No sábado tinha combinado com o João Paulo para irmos dar umas pedaladas no domingo.
Sai de casa e fui ter com o João a casa dele, saímos e fomos beber um cafézinho á pastelaria Docemil na praceta.
Com a cafézinho tomado saímos para a nossa voltinha, e logo para aquecer apanhamos uma subida para o Outeiro da Colheres.
Chegamos lá ao cimo já o motor ia quentinho, depois do Outeiro das Colheres passamos pelo Carrascal e descemos para a ribeira.
Chegamos á ribeira e passamos para o outro lado, como tem chovido pouco as ribeiras levam pouca água e nem dá para molhar os pés.
Depois de passarmos a ribeira subimos até ao Val Godinho e seguimos pela encosta da serra da Longra.
Com mais umas subida e umas descidas chegamos ás Sarnadas e tb passamos perto do Sambal e um pouco mais chegamos á Ponte dos Três Concelhos.
Esta ponte divide o Concelho da Sertã de Vila de Rei e de Mação.
Depois de passar a ponte seguimos para o concelho de Mação e subimos até perto da Portela dos Colos e continuamos para Casas da Ribeira perto de Cardigos.
Depois das Casas da Ribeira seguimos e fomos pedalando ao lado da ribeira até chegar á estrada que liga a Sertã a Cardigos onde está a ponte das três entradas.
Entramos um bocadinho em alcatrão mas logo mais á frente cortamos para Poço Caldeiro uma represa onde o pessoal vai dar uns mergulhos no verão.
Continuamos e fomos passar na ponte romana do Val da Urra, uma ponte já velhinha mas recuperada á pouco tempo.
Mais umas pedaladas e chegamos ao cruzamento que vai dar a São João do Peso, ai seguimos e descemos até á praia fluvial do Marmeleiro.
Passada a praia fluvial seguimos para a Azinheira e mais um bocadinho chegamos ás Cortes onde paramos para comer umas laranjinhas.
Depois de termos papado as laranjinhas descemos até á cova do Moinho á ponte de pedra, que para mim é das mais bonitas aqui da zona.
Tiramos umas fotos e era hora de subir até á Cumeada.
Chegamos á Cumeada e como a hora do almoço estava a chegar seguimos por alcatrão até á Sertã.
Chegamos á Sertã passamos pela ponte romana e fomos á Carvalha beber alguma coisa e dar dois dedos de conversa.
Depois de refrescar cada um seguiu para a sua casinha ver do almoço e almoçar com a família neste dia de Páscoa.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
VOLTINHA FLORIDA
Mais uma voltinha de domingo.
Tinha combinado com o Pedro Crispim e com o Mário Manso para ir dar umas pedaladas.
Sai de casa e fui ter á Sertã, e fui beber um cafézinho na pastelaria Estrela Doce, depois do cafézinho fui ter com o Pedro Crispim á Carvalha.
Saímos da Carvalha e fomos chamar o Mário, que anda muito preguiçoso.
Saímos os três mas não sabíamos para onde ir, iamos andando e logo se via.
Chegamos á Portela dos Bezerrins e seguimos por um single que já á algum tempo que queria ver onde ia dar, e andamos de um lado para o outro e sempre arranjamos saída.
Lá continuamos e passamos pelo Castanheiro Troncho e apanhamos logo uma boa subida até ao alto da Pederneira.
Chegados ao alto paramos um pouco para recuperar o fôlego e ver as vistas espetaculares que aquele alto nos dá.
Depois de recuperados lá continuamos mas desta vez foi a descer e a bom ritmo.
Passamos perto do Maxial da Carreira e com mais umas subidas e mais umas descidas fomos pedalando até chegar ao Mosteiro de São Tiago.
Logo á entrada do Mosteiro encontramos uma cobra que estava ao sol, quando a apanhei o Mário fugiu logo, não fiz nenhum mal ao bicho era só para lhe tirar uma foto.
Passamos nas ruas do Mosteiro e a certa altura encontramos um senhor conhecido que nos ofereceu um docinho licor de cereja, que estava uma maravilha.
Com a boca mais docinha lá seguimos caminho, e descemos para a ribeira do Aivado onde existe ainda umas hortas cultivadas e onde tb havia umas ovelhas numa pastagem.
