Voltinha com vistas espetaculares.
Hoje decidi ir dar umas pedaladas para os lados de Dornes.
Sai de casa por volta das 7 horas e fui na minha viatura até Cernache do Bonjardim de onde iria sair para esta voltinha.
Cheguei a Cernache e parei perto da pastelaria Docemil, encostei a viatura e fui beber um cafézinho.
Depois de ter bebido o cafézinho tirei a bike, preparei as coisinhas e por volta das 7 h 30 parti para mais umas pedaladas.
Segui caminho até Dornes passando pela Roda, Casal Madalena, Portela das Oliveiras e desci mais um pouco até á ponte do Vale da Ursa.
Em cima da ponte parei para tirar a maresia da cara, porque a manhã estava fresquinha e com cara de chuva.
Continuando passei Val Serrão, Serra do Outeiro da Casa e cheguei a Dornes onde passei nas ruelas, mas não se via ninguém.
Segui então o meu caminho até Fonte Seca onde apanhei uma subida daquelas boas que faz suar.
Chegado ao alto parei para avistar Dornes mas tive azar que a manhã estava nublada e não dava para ver muita coisa.
Estava no alto, e agora era hora de descer até Ribeira do Bráz.
A partir daqui já o nevoeiro estava a ir embora e já dava para ver as espetaculares paisagens que se tinha da albufeira da barragem de Castelo de Bode.
Seguindo caminho passei pelo Casalinho de Santana, Valbom, Caboucos e cheguei a Foz de Alge.
Em Foz de Alge encontrei um bonito parque de campismo todo bem arranjadinho e um passadiço de madeira com vistas para a albufeira.
Andei tb á procura de um café para beber e comer alguma coisa mas estava tudo fechado, comi umas bolachinhas que levava e já não foi mau.
Lá segui com as minhas pedaladas e passei a ponte para o lado da Cova da Eira, mas antes de seguir estive a ver as ruínas da aldeia de Ferrarias que ficou submersa quando foi feita a barragem de Castelo de Bode.
Depois de ver as ruínas segui então passando Cova da Eira, e mais á frente seguindo sempre perto da água consegui avistar a aldeia do Almegue.
Esta aldeia é uma aldeia feita de casas de madeira quase todas habitadas por holandeses, alemães e ingleses, casas metidas no meio de eucaliptos e pinheiros.
Depois de ter mirado as casas segui caminho apanhando uma subida até Vale do Rio e mais á frente Salgueiro.
Quando cheguei ao Salgueiro andei a inventar um bocadinho, para não ir pelo alcatrão, meti-me por um caminho que tinha visto no gps que ia dar mais á frente ao mesmo sitio por onde tinha marcado.
Cheguei ao cimo e segui agora numa boa descida até á Barragem da Bouçã passando Casal dos Vicentes, Casal dos Ferreiros, Aldeia Fundeira, Corisco e parei na Ponte sobre o Rio Zêzere onde se avista o paredão da Barragem da Bouçã.
Depois de ver as vistas era hora de subir.
Passei Carvalhos, Moinho de Vento, Milheirós e cheguei a Cernache do Bonjardim com a minha voltinha feita.
Com a bike e o resto do material todo arrumado fui beber alguma coisa e comer um bolinho, e era hora de ir almoçar.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 19 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
PÓVOA DA RIBEIRA CERDEIRA-VERDELHOS
Mais um domingo e como não podia faltar, mais uma voltinha.
Sai de casa e fui beber um café á Sertã, e fazer um bocado de tempo para depois ir ter com o Mário Manso, é que ele anda um pouco preguiçoso.
Depois de ter dado umas voltas ali perto da Sertã fui ter com o Mário e fomos até á Carvalha.
Quando chegamos á Carvalha já por lá havia mais pessoal, alguns dos colegas iam ver algumas partes do trajeto da maratona, e eu o Mário e o João Paulo decidimos ir ver uns singles novos ali para o lado dos Verdelhos.
Saímos pelo lado de São João do Couto e Gonçalmogão e subimos até á Aveleira onde andamos a inventar um pouco, uns caminhos tinham saída e outros tivemos que voltar para trás.
