Ontem fui reconhecer os trilhos para a voltinha com amigos.
Sai de casa e fui buscar o Mário Manso e fomos na minha viatura até ás Relvas, onde vai começar e acabar a voltinha que eu e o Mário estamos a organizar.
Chegamos ás Relvas preparamos as coisinhas e lá fomos nós fazer o reconhecimento dos trilhos.
Saímos das Relvas e descemos a bom descer até á praia fluvial do Bostelim , ali nos entretemos um bocadinho, o Mário até andou a pedalar dentro de água que estava mesmo boa para dar um mergulho.
Depois da brincadeira lá seguimos e entramos no trilho do Bostelim um single sempre ao lado da ribeira do Bostelim que um pouco mais á frente entra na ribeira da Isna.
Lá fomos pedalando e vendo as bonitas vistas que se tem da ribeira e das margens da ribeira.
Este single é um bocadinho técnico em alguns sítios, tem que se ter cuidado para não cair á ribeira, pelo meio deste trilhos encontramos moinhos antigos onde se fazia farinha.
Seguindo com as nossas pedaladas chegamos á Ponte das Várzeas Carreiras tb conhecida de Ponte da Tamolha onde passamos por baixo da ponte e andamos a ver se um caminho tinha saída mas estava cheio de mato e de erva.
Com uns arranhões e umas picadas de silvas lá continuamos, um pouco mais á frente o Mário foi picado por uma abelha no pescoço e ele ficou meio zonzo mas tudo passou, coitada da abelha que morreu eheheheheeh.
Lá fomos umas vezes pedalando e outras com a bike á mão, que os trilhos por onde queria passar alguns já estão um pouco fechados com mato e erva e tenho que arranjar alternativas.
Depois de uns arranhões chegamos ao single da Tamolha que para mim é dos mais bonitos aqui da zona, é uma levada antiga de um lagar que já está em ruínas.
Chegados ao fim deste single era hora de nos fazermos á subida até perto da Cumeada e logo de seguida descer até á Cova do Moinho.
Para sair da Cova do Moinho tem que se subir outra vez agora até ás Cortes perto do Marmeleiro.
Das Cortes apanhamos uma boa descida até á Azinheira e mais uma descida até á Ribeira da Isna novamente, agora na outra margem da ribeira.
Chegados á ribeira apanhamos outro single que vai dar á ponte que liga a Azinheira á Cabeça de Poço.
Depois de chegar á ponte tivemos que subir novamente até á Cabeça de Poço e subir mais um bocadinho até á Milriça.
Já na Milriça descemos até ás Relvas de onde tinha-mos partido.
Arruma-mos as bike e fomos até ao restaurante o Eléctrico beber alguma coisa, depois da bebida regressamos a casa satisfeitos com mais uma voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
VOLTINHA NO FERIADO
Hoje convidaram-me para ir pedalar para os lados da Fundada e Lavadouro.
Sai de casa e fui chamar o Mário e fomos ter á Carvalha.
Tomamos café e esperamos por alguns colegas que estavam atrasados, com a malta reunida era hora de nos fazermos ao caminho.
O pessoal de hoje eram o Mário, Luís Carlos, Paulo Cardoso, Pedro Crispim e eu mesmo.
Saímos da Carvalha pela ponte romana e subimos até á Junceira e logo de seguida chegamos á Cumeada.
Na Cumeada entramos na terra e lá fomos pedalando e passamos perto da Rebaixia e mais um pouco passamos Castanheiro Grande.
No Castanheiro Grande apanhamos uma boa descida até chegar á Ponte do Charco, uma ponte romana que era antigamente a passagem do concelho da Sertã para o concelho de Vila de Rei.
Depois de passarmos a ponte o Luís Carlos viu que o pneu de trás estava a perder a borracha mas mesmo assim continuamos.
Como tínhamos descido muito agora era hora de subirmos muito, e apanhamos uma boa subida até chegar ao Monte Novo.
Ao chegarmos ao Monte Novo andamos ali por uns carreirinhos que foram dar a uma fonte no meio de uma horta.
Lá seguimos e passamos Várzea Ferreira, Lagoa Cimeira, Fouto e um pouco mais á frente chegamos á Fundada onde paramos no café para beber e comer alguma coisa.
Entretanto vieram trazer um pneu novo ao Luís Carlos, porque o dele já não aguentava muito mais.
Com o problema resolvido lá seguimos e saímos da Fundada subindo um pouco para logo descer para a Ponte das Cortelhas.
Depois da Ponte das Cortelhas seguimos com as nossas pedaladas subindo uma boa subida e passamos perto do Aivado e um pouco mais chegamos ao Lavadouro.
No Lavadouro eu como tinha compromissos familiares segui o meu caminho e voltei para a Sertã, o resto da malta continuou a sua voltinha.
Eu apanhei o alcatrão até ao alto de Vila de Rei e segui para a Sertã sem que pelo caminho ainda andei a experimentar uns caminhos novos.
