quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

NESPERAL-VALE DA LATA

Para aproveitar o tempo sem chuva e com algum frio fui ver as vistas lá no alto de Santa Maria Madalena, tb conhecido de São Macário..


Sai de casa e desci até á Sertã, estava bem fresquinho e uma bela camada de geada, a chuva foi embora e a temperatura desceu, mais umas camadinhas de gelo para enrijar os ossos.


Continuei e sai da Sertã pela Rotunda da Eirinha, subi até ao Alto do Boeiro, Olival e Outeiro da Lagoa, aqui já mais rolante segui pela Lameira da Lagoa e Ponte do Robalo.


O dia já vinha a clarear lá atrás da serra, estava um frio do caneco por isso toca a aquecer o motor.



Continuei e subi um pouco até ao Nesperal, passei depois Vale Matias Afonso, Paparia, Cernache do Bonjardim, Roda e a boa subida até ao Alto de São Macário.


Cheguei ao alto e ali mirei as belas paisagens que se tem ali do alto, já se via o sol a espreitar lá ao fundo, é uma maravilha ver o sol nascer, mas para isso tem que se levantar cedinho...
Depois de umas fotos e regalado as vistas com as paisagens era hora de seguir com a voltinha, desci e fiz o mesmo trajeto até á Roda e Cernache.



Passei pelo meio da Vila e entrei na grande reta, continuei pelo Alto Ventoso, Vale da Lata, Porto da Cruz, Fonte da Mata e Faleiros..

Aqui estava mesmo fresco e a descer ainda se sentia mais o frio, lá fui até á Fonte Branca e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei na vila e para terminar a voltinha passei pelo Montinho, cheguei á Mougueira depois de mais umas belas pedaladas pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



domingo, 5 de fevereiro de 2017

QUINTA DA MARTINELA-PENÍNSULA DE DORNES

Hoje fui na minha grossa dar uma voltinha lá para os lados de Dornes, andei por uns cantinhos novos para mim, pedalei por uns trilhos ao lado da Barragem de Castelo de Bode com umas espetaculares paisagens.



Sai de casa com a bike na minha carrinha e fui até á Ponte do Vale da Ursa onde ia dar inicio á minha voltinha de hoje..


Parei na Pastelaria Doce Mel em Cernache do Bonjardim para beber o cafézinho, já com a caféina ingerida segui até ao Vale da Ursa, encostei a viatura, preparei as coisinhas e lá segui para a voltinha.


O dia tinha acordado meio nublado e com umas nuvens escuras, vinha lá chuvinha para molhar o fatinho, mas foi passageira, foi só para assustar...


Passei a ponte e cortei á esquerda por uma caminho ao lado da albufeira, segui até ao Rio Cimeiro, passei a aldeia e continuei por um caminho sempre pela margem do Rio Zêzere até ás Ilhas.



Quando a Albufeira da barragem de Castelo de Bode está mais baixa formam-se ali três ilhas, um espetáculo de paisagem...

Ali me entre-ti um pouco a passear de ilha em ilha e a tirar umas fotos, mas com as nuvens escuras a virem lá tinha que seguir com as pedaladas...


Agora para aquecer um pouco tinha uma boa subida até Peralfaia, com a chuva que tem caído o terreno está bem molinho, até as rodas se enterram, mas nas calmas lá segui até ao alto..


Já safo da subida passei a estrada que liga Cernache a Ferreira da Zêzere e toca a subir mais um pouco, ainda não tinha passado uma lá vinha outra...



Segui então e fui ter á Junqueira, segui uns metro no asfalto e mais á frente cortei á esquerda em direção de Barrada e Rio Fundeiro.



A descida foi rápida, passei Rio Fundeiro e mais umas pedaladas cheguei á Quinta da Martinela, um aldeamento turístico ali mesmo nas margens do Zêzere, bonito mas parece um pouco abandonado...


Dei a volta e segui, continuei pelo caminho sempre nas margens do Zêzere, um pouco mais á frente tinha mais uma boa subida pela frente, vamos a ela...
Lá segui até á estrada nacional novamente, fui ter perto dos Vales e Besteiras, ufaaa estou safo de mais uma subida, e das boas, muito vento durante a subida mas nem dei por ele, vinha com o motor bem quente..



