Hoje foi dia de voltinha na terra com a malta do grupo Bikeaholics, grupo com malta bem disposta, alguns membros do grupo não vieram com medo da chuva, temos pena porque esteve um dia espetacular.
Combinamos uma voltinha com saída de Pedrogão Pequeno, logo cedo fui ter a casa do Hugo Lopes para me juntar ao resto da malta, tudo reunido e lá seguimos até Pedrogão Pequeno.
Chegamos estacionamos as viaturas perto do Mercado, preparamos as bikes e o resto do material para dar inicio á voltinha, um grupo de 8 amantes do pedal que se juntaram para dar umas pedaladas por uns belos trilhos.
Tudo pronto e demos inicio á voltinha, para começar passamos por umas ruelas de Pedrogão para depois seguir o trilho pedestre até ao Moinho das Freiras, a descida foi num estantinho...
Depressa chegamos ao parque de merendas á entrada do bonito túnel escavado na pedra, pelo que sei este túnel foi feito para dar apoio ás obras da Barragem do Cabril.
Tiramos umas fotos e seguimos o caminho até á Ponte Filipina, sempre ao lado do Rio Zêzere com umas paisagens espetaculares, uma maravilha aquele bocadinho...
Já em cima da Ponte Filipina e depois de umas fotos era hora de nos fazermos á bela subida até Pedrogão Grande, uma subida um pouco difícil e escorregadia...
Nas calmas lá fomos subida fora, antes de chegar a Pedrogão Grande fizemos uma paragem no Miradouro de Nossa Senhora dos Milagres para ver as belas vistas que se tem ali do alto, e tb tirar umas fotos para mais tarde recordar...
Tiradas as fotos continuamos as pedaladas, até Pedrogão Grande foi um rápido, passamos a vila e seguimos até ás Fontainhas, aqui descemos e fomos ter a uma antiga ponte que passa por cima da Ribeira de Frades.
Depois da ponte seguimos por uma single ente muros até aos Troviscais, uma subida um pouco escorregadia por causa das pedras molhadas, mas nada que nos mete-se medo, a malta é dura de roer...
Já nos Troviscais seguimos em frente em direção dos Escalos Fundeiros, passado os Escalos seguimos para uns cantinhos ali perto onde já por lá tinha passado e tinha que os mostrar aos colegas da voltinha.
Por ali andamos a ver uns belos recantos da Ribeira de Freire, paramos num belo açude para beber uma jeropiga que levava na mochila, já por ali havia um colega que estava com desejos...ehehehehe
Ali nos entretemos um pouco a tirar umas fotos e a degustar a bela pinga, um cantinho espetacular, já por ali passei algumas vezes e é sempre bom regressar....
Tiradas as fotos e com a boca mais doce seguimos viagem, subimos depois até á Nacional 2, continuamos um pouco por alcatrão até á Venda da Gaita, Picha e Alto da Louriceira.
Aqui fizemos uma paragem no Café do Alto para comer alguma coisa, com a barriga mais composta era hora de seguir com as pedaladas.
Andamos um pouco e cortamos á esquerda para descer por uma bela descida até á Mega Fundeira, descida das boas e sempre a boa velocidade...
Já na Mega entramos no caminho que segue sempre pelas margens da Albufeira da Barragem do Cabril, um caminho com umas paisagens á maneira sempre com o espelho de água na mira..
Fomos pedalando e parando para tirar umas fotos e regalando as vistas com a bela paisagem, encontram-se por ali algumas casinhas de estrangeiros que escolheram o sossego para viver, fugiram ao corrupio das grandes cidades..
Um caminho com perto de 18 kms sem grandes dificuldades, é pena a barragem estar um pouco baixa, com o nível da água mais alto as paisagens ainda são mais bonitas.
Já perto do final do caminho ainda tivemos tempo de ir dar a volta á ilha, ali existe um parque de merendas com uma bela vista para a albufeira..
Depois seguimos e fomos ter ao Restaurante Lago Verde, subimos um pouco para descer até ao paredão da Barragem do Cabril, paramos mais uma vez para tirar umas fotos..
Fotos tiradas e seguimos para a ultima subida do dia até Pedrogão Pequeno onde tínhamos partido umas horitas antes para a nossa voltinha.
Mais umas pedaladas e chegamos ás nossas viaturas, arrumamos as bikes e o resto do material e regressamos á Sertã depois de uma espetacular voltinha.
