Os dias estão mesmo pequeno, para ir pedalar tenho que sair ainda de noite, mas sabem bem as voltinhas pela fresca mesmo que sejam curtas.
Hoje bem cedo sai de casa e subi um pouco até á Portela dos Bezerrins, segui em frente até ao Moinho do Cabo e Vale do Pereiro.
Cortei á esquerda e passei Pereiro, Vale da Junça e Fontainhas, ia subindo e o dia ia clareando, já dava para ver a Serra do Vergão lá ao fundo.
Já no alto das Fontainhas e safo da subida cortei á esquerda, lá segui por uma boa descida até ao Maxial do Hilário e Pisão.
Passei a ponte que passa por cima da Ribeira da Tamolha e fui até á Várzea dos Cavaleiros, passei no empedrado para estremecer um pouco e segui pela Aldeia Velha, Póvoa, Poiares, Ramalhosa e Portela.
Como ainda tinha tempo cortei á direita para as Lameirinhas, segui até ao Farpado, Mosteiro Cimeiro e mais umas pedaladas cheguei á Mougueira.
Depois de uns dias sem dar ao pedal esta voltinha soube mesmo bem, é mesmo bom pedalar logo de manhãzinha, é bom para carregar as baterias para o dia de trabalho que se tem pela frente.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
domingo, 16 de outubro de 2016
SERRA DE ALVAIÁZERE-FREIXIANDA
A voltinha de hoje na companhia do Zé Almeida foi lá para os lados da Serra de Alvaiázere, já lá tinha subido uma vez e tinha gostado, tem-se lá uma bela paisagem mas hoje tivemos azar, o nevoeiro não deixou ver nada.
Combinei a saída para esta voltinha em Cernache do Bonjardim, á hora marcada lá estava o Zé pronto para ir fazer umas subidas, e claro umas descidas tb.
Tudo prontinho e lá seguimos para as pedaladas, ainda meio escuro saímos de Cernache em direção de Roda do Cabeço, Casal Madalena, Portela da Oliveira e Vale da Ursa.
Passamos a ponte por cima da Albufeira da Barragem de Castelo de Bode e subimos um pouco até ao Vale Serrão, ao pé do Café Boguinhas cortamos á direita em direção de Dornes.
Aqui o dia já clareava mas continuava enevoado, seguimos para Casal Ascenço Antunes e Dornes, não chegamos a entrar em Dornes, passamos ao lado, um pouco mais á frente cortarmos á direita para a Horta da Coelha.
Numa estradinha sempre ao lado do Rio Zèzere lá passamos a Horta da Coelha, depois fomos passando Picoinas, Martimbráz, Souto, Cruz dos Canastreiros, Senhora da Orada, Portela do Bráz e entramos nos Cabaços.
Passamos no meio da vila de Cabaços e cortamos á esquerda para Pussos, Feiteiras, Portela das Feiteiras, Quinta Santa Rosa, Rominha e Alvaiázere.
Como ainda era cedo decidimos parar lá mais á frente para comer alguma coisa, saímos de Alvaiázere pelo Pé da Serra, um pouco mais á frente dos Covões cortamos á direita para subir a Serra de Alvaiázere.
Uma bela subida, lá fomos indo subida fora pelo meio do nevoeiro, a primeira parte da subida é a mais durinha, a seguir ao Miradouro a coisa aligeira um pouco, mas DOI....
Já no alto paramos para recuperar o fôlego, pois que não deu para ver a paisagem, temos que lá voltar outro dia, demos meia volta para descer pelo mesmo caminho até perto dos Covões.
Já no fundo no cruzamento cortamos á direita para a Mata, Mata de Baixo, Bofinho, Bouxinhas, Pechins, Banhosa, Granja, Várzea do Bispo e Freixianda.
Fomos direitinhos á Pastelaria Sonho Meu para comer alguma coisa, dei de caras com uma enorme bola de Berlim, até me lambi.......é mesmo isto, acompanhada de um suminho caiu mesmo bem..
Com a barriguinha composta seguimos viagem, saímos da Freixianda passamos por cima do Rio Nabão e seguimos por umas estradinha em calçada até á aldeia do Lumiar.
Uma aldeia quase deserta com muitas casas em ruínas, bem bonita, aquelas casinhas recuperadas ficavam um espetáculo....
Passada a aldeia do Lumiar continuamos por Marques, Loureira e Cortiça, aqui seguimos pela estrada nacional que liga Alvaiázere a Ferreira do Zêzere, passamos por Areias, Ribeira da Póvoa e Besteiras.
Aqui tínhamos pela frente uma bela descida, passamos Valongo, Junqueira, Peralfaia, Vale Serrão e chegamos á Ponte do Vale da Ursa.
