segunda-feira, 20 de junho de 2016

VOLTINHA LONGA COM PASSAGEM PELA ECOPISTA DO DÃO

Ontem foi dia de mais umas pedaladas com a fininha, já há algum tempo que estava para ir ver a Ecopista do Dão e ontem foi dia de pedalar por lá.

Tinha planeado uma volta ainda longa para juntar uns belos cantinhos com umas bonitas paisagens, por isso ia começar a volta na vila de Góis.


Cedinho sai de casa e na minha carrinha lá fui até Góis, estacionei a viatura preparei as coisinhas e lá segui viagem..



Para começar passei o Caracol, Vila Nova do Ceira, Barreiro, Olho Marinho, Lombares e Vila Nova de Poiares.


Passei a cidade ainda adormecida, pouca gente se via na rua estava tudo a dormir, aproveitaram a manhã de domingo para descansar, só os malucos é que se levantam cedo aos domingos.


Um pouco mais á frente passei a Arrifana e Ventosa, aqui parei para beber um cafézinho, já estava a fazer falta.
Depois do cafézinho segui com a voltinha, apanhei uma bela descida até Louredo e Penacova mesmo nas margens do Rio Mondego, aqui tem-se umas paisagens espetaculares.


Com o Rio Mondego a fazer-me companhia segui e passei por Ronqueira, Carvoeira, Vila Nova e Raiva, subi um pouco até ao Lavradio e desci novamente até ao Rio.


Passei Oliveira do Mondego e um pouco mais á frente encontrei a Barragem da Aguieira, parei em cima do paredão para ver a bela panorâmica da albufeira, um belo espelho de água....


Depois de umas fotos lá segui até ao IP 3, e para fazer mais rápido entrei na via rápida até Vale do Couço onde entrei novamente na Nacional 2.


Com a estrada mais calma segui por Venda do Sebo, Vimieiro e cheguei a Santa Comba Dão, fui até á Estação para entrar na Ecopista, para encontrar o inicio da Ecopista é uma grande confusão...

Depois de uns metros em terra batida lá entrei na Ecopista do Dão, gostei da ciclovia, piso bom e bem tratada, só em alguns sítios é que está um pouco desleixado, o mato chega ao meio da pista.
Com um trajeto muito rolante e com uma ligeira inclinação positiva lá fui pedalando, fui passando muitas estações antigas algumas recuperadas outras abandonadas.


Parei na antiga estação de Parada de Gonta onde comi uma bela sandoxa acompanhada de uma bebida fresca, o calor já estava a apertar, o que vale é que a Ecopista é maior parte á sombra.


Barriguinha mais acomodada segui até á bela cidade de Viseu, cheguei á bonita rotunda com um belo repuxo de água, tirei umas fotos e segui.


Passei a cidade de Viseu por umas belas rotundas passei ao lado do Palácio do Gelo e segui em direção de Cabanões de Baixo, Pindelo, Silgueiros, Lajeosa e apanhei uma bela descida até Caldas de São Gemil.


Um belo local para tomar uns banhos, uma bonita Praia Fluvial, passei a ponte que passa por cima do Rio Dão e toca a subir até Sangemil e Beijós.


Com o calor que estava só apetecia estar á sombra mas a viagem ainda era para durar, lá fui depois até Cabanas de Viriato onde parei na Pastelaria Flor do Dão para comer mais alguma coisa.

Ali me sentei um pouco a ingerir calorias e a descansar um pouco, mas as horas a passar tinha que seguir viagem.

Lá me sentei novamente em cima da minha fininha e fui até ao Carregal do Sal, continuei por Currelos e uma bela descida até ao Rio Mondego.



Descida boa o pior era a subida que tinha pela frente até Póvoa de Midões, esta de para suar a camisola.


Estava num alto toca a descer um pouco até ao Rio Cavalos, passei Vale das Taipas e Babau, depois da ponte subi até Torre e São Fagundo e depois Tábua.


Parei numa Pizzeria para beber uma bjeca fresquinha, soube mesmo bem, estava mesmo calor.


Mais fresco lá segui viagem, subi  até Cucos, Remouco, Espariz e Gândara de Espariz, segui um pouco na Nacional 17 para mais á frente cortar á direita e descer para a bonita vila de Côja.

Passei a ponte que passa por cima do Rio Alva e parei para ver o rio, uma maravilha, ali tirei uma foto e continuei.


Aqui tinha mais uma subida, passei Secarias e mais um pouco cheguei a Arganil, não cheguei a parar tinha água e segui para a ultima subida do dia.