Depois da ribeira do Aivado é que foi subir até chegar ao Sorvel Fundeiro onde passamos por mais uns singles muito porreiros.
Do Sorvel Fundeiro seguimos para o Figueiredo sempre a subir para não arrefecer o motor.
Quando chegamos ao alto descansamos um bocadinho, e logo de seguida passamos pelo Barreiro e mais uns carreirinhos de cabras chegamos ao Fundo do Barreiro.
No Fundo do Barreiro andava o srº Joaquim a guardar as suas cabrinhas, paramos para dar dois dedos de conversa e ele ainda nos ofereceu um medronho mas nós não aceitamos porque podíamos cair da bicicleta eheheheheeh.
Depois da conversa seguimos por mais uns carreirinhos de cabras, umas vezes em cima das bicicletas outras com elas ás costas.
E mais um bocadito chegamos Entre-a-Serra onde descemos para a ribeira e de seguida tivemos que suar um bocadinho até chegar ao Casal da Serra.
Quando chegamos ao Casal da Serra paramos ao pé de uma laranjeira para comer umas laranjinhas.
Depois de ter comido as laranjinhas seguimos por um single por entre umas oliveiras, e mais á frente passamos perto do Bouço.
Com a hora do almoço a chegar era hora de regressar a casa.
Passamos pela Várzea dos Cavaleiros, Aldeia velha, Póvoa, Ramalhosa e paramos no café da Portela dos Bezerrins para beber alguma coisa.
Depois de refrescados fomos ver do almoço, descemos até á Mougueira onde eu e o Mário ficamos já em casa, o Pedro Crispim seguiu até á Sertã.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Tinha combinado com o Pedro Crispim e com o Mário Manso para ir dar umas pedaladas.
Sai de casa e fui ter á Sertã, e fui beber um cafézinho na pastelaria Estrela Doce, depois do cafézinho fui ter com o Pedro Crispim á Carvalha.
Saímos da Carvalha e fomos chamar o Mário, que anda muito preguiçoso.
Saímos os três mas não sabíamos para onde ir, iamos andando e logo se via.
Chegamos á Portela dos Bezerrins e seguimos por um single que já á algum tempo que queria ver onde ia dar, e andamos de um lado para o outro e sempre arranjamos saída.
Lá continuamos e passamos pelo Castanheiro Troncho e apanhamos logo uma boa subida até ao alto da Pederneira.
Chegados ao alto paramos um pouco para recuperar o fôlego e ver as vistas espetaculares que aquele alto nos dá.
Depois de recuperados lá continuamos mas desta vez foi a descer e a bom ritmo.
Passamos perto do Maxial da Carreira e com mais umas subidas e mais umas descidas fomos pedalando até chegar ao Mosteiro de São Tiago.
Logo á entrada do Mosteiro encontramos uma cobra que estava ao sol, quando a apanhei o Mário fugiu logo, não fiz nenhum mal ao bicho era só para lhe tirar uma foto.
Passamos nas ruas do Mosteiro e a certa altura encontramos um senhor conhecido que nos ofereceu um docinho licor de cereja, que estava uma maravilha.
Com a boca mais docinha lá seguimos caminho, e descemos para a ribeira do Aivado onde existe ainda umas hortas cultivadas e onde tb havia umas ovelhas numa pastagem.
Depois da ribeira do Aivado é que foi subir até chegar ao Sorvel Fundeiro onde passamos por mais uns singles muito porreiros.
Do Sorvel Fundeiro seguimos para o Figueiredo sempre a subir para não arrefecer o motor.
Quando chegamos ao alto descansamos um bocadinho, e logo de seguida passamos pelo Barreiro e mais uns carreirinhos de cabras chegamos ao Fundo do Barreiro.
No Fundo do Barreiro andava o srº Joaquim a guardar as suas cabrinhas, paramos para dar dois dedos de conversa e ele ainda nos ofereceu um medronho mas nós não aceitamos porque podíamos cair da bicicleta eheheheheeh.
Depois da conversa seguimos por mais uns carreirinhos de cabras, umas vezes em cima das bicicletas outras com elas ás costas.
E mais um bocadito chegamos Entre-a-Serra onde descemos para a ribeira e de seguida tivemos que suar um bocadinho até chegar ao Casal da Serra.
