sábado, 12 de maio de 2012

PELA NOITE DENTRO

Ontem foi dia de pedalar até mais tarde.




Juntaram-se quatro companheiros para dar uma voltinha, a minha pessoa o Mário Manso, David Figueira e o Alexandre um colega que está aqui na Sertã de férias.

Saímos da Sertã e subimos até São João do Couto ai entramos em terra e fomos até á Aveleira e Salgueiral e mais á frente andamos por uns singles bem porreiros.





Seguindo as nossas pedaladas passamos tb pela Tapada, Casal Maio, Codiceira e descemos para a Ribeira da Ferreira e mais um bocadinho chegamos á Horta da Nuna e a seguir Picoto.






No Picoto andamos a ver um caminho mas não tinha saída e tivemos que voltar para trás, e logo apanhamos uma boa subida até ao alto da serra do Viseu onde tem umas vistas espetaculares.

Chegamos ao alto e ali estivemos um pouco a desfrutar as vistas do por do sol.






Depois de termos visto o por do sol era hora de nos fazermos á descida até ao Venestal e mais á frente passamos perto dos Verdelhos onde tivemos que passar uma ribeira e logo de seguida subir até ao depósito de água da Herdade.





Chegados ao depósito descemos até á Herdade e paramos no café para beber alguma coisa mas o Mário arranjou umas chouriças e fomos até á adega do cunhado dele para degustar as chouriças e beber um tintinho.





Ali estivemos um bocadinho na galhofa a comer e a beber.

Já satisfeitos seguimos o nosso caminho e era hora de regressar até á Sertã e como já estava a ficar tarde decidimos ir por alcatrão.






Seguimos então e passamos Malpica, Casal Maio, Codiceira, Alto da Carreira e sempre a bom ritmo chegamos á Sertã.






Já na Sertã era hora de nos despedir e cada um ir ao seu destino, e combinamos outras voltas futuras.





E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.






quinta-feira, 10 de maio de 2012

VOLTINHA AO FIM DO DIA

Voltinha depois do trabalho.









Sai da Sertã para ir dar uma voltinha de roda fina, já desde domingo da minha ida a Fátima que não andava 
e para não perder o hábito fui dar uma volta.

Sai pela rotunda da Eirinha e subi até ao Boeiro e passei pelo Outeiro da lagoa, Lameira da Lagoa, Ponte  
do Robalo, Nesperal, Vale Matias Afonso, Paparia e logo de seguida cheguei a Cernache do Bonjardim.


Em Cernache dei a volta á vila e continuei a minha volta pelos lados de Milheirós e segui até á Estradinha logo de seguida Morlinho e Castelo onde andei tb pelo meio da aldeia.


Depois do Castelo segui caminho pelas Almas da Arnoia e fui até ao Casal da Escusa onde dei meia volta e segui para a Povoa da Ribeira Serdeira.

Com o temperatura que estava dava mesmo vontade de pedalar, parece que os dias de chuva já passaram.

Lá fui pedalando agora já com destina da Sertã, e passei Val Cortiço, Tapada e quando cheguei á Aveleira parei para ver o por do sol na serra do Picoto Rainho.

Depois desta paragem segui pelo Alto da Carreira e entrei na zona industrial e desci até á Sertã, entrei na Sertã passando novamente na rotunda da Eirinha.
Já na Sertã dei uma volta pela vila e cheguei ao ponto de partida satisfeito com esta voltinha.





E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.






segunda-feira, 7 de maio de 2012

CASTELO BRANCO ATÉ FÁTIMA EM RODA FINA

A convite do meu irmão, mais um ano fui de Castelo Branco até Fátima de roda fina.



Sai da Sertã por volta das 5h 30 da matina e fui até Castelo Branco para a partida, que era ás 6h 30.

Cheguei lá e fui ter com o meu irmão, preparei as minhas coisinhas e era hora de dar inicio á peregrinação até Fátima.


Fomos andando pela cidade e apanhando o pessoal que era para se juntar ao grupo, á saída da cidade já com o pessoal todo reunido, juntaram-se o meu irmão António Cabaço, José Luís, Vasco Sequeira, Martin Lopes, Silvério Correia, Pedro Barroca, Nuno Eusébio, João Afonso, Luís Lourenço e o mais fraquinho que era eu.



Saímos da cidade e entramos no IP2 e fomos pedalando nas calmas que tínhamos o dia todo para lá chegar.
Fomos indo e passamos Retaxo, Sarnadas, Alvaiade e Perdigão onde descemos para o rio Ocreza.




Chegamos ao rio e ai apanhamos uma boa subida até chegar ao Vale da Mua onde éramos para beber um cafezinho mas batemos com o nariz na porta.




Continuamos e passamos Pedra do Altar, Val Clérigo, Espinho Pequeno e chegamos ás Moitas, onde paramos no café São Gens para beber o cafezinho e comer alguma coisa.


