quarta-feira, 10 de outubro de 2012

PONTEVEDRA-SANTIAGO DE COMPOSTELA-CAMINHO DE SANTIAGO

Terceiro dia nos caminhos de Santiago.




Saímos de Pontevedra ainda era escuro por umas ruelas e depois por uns singles com alguma lama, é que durante a noite tinha chovido mas nada de mais.




Lá fomos com as nossas pedaladas e fomos passando Gándara, Pontecabras, San Caetano, Barro e um pouco mais á frente fizemos um desvio para ir ver o Parque Natural de Ria Barosa e valeu bem a pena aquilo é um sítio espetacular, com umas bonitas quedas de água e muitas sombras, um excelente lugar para passar um dia, é pena é ser longe.




Depois de termos regalado as vistas e ter tirado umas fotos lá seguimos para o resto da jornada e tornamos a entrar no caminho certo.




Seguimos um pouco por alcatrão e e entramos novamente em terra por entre uma latadas de videiras, um bocadinho bem bonito, fomos passando Cruceiro, Tivó, Pazo e um pouco mais chegamos a Caldas De Reis onde passamos pelo meio da vila, passamos uma ponte romana por cima do rio Umia.





Andamos mais um pouco e entramos num trilho que mais parecia um bosque, um caminho estreito com muita vegetação muito bonito, entretanto a barriga já estava a dar sinal de reserva e paramos para comer alguma coisa, paramos em Gurgullón, onde comemos uma sandocha de presunto muito bem aviada.





Com a barriga mais composta seguimos e passamos Valga, Ponte de Valga, e Infesta onde passamos o Rio Ulla para o lado de Aduana e de seguida Padrón onde era dia de feira e tivemos que passar pelo meio do pessoal e dos feirantes e ponham pessoal nisso aquilo estava tudo á pinha tinham saído todos de casa.





Depois de nos termos safado da feira e ter passado Padrón  seguimos e fomos passando Iria Flavia, Rueiro, Vilar, Cruces, Picaraña, O Vilar de Baixo e com os km a passarem Santiago estava cada vez mais perto.


Lá fomos indo e cada vez com mais ansiedade de chegar ao destino, mais um pouco e já se avistava as torres da Catedral, ganhamos fôlego para a subida final em alcatrão e num estante chegamos a Santiago.





Entrar em Santiago  foi uma sensação sem explicação, foi muito bom chegarmos sem problemas sem avarias, correu tudo pelo melhor.






Por ali andamos um bocado a ver as ruelas, fomos levantar a Compostela, fomos a um bar beber alguma coisa e fomos até á estação dos comboios para regressarmos ao Porto, ao chegar á estação o comboio estava mesmo para partir, entramos sem problemas e fomos até Vigo onde tínhamos que mudar de comboio.





Ao chegar a Vigo fomos comer alguma coisa, decidimos ir ao Macdonalds, tivemos que perguntar onde era e ainda andamos um bom bocado pelas avenidas e por uma ruas bem engraçadas, lá chegamos e comemos que nem uns abades é que já íamos com algum apetite.





Depois de termos saciado a gula fomos novamente até á estação para apanhar o comboio, tivemos que esperamos um pouco mas lá chegou a nossa vez, como era fim de semana grande muitos portugueses decidiram fazer os caminhos de bike e a pé,para carregar as bikes no comboio foi uma confusão mas tudo acabou bem.





Lá seguimos viagem até ao Porto com umas boas peripécias pelo caminho com alguns colegas que tb tinham feito os caminhos, malta muito porreira.





Chegamos ao Porto e tínhamos a nossa boleia á espera, carregamos as bikes e regressamos a casa com um grande sorriso na cara, foi sem duvida uma boa aventura e a promessa de novas aventuras.

E assim foi mais um dia com umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.








terça-feira, 9 de outubro de 2012

PONTE DE LIMA-PONTE VEDRA-CAMINHO DE SANTIAGO

O segundo dia de pedaladas pelo caminho de Santiago.




Saímos de Ponte de Lima ainda era lusco fusco, passamos a ponte e entramos logo num espetacular single ao lado do Rio Lima por entre muros até perto de Sabadão, um pouco mais á frente passamos o Rio Labruja.




Depois de passar o Rio Labruja tivemos que subir um bocadinho com as bikes á mão, mais umas pedaladas e chegamos á aldeia da Labruja onde estivemos parados á conversa com o sr Joaquim um agricultor ali da região, perguntamos se a serra era difícil, ele disse que aquilo era uma serrita.



Depois lá seguimos com o nossas pedaladas e ganhamos coragem para a tal serrita, passamos a Fonte das Três Bicas uma fonte quase metida num ribeiro, passamos Bandeira e foi ai que começamos a tão famosa subida da Labruja.