Depois da ponte tínhamos a ultima dificuldade do dia, a bela subida até Cernache, sempre descontraídos e na conversa lá fomos pedalando subida fora.
Passamos Portela das Oliveiras, Casal da Madalena, Roda do Cabeço e chegamos a Cernache do Bonjardim depois de mais uma bela voltinha nas nossas fininhas.
O dia estava fresquinho mas bom para o nosso deporto favorito, é pena o nevoeiro lá no alto da serra, mas outro dia voltamos lá para ver as belas paisagens.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Combinei a saída para esta voltinha em Cernache do Bonjardim, á hora marcada lá estava o Zé pronto para ir fazer umas subidas, e claro umas descidas tb.
Tudo prontinho e lá seguimos para as pedaladas, ainda meio escuro saímos de Cernache em direção de Roda do Cabeço, Casal Madalena, Portela da Oliveira e Vale da Ursa.
Passamos a ponte por cima da Albufeira da Barragem de Castelo de Bode e subimos um pouco até ao Vale Serrão, ao pé do Café Boguinhas cortamos á direita em direção de Dornes.
Aqui o dia já clareava mas continuava enevoado, seguimos para Casal Ascenço Antunes e Dornes, não chegamos a entrar em Dornes, passamos ao lado, um pouco mais á frente cortarmos á direita para a Horta da Coelha.
Numa estradinha sempre ao lado do Rio Zèzere lá passamos a Horta da Coelha, depois fomos passando Picoinas, Martimbráz, Souto, Cruz dos Canastreiros, Senhora da Orada, Portela do Bráz e entramos nos Cabaços.
Passamos no meio da vila de Cabaços e cortamos á esquerda para Pussos, Feiteiras, Portela das Feiteiras, Quinta Santa Rosa, Rominha e Alvaiázere.
Como ainda era cedo decidimos parar lá mais á frente para comer alguma coisa, saímos de Alvaiázere pelo Pé da Serra, um pouco mais á frente dos Covões cortamos á direita para subir a Serra de Alvaiázere.
Uma bela subida, lá fomos indo subida fora pelo meio do nevoeiro, a primeira parte da subida é a mais durinha, a seguir ao Miradouro a coisa aligeira um pouco, mas DOI....
Já no alto paramos para recuperar o fôlego, pois que não deu para ver a paisagem, temos que lá voltar outro dia, demos meia volta para descer pelo mesmo caminho até perto dos Covões.
Já no fundo no cruzamento cortamos á direita para a Mata, Mata de Baixo, Bofinho, Bouxinhas, Pechins, Banhosa, Granja, Várzea do Bispo e Freixianda.
Fomos direitinhos á Pastelaria Sonho Meu para comer alguma coisa, dei de caras com uma enorme bola de Berlim, até me lambi.......é mesmo isto, acompanhada de um suminho caiu mesmo bem..
Com a barriguinha composta seguimos viagem, saímos da Freixianda passamos por cima do Rio Nabão e seguimos por umas estradinha em calçada até á aldeia do Lumiar.
Uma aldeia quase deserta com muitas casas em ruínas, bem bonita, aquelas casinhas recuperadas ficavam um espetáculo....
Passada a aldeia do Lumiar continuamos por Marques, Loureira e Cortiça, aqui seguimos pela estrada nacional que liga Alvaiázere a Ferreira do Zêzere, passamos por Areias, Ribeira da Póvoa e Besteiras.
Aqui tínhamos pela frente uma bela descida, passamos Valongo, Junqueira, Peralfaia, Vale Serrão e chegamos á Ponte do Vale da Ursa.
Depois da ponte tínhamos a ultima dificuldade do dia, a bela subida até Cernache, sempre descontraídos e na conversa lá fomos pedalando subida fora.
Passamos Portela das Oliveiras, Casal da Madalena, Roda do Cabeço e chegamos a Cernache do Bonjardim depois de mais uma bela voltinha nas nossas fininhas.
O dia estava fresquinho mas bom para o nosso deporto favorito, é pena o nevoeiro lá no alto da serra, mas outro dia voltamos lá para ver as belas paisagens.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
domingo, 9 de outubro de 2016
PEDROGÃO-PENACOVA-SERTÃ
Depois de uma conversa com o Zé Almeida ao telefone assim se combinou esta voltinha, o Zé tinha que ir ao Porto tratar uns assuntos e ia de bike.
Fez-me o convite para ir com ele até Penacova, eu que não tenho juízo aceitei o desafio, é que ele não sabia o caminho até Penacova ehehehehheeh.
Combinamos a saída ás 4 horas da matina, só gente doida é que se levanta a esta hora para ir pedalar, e um pouco antes da hora combinada lá estava eu, prontinho para seguir viagem, o Zé lá apareceu, e toca a seguir.