Uma manhã que era para ser de chuva mas por fim foi uma excelente manhã de sol, uma maravilha de manhã e um grupo espetacular, gente muito fixe, temos que combinar outras voltinhas....
Regressamos á Sertã para o banho e um almoço brutal em casa dos pais do Hugo Lopes, ali nos entretemos a comer uma bela feijoada a beber uma bela pinga e a dar dois dedos de conversa...
Barriguinha cheia e fomos beber um cafézinho para a despedida, depois cada um foi á sua vida depois de uma belo dia de convívio..
Quero agradecer com um grande OBRIGADO a todos pela companhia nesta manhã de domingo...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR...
domingo, 4 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
VALE DA MÓ-CABEÇUDO
Acordar cedo e ir dar umas pedaladas por essas estradinhas mais sossegadas aqui da região é uma maravilha, ver o sol a espreitar lá atrás da serra é mesmo bom para começar bem o dia.
Sai de casa e desci até á vila, aqui já encontrei alguns carros, muita gente tem que se levantar cedo para ir trabalhar, já outros levantam-se cedo para ir andar de bicicleta...eheheheh
Passei a Sertã e subi até ao São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada, Casalinho e Vale Cortiço.
Na rotunda mais á frente segui á direita e lá fui indo por Malpica, Passaria, Herdade e cheguei ao Cimo da Ribeira, aqui a temperatura já era mais agradável, ou era eu que já ia quente..
Segui depois para o Vale da Mó e Verdelhos, passei na aldeia e nem vivalma, ainda estava tudo recolhido, devia de ser por causa do frio..
No meio dos Verdelhos cortei á direita e fui ter ao Casal da Escusa, aqui segui pela esquerda e passei Adegas da Selada e Mourisco.
Sai do Mourisco e fui em direção das Almas da Arnoia, continuei para Póvoa da Ribeira Cerdeira, Granja, Cabeçudo e Faleiros.
Como ainda tinha tempo segui em frente e passei pelo Garvito, Lameira da Lagoa, Outeiro da Lagoa, Olival, Alto do Boeiro e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila mais movimentada e subi até ao Montinho, com mais umas pedaladas cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa e desci até á vila, aqui já encontrei alguns carros, muita gente tem que se levantar cedo para ir trabalhar, já outros levantam-se cedo para ir andar de bicicleta...eheheheh
Passei a Sertã e subi até ao São João do Couto, Zona Industrial, Alto da Carreira, Aveleira, Tapada, Casalinho e Vale Cortiço.
Na rotunda mais á frente segui á direita e lá fui indo por Malpica, Passaria, Herdade e cheguei ao Cimo da Ribeira, aqui a temperatura já era mais agradável, ou era eu que já ia quente..
Segui depois para o Vale da Mó e Verdelhos, passei na aldeia e nem vivalma, ainda estava tudo recolhido, devia de ser por causa do frio..
No meio dos Verdelhos cortei á direita e fui ter ao Casal da Escusa, aqui segui pela esquerda e passei Adegas da Selada e Mourisco.
Sai do Mourisco e fui em direção das Almas da Arnoia, continuei para Póvoa da Ribeira Cerdeira, Granja, Cabeçudo e Faleiros.
Como ainda tinha tempo segui em frente e passei pelo Garvito, Lameira da Lagoa, Outeiro da Lagoa, Olival, Alto do Boeiro e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.
Passei a vila mais movimentada e subi até ao Montinho, com mais umas pedaladas cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha pela fresca.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
domingo, 27 de novembro de 2016
ORVALHO-FUNDÃO
Hoje foi dia de uma voltinha em linha, durante a tarde tinha que estar em Castelo Branco e assim aproveitei, em vez de ir de carro fui de bike, é uma viagem mais relaxante....
O dia tinha acordado molhado, a estrada estava com muitas poças de água, fartei-me de olhar para o céu, era uma voltinha longa e não queria molhar o esqueleto.
Mesmo assim lá me fiz á estrada, que se lixe, se me molhar enxuga, ia por umas estradinha novas para a minha fininha, ela ia ficar toda contente...
Sai de casa e desci até á Sertã, desta vez não fui comer o pastelinho de nata, passei ao lado e não parei.
Subi pela Rua do Castelo e sai da Sertã pelo Rompe Terra, entrei na estrada antiga que vai para Oleiros, lá fui passando Casalinho de São Facundo, Barracão e Maxial.