Umas vezes em cima da bike outras com a bike ás costa lá fomos ganhando terreno até que chegamos á Cruz Francesa e mais um pouco ao Alto da Portela Grande, aqui paramos para descansar um pouco.



Depois de recuperados da subida foi descer a boa velocidade até São Roque e logo de seguida Rubiães, paramos para encher os bidons de água fresca e lá seguimos.




Um pouco mais á frente paramos para comer alguma coisa, e só vos digo uma coisa comemos ali uma sandes de presunto do melhor que pode haver, comer e chorar por mais.



Com a barriga já atestada lá seguimos e passamos Pecene, São Bento da Porta Aberta, Gontomil, Pereira Fontoura, Paços, Arão e chegamos a Valença onde entramos nas muralhas e andamos nas ruelas a ver as suas lojinhas.




Depois de tudo visto continuamos e passamos a Ponte Internacional para Tuí onde entramos em território espanhol.
Aqui seguimos um pouco por alcatrão, mais á frente entramos num bosque ladeando o Rio Louro e passamos algumas pontes Romanas e outras em madeira.




Mais umas pedaladas e chegamos a Santa Comba Ribadelouro e logo mais á frente entramos na Zona Industrial de Porriño onde paramos para almoçar, e até nem se comeu mal, comemos uns bifes com arroz, batatas fritas e uma saladinha, mesmo bom.




Depois da barriga mais composta seguimos e entramos numa enorme recta até Porriño, passamos a cidade e continuamos por alcatrão até perto de Pedra Pinto.



Seguimos depois para Reguengo e Redondela, um pouco mais á frente passamos Arcade e passamos a ponte para Pontesampaio.




Lá fomos pedalando e apanhamos um bocado de caminho que me fez lembrar a Serra de Gata um trilho muito técnico numa subida, muito bonito.




Depois seguimos e passamos Figueirido e mais um pouco chegamos a Pontevedra, por ali andamos a ver as suas belas ruas e avenidas e tb a ver onde íamos pernoitar, lá encontramos um sitio para ficar, arrumamos as bikes tomamos um banho e fomos ver do jantar.




Depois do jantar andamos a ver o ambiente da noite, como ainda tínhamos mais um dia de pedaladas não nos alongamos muito e decidimos ir descansar.





E assim foi mais um dia com umas PEDALADAS PARA DESCONTRAIR.








( CONTINUA )





segunda-feira, 8 de outubro de 2012

PORTO, PONTE DE LIMA PELO CAMINHO DE SANTIAGO

Depois de uma conversa com dois colegas decidimos de uma hora para a outra, ir fazer os caminhos de Santiago com saída do Porto, e aproveitamos o ultimo feriado de 5 de Outubro para nos fazermos ao caminho.





Saímos da Sertã na sexta feira por volta das 5h da matina e fomos até á Sé do Porto onde íamos dar a partida até Santiago de Compostela, fomos em autonomia sem apoios com mochila ás costas, e bem pesadas eheheheh.





Depois de tudo preparado demos inicio ás pedaladas, e para começar descemos por uma escadaria e logo de seguida subimos até á Torre dos Clérigos onde ainda havia restos da festa da noite anterior.




Fomos pedalando e passando Monte dos Burgos, Seixo, Leça do Balio passamos tb ao lado da Maia e fomos sempre pedalando por caminhos empedrados e alguma terra, neste principio de trajecto era mais asfalto e empedrado.





Um pouco mais e chegamos a São Pedro de Rates uma vila pequena com uma Igreja muito bonita onde paramos para tirar umas fotos.





Daqui para a frente o caminho era mais terra e muita calçada que não dava descanso, íamos sempre a tremer era para não nos deixarmos dormir.




Lá fomos indo até á Pedra Furada, onde existe uma pedra ao pé da Igreja que é furada se calhar foi dai que veio o nome da aldeia, ali estivemos a encher os bidons de água fresca e depois lá continuamos o nosso caminho.


Um pouco mais á frente o Filipe passou por cima de uns vidros e furou, paramos para resolver a avaria e depois lá seguimos até Barcelos onde paramos e tiramos umas fotos no castelo e ao tão famoso galo de Barcelos mesmo na praça principal da cidade.





Depois de termos clicados umas fotos e dar uma vista de olhos pelos jardins seguimos e fomos parar em Arcozelo na churrasqueira Bom Gosto para dar cabo de uns franguinhos, que a barriga já estava a dar sinal.






