segunda-feira, 19 de março de 2012

MARGENS DA BARRAGEM DE CASTELO DE BODE

Voltinha com vistas espetaculares.
Hoje decidi ir dar umas pedaladas para os lados de Dornes.



Sai de casa por volta das 7 horas e fui na minha viatura até Cernache do Bonjardim de onde iria sair para esta voltinha.



Cheguei a Cernache e parei perto da pastelaria Docemil, encostei a viatura e fui beber um cafézinho.



Depois de ter bebido o cafézinho tirei a bike, preparei as coisinhas e por volta das 7 h 30 parti para mais umas pedaladas.


Segui caminho até Dornes passando pela Roda, Casal Madalena, Portela das Oliveiras e desci mais um pouco até á ponte do Vale da Ursa.






Em cima da ponte parei para tirar a maresia da cara, porque a manhã estava fresquinha e com cara de chuva.
Continuando passei Val Serrão, Serra do Outeiro da Casa e cheguei a Dornes onde passei nas ruelas, mas não se via ninguém.



Segui então o meu caminho até Fonte Seca onde apanhei uma subida daquelas boas que faz suar.

Chegado ao alto parei para avistar Dornes mas tive azar que a manhã estava nublada e não dava para ver muita coisa.




Estava no alto, e agora era hora de descer até Ribeira do Bráz.






A partir daqui já o nevoeiro estava a ir embora e já dava para ver as espetaculares paisagens que se tinha da albufeira da barragem de Castelo de Bode.
Seguindo caminho passei pelo Casalinho de Santana, Valbom, Caboucos e cheguei a Foz de Alge.




Em Foz de Alge encontrei um bonito parque de campismo todo bem arranjadinho e um passadiço de madeira com vistas para a albufeira.


Andei tb á procura de um café para beber e comer alguma coisa mas estava tudo fechado, comi umas bolachinhas que levava e já não foi mau.




Lá segui com as minhas pedaladas e passei a ponte para o lado da Cova da Eira, mas antes de seguir estive a ver as ruínas da aldeia de Ferrarias que ficou submersa quando foi feita a barragem de Castelo de Bode.



Depois de ver as ruínas segui então passando Cova da Eira, e mais á frente seguindo sempre perto da água consegui avistar a aldeia do Almegue.




Esta aldeia é uma aldeia feita de casas de madeira quase todas habitadas por  holandeses, alemães e ingleses, casas metidas no meio de eucaliptos e pinheiros.
Depois de ter mirado as casas segui caminho apanhando uma subida até Vale do Rio e mais á frente Salgueiro.




Quando cheguei ao Salgueiro andei a inventar um bocadinho, para não ir pelo alcatrão, meti-me por um caminho que tinha visto no gps que ia dar mais á frente ao mesmo sitio por onde tinha marcado.



Cheguei ao cimo e segui agora numa boa descida até á Barragem da Bouçã passando Casal dos Vicentes, Casal dos Ferreiros, Aldeia Fundeira, Corisco e parei na Ponte sobre o Rio Zêzere onde se avista o paredão da Barragem da Bouçã.
Depois de ver as vistas era hora de subir.


Passei Carvalhos, Moinho de Vento, Milheirós e cheguei a Cernache do Bonjardim  com a minha voltinha feita.
Com a bike e o resto do material todo arrumado fui beber alguma coisa e comer um bolinho, e era hora de ir almoçar.



E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.

 




segunda-feira, 12 de março de 2012

PÓVOA DA RIBEIRA CERDEIRA-VERDELHOS

Mais um domingo e como não podia faltar, mais uma voltinha.




Sai de casa e fui beber um café á Sertã, e fazer um bocado de tempo para depois ir ter com o Mário Manso, é que ele anda um pouco preguiçoso.
Depois de ter dado umas voltas ali perto da Sertã fui ter com o Mário e fomos até á Carvalha.


Quando chegamos á Carvalha já por lá havia mais pessoal, alguns dos colegas iam ver algumas partes do trajeto da maratona, e eu o Mário e o João Paulo decidimos ir ver uns singles novos ali para o lado dos Verdelhos.