Depois do cafezinho e das barrigas mais compostas continuamos as nossas pedaladas e fomos passando Caniçal Cimeiro, Caniçal Fundeiro, Vale da Carreira, Mesão Frio, Arganil, Freixoeiro, Gargantada, Cabo e logo a seguir tínhamos  um abastecimento na adega do meu pai no Robalo.






Ali tínhamos á espera pão, chouriço, queijo e papas de carolo e um tintinho caseiro para retemperar forças para o resto do caminho.







Foi uma reforço que teve muito boa disposição e muita brincadeira, um bocadinho bem passado.



Com alguns mais quentinhos lá tivemos que seguir o nosso caminho que a horas estavam a passar.







Fomos passando Granja, Vinha Velha, Pé da Serra, Revelha, Amêndoa, Palhota, Portela e chegamos a Vila de Rei onde seguimos para Estevais, Braçal e mais um bocadinho chegamos á ponte que passa por cima da albufeira da Barragem de Castelo de Bode.





Depois de uma paragem na ponte para ver as vistas era hora de nos fazer-mos á subida até Ferreira do Zêzere, uma subida para aquecer.






Chegamos a Ferreira e paramos na pastelaria Rosa para beber alguma coisa.


Lá fomos andando e passamos Lamaceiros, Agua Todo o Ano, Regueiras, Salgueiral, Alviobeira, Pintado, Calçadas e Tomar.







Em Tomar passamos o Rio Nabão e lá seguimos pelos Carregueiros, Val dos Ovos, Furadouro, Alburitel onde paramos para comer uma barrita e ganhar fôlego para o resto do caminho.





Depois de mais compostos lá seguimos e passamos Olaia, Casal de São João, Ourem, Melroeira,  São Sebastião e Alvega onde apanhamos a subida do dia a ultima e a mais difícil.

Com subida vencida chegamos ao nosso destino que era Fátima, entramos todos na vila e fomos ter com as nossas famílias que já nos esperavam.




Depois de termos tomado um banho cheque cheque porque os balneários estavam fechados, juntamo-nos todos numa mesinha á sombra de uma azinheira com comida e uma boa pinga que cada um tinha levado, ali nos entretemos na galhofa e boa disposição.





Depois de termos a barriguinha cheia era hora de regressar, cada um foi á sua vida, e para o ano cá estaremos outra vez.







E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.





quarta-feira, 2 de maio de 2012

ZABOEIRA-DORNES

Dia de feriado dia de voltinha.



Hoje lá consegui convencer o Mário Manso para ir dar umas pedaladas, é que ele anda com uma doença, não é nada de mal, é a doença da preguiça EHEHEHE.
Saímos por volta das 8h 15, e decidimos ir ver as vistas da albufeira de Castelo de Bode.



Saímos da Mougueira e passamos Portela dos Bezerrins, Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Cumeada, Castanheiro, Valongo, Casalinho e Atalaia.



Na Atalaia cortamos á esquerda, e descermos até á ponte da Atalaia onde se passa a Ribeira da Isna, para depois subir até ao Vilar de Ruivo.



Chegamos ao Vilar de Ruivo seguimos para Fernandaires, aqui entramos numa estrada sempre ao lado da albufeira de Castelo de Bode.
Fomos pedalando e parando para ver as maravilhosas vistas para a barragem.





Fomos indo com as nossas pedaladas e passamos perto de Alcamim, Isna Nova e um pouco mais há frente encontramos a  Zaboeira.




Depois da Zaboeira descemos para a ponte que liga Vila de Rei a Ferreira do Zêzere.





Passamos a ponte mas não paramos, foi para não perder o balanço para a subida até Ferreira do Zêzere.






Chegamos a Ferreira e paramos na pastelaria Rosa para comer e beber alguma coisa.

Com a barriga já mais composta seguimos caminho, e passamos Congeitaria, Venda da Serra, Águas Belas, Casalinho, Frazoeira e descemos para Dornes.





Em Dornes parei para tirar umas fotos e passamos por uma linda fonte que tem o nome de Fonte dos Covões.


E continuamos o nosso caminho passando por Serra do Outeiro do Casal, Val Serrão.





No Val Serrão descemos para o Val da Ursa e passamos a ponte para depois apanharmos uma valente subida  até Cernache do Bonjardim.





Lá fomos andando e passamos a Portela das Oliveiras, Casal da Madalena, Roda do Cabeço e entramos em Cernache do Bonjardim.




De Cernache até á Sertã foi sempre a andar bem, porque é quase sempre a descer.





Com a hora de almoço a chegar nem paramos na Sertã seguimos logo para casa, e subimos pelo lado do Montinho.


Tivemos muitas ameaças de chuva mas só quando estávamos a chegar a casa é que começou a chover bem e ainda deu para molhar um bocadinho.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.