Com a barriga mais composta seguimos e passamos Vermil, Vila Boa e fomos sempre passando por pontes romanas muito bonitas, passamos o Rio Neiva numa ponte espetacular e ao lado tinha uma praia Fluvial pequenina mas muito bonita.






Lá fomos indo nas calmas nada de muitas correrias que nós queria-mos era desfrutar os trilhos e as coisas bonitas que íamos encontrando.





Durante as nossas pedaladas encontramos muita gente nas vindimas e tb paramos para meter conversa e comer umas uvinhas.





Ao chegar perto de Ponte de lima encontrei uma quinta que tinha um nome engraçado é a Quinta do Avo Cabaço se calhar ainda lá tenho uma parte EHEHEHHEHE.





Entramos em Ponte de Lima pela avenida dos Plátanos mesmo ao lado do Rio Lima e por ali andamos a dar uma vista de olhos pelas belas vistas sobre o rio e as suas margens, e depois fomos até á Pousada da Juventude onde íamos ficar a noite, encostamos as bikes fomos tomar um banho e depois fomos dar uma volta pelas ruas da cidade e fomos jantar.





Depois do jantar recolhemos e fomos descansar que no outro dia tínhamos mais uns km pela frente.







E assim foram mais umas PEDALADAS PARA DESCONTRAIR.




( CONTINUA )

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

MAÇÃO-MARVÃO-MAÇÃO

Este domingo fui até Mação a convite do João Canas para um desafio Audace, que ligava Mação ao alto de Marvão e regresso a Mação novamente.




Tinha falado ao José Almeida se ele tb queria ir e ele aceitou logo, é que ele tb gosta deste tipo de desafios.





Saímos da Sertã ainda não eram 7 h e fomos em direcção da vila de Mação, quando lá chegamos já por lá se encontrava algum pessoal, fomos beber um cafézinho preparamos as bikes e um pouco depois das 8h lá partimos para a voltinha.





Saímos de Mação descemos até á ponte que passa a Ribeira de Eiras e seguimos uma estrada com algumas curvas em direcção de Belver, no meio da vila cortamos á direita, passamos a Torre Cimeira e Torre Fundeira e logo de seguida a Barragem de Belver onde passamos para a outra margem do Rio Tejo.


Passamos para o outro lado e ai apanhamos a primeira subida do dia, passamos ao lado de Casa Branca e Areia de Baixo e mais um pouco entramos na estrada Nacional 118, lá fomos indo e passamos ao lado do Gavião e tb da Atalaia e daqui para a frente era uma recta bem grande, lá fomos pedalando contra o vento.





Um pouco mais á frente o João Canas furou mas depressa tudo se resolveu, seguimos até Arez e depois Alpalhão onde paramos para comer alguma coisa.





Depois da barriga mais composta seguimos e num sobe e desce chegamos a Castelo de Vide, subimos passamos pelo meio da vila e seguimos até á Portagem, passamos na chamada Alameda dos Freixos uma passagem muito bonita na estrada nacional que está ladeada com muitos Freixos.




Passada a Portagem seguimos agora numa valente subida, passamos Jardim e com mais umas curvas a contornar a serra, e lá chegamos a Marvão.




Depois do carimbo da ordem demos por ali uma volta e lá seguimos com as nossas pedaladas que agora não custavam que era a descer.




Num estantinho chegamos novamente á Portagem onde paramos para comer alguma coisa que a barriga já estava a dar sinal, paramos num restaurante comemos uma sandocha e comemos uma sopinha que soube mesmo bem.




Já mais compostos seguimos e passamos novamente Castelo de Vide, um pouco mais á frente cortamos á direita para Póvoa e Meadas, na Povoa cortamos á esquerda para a Barragem de Nisa, um sitio espetacular para dar uns mergulhos.
Depois de paramos no paredão da Barragem e ver as vistas seguimos em direcção de Nisa onde paramos mais uma vez para comer alguma coisa.





Depois lá seguimos pelo Monte Claro e até á Barragem do Fratel foi um saltinho, o pior vinha a seguir era a subida até ao Gardete, mas nas calmas tudo se faz, logo de seguida descemos até á Barragem da Pracana e lá tínhamos mais uma subida á nossa espera agora até aos Envendos.




Nos Envendos paramos para encher os bidons numa fonte no meio da vila e lá fomos seguindo com algum sobe e desce, passamos Val Coelho e Furtado, descemos para a Ribeira de Eiras onde tínhamos a ultima subida do dia até Mação.




Ao chegarmos a Mação  encostamos as bikes por ali estivemos um pouco á conversa com alguns colegas, depois arrumarmos as bikes e o resto do material e regressamos a casa satisfeitos com mais uma voltinha.





E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.