Saímos pelo lado de São João do Couto e Gonçalmogão e subimos até á Aveleira onde andamos a inventar um pouco, uns caminhos tinham saída e outros tivemos que voltar para trás.





Depois de termos descoberto uns carreirinhos novos seguimos pela Tapada e Val Cortiço onde tb andamos a ver umas passagens novas que há por ali.

De um lado para o outro seguimos por um caminho que vai dar á Póvoa da Ribeira Cerdeira, mas a certa altura o caminho acaba-se e temos que passar a ribeira por cima de uma viga de cimento e passar pelo meio de umas hortas.




Chegados á Póvoa subimos por um caminho entre muros e mais um pouco chegamos ao Mourisco e logo de seguida ao Casal da Escusa.




Por ali andamos mais um bocadinho e seguimos para os Verdelhos onde andamos tb á descoberta de caminhos novos.






Nos Verdelhos andava-mos tb a descobrir uns carreirinhos ali pelo meio de umas hortas, e a certa altura íamos levando uma sova de uma velhota que começou a ralhar conosco de andarmos ali,e lá tivemos que dar á sola dali para fora.
De um lado para o outro descobrimos um caminho por entre uns muros e umas casas já em ruínas, passava-se uma ribeira e seguia-se um caminho que vai dar ao alto da Herdade.



Chegamos ao alto e descemos para a Herdade onde paramos no café para berber alguma coisa fresca que o calor já estava a apertar.



Já refrescados seguimos já com destino á Sertã.






Numa subida perto da Passaria o João Paulo partiu o dropaut, ele trazia um mas não era igual e teve que telefonar a um colega para o ir buscar.
Eu e o Mário seguimos, passando pelo Val da Froca, Casal D´Ordem, Tapada, Salgueiral, Carnapete, Pordessoura e entramos na Sertã pelo São João do Couto.



Por volta do meio dia estava-mos a chegar a casa com a nossa voltinha de domingo.





E foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



segunda-feira, 5 de março de 2012

SERRA DA LONGRA E MALJOGA

Mais um domingo e mais umas pedaladas.



Sai por volta das 8h 15 com o Mário Manso par ir dar umas pedaladas, que hoje a volta tinha que ser mais pequena, pois tinha de estar em casa por volta das 11h.
Saímos da Mougueira e passamos pela Portela dos Bezerrins, Boais, onde descemos até á ribeira da Tamôlha onde passamos sem molhar os pezinhos.



Depois de passar a ribeira era hora de nos fazer-mos á serra numa boa subida até aos moinhos, mesmo no cimo da serra da Longra.



Lá fomos pedalando serra acima por entre pinheiros e eucaliptos com o cheirinho a marzia, que a manhã estava meia enublada.



Já cansaditos chegamos ao cimo e era hora de descansar um bocadinho.





Depois de recuperar o fôlego lá continuamos, agora a descer até a aldeia dos Vales da Longra, onde andamos a ver se descobria-mos alguns caminhos novos, nas não tivemos muita sorte, muitos não tinham saída.




De um lado para o outro lá seguimos caminho, agora com direção da aldeia dos Pisões e Rafael onde estivemos a lembrar uns caminhos que já tínhamos passado já algum tempo num passeio dos nossos colegas dos  Pênêvês.















Mais uns singles e mais uns caminhos sem saída, mais umas arranhadelas de silvas á mistura continuamos até chegar-mos á Maljoga.


Na Maljoga descemos por um single que vai dar a uma ponte que dá passagem para o outro lado da ribeira da Isna.



Nessa ribeira um pouco mais a baixo existe uma praia fluvial, onde o pessoal ali da zona se vai refrescar e comer uns petiscos no verão.



E com a hora de regresso a chegar seguimos caminho agora com direção a casa.
Apanhamos o alcatrão e uns caminhos de terra pelo meio para atalhar.


E por volta das 11h 15 chegamos a casa e cada um foi ao seu destino.


E foi mais um dia com mais umas pedaladas com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.