Quando chegamos ao Casal da Serra paramos ao pé de uma laranjeira para comer umas laranjinhas.
Depois de ter comido as laranjinhas seguimos por um single por entre umas oliveiras, e mais á frente passamos perto do Bouço.
Com a hora do almoço a chegar era hora de regressar a casa.
Passamos pela Várzea dos Cavaleiros, Aldeia velha, Póvoa, Ramalhosa e paramos no café da Portela dos Bezerrins para beber alguma coisa.
Depois de refrescados fomos ver do almoço, descemos até á Mougueira onde eu e o Mário ficamos já em casa, o Pedro Crispim seguiu até á Sertã.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
segunda-feira, 26 de março de 2012
BARRAGEM DO CABRIL-MEGA-MOSTEIRO
Como ando numa de barragens, desta vez andei pelas margens da barragem do Cabril.
Sai de casa pelas 7h15 e fui ter á Carvalha onde tinha combinado com o João Paulo para irmos os dois fazer esta voltinha.
Depois da carregar a bike do João fomos em direcção de Pedrogão Grande onde era o ponto de partida.
Chegamos a Pedrogão encostamos a carrinha e fomos á pastelaria Moderna beber um cafézinho e comer um pastelinho de nata para acumular calorias.
Depois do cafézinho bebido descarregamos as bikes preparamos as coisinhas e era hora de partir.
Seguimos caminho passando pelo Vale do Barco e descemos para a Barragem do Cabril.
Ao chegar-mos perto da barragem apanhamos um caminho com cerca de 18km sempre pelas margens da barragem até chegar á Mega Fundeira.
Com este tempo sem chuva esta e outras barragens estão quase secas.
Chegamos á Mega Fundeira e fomos dar uma vista de olhos á bonita praia fluvial, onde se encontra um moinho antigo tudo reconstruído que no verão se transforma num bar que dá apoio á praia fluvial.
Depois de vermos a praia fluvial continuamos a nossa voltinha, e apanhamos um caminho com uma valente subida que vai dar ao alto da Louriceira, onde paramos para beber e comer alguma coisa.
Com a barriguinha já mais aconchegada lá continuamos, e passamos a Tapada da Marcela, Casal do Neto e logo de seguida Derreada Cimeira.
Passada a Derreada Cimeira entramos outra vez na terra agora em direcção dos Escalos do Meio e com mais umas subidas e uma boa descida chegamos ao Mosteiro onde existe uma praia fluvial com um restaurante e tudo.
Está aqui um sitio agradável para passar um dia de verão com a família.
Depois de termos dado uma vista de olhos por ali seguimos com as nossas pedaladas sempre ao lado da ribeira de Pêra, passamos por baixo de um viaduto do IC8 e continuamos até ao Gravito e ao Rabigordo.
No Gravito passamos a ribeira de Pêra para o outro lado e apanhamos uma boa subida até á Mó Pequena,
continuamos e passamos ao lado do Romão, Terra de Almas e Agria.
E um pouco mais á frente passamos por uma igreja que se situa no meio do pinhal, onde fazem as festas populares da Mó Pequena.
Lá continuamos, e descemos novamente até á ribeira de Pêra, fomos ter á estrada que liga Pedrogão Grande a Figueiró dos Vinhos.
Ali estivemos a ver a ponte antiga que passa por cima da ribeira de Pêra.
Com as horas a passar seguimos então, passando ao lado de uma fábrica de fiação antiga já quase toda destruída, que pelos vistos era uma grande industria e com certeza empregava muita gente.
Um pouco mais á frente encontramos um percurso pedestre feito ainda á pouco tempo, e disse para o João Paulo, vamos dar uma vista de olhos.
E bendita a hora que decidimos ir lá ver, encontramos um sitio espetacular. um trilho todo limpinho que tem algumas partes que não tivemos coragem de passar em cima da bicicleta, uma grande parte tem que se passar por cima de um muro em pedra.
Fomos andando e chegamos ao Açude dos Rodrigues, aquilo ali é um sossego que nem vos passa pela cabeça.
Depois de termos regalado as vistas com aquele sitio maravilhoso seguimos o nosso caminho e fomos entrar novamente no caminho que levavam-mos.
Ao chegarmos novamente ao caminho apanhamos uma subida daquelas onde tivemos que suar um bocadinho até chegar a Pedrogão Grande.