Depois de termos descoberto uns carreirinhos novos seguimos pela Tapada e Val Cortiço onde tb andamos a ver umas passagens novas que há por ali.
De um lado para o outro seguimos por um caminho que vai dar á Póvoa da Ribeira Cerdeira, mas a certa altura o caminho acaba-se e temos que passar a ribeira por cima de uma viga de cimento e passar pelo meio de umas hortas.
Chegados á Póvoa subimos por um caminho entre muros e mais um pouco chegamos ao Mourisco e logo de seguida ao Casal da Escusa.
Por ali andamos mais um bocadinho e seguimos para os Verdelhos onde andamos tb á descoberta de caminhos novos.
Nos Verdelhos andava-mos tb a descobrir uns carreirinhos ali pelo meio de umas hortas, e a certa altura íamos levando uma sova de uma velhota que começou a ralhar conosco de andarmos ali,e lá tivemos que dar á sola dali para fora.
De um lado para o outro descobrimos um caminho por entre uns muros e umas casas já em ruínas, passava-se uma ribeira e seguia-se um caminho que vai dar ao alto da Herdade.
Chegamos ao alto e descemos para a Herdade onde paramos no café para berber alguma coisa fresca que o calor já estava a apertar.
Já refrescados seguimos já com destino á Sertã.

Numa subida perto da Passaria o João Paulo partiu o dropaut, ele trazia um mas não era igual e teve que telefonar a um colega para o ir buscar.
Eu e o Mário seguimos, passando pelo Val da Froca, Casal D´Ordem, Tapada, Salgueiral, Carnapete, Pordessoura e entramos na Sertã pelo São João do Couto.
Por volta do meio dia estava-mos a chegar a casa com a nossa voltinha de domingo.
E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e fui beber um café á Sertã, e fazer um bocado de tempo para depois ir ter com o Mário Manso, é que ele anda um pouco preguiçoso.
Depois de ter dado umas voltas ali perto da Sertã fui ter com o Mário e fomos até á Carvalha.
Quando chegamos á Carvalha já por lá havia mais pessoal, alguns dos colegas iam ver algumas partes do trajeto da maratona, e eu o Mário e o João Paulo decidimos ir ver uns singles novos ali para o lado dos Verdelhos.
Saímos pelo lado de São João do Couto e Gonçalmogão e subimos até á Aveleira onde andamos a inventar um pouco, uns caminhos tinham saída e outros tivemos que voltar para trás.
Depois de termos descoberto uns carreirinhos novos seguimos pela Tapada e Val Cortiço onde tb andamos a ver umas passagens novas que há por ali.
De um lado para o outro seguimos por um caminho que vai dar á Póvoa da Ribeira Cerdeira, mas a certa altura o caminho acaba-se e temos que passar a ribeira por cima de uma viga de cimento e passar pelo meio de umas hortas.
Chegados á Póvoa subimos por um caminho entre muros e mais um pouco chegamos ao Mourisco e logo de seguida ao Casal da Escusa.
Por ali andamos mais um bocadinho e seguimos para os Verdelhos onde andamos tb á descoberta de caminhos novos.
Nos Verdelhos andava-mos tb a descobrir uns carreirinhos ali pelo meio de umas hortas, e a certa altura íamos levando uma sova de uma velhota que começou a ralhar conosco de andarmos ali,e lá tivemos que dar á sola dali para fora.
De um lado para o outro descobrimos um caminho por entre uns muros e umas casas já em ruínas, passava-se uma ribeira e seguia-se um caminho que vai dar ao alto da Herdade.
Chegamos ao alto e descemos para a Herdade onde paramos no café para berber alguma coisa fresca que o calor já estava a apertar.
Já refrescados seguimos já com destino á Sertã.
Numa subida perto da Passaria o João Paulo partiu o dropaut, ele trazia um mas não era igual e teve que telefonar a um colega para o ir buscar.
Eu e o Mário seguimos, passando pelo Val da Froca, Casal D´Ordem, Tapada, Salgueiral, Carnapete, Pordessoura e entramos na Sertã pelo São João do Couto.