Lá fui indo e cheguei á barragem da Isna, e logo de seguida estava uma subida á minha espera onde passei Chão da Telha ao lado da Bernardia e um pouco mais passei Cumeada, e segui com as minhas pedaladas até chegar a casa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e fui chamar o Mário e fomos ter á Carvalha.
Tomamos café e esperamos por alguns colegas que estavam atrasados, com a malta reunida era hora de nos fazermos ao caminho.
O pessoal de hoje eram o Mário, Luís Carlos, Paulo Cardoso, Pedro Crispim e eu mesmo.
Saímos da Carvalha pela ponte romana e subimos até á Junceira e logo de seguida chegamos á Cumeada.
Na Cumeada entramos na terra e lá fomos pedalando e passamos perto da Rebaixia e mais um pouco passamos Castanheiro Grande.
No Castanheiro Grande apanhamos uma boa descida até chegar á Ponte do Charco, uma ponte romana que era antigamente a passagem do concelho da Sertã para o concelho de Vila de Rei.
Depois de passarmos a ponte o Luís Carlos viu que o pneu de trás estava a perder a borracha mas mesmo assim continuamos.
Como tínhamos descido muito agora era hora de subirmos muito, e apanhamos uma boa subida até chegar ao Monte Novo.
Ao chegarmos ao Monte Novo andamos ali por uns carreirinhos que foram dar a uma fonte no meio de uma horta.
Lá seguimos e passamos Várzea Ferreira, Lagoa Cimeira, Fouto e um pouco mais á frente chegamos á Fundada onde paramos no café para beber e comer alguma coisa.
Entretanto vieram trazer um pneu novo ao Luís Carlos, porque o dele já não aguentava muito mais.
Com o problema resolvido lá seguimos e saímos da Fundada subindo um pouco para logo descer para a Ponte das Cortelhas.
Depois da Ponte das Cortelhas seguimos com as nossas pedaladas subindo uma boa subida e passamos perto do Aivado e um pouco mais chegamos ao Lavadouro.
No Lavadouro eu como tinha compromissos familiares segui o meu caminho e voltei para a Sertã, o resto da malta continuou a sua voltinha.
Eu apanhei o alcatrão até ao alto de Vila de Rei e segui para a Sertã sem que pelo caminho ainda andei a experimentar uns caminhos novos.
Lá fui indo e cheguei á barragem da Isna, e logo de seguida estava uma subida á minha espera onde passei Chão da Telha ao lado da Bernardia e um pouco mais passei Cumeada, e segui com as minhas pedaladas até chegar a casa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
VOLTINHA DE RODA FINA
Mais um domingo com uma voltinha de roda fina.
Lá fui indo e passei Mouriscas onde encontrei o Sérgio Breites que andava a dar uma voltinha de bike, ali estive á conversa um bocadinho.
Depois de me despedir do Sérgio lá continuei e passei na fonte das Mouriscas e mais á frente entrei no Penhascoso, segui e pelo caminho fui encontrando mais pessoal que andava tb a pedalar, é que o dia estava mesmo bom para isso.
Mais um pouco e cheguei a Mação onde só parei para tirar uma foto e segui.
Depois de Mação passei Val de São Domingos e Pereiro, no Pereiro segui por um caminho diferente das outras vezes segui então pelo Val da Amêndoa e Chão de Codes onde parei no café Emigrante para beber uma bjeca fresquinha que o calor já se fazia sentir.
Já mais fresquinho segui o meu caminho e a próxima aldeia foi Chão de Lopes, mais á frente cheguei ao cruzamento das Lameiras cortei á esquerda e passei Cimo do Vale, Val de Vacas, Amêndoa, Palheirinhos, Revelha, Pé da Serra, Vinha Velha, Granja e finalmente Robalo.
No Robalo almocei com a familia, quando vou almoçar a casa dos meus pais normalmente vou de bicicleta e desta vez não foi exceção.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e subi até á Portela dos Bezerrins continuei e passei Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras, Bela Vista e Cumeada.
Do alto da Cumeada segui pela estrada nacional Nº 2 e passei Chão da Telha e desci até á Ribeira da Isna onde parei para ver a barragem, e ainda deu para ver uns patos bravos que por ali se encontravam.
Depois da paragem era hora de me fazer á subida e lá fui nas minhas calmas e passei Fundada e mais um bocadinho Milriça e com mais umas pedaladas cheguei ao alto onde se encontra o Retiro dos Caçadores um restaurante que nem sei bem se ainda está a funcionar.
Ali do alto até Vila de Rei é sempre a descer, parei em Vila de Rei no Quiosque bar para beber o cafézinho da ordem.
Depois do cafézinho tomado segui o meu caminho e continuei pela Nº2 e passei ao lado do Sardoal e mais um pouco cheguei á A23 onde era para entrar e seguir para Lisboa mas como não tinha via verde segui em frente EHEHEHEHEHE.