Atravessei o alcatrão e segui por um caminho que mais parecia um lamaçal, tinham lá passado á pouco tempo uma malta de Moto 4, agora sempre a descer lá fui até ao Lagar de São Guilherme.


Cheguei lá e estavam lá os motoqueiros a descansar, cumprimentei a malta e continuei, passei um riacho e por mais uma belo trilho fui ter á bela localidade de Dornes.



Entrei em Dornes e fui até á Torre dar uma vista de olhos, tirei umas fotos continuei por um single bem fixe ao redor da aldeia e fui para no café o Rio para comer alguma coisa.


Bebi um cafézinho e comi um bolinho, a barriga já estava a dar sinal, tinha que se repor algumas calorias.



Mais composto segui viagem, segui um pouco por alcatrão até Casal Ascenço Antunes, no meio da aldeia cortei á esquerda por um caminho ao lado da água.

Belos trilho que por aqui se encontram, e sempre com umas belas paisagens, mesmo á maneira, é disto que eu gosto, pedalar por trilhos novos e desfrutar o que vou encontrando pelo caminho...



Mais umas pedaladas e cheguei ao Vale Serrão, ali andei por uns single bem fixes até que tive que subir um pouco até á estrada nacional.


Entrei no asfalto e desci até ás Bombas de Gasolina, encostei a bike e fui dar uma mangueira-da para tirar a lama maior, é que estava muito pesada..ehehehehee



Para terminar desci até á carrinha, arrumei a bike e regressei a casa satisfeito com mais uma excelente voltinha por uns trilhos do melhor.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A FUGIR DA CHUVA

Ontem á noite estive a dar uma espreitadela no tempo e para hoje bem cedinho dava um bocadinho sem chuva, pensei logo tenho que aproveitar e ir dar umas pedaladas.


Hoje quando me levantei fui espreitar á janela, consegui ver umas estrelinhas, era sinal que a chuva ia dar umas tréguas, toca a vestir e vamos antes que chova..


Sai de casa e desci até á Sertã, cortei depois á direita para a Rua do Castelo, passei ao lado da Câmara Municipal e dos Bombeiros, na Rotunda do Rompe Terra entrei na estrada antiga que segue para Oleiros.


Com o dia já a clarear lá atrás da serra lá fui indo pelo Casalinho de São Fagundo, Barracão, Maxial da Estrada e Cruz do Fundão.



Segui ligeiramente á esquerda e subi mais um pouco até perto da Sardinheira, aqui decidi entrar na estrada nova e fazer o trajeto até á Sertã.


Sempre descontraído lá fui pedalando, e sempre a olhar para o céu com medo da chuva, mas o tempo até que se estava a portar bem..

Na estrada nova depressa cheguei novamente á Rotunda do Rompe Terra, desci pela Rua do Vale e como ainda tinha tempo passei na Venda da Pedra e subi até á Junceira.


Já no alto cortei á esquerda e desci pela variante, aqui é que foi o pior, a chuva começou a cair em boas quantidades, chiça....tinha que molhar o fatinho....

Mais á frente cortei á direita e subi até á Mougueira, cheguei um pouco molhado mas satisfeito com mais uma pequena voltinha bem cedinho a fugir da chuva,  e sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.




domingo, 29 de janeiro de 2017

MOINHO DO TIROLEU

Dia de chuva mas mesmo assim a voltinha de bicicleta não podia faltar, a chuva não mete medo só molha, mas depois de molhado nada melhor que deixar secar....eheheheh


Foi dia de pegar na grossa e ir por ai trilhos fora, tinha planeado ir ver o Moinho do Tiroleu lá para os lados do Vale da Velha, perto do Figueiredo.



Sai de casa e caiam umas pinguinhas, já ia mentalizado que ia apanhar uma valente molha, mas tive sorte a chuva que caiu era fraquinha nada de mais...


Para começar subi até á Portela dos Bezerrins, segui pela esquerda até Poiares, aqui cortei á direita e entrei na terra, já tinha saudades de fazer uma betetada, fazer lama tb é bom...eheheheeh


Desci um pouco e passei por baixo do IC 8, com uma ligeira subida cheguei á Povoa, segui á direita e desci até ao lagar das Ribeiras, aqui foi a primeira passagem para molhar o pezinho.