Um pouco antes de chegar á Cruz do Fundão um furo, pensei logo, começa bem a volta, num rápido lá resolvi o problema e continuei a voltinha.
Segui e passei Cruz do Fundão, Troviscal, Vale do Inferno, Troviscainho, Casal da Aranha, Chelhinho, Mosteiro de Oleiros, Pisão e Oleiros.
Passei pelo meio da vila para beber um cafézinho no Bar JP, enquanto bebia o cafézinho olhava pela janela e lá vinham umas pingas para molhar o fatinho.
Ainda pensei em alterar a volta, ainda faltavam 135 km e faze-los com chuva não me estava a apetecer, mas ao chegar á rotunda á saída de oleiros a minha fininha imbicou para a esquerda e lá tive que lhe fazer a vontade.
Com umas pigas fracas lá segui pela Foz da Panasqueira, Ribeira do Milrico, Roqueiro, Ameixoeira, Retaxo, Estreito e São Torcato.
Até aqui a coisa foi sempre a subir, tinha que aliviar um pouco para dar folga ás pernas, lá segui depois por uma descida, passei ao lado das Sarnadas de São Simão e um pouco mais á frente cortei á esquerda para Póvoa da Ribeira.
Uma estradinha mais recatada, com algum sobe e desce, passei pela Póvoa da Ribeira e continuei para Vilar do Barroco, Vilarinho, Quinta do Aziral e mais umas pedaladas cheguei ao Orvalho.
Fui até ao Café das Bombas para comer alguma coisa, ali comi um Bolicau e bebi um cafézinho para aquecer a alma.
Mais satisfeito segui com a voltinha, a chuva tinha dado tréguas, estava a ficar uma bela manhã de pedaladas.
Sai do Orvalho e desci até Bogas de Baixo, passei na ponte que passa por cima da Ribeira de Bogas e tinha mais uma bela subida pela frente até ao Miradouro da Sarnadela.
Nas calmas lá fui indo subida fora, cheguei ao Miradouro e fiz uma paragem para ver as belas vistas dos Meandros do Zêzere, a bela curvinha que o rio ali dá, um espetáculo..
Tirei umas fotos e segui viagem, desci um pouco até á Barroca e tornei a subir até São Martinho e Silvares, aquela estrada tem muitas subidas, as descidas são muito mais rápidas que as subidas, não sei porque eheheheheheh.
Passado Silvares continuei para Lavacolhos, Castelejo e Souto da Casa, aqui fui direitinho ao Restaurante o Pipo para comer alguma coisa mais consistente.
Isto de pedalar não é para qualquer um, temos que comer bem se queremos pedalar mais ou menos, nas minhas voltinhas mais longas tem que haver sempre boa comida..
Uma canjinha e uma bela bifana acompanhada de uma bela bjeca, soube que nem ginjas, mesmo bom para recarregar as baterias para o resto da voltinha.
A partir daqui a unica dificuldade era a subida da Serra da Gardunha, lá segui até ao Fundão e lá segui pela serra fora.
Fui pedalando e vendo as belas paisagens de outono, uma maravilha de vista, tb dava para ver a bonita Serra da Estrela com alguma neve, mesmo á maneira..
No alto da Serra da Gardunha e safo da subida era hora de descer, lá segui a boa velocidade até á Fonte antes de chegar a Alpedrinha, atestei om bidon e toca a seguir caminho..
Passei Aledrinha e com o terreno mais rolante lá fui até á Lardosa e Alcains, isto foi sempre a boa velocidade, é uma enorme recta...
Passei Alcains e depressa entrei em Castelo Branco, passei pelo meio da cidade para matar saudades da minha juventude, quando ali morei, está tudo mudado, muita coisa nova por ali se fez...
Passei a cidade e segui para o Complexo Desportivo onde a minha filha estava a jogar á bola, arrumei a bike e fui tomar mudar de fatinho, e ali passei o resto da tarde a ver a pequena a jogar á bola...
Foi uma bela voltinha com algumas pingas mas nada de mais, passei por algumas estradinhas novas para mim e para a minha fininha, bem fixes...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
O dia tinha acordado molhado, a estrada estava com muitas poças de água, fartei-me de olhar para o céu, era uma voltinha longa e não queria molhar o esqueleto.
Mesmo assim lá me fiz á estrada, que se lixe, se me molhar enxuga, ia por umas estradinha novas para a minha fininha, ela ia ficar toda contente...