E lá segui e parei na Pastelaria Pereira em Alferrarede para beber e comer alguma coisa.
Já com a barriga mais composta continuei e passei Alferrarede Velha, Barca do Pego e um pouco mais á frente pedalei ao lado do Rio Tejo, daquela estrada tb dá para ver a central termo eléctrica do Pego.
E lá segui e parei na Pastelaria Pereira em Alferrarede para beber e comer alguma coisa.
Já com a barriga mais composta continuei e passei Alferrarede Velha, Barca do Pego e um pouco mais á frente pedalei ao lado do Rio Tejo, daquela estrada tb dá para ver a central termo eléctrica do Pego.
Lá fui indo e passei Mouriscas onde encontrei o Sérgio Breites que andava a dar uma voltinha de bike, ali estive á conversa um bocadinho.
Depois de me despedir do Sérgio lá continuei e passei na fonte das Mouriscas e mais á frente entrei no Penhascoso, segui e pelo caminho fui encontrando mais pessoal que andava tb a pedalar, é que o dia estava mesmo bom para isso.
Mais um pouco e cheguei a Mação onde só parei para tirar uma foto e segui.
Depois de Mação passei Val de São Domingos e Pereiro, no Pereiro segui por um caminho diferente das outras vezes segui então pelo Val da Amêndoa e Chão de Codes onde parei no café Emigrante para beber uma bjeca fresquinha que o calor já se fazia sentir.
Já mais fresquinho segui o meu caminho e a próxima aldeia foi Chão de Lopes, mais á frente cheguei ao cruzamento das Lameiras cortei á esquerda e passei Cimo do Vale, Val de Vacas, Amêndoa, Palheirinhos, Revelha, Pé da Serra, Vinha Velha, Granja e finalmente Robalo.
No Robalo almocei com a familia, quando vou almoçar a casa dos meus pais normalmente vou de bicicleta e desta vez não foi exceção.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
sábado, 2 de junho de 2012
VOLTINHA DE SEXTA FEIRA
Mais uma sexta feira e mais uma voltinha pela noite dentro.
Desta vez fomos só dois eu e o Mário Manso.
Saímos da Sertã subindo a calçada para o miradouro entramos na rua do Castelo e continuamos até ao mercado, ai seguimos pelas Regorices onde andamos por uns caminhos que já á alguns anos que não passava por lá.
Umas voltas para um lado outras para outro e chegamos ao pé dos Bombeiros e seguimos depois para o Casalinho e descemos para um vale onde andamos a inventar um pouco até que chegamos ao Val Porco.
Ontem foi dia de andar num sobe e desce, a seguir ao Val Porco seguimos para as Torneiras e para os Lameiros onde tb andamos por umas boas picadas.
Mais umas subidas e mais umas descidas chegamos ao Maxialinho e Maxial onde paramos para beber uma bebida fresca que apesar de ser fim do dia o calor ainda se fazia sentir.
Já mais frescos seguimos e fomos ter ao Casal da Estrada e descemos para a Aldeia Cimeira da Ribeira e logo de seguida Aldeia Fundeira da Ribeira.
Depois da Aldeia Fundeira da Ribeira fomos ter á pista de Autocross da Aldeia e seguimos até ao Casalinho.
Depois do Casalinho seguimos por alcatrão até á Sertã, descemos a vila pela rua do Vale e chegamos ao pé do carro.
Arrumamos as bikes e fomos para casa todos contentes com mais uma volta pela noite dentro.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Desta vez fomos só dois eu e o Mário Manso.
Saímos da Sertã subindo a calçada para o miradouro entramos na rua do Castelo e continuamos até ao mercado, ai seguimos pelas Regorices onde andamos por uns caminhos que já á alguns anos que não passava por lá.
Umas voltas para um lado outras para outro e chegamos ao pé dos Bombeiros e seguimos depois para o Casalinho e descemos para um vale onde andamos a inventar um pouco até que chegamos ao Val Porco.
Ontem foi dia de andar num sobe e desce, a seguir ao Val Porco seguimos para as Torneiras e para os Lameiros onde tb andamos por umas boas picadas.
Mais umas subidas e mais umas descidas chegamos ao Maxialinho e Maxial onde paramos para beber uma bebida fresca que apesar de ser fim do dia o calor ainda se fazia sentir.
Já mais frescos seguimos e fomos ter ao Casal da Estrada e descemos para a Aldeia Cimeira da Ribeira e logo de seguida Aldeia Fundeira da Ribeira.
Depois da Aldeia Fundeira da Ribeira fomos ter á pista de Autocross da Aldeia e seguimos até ao Casalinho.
Depois do Casalinho seguimos por alcatrão até á Sertã, descemos a vila pela rua do Vale e chegamos ao pé do carro.
Arrumamos as bikes e fomos para casa todos contentes com mais uma volta pela noite dentro.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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