Por volta do meio dia estava-mos a chegar a casa com a nossa voltinha de domingo.
E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 5 de março de 2012
SERRA DA LONGRA E MALJOGA
Mais um domingo e mais umas pedaladas.
Sai por volta das 8h 15 com o Mário Manso par ir dar umas pedaladas, que hoje a volta tinha que ser mais pequena, pois tinha de estar em casa por volta das 11h.
Saímos da Mougueira e passamos pela Portela dos Bezerrins, Boais, onde descemos até á ribeira da Tamôlha onde passamos sem molhar os pezinhos.
Depois de passar a ribeira era hora de nos fazer-mos á serra numa boa subida até aos moinhos, mesmo no cimo da serra da Longra.
Lá fomos pedalando serra acima por entre pinheiros e eucaliptos com o cheirinho a marzia, que a manhã estava meia enublada.
Já cansaditos chegamos ao cimo e era hora de descansar um bocadinho.
Depois de recuperar o fôlego lá continuamos, agora a descer até a aldeia dos Vales da Longra, onde andamos a ver se descobria-mos alguns caminhos novos, nas não tivemos muita sorte, muitos não tinham saída.
De um lado para o outro lá seguimos caminho, agora com direção da aldeia dos Pisões e Rafael onde estivemos a lembrar uns caminhos que já tínhamos passado já algum tempo num passeio dos nossos colegas dos Pênêvês.
Mais uns singles e mais uns caminhos sem saída, mais umas arranhadelas de silvas á mistura continuamos até chegar-mos á Maljoga.

Na Maljoga descemos por um single que vai dar a uma ponte que dá passagem para o outro lado da ribeira da Isna.
Nessa ribeira um pouco mais a baixo existe uma praia fluvial, onde o pessoal ali da zona se vai refrescar e comer uns petiscos no verão.
E com a hora de regresso a chegar seguimos caminho agora com direção a casa.
Apanhamos o alcatrão e uns caminhos de terra pelo meio para atalhar.
E por volta das 11h 15 chegamos a casa e cada um foi ao seu destino.
E foi mais um dia com mais umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai por volta das 8h 15 com o Mário Manso par ir dar umas pedaladas, que hoje a volta tinha que ser mais pequena, pois tinha de estar em casa por volta das 11h.
Saímos da Mougueira e passamos pela Portela dos Bezerrins, Boais, onde descemos até á ribeira da Tamôlha onde passamos sem molhar os pezinhos.
Depois de passar a ribeira era hora de nos fazer-mos á serra numa boa subida até aos moinhos, mesmo no cimo da serra da Longra.
Lá fomos pedalando serra acima por entre pinheiros e eucaliptos com o cheirinho a marzia, que a manhã estava meia enublada.
Já cansaditos chegamos ao cimo e era hora de descansar um bocadinho.
Depois de recuperar o fôlego lá continuamos, agora a descer até a aldeia dos Vales da Longra, onde andamos a ver se descobria-mos alguns caminhos novos, nas não tivemos muita sorte, muitos não tinham saída.
De um lado para o outro lá seguimos caminho, agora com direção da aldeia dos Pisões e Rafael onde estivemos a lembrar uns caminhos que já tínhamos passado já algum tempo num passeio dos nossos colegas dos Pênêvês.
Mais uns singles e mais uns caminhos sem saída, mais umas arranhadelas de silvas á mistura continuamos até chegar-mos á Maljoga.
Na Maljoga descemos por um single que vai dar a uma ponte que dá passagem para o outro lado da ribeira da Isna.
Nessa ribeira um pouco mais a baixo existe uma praia fluvial, onde o pessoal ali da zona se vai refrescar e comer uns petiscos no verão.
E com a hora de regresso a chegar seguimos caminho agora com direção a casa.
Apanhamos o alcatrão e uns caminhos de terra pelo meio para atalhar.
E por volta das 11h 15 chegamos a casa e cada um foi ao seu destino.
E foi mais um dia com mais umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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