Chegados a Pedrogão Grande tínhamos a nossa voltinha feita, chegamos ao pé da carrinha arrumamos as bikes e fomos novamente á pastelaria beber uma bebida fresca.
Depois de despachados regressamos á Sertã.
Chegamos á Sertã e deixei o João Paulo na carvalha e fui ver do almoço que estava na hora.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Sai de casa pelas 7h15 e fui ter á Carvalha onde tinha combinado com o João Paulo para irmos os dois fazer esta voltinha.
Depois da carregar a bike do João fomos em direcção de Pedrogão Grande onde era o ponto de partida.
Chegamos a Pedrogão encostamos a carrinha e fomos á pastelaria Moderna beber um cafézinho e comer um pastelinho de nata para acumular calorias.
Depois do cafézinho bebido descarregamos as bikes preparamos as coisinhas e era hora de partir.
Seguimos caminho passando pelo Vale do Barco e descemos para a Barragem do Cabril.
Ao chegar-mos perto da barragem apanhamos um caminho com cerca de 18km sempre pelas margens da barragem até chegar á Mega Fundeira.
Com este tempo sem chuva esta e outras barragens estão quase secas.
Chegamos á Mega Fundeira e fomos dar uma vista de olhos á bonita praia fluvial, onde se encontra um moinho antigo tudo reconstruído que no verão se transforma num bar que dá apoio á praia fluvial.
Depois de vermos a praia fluvial continuamos a nossa voltinha, e apanhamos um caminho com uma valente subida que vai dar ao alto da Louriceira, onde paramos para beber e comer alguma coisa.
Com a barriguinha já mais aconchegada lá continuamos, e passamos a Tapada da Marcela, Casal do Neto e logo de seguida Derreada Cimeira.
Passada a Derreada Cimeira entramos outra vez na terra agora em direcção dos Escalos do Meio e com mais umas subidas e uma boa descida chegamos ao Mosteiro onde existe uma praia fluvial com um restaurante e tudo.
Está aqui um sitio agradável para passar um dia de verão com a família.
Depois de termos dado uma vista de olhos por ali seguimos com as nossas pedaladas sempre ao lado da ribeira de Pêra, passamos por baixo de um viaduto do IC8 e continuamos até ao Gravito e ao Rabigordo.
No Gravito passamos a ribeira de Pêra para o outro lado e apanhamos uma boa subida até á Mó Pequena,
continuamos e passamos ao lado do Romão, Terra de Almas e Agria.
E um pouco mais á frente passamos por uma igreja que se situa no meio do pinhal, onde fazem as festas populares da Mó Pequena.
Lá continuamos, e descemos novamente até á ribeira de Pêra, fomos ter á estrada que liga Pedrogão Grande a Figueiró dos Vinhos.
Ali estivemos a ver a ponte antiga que passa por cima da ribeira de Pêra.
Com as horas a passar seguimos então, passando ao lado de uma fábrica de fiação antiga já quase toda destruída, que pelos vistos era uma grande industria e com certeza empregava muita gente.
Um pouco mais á frente encontramos um percurso pedestre feito ainda á pouco tempo, e disse para o João Paulo, vamos dar uma vista de olhos.
E bendita a hora que decidimos ir lá ver, encontramos um sitio espetacular. um trilho todo limpinho que tem algumas partes que não tivemos coragem de passar em cima da bicicleta, uma grande parte tem que se passar por cima de um muro em pedra.
Fomos andando e chegamos ao Açude dos Rodrigues, aquilo ali é um sossego que nem vos passa pela cabeça.
Depois de termos regalado as vistas com aquele sitio maravilhoso seguimos o nosso caminho e fomos entrar novamente no caminho que levavam-mos.
Ao chegarmos novamente ao caminho apanhamos uma subida daquelas onde tivemos que suar um bocadinho até chegar a Pedrogão Grande.
Chegados a Pedrogão Grande tínhamos a nossa voltinha feita, chegamos ao pé da carrinha arrumamos as bikes e fomos novamente á pastelaria beber uma bebida fresca.
Depois de despachados regressamos á Sertã.
Chegamos á Sertã e deixei o João Paulo na carvalha e fui ver do almoço que estava na hora.
E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
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