Saímos de Pedrogão Pequeno, descemos um pouco até á Barragem do Cabril para subir até Pedrogão Grande, com os lampiões acesos lá fomos pedalando sempre descontraídos.
Fomos passando Vale da Manta, Valongo, Tojeira e Venda da gaita, aqui seguimos á esquerda em direção de Castanheira de Pera.
Tudo escuro mas bem iluminados com as nossas luzes passamos Derreada Cimeira e chegamos á Castanheira, passamos a vila sossegada e subimos a serra pelo lado do Ameal.
Uma bela subida mas de noite nem se dá conta da inclinação, nas calmas lá fomos até ao alto, já perto do alto vimos uma bela manada de Veados, bem fixe...
Com a subida esfolada era hora de descer, com tempo fresco era descer devagar mas com o entusiasmo lá fomos a boa velocidade até ao Candal.
Paramos para o Zé atestar os bibons, água atestada seguimos para o resto da descida, como tínhamos luzes boas foi sempre a dar gás até á Alfocheira e Lousã.
Entramos na Cidade da Lousã e encontramos muita malta que vinha da noite, já vinham meios contentes, bem tratados.
Á saída da Lousã o Zé furou, mas rápido se resolveu o furo e seguimos com as pedaladas, passamos Poças, Ramalhais, Rela do Freixo, Ponte Velha, Marmeleira, Vila Chã e Vila Nova de Poiares.
Fomos a uma Pastelaria para comer alguma coisa que a voltinha era longa, um belo bolinho e um cafézinho soube mesmo bem.
Com algumas energias repostas seguimos viagem, lá fomos passando Ribeirinha, Arrifana, Pereiro de Alem, Louredo, Ronqueira, Carvoeira e Penacova.
Aqui despedi-me do Zé Almeida, ele seguia em frente e ia subir a Serra até ao Luso e eu segui á esquerda pela bonita estrada da Marginal do Mondego.
Despedidas feitas e lá seguiu um em cada direção, continuei pela estrada Nacional 110 e lá fui indo por Cheira, Rebordosa, Caneiro, Casal da Misarela, Venda Nova, Torres do Mondego e portela do Mondego.
Segui á esquerda e passei em cima da ponte antiga da Estrada das Beiras que passa por cima do Rio Mondego, aqui é onde os Rios Mondego e Rio Ceira se encontram.
Passei pela Vila de Ceira e segui por Castelo Viegas, Portela do Gato, Outeiro Penedo, Chão de Lamas, Podentes, Badanais e Vendas de Podentes.
Passei por muitas vinhas, ali é uma zona de muito vinho o que desconhecia, continuei pela Quinta da Boiça, Casal Pinto e Ponte do Espinhal.
Aqui fiz mais uma paragem para comer alguma coisa, fui até ao Bar do Intermarche para comer uma sandoxa e beber alguma coisa, sentei.-me na esplanada e ali estive um pouco...
Com a barriga mais composta segui com as pedaladas, passei as Rosas, Pastor, São Simão, Cerrada da Freixiosa, Venda dos Moinhos, Venda das Figueiras, Tojeira, Pontão e mais umas pedaladas cheguei á Ribeira de Alge.
A descida foi rápida o pior era a subida que tinha pela frente, nas calmas lá fui pedalando sempre descontraído até ao alto, esta deu para suar um pouco.....
No alto era descer até Aldeia de Ana de Aviz, passada a ponte cortei á direita e subi pela Lampada, Caparito, Chavelho e entrei em Figueiró dos Vinhos, aqui mais uma paragem na Pastelaria os renatos para repor algumas calorias.
Enquanto comia pensei em seguir a volta por outro lado, como ainda não estava cansado decidi descer até á Barragem da Bouçã e subir até Cernache do Bonjardim.
Com a gula saciada segui pelo Retiro, Bairradas, Marvila, Corisco e cheguei á Barragem, passada a Ponte que passa por cima do Rio Zêzere toca a subir até aos Carvalhos.
Passei os Carvalhos, Moinho de Vento, Milheirós e cheguei a Cernache dei meia volta á rotunda e segui pela grande reta até ao Alto Ventoso, Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros e entrei na sertã pela Rotunda da Eirinha.
Encontrei dois colegas e fomos até ao bar da Carvalha para beber alguma coisa e dar dois dedos de conversa, com a hora de almoço a chegar lá me despedi deles e para terminar subi até á Mougueira.
Ali encostei a fininha depois de mais umas bela voltinha espetacular com a exelente companhia do Zé Almeida.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Fez-me o convite para ir com ele até Penacova, eu que não tenho juízo aceitei o desafio, é que ele não sabia o caminho até Penacova ehehehehheeh.