Sai de casa e desci até á Sertã, desta vez não fui comer o pastelinho de nata, passei ao lado e não parei.
Subi pela Rua do Castelo e sai da Sertã pelo Rompe Terra, entrei na estrada antiga que vai para Oleiros, lá fui passando Casalinho de São Facundo, Barracão e Maxial.
Um pouco antes de chegar á Cruz do Fundão um furo, pensei logo, começa bem a volta, num rápido lá resolvi o problema e continuei a voltinha.
Segui e passei Cruz do Fundão, Troviscal, Vale do Inferno, Troviscainho, Casal da Aranha, Chelhinho, Mosteiro de Oleiros, Pisão e Oleiros.
Passei pelo meio da vila para beber um cafézinho no Bar JP, enquanto bebia o cafézinho olhava pela janela e lá vinham umas pingas para molhar o fatinho.
Ainda pensei em alterar a volta, ainda faltavam 135 km e faze-los com chuva não me estava a apetecer, mas ao chegar á rotunda á saída de oleiros a minha fininha imbicou para a esquerda e lá tive que lhe fazer a vontade.
Com umas pigas fracas lá segui pela Foz da Panasqueira, Ribeira do Milrico, Roqueiro, Ameixoeira, Retaxo, Estreito e São Torcato.
Até aqui a coisa foi sempre a subir, tinha que aliviar um pouco para dar folga ás pernas, lá segui depois por uma descida, passei ao lado das Sarnadas de São Simão e um pouco mais á frente cortei á esquerda para Póvoa da Ribeira.
Uma estradinha mais recatada, com algum sobe e desce, passei pela Póvoa da Ribeira e continuei para Vilar do Barroco, Vilarinho, Quinta do Aziral e mais umas pedaladas cheguei ao Orvalho.
Fui até ao Café das Bombas para comer alguma coisa, ali comi um Bolicau e bebi um cafézinho para aquecer a alma.
Mais satisfeito segui com a voltinha, a chuva tinha dado tréguas, estava a ficar uma bela manhã de pedaladas.
Sai do Orvalho e desci até Bogas de Baixo, passei na ponte que passa por cima da Ribeira de Bogas e tinha mais uma bela subida pela frente até ao Miradouro da Sarnadela.
Nas calmas lá fui indo subida fora, cheguei ao Miradouro e fiz uma paragem para ver as belas vistas dos Meandros do Zêzere, a bela curvinha que o rio ali dá, um espetáculo..
Tirei umas fotos e segui viagem, desci um pouco até á Barroca e tornei a subir até São Martinho e Silvares, aquela estrada tem muitas subidas, as descidas são muito mais rápidas que as subidas, não sei porque eheheheheheh.
Passado Silvares continuei para Lavacolhos, Castelejo e Souto da Casa, aqui fui direitinho ao Restaurante o Pipo para comer alguma coisa mais consistente.
Isto de pedalar não é para qualquer um, temos que comer bem se queremos pedalar mais ou menos, nas minhas voltinhas mais longas tem que haver sempre boa comida..
Uma canjinha e uma bela bifana acompanhada de uma bela bjeca, soube que nem ginjas, mesmo bom para recarregar as baterias para o resto da voltinha.
A partir daqui a unica dificuldade era a subida da Serra da Gardunha, lá segui até ao Fundão e lá segui pela serra fora.
Fui pedalando e vendo as belas paisagens de outono, uma maravilha de vista, tb dava para ver a bonita Serra da Estrela com alguma neve, mesmo á maneira..
No alto da Serra da Gardunha e safo da subida era hora de descer, lá segui a boa velocidade até á Fonte antes de chegar a Alpedrinha, atestei om bidon e toca a seguir caminho..
Passei Aledrinha e com o terreno mais rolante lá fui até á Lardosa e Alcains, isto foi sempre a boa velocidade, é uma enorme recta...
Passei Alcains e depressa entrei em Castelo Branco, passei pelo meio da cidade para matar saudades da minha juventude, quando ali morei, está tudo mudado, muita coisa nova por ali se fez...
Passei a cidade e segui para o Complexo Desportivo onde a minha filha estava a jogar á bola, arrumei a bike e fui tomar mudar de fatinho, e ali passei o resto da tarde a ver a pequena a jogar á bola...
Foi uma bela voltinha com algumas pingas mas nada de mais, passei por algumas estradinhas novas para mim e para a minha fininha, bem fixes...
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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