Lá fui indo nas calmas até ao Casal de São José, mais um pouco e cheguei ao alto, já safo das subidas lá segui a curtir o resto da voltinha.

Fui passando Bordeiros, Regateira e cheguei a Góis de onde tinha saído umas horas antes para mais uma bela voltinha.

Para terminar fui até a uma esplanada junto ao rio onde me sentei e bebi um par de bjecas fresquinhas, estavam lá uns colegas de pedaladas com quem estive um pouco na conversa.


Um pouco mais recuperado despedi-me deles e fui até á carrinha, arrumei a fininha o resto das coisinhas e regressei a casa satisfeito com mais uma exelente voltinha.
Foi assim mais uma voltinha com uns belos 201 km sempre com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.



sexta-feira, 17 de junho de 2016

TIRA-VALE DAS UCHAS

Depois de uns dias de descanso lá voltei ás voltinhas matinais, levantar cedo e ir ver o nascer do sol é bem fixe e faz bem á saúde....

Sai de casa e fui até á Portela dos Bezerrins, cortei á direita e lá fui pedalando pelo Salomão, Carrascal, Outeiro das Colheres, Vaquinhas Cimeiras e Bela Vista.



O sol já espreitava lá atrás da serra mas a temperatura estava baixa ainda estava fresquinho, este ano parece que nem vamos ter verão, está um tempo manhoso.


Continuei e fui até á Cumeada, não se via ninguém estava tudo sossegado, passada a Cumeada segui pelo Castanheiro Grande, Valongo, Rolã, Mós, Casalinho, Atalaia e Tira.


Cortei á direita e desci até á Ponte dos Cavalos, aqui estava tudo cheio de nevoeiro e um calor esquisito, mas depois de passar a ponte a coisa aqueceu.


Lá fui pedalando até aos Escudeiros, uma subida curta mas boa, já no alto segui pela Louriceira, Quintã, Ramal da Quintã e Cernache do Bonjardim.
Depois dos dias de descanso a voltinha estava saber mesmo bem, sai de Cernache e fui em direção do Alto Ventoso, Vale da Lata e Porto da Cruz.


Entrei depois na variante até á Granja e Vale Cortiço, como ainda tinha tempo passei pelo Casal D´Ordem, Vale da Uchas e Malpica.


Subi um pouco até ao Casalinho e segui pela Nacional 2, a boa velocidade fui passando Tapada, Aveleira, Alto da Carreira, Zona Industrial, São João do Couto e entrei na Sertã pela Rotunda da Eirinha.


Passei a vila já mais movimentada segui pelo Montinho e cheguei á Mougueira depois de mais uma bela voltinha pela fresca.


Já tinha saudades das minhas pedaladas matinais por estas estradinhas mais recatadas aqui da zona do pinhal, sabe mesmo bem.

E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.





quinta-feira, 16 de junho de 2016

ARENAS SAN PEDRO-ZARZA LA MAYOR

Segundo dia de pedaladas nesta aventura com o amigo Alexandre, este dia ia ser mais longo, eram mais uns km que o dia anterior.


Depois de uma noite bem dormida, toca a acordar cedinho para seguir viagem, preparamos as coisinhas e descemos para ir tomar o pequeno almoço no Bar Avenida mesmo por baixo do Hostal.


Umas torradinhas acompanhadas com um cafézinho com leite foi a ementa logo cedinho, barriga atestada, bidons atestados era hora de nos fazer-mos á estrada.


Para começar descemos um pouco até á ponte que passa por cima do Rio Del Arenal, passada a ponte começamos a subir uma ligeira subida por entre uma floresta, uma maravilha.



Lá fomos indo nas calmas porque o dia prometia dureza, passamos Guisando e descemos para Poyales del Hoyo.


Um pouco mais á frente paramos para ver o Museu de Dolmes, umas pedras em cima de outras, um dinossauro feito de pedra e mais umas coisas esquisitas, mas engraçadas.

Tiramos umas fotos e seguimos para Candeleda e sempre com a bela paisagem da Sierra de Gredos lá fomos até Madrigal de la Vera.

Aqui não havia grande dificuldade era um pouco rolante, passamos por Villanueva de la Vera, Val Verde de la Vera e Losar de la Vera.


Aqui fizemos uma paragem para comer alguma coisa, fomos até ao mini mercado compramos comida e bebida, ali nos entretemos um pouco a encher a barriga.