Combinamos a saída ás 4 horas da matina, só gente doida é que se levanta a esta hora para ir pedalar, e um pouco antes da hora combinada lá estava eu, prontinho para seguir viagem, o Zé lá apareceu, e toca a seguir.
Saímos de Pedrogão Pequeno, descemos um pouco até á Barragem do Cabril para subir até Pedrogão Grande, com os lampiões acesos lá fomos pedalando sempre descontraídos.
Fomos passando Vale da Manta, Valongo, Tojeira e Venda da gaita, aqui seguimos á esquerda em direção de Castanheira de Pera.
Tudo escuro mas bem iluminados com as nossas luzes passamos Derreada Cimeira e chegamos á Castanheira, passamos a vila sossegada e subimos a serra pelo lado do Ameal.
Uma bela subida mas de noite nem se dá conta da inclinação, nas calmas lá fomos até ao alto, já perto do alto vimos uma bela manada de Veados, bem fixe...
Com a subida esfolada era hora de descer, com tempo fresco era descer devagar mas com o entusiasmo lá fomos a boa velocidade até ao Candal.
Paramos para o Zé atestar os bibons, água atestada seguimos para o resto da descida, como tínhamos luzes boas foi sempre a dar gás até á Alfocheira e Lousã.
Entramos na Cidade da Lousã e encontramos muita malta que vinha da noite, já vinham meios contentes, bem tratados.
Á saída da Lousã o Zé furou, mas rápido se resolveu o furo e seguimos com as pedaladas, passamos Poças, Ramalhais, Rela do Freixo, Ponte Velha, Marmeleira, Vila Chã e Vila Nova de Poiares.
Fomos a uma Pastelaria para comer alguma coisa que a voltinha era longa, um belo bolinho e um cafézinho soube mesmo bem.
Com algumas energias repostas seguimos viagem, lá fomos passando Ribeirinha, Arrifana, Pereiro de Alem, Louredo, Ronqueira, Carvoeira e Penacova.
Aqui despedi-me do Zé Almeida, ele seguia em frente e ia subir a Serra até ao Luso e eu segui á esquerda pela bonita estrada da Marginal do Mondego.
Despedidas feitas e lá seguiu um em cada direção, continuei pela estrada Nacional 110 e lá fui indo por Cheira, Rebordosa, Caneiro, Casal da Misarela, Venda Nova, Torres do Mondego e portela do Mondego.
Segui á esquerda e passei em cima da ponte antiga da Estrada das Beiras que passa por cima do Rio Mondego, aqui é onde os Rios Mondego e Rio Ceira se encontram.
Passei pela Vila de Ceira e segui por Castelo Viegas, Portela do Gato, Outeiro Penedo, Chão de Lamas, Podentes, Badanais e Vendas de Podentes.
Passei por muitas vinhas, ali é uma zona de muito vinho o que desconhecia, continuei pela Quinta da Boiça, Casal Pinto e Ponte do Espinhal.
Aqui fiz mais uma paragem para comer alguma coisa, fui até ao Bar do Intermarche para comer uma sandoxa e beber alguma coisa, sentei.-me na esplanada e ali estive um pouco...
Com a barriga mais composta segui com as pedaladas, passei as Rosas, Pastor, São Simão, Cerrada da Freixiosa, Venda dos Moinhos, Venda das Figueiras, Tojeira, Pontão e mais umas pedaladas cheguei á Ribeira de Alge.
A descida foi rápida o pior era a subida que tinha pela frente, nas calmas lá fui pedalando sempre descontraído até ao alto, esta deu para suar um pouco.....
No alto era descer até Aldeia de Ana de Aviz, passada a ponte cortei á direita e subi pela Lampada, Caparito, Chavelho e entrei em Figueiró dos Vinhos, aqui mais uma paragem na Pastelaria os renatos para repor algumas calorias.
Enquanto comia pensei em seguir a volta por outro lado, como ainda não estava cansado decidi descer até á Barragem da Bouçã e subir até Cernache do Bonjardim.
Com a gula saciada segui pelo Retiro, Bairradas, Marvila, Corisco e cheguei á Barragem, passada a Ponte que passa por cima do Rio Zêzere toca a subir até aos Carvalhos.
Passei os Carvalhos, Moinho de Vento, Milheirós e cheguei a Cernache dei meia volta á rotunda e segui pela grande reta até ao Alto Ventoso, Porto da Cruz, Fonte da Mata, Faleiros e entrei na sertã pela Rotunda da Eirinha.
Encontrei dois colegas e fomos até ao bar da Carvalha para beber alguma coisa e dar dois dedos de conversa, com a hora de almoço a chegar lá me despedi deles e para terminar subi até á Mougueira.
Ali encostei a fininha depois de mais umas bela voltinha espetacular com a exelente companhia do Zé Almeida.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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