto era hora de descer uma boa descida até á ponte de Álvaro, a boa velocidade depressa chegamos á ponte onde paramos para ver a bela aldeia de Álvaro e o Rio Zêzere com a cota máxima.

Depois de umas fotos tínhamos uma boa subida pela frente, lá fomos indo nas calmas até perto de Maria Gomes uma aldeia já lá no alto.

Mais á frente cortamos á direita e mais um pouco de subida chegamos ao alto da Pampilhosa da Serra, e que vistas espetaculares, estava um dia mesmo bom para pedalar pelas serras.
Mais um subida feita e mais um descida para fazer desta vez até á bela Vila da Pampilhosa, paramos no meio da descida para ver o belo manto branco que cobria a vila, um belo lençol de nevoeiro, uma paisagem bem bonita.

Com mais uma foto tirada seguimos até á Pampilhosa, passamos a ponte e seguimos logo pela direita para Sobral Valado, mais uma boa subida nos esperava.

O José Almeida só ralhava comigo como é que eu tinha escolhida tantas subidas, mas por ali o que não falta são subidas.

Lá fomos pedalando sem querer fazer boas médias é que nós gostamos é de desfrutar as belas paisagens que vamos encontrando pelo caminho, nada de correrias.

Passamos Sobral Valado e mais um pouco de sobe e desce chegamos á aldeia do Cabril, paramos ao pé do monumento do trabalhador para tirar uma foto.
Uma pirâmide cheia de enxadas, ancinhos, forquilhas e outras ferramentas bem no meio da aldeia.

Mais uma foto tirada e seguimos até á Barragem de Santa Luzia, que bela paisagem ali se encontra, um espectáculo.

Depois de regalar as vistas com a bonita paisagem continuamos e passamos Vidual de Baixo de seguida Vidual de Cima, mais uma subida e uma descida passamos Malhada do Rei e mais umas pedaladas chegamos a Unhais o Velho.

Paramos numa tasca para comer alguma coisa mesmo no meio da aldeia, depois da barriga mais composta seguimos e tínhamos uma boa subida até á Portela de Unhais.

No meio da subida passamos por uns colegas que andavam a fazer o Skyroad, aquilo era só atletas da elite Vítor Gamito, Ricardo Figueiredo e muitos mais.
Nós que éramos fraquinhos lá fomos indo na nossa pedalada, passamos a Portela de Unhais e seguimos até ao Casal da Lapa e logo de seguida paramos no miradouro da Barragem de Santa luzia.

Subimos ao Miradouro para ver a bonita albufeira que está bem composta, bem cheiinha.

Com as horas a passar tínhamos que seguir, passamos Armadouro e sempre a boa velocidade depressa chegamos a Cambas.

Passamos a ponte do Rio Zêzere e o pior estava para vir, uma valente subida até ao Casal da Portela, nas calmas lá fomos pedalando e ganhado altitude.

Já no alto era hora de recuperar um pouco, um golinho de água e seguimos para o resto da voltinha.
Mais á frente passamo Rabaças e entramos na estrada que liga Oleiros a Castelo Branco, seguimos á direita passamo Milrico, Foz da Panasqueira e chegamos a Oleiros com mais uma bela voltinha de fininha.

Um voltinha por boas estradas com fantásticas paisagens das serras aqui do interior do nosso pais.

E assim foi mais uma bela voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.