Calorias repostas seguimos caminho, Losar de la Vera uma vila bem engraçada com muita escultura feitas nos arbustos nos jardins, um espetáculo.

Saímos da vila e seguimos por Jarandilla de la Vera, Aldeanueva de la Vera e Cuascos de Yuste, aqui cortamos á direita e era a primeira dificuldade do dia.


Lá fomos até ao Monasterio de la Yuste, aqui a coisa empinou um pouco mas foi curta, passado o Monasterio seguimos por uma estradinha por entre uns carvalhos, brutal.


Lá fomos pedalando e desfrutando o que nos rodeava, para mim o mais importante é desfrutar por onde pedalamos e nada de correrias.


Mais á frente começamos a ver a bela vila de Garganta la Olla, uma vila metida num vale com o mesmo nome, no miradouro encontramos a estátua da La Serrana dedicada á Mexicana Carmen Alcalde.


Depois da foto seguimos e numa boa descida depressa chegamos á Garganta la Olla, passada a vila vinha o pior, a subida do Piornal, um espetáculo.


Já fiz alguns Puertos na vizinha Espanha e acho que este foi um dos mais bonitos, sempre rodeado de carvalhos verdinhos e com os regatos a correr, um espetáculo de subida.



Lá fomos subindo nas calmas que a subida era para durar, foram cerca de 12,5 km sempre a ganhar altitude, mas uns km muito saborosos.


As vistas lá do alto eram espetaculares, as palavras não dão para descrever o que os olhos vêm, só lá é que dá para ver.
Chegamos ao alto satisfeitos com mais esta bela subida, decidimos ir até á Vila do Piornal para cmoer alguma coisa mais consistente, fomos até ao Restaurante Tormantos encher a barriga.


Foi um belo almoço, para começar um belo prato de massa e depois uns bom prato de carne e uma bela sobremesa, isto tudo bem regado, foi mesmo á maneira.


Com isto tudo nem apetecia pedalar mas tinha-mos que seguir viagem, agora pela frente tínhamos uma valente descida até Valdastillas.



Durante a descida tivemos que fazer uma paragem para provar as belas cerejas bem vermelhinhas e bem docinhas, o Valle del Jerte é conhecido pelas suas cerejas, são cerejeiras que nunca mais acabam.




Depois de provar as belas cerejas continuamos a descida até á N 110, cortamos á esquerda e com o terreno mais rolante e com um calor desgraçado lá seguimos com as pedaladas.


Fomos indo com a bela panorâmica do Embalse de Plasência, grandes rectas era o que tínhamos pela frente até á grande cidade de Plasência.
Passamos nos arredores da cidade e seguimos ao lado da enorme Zona Industrial, parecia que não tinha fim, aquilo é mesmo grande.


Saímos da Zona Industrial e fomos passando San Gil, Galisteo, Alagón Del Rio, El Batán, Puebla de Argeme e chegamos a Cória.


Aqui era para fazermos uma paragem mas passamos nos arredores da cidade e nada de cafés, tivemos que seguir viagem.



Passado Cória apanhamos um curta subida que já fazia mossa, os km já eram alguns, mas nas calmas lá fomos.



No alto cortamos á direita e passamos Portaje, em Ceclavín fizemos uma paragem num café para beber alguma coisa fresca, estava bem quentinho tínhamos que refrescar.


Refrescamo-nos com uma bebida fresca, atestamos os bidons com gelo e água fresca e seguimos para o resto da etapa.

Já faltava pouco mas o resto é sempre pior, saímos de Ceclavín e descemos até ao Rio Alagón onde chega a albufeira da Barragem de Alcântara.



Passada a descida seguimos pela ponte e aqui encontramos a ultima dificuldade do dia, uma subida curta e não muito dificil mas as pernas já traziam uns belos km, era para ir nas calmas.


No alto já se avistava Zarza La Mayor o nosso objetivo, era onde íamos pernoitar, fomos até aos Apartamentos Rurales Peñafiel, encostamos as bikes e era hora de dar descanso ao cortiço.


Fomos até ao apartamento tomar o merecido banho e descansar um pouco, entretanto era hora de ir ver do jantar no restaurante mesmo por baixo.


Mais uma vez comemos bem, uns belos bifinhos bem acompanhados de boa bebida, deu bem para recupera as calorias perdidas nesta valente etapa.


Foi um dia com 222 km com boas subidas e umas belas descidas, com muito calor pelo meio, e chegamos ao fim com um grande sorriso na cara e satisfeitos com o objetivo comprido.

E assim foram mais umas pedaladas com o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.