Aqui foi só ao de-leve porque a ribeira ainda leva pouca água, mais á frente é que foi pior, já foi um bom bocado por cima dos joelhos, e com a água bem fresquinha....
Passada a ribeira segui e andei por ali a ver uns cantinhos, tive azar, tive que molhar o pezinho outra vez a passar a ribeira agora em direção da Aldeia Velha.


Já na Aldeia Velha segui e fui até á Várzea dos Cavaleiros, aqui fiz uma paragem para beber um cafézinho e dar dois dedos de conversa com o Sr Antonio...

Mas não tinha tempo para muita conversa tinha que seguir viagem, desci um pouco pelo meio da Várzea e segui por uma single até ao Cabeço da Várzea.

Ao fundo da aldeia cortei á direita e fui por um single até a um açude perto dos Pisões, mais uma vez tive que molhar os sapatos, aqui foi coisa ligeira.


Depois do açude subi até aos Pisões, entrei no alcatrão e um metros mais á frente segui á esquerda para o Vale do Beirão e Boiçô...


Umas aldeias pequenas perdidas ali nos vales da Ribeira da Tamolha, mora ali gente mas de mais idade, porque malta nova nem vela.

Passei o Bouçô e segui pelo Casal da Serra e Feiteiras, no meio da Feiteiras cortei á esquerda passei ao lado do Vale do Peso e fui ter ao Alto do Sorvel.


Aqui já safo da subida era hora de descer, lá fui até ao Sorvel Cimeiro, Sorvel Fundeiro e mais á frente encontrei o Ribeiro do Figueiredo...

Á saída da aldeia segui em direção do Vale da Velha, mas não encontrei velha nenhuma, mais uma aldeia quase deserta, sai do alcatrão cortei á esquerda e por uma valente descida cheguei ao Moinho do Tiroleu..

Sei pouco sobre este moinho, sei que era um moinho antigo com uma grande casa ao lado e foi recentemente restaurada, está ali uma obra bem bonita, um espetáculo....


Ali andei a ver a casa e o seu redor, tirei umas fotos e segui com a voltinha, sei que tinha que molhar os pés outra vez, tinha que passar a ribeira para o outro lado para não voltar para trás.



Desci até á ribeira e com a bike ás costas lá atravessei a ribeira, esta já levava mais água, já deu para molhar bem as perninhas...

Já do outro lado da ribeira entrei num caminho e segui por uma boa subida, uma subida que já deu para aquecer um pouco o motor...



Já no alto fui encontrar o PR 4 um percurso pedestre que liga a Praia Fluvial do Troviscal á Sertã, lá fui seguindo as marcações.


Com umas subidas, umas descidas e umas belas paisagens junto á ribeira cheguei á Ponte das Portelinhas, um trajeto bem fixe quase sempre a ouvir a ribeira a passar por cima das pedras, uma maravilha..


Na Ponte das Portelinhas existe uma casinha recuperada ali no meio do nada, é de um Sr meu conhecido, herdou umas ruínas e recuperou-as, ficou ali com uma pequena casinha bem porreira..


Depois de umas fotos segui, entrei por um caminho sempre com a bela paisagem da Ribeira da Sertã, lá fui indo até ás Torneiras e Lameiros.


A chuva foi minha amiga, caiam umas pinguinhas mas era só para meter medo, mas chuva civil não molha ciclista....ehehehehe


Passei os Lameiros, Aldeia Cimeira da Ribeira e Casalinho de São Fagundo, como ainda não tinha molhado bem os pés decidi cortar á esquerda e descer até ao Pego do Mouro.


Mais uma passagem na Ribeira da Sertã, e aqui a água estava bem fresquinha, ainda dá bem para passar a ribeira a pé, já caiu alguma chuva mas não deu para aumentar o caudal das ribeiras....          


Com os pés bem encharcados lá continuei e subi até ao pé das Escolas da Sertã, segui até ás Piscinas e fui até á Carvalha onde parei no café para beber um cafézinho para aquecer o interior...



Depois do café e de dois dedos de conversa com um amigo segui e passei a Ponte Romana, para terminar lá fui até á Mougueira.


Cheguei a casa molhado mas satisfeito com a voltinha, soube mesmo bom uma voltinha molhada e com alguma lama, já tinha saudades..
E assim foi mais uma bela voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR..